Como desbloquear as negociações do boi gordo no mercado brasileiro?

boi gordo

Sumário

1. Oferta restrita de animais prontos para abate mantém preços do gado de corte estáveis

1.1 Consultoria destaca a atenção das indústrias brasileiras no fluxo de produção

1.2 Consumo interno evolui timidamente, mas mantém preços dos cortes de carne bovina no atacado

1.3 Pecuaristas negociam preços mais altos para obter melhores margens

2. Indústrias brasileiras se tornam mais cautelosas diante da especulação altista

2.1 Retração nas compras busca oferecer resistência à alta dos preços

3. Preços máximos do boi gordo em diferentes regiões do Brasil

Introdução

Nesta terça-feira (17/10), os preços do gado de corte permaneceram ancorados nos níveis atuais, sem espaço para quedas devido à oferta restrita de animais prontos para abate, informou o Insights globais de commodities da S&P.

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A consistência do fluxo de produção de carne é a principal preocupação das indústrias brasileiras, que enfrentam calendários de abate apertados.

O consumo interno evolui de forma tímida, mas é suficiente para manter os preços dos principais cortes de carne bovina no atacado. Por outro lado, muitos pecuaristas buscam negociar preços mais elevados para obter melhores margens. No entanto, as indústrias estão se tornando mais cautelosas e resistindo às especulações altistas.

Abaixo estão os preços máximos do gado bovino em diferentes regiões do Brasil.

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Nesta terça-feira (17/10), os preços do gado de corte permaneceram ancorados nos níveis atuais, sem espaço para quedas devido à oferta restrita de animais prontos para abate, informou o Insights globais de commodities da S&P.

Segundo a consultoria, neste momento as indústrias brasileiras concentram sua atenção na consistência do fluxo de produção de carne.

“Os calendários de abate continuam apertados e é difícil avançar mais, tendo em conta calendários entre cinco e sete dias”relacionado a S&P Global.

Segundo analistas, o consumo interno de carne bovina evoluiu de forma tímida, mas ainda é suficiente para manter os preços dos principais cortes de carne bovina no atacado, já que a produção está mais apertada.

Do lado da oferta, muitos pecuaristas negociam preços mais elevados para os lotes disponíveis, numa tentativa de obter melhores margens.

No entanto, continua S&P GlobalAs indústrias brasileiras tornaram-se mais cautelosas nas últimas semanas, retirando-se das compras para oferecer alguma resistência à atual especulação altista.

Segundo dados da Scot Consultoria, nos mercados paulistas, o gado gordo “comum” (sem prêmio de exportação) continua valendo R$ 235/@, enquanto vacas e novilhas gordas são negociadas por R$ 210/@ e R$ 225/@ @, respectivamente (preços brutos e futuros).

O “boi chinês” (abate mais jovem, com até 30 meses e destinado ao mercado externo) está cotado a R$ 240/@ (base SP, preço bruto e futuro) – um ágio de R$ 5/@ sobre o valor do animal “comum”.

Preços máximos para homens e mulheres nesta terça-feira, 17/10

(Fonte: S&P Global)

SP-Noroeste:

carne bovina a R$ 246/@ (prazo)
vaca a R$ 227/@ (termo)

MS-Dourados:

bois a R$ 236/@ (à vista)
vaga a R$ 215/@ (à vista)

MS-C.Grande:

carne bovina a R$ 233/@ (prazo)
vaca a R$ 217/@ (termo)

MT-Cáceres:

carne bovina a R$ 209/@ (prazo)
vaca a R$ 187/@ (termo)

MT-Cuiabá:

bois a R$ 207/@ (à vista)
vago a R$ 192/@ (à vista)

MT-Colíder:

bois a R$ 207/@ (à vista)
vago a R$ 187/@ (à vista)

GO-Goiânia:

carne bovina a R$ 212/@ (prazo)
vaca R$ 187/@ (prazo)

GO-Sul:

carne bovina a R$ 227/@ (prazo)
vaca a R$ 212/@ (termo)

PR-Maringá:

bois a R$ 236/@ (à vista)
vago a R$ 212/@ (à vista)

Triângulo MG:

carne bovina a R$ 236/@ (prazo)
vaca a R$ 207/@ (termo)

MG-BH:

carne bovina a R$ 227/@ (prazo)
vaca a R$ 212/@ (termo)

BA-F. Santana:

bois a R$ 210/@ (à vista)
vaga a R$ 197/@ (à vista)

RS-Fronteira:

bois a R$ 219/@ (à vista)
vago a R$ 186/@ (à vista)

PA-Marabá:

carne bovina a R$ 217/@ (prazo)
vaca a R$ 207/@ (termo)

Resgate PA:

carne bovina a R$ 219/@ (prazo)
vaca a R$ 209/@ (termo)

PA-Paragomin:

carne bovina a R$ 222/@ (prazo)
vaca a R$ 209/@ (termo)

TO-Araguaína:

carne bovina a R$ 222/@ (prazo)
vaca a R$ 207/@ (termo)

RO-Cacoal:

bois a R$ 205/@ (à vista)
vaga a R$ 190/@ (à vista)

MA-Açailândia:

bois a R$ 215/@ (à vista)
vaga a R$ 200/@ (à vista)

Níveis atuais dos preços do gado de corte permanecem estáveis

Nesta terça-feira (17/10), os preços do gado de corte permaneceram ancorados nos níveis atuais, sem espaço para quedas devido à oferta restrita de animais prontos para abate, informou o Insights globais de commodities da S&P.

Segundo a consultoria, neste momento as indústrias brasileiras concentram sua atenção na consistência do fluxo de produção de carne.

“Os calendários de abate continuam apertados e é difícil avançar mais, tendo em conta calendários entre cinco e sete dias”, relacionado a S&P Global.

Segundo analistas, o consumo interno de carne bovina evoluiu de forma tímida, mas ainda é suficiente para manter os preços dos principais cortes de carne bovina no atacado, já que a produção está mais apertada.

Do lado da oferta, muitos pecuaristas negociam preços mais elevados para os lotes disponíveis, numa tentativa de obter melhores margens.

Concentração da indústria na consistência da produção de carne

As indústrias brasileiras têm dado atenção especial à consistência do fluxo de produção de carne, já que os calendários de abate estão apertados. Segundo a S&P Global, avanços adicionais são difíceis, considerando os prazos entre cinco e sete dias. Essa situação tem mantido os preços do gado de corte estáveis.

Consumo interno e preços dos principais cortes

O consumo interno de carne bovina teve um crescimento tímido, porém suficiente para manter os preços dos principais cortes de carne bovina no atacado. A produção mais apertada tem ajudado a sustentar esses preços.

Pecuaristas negociando preços mais elevados

Com a oferta restrita de animais prontos para abate, muitos pecuaristas estão negociando preços mais elevados para os lotes disponíveis. Isso ocorre na tentativa de obter melhores margens e aproveitar as condições do mercado favoráveis.

Preços do gado em diferentes regiões do Brasil

A seguir, estão os preços do gado em diferentes regiões do Brasil, de acordo com dados da S&P Global:

  • SP-Noroeste: carne bovina a R$ 246/@ (prazo), vaca a R$ 227/@ (termo)
  • MS-Dourados: bois a R$ 236/@ (à vista), vaca a R$ 215/@ (à vista)
  • MS-C.Grande: carne bovina a R$ 233/@ (prazo), vaca a R$ 217/@ (termo)
  • MT-Cáceres: carne bovina a R$ 209/@ (prazo), vaca a R$ 187/@ (termo)
  • MT-Cuiabá: bois a R$ 207/@ (à vista), vaca a R$ 192/@ (à vista)
  • MT-Colíder: bois a R$ 207/@ (à vista), vaca a R$ 187/@ (à vista)
  • GO-Goiânia: carne bovina a R$ 212/@ (prazo), vaca a R$ 187/@ (prazo)
  • GO-Sul: carne bovina a R$ 227/@ (prazo), vaca a R$ 212/@ (termo)
  • PR-Maringá: bois a R$ 236/@ (à vista), vaca a R$ 212/@ (à vista)
  • Triângulo MG: carne bovina a R$ 236/@ (prazo), vaca a R$ 207/@ (termo)
  • MG-BH: carne bovina a R$ 227/@ (prazo), vaca a R$ 212/@ (termo)
  • BA-F. Santana: bois a R$ 210/@ (à vista), vaca a R$ 197/@ (à vista)
  • RS-Fronteira: bois a R$ 219/@ (à vista), vaca a R$ 186/@ (à vista)
  • PA-Marabá: carne bovina a R$ 217/@ (prazo), vaca a R$ 207/@ (termo)
  • Resgate PA: carne bovina a R$ 219/@ (prazo), vaca a R$ 209/@ (termo)
  • PA-Paragomin: carne bovina a R$ 222/@ (prazo), vaca a R$ 209/@ (termo)
  • TO-Araguaína: carne bovina a R$ 222/@ (prazo), vaca a R$ 207/@ (termo)
  • RO-Cacoal: bois a R$ 205/@ (à vista), vaca a R$ 190/@ (à vista)
  • MA-Açailândia: bois a R$ 215/@ (à vista), vaca a R$ 200/@ (à vista)

Esses preços são válidos para diferentes prazos e situações de pagamento, e são fornecidos pela S&P Global.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

Nesta terça-feira (17/10), os preços do gado de corte permaneceram ancorados nos níveis atuais, sem espaço para quedas devido à oferta restrita de animais prontos para abate, informou o Insights globais de commodities da S&P. Segundo a consultoria, neste momento as indústrias brasileiras concentram sua atenção na consistência do fluxo de produção de carne.

“Os calendários de abate continuam apertados e é difícil avançar mais, tendo em conta calendários entre cinco e sete dias” relacionado a S&P Global. Segundo analistas, o consumo interno de carne bovina evoluiu de forma tímida, mas ainda é suficiente para manter os preços dos principais cortes de carne bovina no atacado, já que a produção está mais apertada.

Do lado da oferta, muitos pecuaristas negociam preços mais elevados para os lotes disponíveis, numa tentativa de obter melhores margens. No entanto, continua S&P Global As indústrias brasileiras tornaram-se mais cautelosas nas últimas semanas, retirando-se das compras para oferecer alguma resistência à atual especulação altista.

Segundo dados da Scot Consultoria, nos mercados paulistas, o gado gordo “comum” (sem prêmio de exportação) continua valendo R$ 235/@, enquanto vacas e novilhas gordas são negociadas por R$ 210/@ e R$ 225/@ @, respectivamente (preços brutos e futuros).

O “boi chinês” (abate mais jovem, com até 30 meses e destinado ao mercado externo) está cotado a R$ 240/@ (base SP, preço bruto e futuro) – um ágio de R$ 5/@ sobre o valor do animal “comum”.

Perguntas e Respostas:

1. Quais foram os principais fatores que influenciaram os preços do gado de corte?

Os preços do gado de corte foram influenciados pela oferta restrita de animais prontos para abate e pela busca das indústrias brasileiras por consistência no fluxo de produção de carne.

2. Como está o consumo interno de carne bovina?

O consumo interno de carne bovina evoluiu de forma tímida, mas ainda é suficiente para manter os preços dos principais cortes de carne bovina no atacado.

3. O que os pecuaristas estão fazendo em relação aos preços do gado de corte?

Muitos pecuaristas estão negociando preços mais elevados para os lotes disponíveis, numa tentativa de obter melhores margens.

4. Por que as indústrias brasileiras estão mais cautelosas nas compras?

As indústrias brasileiras estão mais cautelosas nas compras para oferecer resistência à atual especulação altista.

5. Quais são os preços do gado de corte em alguns mercados paulistas?

Nos mercados paulistas, o gado gordo “comum” vale R$ 235/@, enquanto vacas e novilhas gordas são negociadas por R$ 210/@ e R$ 225/@, respectivamente. O “boi chinês” está cotado a R$ 240/@.

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