A Tirolez, empresa familiar fundada há 43 anos, está passando por uma nova fase de profissionalização em sua gestão. Com a inauguração de uma fábrica em Caxambu do Sul, em Santa Catarina, a companhia de lácteos está investindo cerca de R$ 150 milhões. Além disso, Marcel de Barros assumiu como CEO da Tirolez, trazendo consigo mais de 20 anos de experiência no setor de lácteos, principalmente em sua atuação na Nestlé. A chegada do novo CEO visa reforçar a governança da empresa e promover o crescimento sustentável.

Investimento em Nova Fábrica e Processo de Profissionalização

Com a inauguração da nova fábrica em Caxambu do Sul, a Tirolez está focada em ampliar sua capacidade de produção e fortalecer sua presença no mercado de lácteos. O CEO, Marcel de Barros, está liderando o processo de profissionalização da gestão, visando a continuidade do crescimento da empresa e aprimorando os processos internos.

Novos Desafios e Estratégias

O investimento na nova fábrica é apenas o primeiro passo de uma série de iniciativas estratégicas da Tirolez. A empresa pretende desenvolver um plano estratégico para os próximos três anos, priorizando o crescimento orgânico e avaliando possíveis oportunidades de fusões e aquisições. O foco está em fortalecer a posição da Tirolez no mercado e garantir um crescimento sustentável a longo prazo.

Expansão e Modernização

A Tirolez também está investindo em outras unidades de produção, como a fábrica de brie e camembert em Tiros (MG) e a modernização da fábrica de gorgonzola e queijo azul. Esses investimentos totalizam R$ 300 milhões em cinco anos, demonstrando o compromisso da empresa com o crescimento e a inovação no setor de lácteos. Ao antecipar as demandas do mercado, a Tirolez busca manter sua posição de liderança e atender às necessidades dos consumidores.

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Profissionalização da gestão

A Tirolez, empresa familiar fundada há 43 anos, está passando por um processo de profissionalização da gestão. O novo CEO, Marcel de Barros, traz consigo mais de 20 anos de experiência no setor de lácteos, com passagens pela Nestlé, o que deve contribuir para o crescimento da empresa.

A governança da Tirolez também está sendo reforçada, com os fundadores se voltando mais para a estratégia e para o conselho consultivo. O foco agora é evoluir nos processos de governança, visando a sustentabilidade no crescimento da companhia.

Novos processos e plano estratégico

Com a chegada do CEO, os processos na Tirolez tendem a ser aprimorados. A empresa, conhecida por sua inovação e agilidade, busca combinar essa experiência com os processos de uma multinacional para obter resultados ainda melhores. O plano estratégico para os próximos três anos está em desenvolvimento, focando em crescimento orgânico e avaliando possíveis oportunidades de M&A.

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Investimentos em novas unidades e expansão

Além da nova fábrica em Caxambu do Sul, a Tirolez investiu em outras unidades nos últimos anos, modernizando suas operações e ampliando a capacidade de produção. Com a demanda por lácteos em ascensão e um mercado em constante evolução, a empresa busca crescer de forma sustentável e se manter competitiva.

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# “Tirolez: Crescimento e Profissionalização na Indústria de Lácteos”

Ao analisar a nova fase da Tirolez, percebemos o quanto a empresa está focada em seu crescimento e em processos de governança mais profissionalizados. Com investimentos em uma nova fábrica em Santa Catarina e a chegada de um CEO com vasta experiência no setor, a Tirolez está preparada para expandir e se consolidar ainda mais no mercado de lácteos. O foco estratégico da empresa, aliado a um planejamento de curto e longo prazo, demonstra que a Tirolez está comprometida em se manter competitiva e inovadora. A abertura de capital e possíveis fusões e aquisições são opções que estão sendo avaliadas, mas a empresa prioriza o crescimento orgânico e a busca por oportunidades que impulsionem seu avanço. Com um olhar atento ao mercado e investimentos estratégicos em novas tecnologias e infraestrutura, a Tirolez se destaca como uma referência no setor de lácteos, mantendo seu foco no consumidor e na qualidade de seus produtos. Mergulhar no mundo da Tirolez é descobrir uma empresa em constante evolução, determinada a superar desafios e atingir novos patamares no mercado de lácteos.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

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Profissionalização da Gestão impulsiona crescimento da Tirolez

A Tirolez, empresa familiar com 43 anos de história, está passando por um processo de profissionalização da gestão, com a chegada do novo CEO Marcel de Barros. Com mais de 20 anos de experiência no setor de lácteos, Barros tem como objetivo fortalecer a governança da empresa e impulsionar seu crescimento.

FAQs sobre a nova fase da Tirolez

1. Qual é o foco da Tirolez com a nova fábrica em Caxambu do Sul?

O foco da Tirolez está na inauguração da nova fábrica em Caxambu do Sul, que será um dos pilares para o avanço da empresa, gerando um incremento de até 20% na receita em três anos.

2. A Tirolez tem planos de abrir capital?

No momento, a abertura de capital não é uma opção para a Tirolez, que está focada no desenvolvimento do plano estratégico para os próximos três anos.

3. Quais são os investimentos recentes da Tirolez em outras unidades?

Nos últimos anos, a Tirolez investiu em uma unidade de produção de brie e camembert em Tiros (MG) e na modernização da fábrica de gorgonzola e queijo azul, além de ampliações e automações na planta de Lins (SP).

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4. Qual é o desafio do setor de lácteos segundo o CEO da Tirolez?

O CEO da Tirolez aponta a alta volatilidade do preço do leite como um dos maiores desafios do setor, mas destaca que a indústria é resiliente e segue crescendo.

5. Qual é a expectativa de crescimento da nova fábrica de Caxambu do Sul?

A nova fábrica de Caxambu do Sul terá capacidade de produção de 5 mil toneladas de muçarela por mês e deve operar a plena capacidade em 2025, contribuindo significativamente para o crescimento da empresa.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

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A Tirolez, empresa familiar fundada há 43 anos, vive uma nova fase. Prestes a inaugurar uma fábrica em Caxambu do Sul, em Santa Catarina, onde investiu R$ 150 milhões, a companhia de lácteos também passa por um processo de profissionalização da gestão.


Em sua primeira entrevista como CEO da Tirolez, Marcel de Barros diz esperar que sua experiência de mais de 20 anos no setor de lácteos contribua para a continuidade do crescimento da empresa. E uma das tarefas do executivo, que atuou por 24 anos na suíça Nestlé, no Brasil e em outros países da América Latina, é reforçar a governança da Tirolez.


Com a chegada do CEO em janeiro, os irmãos fundadores Cícero e Carlos Hegg passaram ao conselho consultivo da empresa de queijos, requeijão e cremes de queijos, e estão mais voltados à estratégia. “Quando cheguei encontrei um nível de governança, de estrutura, bastante estabelecido. Isso me deixou muito bem impressionado. A ideia agora é que a gente continue evoluindo nos processos de governança para que tenhamos sustentabilidade maior no crescimento da companhia”, afirma o executivo à reportagem.


Barros, que foi vice-presidente de lácteos e culinários da Nestlé no Brasil, também vai focar os processos na nova casa. “A Tirolez é uma empresa inovadora, ágil. De outro lado, trago experiência de um multinacional, toda parte processual, tudo isso bastante desenvolvido. Acho que a combinação dá um bom caldo”, avalia.


Embora o tema governança sempre remeta ao movimento para uma eventual abertura de capital, o executivo afirma que “essa não é uma opção no momento” para a empresa, cujo faturamento “já passou R$ 1 bilhão”.


“No momento, o que vamos trabalhar é a parte estratégica, desenvolver o plano estratégico para os próximos três anos. Dentro dessa revisão, vamos avaliar várias opções. No momento, não temos essa opção de abertura de capital, mas é algo que podemos rever nesse plano estratégico”, diz.


Nessa nova fase, o crescimento orgânico deve seguir como prioridade da empresa, porém “eventuais oportunidades de M&A são coisas que a gente avalia caso a caso”. “Se for algo que possa acelerar a execução de nossa estratégia, a gente avalia”, acrescenta.


Agora, o foco da Tirolez está na nova fábrica de Caxambu do Sul, que será inaugurada nesta quarta-feira (20) e deve ser um dos pilares para o avanço da empresa, gerando um incremento de até 20% na receita em três anos. Segundo Barros, a unidade é uma nova plataforma de crescimento da companhia, e vai permitir o fortalecimento da posição da Tirolez no Sul do país, além de atender todas as regiões brasileiras.


Com capacidade de produção de 5 mil toneladas de muçarela por mês, a indústria tem “tecnologias bastante avançadas em termos de produção de queijo”, o que deve “aumentar a competitividade no mercado e vai sustentar parte do nosso crescimento”, afirma. A previsão é que a unidade opere a plena capacidade em 2025.


Ele destaca que a infraestrutura da planta está pronta para receber novas linhas de produção após a primeira fase que demandou R$ 150 milhões. “No horizonte de dois a três anos, podemos duplicar esse investimento, chegando a R$ 300 milhões, se se confirmar a demanda. Mas a infraestrutura já está preparada para isso”, afirma com entusiasmo.


A nova planta começou a ser construída há dois anos e meio na mesma área de uma fábrica com menor capacidade, adquirida em 2010 pela Tirolez. Segundo Barros, o projeto foi “muito bem desenhado para esta primeira fase, mas também bem desenhado para suportar expansão e crescimento”.


Afora Caxambu do Sul, a Tirolez também investiu, nos últimos anos, em unidade de produção de brie e camembert em Tiros (MG) e na modernização da fábrica de gorgonzola e queijo azul, na mesma cidade. Na planta de Lins (SP), fez ampliações e automações na linha de requeijão. No total, foram aplicados R$ 300 milhões em cinco anos. “É uma sequência de investimentos para poder suportar o crescimento da empresa”, afirma.


Num mercado em que a demanda apresenta forte elasticidade, relacionada à evolução macroeconômica, a estratégia da Tirolez é “investir antes de a demanda chegar”. Barros observa que há um grande potencial para consumo de lácteos no país e conta que os volumes da empresa têm registrado crescimento de “duplo dígito” neste início de ano. “Mantendo-se a tendência positiva macroeconômica, a demanda por lácteos vai vir. Por isso estamos investindo antes de essa demanda chegar”.


O crescimento “acima de 10%” está relacionado a uma melhora na execução comercial e também à competitividade dos produtos, afirma, acrescentando que a empresa vem ganhando mercado.


Barros avalia que um dos maiores desafios do setor é a alta volatilidade do preço do leite, “que acaba gerando volatilidade de preço ao consumidor (…) e instabilidade na cadeia produtiva”. Para ele, isso não ajuda o consumo nem o desenvolvimento da indústria. Ao mesmo tempo, considera que o setor é resiliente e segue crescendo. “São questões momentâneas, mas a gente trabalha com uma visão de longo prazo”.


As informações são do Globo Rural, adaptadas pela equipe MilkPoint.


 


 


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