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O agronegócio brasileiro continua a ser um setor de destaque na economia do país, e as últimas estatísticas do Plano Safra 2023/24 confirmam isso. Nos três primeiros meses desse ciclo, o valor desembolsado atingiu a marca de R$ 147 bilhões, um aumento de 11% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Esses números refletem a confiança e o investimento contínuo no setor agrícola.

Um dos aspectos mais notáveis ​​desse desembolso é a alocação de recursos em diferentes áreas. Para custos, foram destinados R$ 90 bilhões, destacando a importância de garantir a sustentabilidade e eficiência nos processos agrícolas. As linhas de investimento receberam R$ 23,7 bilhões, visando proporcionar condições para o crescimento e modernização das propriedades rurais. As operações de comercialização e industrialização também receberam atenção, com valores de R$ 17,5 bilhões e R$ 15,9 bilhões, respectivamente.

Quanto à distribuição desses recursos, mais de 600 mil contratos foram firmados entre julho e setembro, demonstrando a relevância do apoio do governo às diferentes categorias de agricultores. Destes, cerca de 444 mil contratos foram destinados ao Pronaf, que visa fortalecer a agricultura familiar, enquanto 82 mil contratos foram associados ao Pronamp, que oferece suporte aos médios produtores rurais.

É interessante destacar que os produtores que não se enquadram no Pronaf nem no Pronamp também foram contemplados nesse desembolso. Foram formalizados 90.898 contratos, totalizando R$ 103,1 bilhões de financiamentos. Isso enfatiza a abrangência do Plano Safra e sua vontade de apoiar todos os segmentos da agricultura brasileira.

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Na área de investimento, o Programa de Modernização da Agricultura e Conservação dos Recursos Naturais (ModerAgro) foi responsável pelo desembolso de R$ 603 milhões, um aumento de 18% em relação ao mesmo período da safra anterior. Esse programa abrange aspectos fundamentais para o crescimento sustentável do setor agrícola. Além disso, o Programa de Capitalização de Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro Giro) recebeu R$ 323 milhões em financiamentos, um crescimento surpreendente de 113% em relação ao ciclo anterior.

Quanto às fontes de recursos, destaca-se o aumento significativo dos desembolsos por meio de recursos equalizáveis gratuitos, que atingiram a marca de R$ 5,9 bilhões, um aumento de 279% em comparação com o mesmo período do ano passado. As Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) também tiveram um papel fundamental no desembolso, representando 47% do total de aplicações agrícolas corporativas no primeiro trimestre da safra atual, totalizando R$ 59,2 bilhões. Esse crescimento de 69% em relação à safra passada mostra a importância dessas ferramentas financeiras para impulsionar o agronegócio brasileiro.

Os dados acima foram obtidos do Sistema de Crédito Rural e Operações do Proagro (Sicor/BCB), que registra as operações de crédito informadas por instituições financeiras autorizadas a operar no crédito rural. Esses números demonstram o investimento contínuo do governo no setor agrícola brasileiro e seu comprometimento em impulsionar ainda mais o desenvolvimento do agronegócio no país.

Conclusão:

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O Plano Safra 2023/24 apresentou números impressionantes nos três primeiros meses do ciclo, demonstrando o compromisso do governo em apoiar e fortalecer o agronegócio brasileiro. Com um valor desembolsado de R$ 147 bilhões, o setor agrícola recebeu recursos para custos, investimentos, comercialização e industrialização. Além disso, os diferentes programas de apoio, como o Pronaf, o Pronamp, o ModerAgro e o Procap-Agro Giro, tiveram um papel essencial para impulsionar o crescimento e a modernização das propriedades rurais.

Perguntas frequentes:

1. Quais foram os principais destaques do desembolso do Plano Safra 2023/24 nos três primeiros meses?
2. Quantos contratos foram firmados durante esse período?
3. Quais foram os programas de investimento que tiveram um aumento significativo no desembolso?
4. Quais foram as fontes de recursos mais utilizadas nesse desembolso?
5. De que forma esses investimentos contribuem para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro?

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O valor desembolsado nos três primeiros meses do Plano Safra 2023/24 (julho a setembro) atingiu R$ 147 bilhões, 11% a mais que no mesmo período do ciclo anterior, informou o Ministério da Agricultura em nota. Para custos, foram financiados R$ 90 bilhões. As linhas de investimento totalizaram R$ 23,7 bilhões. As operações de comercialização atingiram R$ 17,5 bilhões e as operações de industrialização totalizaram R$ 15,9 bilhões.

Os recursos foram distribuídos em 617.547 contratos no período de julho a setembro, segundo análise da Secretaria de Política Agrária do ministério. Do total, 444.077 contratos foram do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) e 82.572 do Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural).

No Pronaf, o desembolso em todas as modalidades totalizou R$ 20,8 bilhões. Outros R$ 23,2 bilhões foram contratados por meio do Pronamp. Os demais produtores, não incluídos no Pronaf e no Pronamp, formalizaram 90.898 contratos, com financiamentos de R$ 103,1 bilhões.

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Na modalidade de investimento, os recursos desembolsados ​​por meio do Programa de Modernização da Agricultura e Conservação dos Recursos Naturais (ModerAgro) atingiram R$ 603 milhões, um aumento de 18% em relação ao mesmo período da safra anterior. O financiamento do Programa de Capitalização de Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro Giro) atingiu R$ 323 milhões, 113% a mais em relação ao mesmo período da safra anterior.

Quanto às fontes de recursos, o Ministério destacou que o desembolso por meio de recursos equalizáveis ​​gratuitos cresceu 279% na mesma base comparativa, para R$ 5,9 bilhões, de julho a setembro deste ano. As Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) representaram 47% do total de aplicações agrícolas corporativas no primeiro trimestre da atual safra, totalizando R$ 59,2 bilhões, um aumento de 69% em relação ao mesmo período da safra passada.

Segundo o ministério, os dados foram extraídos ontem do Sistema de Crédito Rural e Operações do Proagro (Sicor/BCB), que registra as operações de crédito informadas por instituições financeiras autorizadas a operar no crédito rural.

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