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Boi Gordo: aumento da oferta e dólar pressionam arroba

O mercado de bovinos tem sido afetado por uma série de fatores nas últimas semanas, levando a um aumento na oferta e uma queda nos preços da arroba. Entre esses fatores, o dólar em alta tem tido um papel importante, juntamente com o aumento da produção em algumas regiões do país.

Com o dólar valorizado em relação ao real, as exportações de carne bovina brasileira se tornam mais atraentes, incentivando os produtores a aumentarem a oferta de animais para abate. Além disso, a alta da moeda americana também aumenta os custos de produção, uma vez que muitos insumos são importados.

Outro fator que tem contribuído para a queda nos preços da arroba é o aumento da oferta em algumas regiões do país, como em Mato Grosso, maior estado produtor de bovinos do país. Com a chegada do período de seca, os pecuaristas têm intensificado a venda de animais para evitar maiores prejuízos com a falta de pasto.

Essa combinação de fatores tem levado a uma queda nos preços da arroba, o que tem preocupado os produtores. No entanto, especialistas acreditam que essa situação pode ser passageira e que, no médio prazo, os preços podem se recuperar com a retomada da economia e o aumento da demanda interna e externa.

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Para os consumidores, a queda nos preços pode ser uma boa notícia, já que pode refletir em um preço final mais acessível para a carne bovina. No entanto, é importante lembrar que a qualidade da carne pode ser afetada pelo excesso de oferta, o que pode comprometer o sabor e a maciez dos cortes.

Em resumo, o aumento da oferta e a valorização do dólar têm pressionado os preços da arroba do boi nos últimos dias, mas especialistas acreditam que essa situação pode ser temporária. É importante acompanhar de perto a evolução do mercado e buscar informações confiáveis para tomar decisões informadas sobre investimentos e consumo de carne bovina.

Boi: aumento da oferta e dólar pressionam preços da arroba

O mercado do boi gordo tem enfrentado um cenário de baixa nos preços da arroba nas últimas semanas. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o indicador do boi gordo fechou em R$ 296,65 na segunda-feira (10/4), uma queda de 2,6% em relação ao início do mês e de 9,4% em relação ao pico de R$ 327,35 registrado em 29 de março.

Os principais fatores que explicam essa desvalorização são o aumento da oferta de animais terminados e a desvalorização do dólar frente ao real.

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O primeiro fator está relacionado ao fim da safra de verão, que favorece o ganho de peso dos bovinos e estimula os produtores a venderem seus lotes para liberar espaço para a entrada da safrinha. Além disso, a alta dos custos de produção, especialmente do milho e da soja, também tem pressionado as margens dos pecuaristas e incentivado a oferta.

O segundo fator está ligado à conjuntura macroeconômica e política do país, que tem influenciado a cotação da moeda norte-americana. O dólar tem recuado frente ao real desde o final de março, em meio à melhora das expectativas sobre o avanço da vacinação contra a covid-19 e à aprovação do Orçamento de 2021 pelo Congresso Nacional.

Na segunda-feira, o dólar fechou em R$ 5,72, uma queda de 3,5% em relação ao início do mês e de 7% em relação ao pico de R$ 6,15 registrado em 9 de março.

A desvalorização do dólar afeta negativamente os preços da arroba, pois reduz a competitividade da carne bovina brasileira no mercado internacional.

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Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), as exportações de carne bovina in natura somaram 125,2 mil toneladas em março, uma queda de 3% em relação a fevereiro e de 10% em relação a março de 2020. O faturamento também caiu 8% na comparação mensal e 14% na comparação anual, totalizando US$ 556 milhões.

Diante desse cenário, os frigoríficos têm reduzido o ritmo de abate e pressionado os preços da arroba para baixo. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o abate de bovinos caiu 10,6% no primeiro trimestre de 2021 em relação ao mesmo período de 2020, totalizando 6,56 milhões de cabeças.

A capacidade ociosa da indústria frigorífica também aumentou, passando de 35% em fevereiro para 40% em março, segundo estimativas da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

Para os próximos meses, as perspectivas são de que o mercado do boi gordo continue enfrentando dificuldades para se recuperar. Por um lado, a oferta tende a se manter elevada, em função da entrada da safrinha e da possível antecipação de vendas pelos produtores que temem uma nova onda de restrições sanitárias por conta da pandemia. Por outro lado, a demanda tende a se manter retraída, tanto no mercado interno quanto no externo.

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No mercado interno, o consumo de carne bovina segue limitado pelo baixo poder de compra da população e pelo aumento da preferência por proteínas mais baratas, como frango e ovos. No mercado externo, a demanda segue dependente da China, que tem reduzido suas compras diante do aumento da produção doméstica e das barreiras sanitárias impostas a alguns frigoríficos brasileiros.

Diante disso, os analistas projetam que os preços da arroba devem se manter abaixo dos R$ 300 nos próximos

Referência para arroba do boi em São Paulo ficou em R$ 281; em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 274

Fonte

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1 COMMENT

  1. Essa matéria do preço da @ do boi
    Deveria ser atualizada.se fala de preço da @ em 2029.20
    20.2021.2022
    E os preços atualizados referente a 2023 .nada de comentários específico e atuais
    .

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