Consciente dos desafios da cadeia do cacau, a Nestlé, em parceria com o Instituto Ampliê, lança o programa Cacauicultores do Futuro. De forma inédita, o projeto tem como objetivo preparar jovens produtores para a sucessão rural, promover ações para uma produção mais sustentável e auxiliar na manutenção da cadeia produtiva do cacau, proporcionando, assim, maior competitividade e consolidação do mercado. 

No total, 40 pessoas do Espírito Santo, com idades entre 16 e 29 anos, foram escolhidas por meio de uma seleção realizada pelo comitê do projeto, em conjunto com o Instituto Ampliê. A capacitação será gratuita, promovendo o desenvolvimento e auxiliando a cadeia do cacau a se manter atualizada e com profissionais qualificados. “Queremos que essas pessoas concluam o curso com uma visão integral da cadeia produtiva do cacau, entendendo a relevância desse mercado para o país. Atualmente, o Espírito Santo é o terceiro maior estado produtor de cacau do Brasil, região com potencial para que jovens bem preparados exerçam a sucessão familiar e se tornem grandes produtores”, diz Igor Mota, gerente de Agricultura da Nestlé Brasil e líder do Cocoa Plan –programa global de sustentabilidade da Nestlé para a cadeia do cacau.

O programa de formação profissional será realizado em formato presencial e será dividido em cinco módulos que vão abordar temas como a valorização da família produtora, a importância da adoção de práticas regenerativas na cadeia do cacau, novas tecnologias e as oportunidades de mercado. Os participantes terão a oportunidade de visitar propriedades modelos como a Fazenda Três Marias e São Luiz, além da Fábrica de Chocolate e o Museu da Garoto, em Vila Velha, no Espírito Santo.

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Ainda como parte da programação, os jovens também vão participar de palestras com grandes nomes da área, como Felipe Villela, fundador reNature, consultoria especializada em agronegócio regenerativo; Paulo César Lima Marrocos, membro da CEPLAC – Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira; Stefany Sampaio, Engenheira agrônoma, apresentadora e colunista do Agro Business – TV Vitória; o consultor Josias do Amaral, da Labor Rural, entre outros convidados. 

“Esse projeto foi idealizado com carinho para conectar jovens do cacau e fazer com que eles entendam que existe possibilidades dentro da cacauicultura 4.0. A formação engloba desde campo até além da porteira, dando subsídios aos jovens para impactar e propor soluções inovadoras para a cadeia produtiva. Uma parceria com a Nestlé, que reforça o nosso compromisso em transformar vidas por meio do agronegócio”, ressalta Stella Silveira, Diretora do Instituto Ampliê.

O cacau tem ganhado espaço entre os produtores capixabas, aumentando ainda mais a importância da inclusão familiar nessas produções. Dados do Incaper (Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural), de 2020, indicam que o Espírito Santo produz oito mil toneladas da amêndoa por ano. No momento, a maior parte da produção está concentrada em Linhares, onde acontecerá o curso de capacitação, mas a área está expandindo para mais de 50 municípios produtores.

“Nosso desejo é que o projeto ganhe ainda mais força e seja implementado nas outras regiões produtoras de cacau no próximo ano”, finaliza Igor Mota.

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