As exportações totais de carne bovina atingiram 203.490 toneladas em março, um aumento de 28% em relação ao ano anterior e um novo recorde para o mês, informou a Associação Brasileira dos Frigoríficos (Abrafrigo) nesta sexta-feira.

As receitas de vendas ao exterior consideradas in natura e processadas cresceram 57% no período, para 1.124 milhões de dólares, também um máximo histórico para março, informou a entidade com base em dados do Governo Federal.

“Além do crescimento das exportações, os preços médios dos produtos passaram de US$ 4.415 (a tonelada) no ano passado para US$ 5.319, considerando os três primeiros meses do ano”, disse a Abrafrigo em nota.

O desempenho de março foi superado apenas pelos movimentos registrados em setembro e agosto de 2021.

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No primeiro trimestre de 2022, as exportações de carne bovina totalizaram 545.751 toneladas, 33% a mais que no mesmo período de 2021. A receita totalizou US$ 2,9 bilhões, um aumento de 60%.

A China continua liderando as importações, com um total de 188.236 toneladas no trimestre (+30,6%).

“Somando as vendas para Hong Kong, as exportações de carne bovina para a China totalizaram 275,3 mil toneladas e 1,658 bilhão de dólares, uma participação de 50,45% e 57,11%, respectivamente, em relação ao total exportado no primeiro trimestre”.

Ainda de acordo com a Abrafrigo, na segunda posição do trimestre ficaram os Estados Unidos, com 69.799 toneladas (+395%).

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O Egito ficou em terceiro lugar com 47.706 toneladas (+262%), enquanto apenas Hong Kong teve compras de 29.566 toneladas (-49%), na quarta posição.

A China continua a liderar as importações, com um total de 188.236 toneladas nos primeiros três meses do ano (+30,6% face a 2021);

Confira os dados!

Em março/2022, o desempenho dos setores foi o seguinte: crescimento de 36,8% na Agropecuária, que somou US$ 8,17 bilhões; –

Redução de 2,4% na Indústria Extrativa, que atingiu US$ 6.340 milhões e, por fim, crescimento de 35,2% na Indústria de Transformação, que atingiu US$ 14.470 milhões.

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A combinação desses resultados levou a um aumento nas exportações totais.

As exportações de carne bovina (in natura e processada) em março deste ano atingiram 203,494 mil toneladas, o que gerou uma receita de US$ 1,124 milhão, ambos recordes do mês.

As informações divulgadas nesta sexta-feira (8) pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/Decex), do Ministério da Economia, apontam para um aumento de 28% no volume e de 57 % no faturamento, em relação ao mesmo período de 2021.

As exportações totais de carne bovina em março somam produtos in natura e processados ​​superam 200 mil e batem recorde de toneladas no mês, informou a Associação Brasileira de Frigoríficos.

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ABRAFRIGO), com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX/DECEX), do Ministério da Economia.

A receita também foi recorde para o mês, chegando a US$ 1 bilhão. Em março, segundo a entidade, o país movimentou 203.494 anos, atingindo um faturamento de US$ 1.124 milhões.

Isso significou um aumento de 28% no volume em relação a março de 2021, com suas 159.422 toneladas, e um aumento de 57% na receita, com US$ 713,7 milhões em março do ano passado.

Além do crescimento das exportações, os preços médios do produto passaram de US$ 4.415 no ano passado para US$ 5.319, considerando os três primeiros meses do ano, segundo a ABRAFRIGO.

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No primeiro trimestre de 2022, as exportações de carne bovina já acumulam uma movimentação de 545,51 toneladas, valor 33% superior ao primeiro trimestre de 2021, com 411.025 toneladas.

A receita saltou de US$ 1,815 bilhão para US$ 2,903 bilhões, um spread de 60%. A China continua a liderar as importações, com um total de 188.236 toneladas nos primeiros três meses do ano (+30,6% face a 2021).

Seguem-se os

  • Estados Unidos, com 69.799 toneladas (+395%)
  • Egito com o acumulado de 47.706 toneladas (+262%)
  • Hong Kong com 29.566 toneladas (-49%)
  • Chile com 18.679 toneladas (+2,6%)

Somando as vendas para a cidade de Hong Kong, as exportações de carne bovina para a China somaram 275,3 milhões de toneladas e US$ 1.658 milhões, representando uma participação de 50,45% e 57,11%, respectivamente, do total exportado no primeiro trimestre do ano.

As exportações de março ficaram abaixo do faturamento de US$ 1,833 bilhão e agosto de 2021 (211,833 mil toneladas e faturamento de US$ 1,117 bilhão, informou a ABRAFRIGO).

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No primeiro trimestre de 2022, o país movimentou 545.751 toneladas, 33% a mais que no mesmo período de 2021.

A receita saltou de US$ 1.815 milhões para US$ 2.903 milhões, um aumento de 60%. . No total, 96 países aumentaram suas importações nos três primeiros meses do ano, enquanto 41 reduziram suas compras.

O Brasil ultrapassou Canadá, Austrália, Nova Zelândia e México e, pela primeira vez, liderou as exportações de carne bovina para os Estados Unidos.

Em janeiro, os norte-americanos importaram 45,4 mil toneladas dessa proteína do Brasil, volume que chega a 71 mil toneladas nos dois primeiros meses do ano.

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O desempenho dos brasileiros nos meses de janeiro e fevereiro deste ano é 446% superior ao dos dois primeiros meses de 2021.

O Brasil tem sido importante no fornecimento de carne para os Estados Unidos. Nos dois primeiros meses do ano passado, os brasileiros forneceram 7% do total de carne bovina importada pelos norte-americanos. Este ano, o percentual sobe para 25%, segundo dados do USDA.

“O ‘boi-China’ fecha a semana negociado, no máximo, a R$ 330/@ nas praças paulistas, decréscimo de R$ 25/@ frente aos preços praticados em meados de março”, relata analista da Scot Consultoria

Na primeira semana de abril, o incremento na oferta de animais, o início da entressafra e a baixa do dólar frente ao real pressionaram para baixo a arroba do boi gordo.

Considerando as praças de São Paulo, a referência para o macho gordo destinado ao mercado interno recuou quase 2% no acumulado de abril, com ofertas abaixo da referência atual, informa o zootecnista Felipe Fabbri, analista da Scot Consultoria.

Nesta sexta-feira, 8 de abril, as cotações do boi gordo no mercado paulista fecharam estáveis, após consecutivas quedas registradas no início desta semana.

Com escalas confortáveis, suficientes para a próxima semana, os compradores de São Paulo estiveram ausentes das negociações nesta sexta-feira, ressalta a Scot.

“As ofertas de compra reportadas foram de preços abaixo da referência, no entanto, até o momento, nenhum negócio foi firmado”, dizem os analistas da Scot.

Com isso, boi, vaca e novilha gordos estão apregoados, respectivamente, em R$ 322/@, R$ 282/@ e R$ 317/@ (preços brutos e a prazo).

Segundo a Scot, as ofertas de preços menores também são testadas para bovinos com destino à exportação.

“O ‘boi-China’ é negociado, no máximo, a R$ 330/@ nas praças paulistas, decréscimo de R$ 25/@ frente aos preços praticados em meados de março”, relata Fabbri.

A demanda pela carne bovina no mercado doméstico segue fraca apesar da virada de mês, quando, teoricamente, há mais dinheiro nos bolsos dos consumidores, o que leva a um aumento da procura pela proteína vermelha, disparada a preferida entre os brasileiros.

Na avaliação de Fabbri, no curto prazo, a pressão de baixa deverá seguir no mercado do boi“Contudo, o momento pode abrir oportunidades para os invernistas, uma vez que os preços da reposição e dos insumos para alimentação também trabalharam em queda”, observa o analista da Scot.

Nesta sexta-feira, entre as praças pecuárias cobertas pela IHS Markit, a baixa liquidez de negócios deu continuidade a pressão baixista sob os preços da arroba no mercado físico do boi gordo.

“A manutenção do movimento de baixa que avança neste mês de abril ainda deve repercutir nos próximos dias”, prevê a IHS, que compartilha de igual opinião manifestada pelos analistas da Scot Consultoria.

Embora as indústrias brasileiras sigam com escalas de abate avançadas, a IHS observou que, nesta sexta-feira, parte dos frigoríficos ainda não preencheu os seus volumes para abate além de 20 de abril.

“Nesse sentido, pode ocorrer uma retomada aos negócios a partir do meio da próxima semana”, acredita a IHS.

No entanto, continuam os analistas, as compras de gado ainda continuam em ritmo cadenciado e pontuais, envolvendo lotes com menores números de animais.

Cobertura regional 

Na região Norte e Nordeste do País, a chuva ainda castiga parte da infraestrutura logística em áreas situadas no Maranhão e no Pará, prejudicando os embarques e atrasando parte das programações das unidades de abate, informa a IHS.

“As indústrias presentes nessas regiões seguem fora do mercado e as referências de preços são apenas para machos, já que não há interesse em adquirir vacas gordas diante do enfraquecimento do mercado doméstico (principal canal de escoamento dessa categoria animal)”.

Nas praças de São Paulo, a IHS Markit registrou recuo nos preços da arroba do boi gordo (tal informação diferente da repassada pela Scot Consultoria, que apurou estabilidade dos animais terminados nas regiões paulistas).

Segundo a IHS, o macho terminado sofreu baixa de R$ 5/@ nesta sexta-feira, em São Paulo, alcançando R$ 335/@.

“Essa queda segue fundamentada pela maior cautela das indústrias paulistas em adquirir novos volumes de boiada gorda dentro do Estado, sobretudo os frigoríficos operam no mercado exterior”, relata a IHS.

No mercado atacadista da carne bovina, caso haja uma reação na demanda no curtíssimo prazo (estimulada pelo pagamento dos salários), esse movimento será tímido, sem grandes mudanças, avalia a IHS.

Além do fator cambial (forte desvalorização do dólar frente ao real) que reduz a competitividade do produto brasileiro no mercado mundial de proteína bovina, a Administração Geral de Aduanas da China anunciou nesta quinta-feira a decisão de suspender as compras de duas unidades de carne bovina brasileira (uma da JBS em Goiás e outra da Marfrig em Mato Grosso), além da importação de frango do Grupo Zanchetta, com sede em Boituva (SP).

Essas suspensões, que entraram em vigor nesta sexta-feira

“As autoridades chinesas não indicaram uma razão sólida para o posicionamento de paralisação dessas operações, o que gera muitas incertezas sobre a consistência dos fluxos de embarque para o exterior”, afirmam analistas da IHS Markit, acrescentando que o setor exportador brasileiro “continua muito apreensivo. ”. com a tomada de decisão arbitrária pelo parceiro de negócios.

No entanto, pondera o IHS, o Brasil continua avançando em outros mercados mundiais de carne bovina, como é o caso das exportações para os Estados Unidos e outros países do Oriente Médio e Norte da África, que registraram embarques recordes no primeiro trimestre de 2022.

No período de janeiro a março deste ano, lembram analistas, os embarques de carne bovina brasileira registraram desempenho recorde para o período, “cenário que ajudou no escoamento da produção nacional e, de alguma forma, limitou a pressão baixista sobre os preços . do animal sacrificado.

Nos três meses de 2022, foram exportadas 525,66 mil toneladas de carne bovina in natura, um recorde para o período, e um aumento de 28,8% em relação ao mesmo período de 2021, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Somente no dia 22 de março, os embarques de carne bovina in natura somaram 169,4 mil toneladas, recorde para o mês.

A China continua sendo o principal destino da proteína brasileira, respondendo por cerca de 52% do total exportado no primeiro trimestre.

No entanto, segundo o IHS, outros destinos, como Estados Unidos, Egito, Chile, Israel e Emirados Árabes Unidos, também estão aumentando as compras do produto brasileiro, aumentando em volume em relação ao ano passado e aumentando os fluxos comerciais.

Do lado das exportações, em março foi registrado novo recorde mensal de embarques de carne bovina in natura (169,4 mil toneladas).

Uma dos fatores que prejudicam a retomada do consumo doméstico de carne vermelha é a pressão inflacionária, que registrou o maior avanço para o mês de março desde o início do Plano Real, observa a IHS.

Cotações máximas desta sexta-feira, 8 de abril, segundo dados da IHS Markit:

SP-Noroeste:

boi a R$ 335/@ (prazo)
vaca a R$ 285/@ (prazo)

MS-Dourados:

boi a R$ 300/@ (à vista)
vaca a R$ 280/@ (à vista)

MS-C.Grande:

boi a R$ 305/@ (prazo)
vaca a R$ 280/@ (prazo)

MS-Três Lagoas:

boi a R$ 305/@ (prazo)
vaca a R$ 280/@ (prazo)

MT-Cáceres:

boi a R$ 300/@ (prazo)
vaca a R$ 285/@ (prazo)

MT-Tangará:

boi a R$ 301/@ (prazo)
vaca a R$ 286/@ (prazo)

MT-B. Garças:

boi a R$ 300/@ (prazo)
vaca a R$ 285/@ (prazo)

MT-Cuiabá:

boi a R$ 300/@ (à vista)
vaca a R$ 285/@ (à vista)

MT-Colíder:

boi a R$ 295/@ (à vista)
vaca a R$ 275/@ (à vista)

GO-Goiânia:

boi a R$ 300/@ (prazo)
vaca R$ 280/@ (prazo)

GO-Sul:

boi a R$ 300/@ (prazo)
vaca a R$ 280/@ (prazo)

PR-Maringá:

boi a R$ 310/@ (à vista)
vaca a R$ 285/@ (à vista)

MG-Triângulo:

boi a R$ 310/@ (prazo)
vaca a R$ 290/@ (prazo)

MG-B.H.:

boi a R$ 290/@ (prazo)
vaca a R$ 270/@ (prazo)

BA-F. Santana:

boi a R$ 290/@ (à vista)

vaca a R$ 280/@ (à vista)

RS-Porto Alegre:

boi a R$ 340/@ (à vista)
vaca a R$ 310/@ (à vista)

RS-Fronteira:

boi a R$ 340/@ (à vista)
vaca a R$ 310/@ (à vista)

PA-Marabá:

boi a R$ 285/@ (prazo)
vaca a R$ 275/@ (prazo)

PA-Redenção:

boi a R$ 283/@ (prazo)
vaca a R$ 275/@ (prazo)

PA-Paragominas:

boi a R$ 290/@ (prazo)
vaca a R$ 285/@ (prazo)

TO-Araguaína:

boi a R$ 287/@ (prazo)
vaca a R$ 270/@ (prazo)

TO-Gurupi:

boi a R$ 285/@ (à vista)
vaca a R$ 270/@ (à vista)

RO-Cacoal:

boi a R$ 275/@ (à vista)
vaca a R$ 2765/@ (à vista)

RJ-Campos:

boi a R$ 295/@ (prazo)
vaca a R$ 280/@ (prazo)

MA-Açailândia:

boi a R$ 280/@ (à vista)
vaca a R$ 260/@ (à vista)

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