Digitalização dos fretes tem ajudado as transportadoras a reduzirem os custos com transportes em até 30%.

Na comparação entre janeiro e outubro de 2021 e o mesmo período de 2022, o número de cargas transportadas cresceu 58,2%.

Para a Fretebras, esse movimento revela que transportadores do insumo estão apostando mais na digitalização dos fretes para conter a escalada dos custos.

A contratação de caminhoneiros autônomos por meio de plataformas digitais, como da Fretebras, tem ajudado as transportadoras a amenizar os altos custos com transporte, chegando à economia de 20% a 30%, quando comparado com o transporte feito com frota própria.

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O uso de plataformas ajuda as empresas a realizar um número maior de fretes, com mais rentabilidade e eficiência.

“Estamos vendo um aumento no volume de fretes na nossa plataforma, porque os produtores e transportadores do agro estão extremamente preocupados com os custos de escoamento dos produtos.

O diesel, em outubro, ficou 30% acima do valor praticado no mesmo mês do ano passado.

Com a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) limitando a produção dos barris de petróleo e o preço do diesel ainda defasado no Brasil, a expectativa é que haja novos aumentos em breve.

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Por isso, os transportadores buscam por opções que tragam mais economia, como a contratação de caminhoneiros autônomos por meio dos aplicativos de frete.”, explica Bruno Hacad, diretor de Operações da Fretebras.

Segundo Hacad, a digitalização dos fretes tem acontecido em toda a cadeia logística. “Vemos três razões principais para este fato: a busca por mais eficiência, ou seja, redução de custos; maior segurança, diminuindo roubos de carga e fraudes; e busca por maior controle e gestão, permitindo otimização de tempo e planejamento mais assertivo.”

Segundo levantamento feito pela Fretebras em sua base de dados, o estado com maior representatividade nos fretes do açúcar no período de janeiro a outubro deste ano é São Paulo (47%), seguido por Goiás (17%), Paraná (11%) e Minas Gerais (10%). 

Na comparação do período com o mesmo do ano passado, o maior crescimento no volume de fretes aconteceu em Goiás (+182%) e em seguida vem o Paraná (+47%). Em São Paulo o aumento foi de 40% e no estado mineiro, 36%. 

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Em São Paulo, problemas climáticos por conta da La Niña, aliados à concorrência com o cultivo do milho e da soja, que tiveram valores mais altos no mercado externo, tiveram impacto negativo na produção de cana-de-açúcar.

A expectativa é que seja 5,1% menor do que a safra 2021/2022. Cerca de 55% da safra deve ser destinada à produção de açúcar e 45% para produção de etanol, por conta de contratos pré-estabelecidos. 

Já em Goiás, as condições climáticas foram mais favoráveis, apontando para um aumento da safra, apesar da queda na área de produção.

Quase um terço da produção vai para o açúcar, enquanto a grande maioria vai para o etanol.

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No Paraná, as baixíssimas precipitações afetaram o rendimento médio da cana-de-açúcar e de outras culturas, principalmente no primeiro trimestre do ano 

Em Minas Gerais, as boas chuvas registradas entre novembro de 2021 e fevereiro de 2022 ajudaram na lavoura.

As operações industriais seguem avançando, principalmente para o etanol. Ainda há um equilíbrio, já que 57% são destinados à produção de adoçante e 43% para o biocombustível.

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