Desempenho do Mercado de Bovinos: Tendências e Perspectivas

Com o cenário atual do mercado de bovinos apresentando variações em diferentes regiões do Brasil, é fundamental entender as tendências e perspectivas que estão moldando as negociações. Em estados como Mato Grosso e Tocantins, os frigoríficos enfrentam desafios na composição das escalas de abate, enquanto em locais como Pará e Rondônia, os preços estão sendo testados em patamares mais baixos devido à oferta de fêmeas.

Neste artigo, vamos analisar o desempenho do mercado de bovinos, desde os preços por arroba do boi gordo em diferentes estados até a situação no mercado atacadista e as exportações do Brasil. Vamos explorar os dados mais recentes e discutir as possíveis influências que estão impactando o setor, proporcionando insights valiosos para os profissionais e interessados no mercado de pecuária.

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Aumento de ofertas em alguns estados

Em Mato Grosso e Tocantins, os frigoríficos estão enfrentando maior dificuldade na composição das escalas de abate, resultando em negociações acima da referência média. Enquanto em estados como Pará e Rondônia, os frigoríficos têm encontrado menos obstáculos para estabelecer as escalas e testam patamares mais baixos de preços, especialmente devido à oferta significativa de fêmeas.

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Volume de chuvas e negociações

O bom volume de chuvas tem favorecido os pecuaristas, permitindo negociações ao longo da semana e oferecendo sustentação aos preços em grande parte do país. Isso evidencia a influência climática nas atividades do setor e como fatores externos podem impactar diretamente no mercado de boi gordo.

Variações nos preços por arroba

  • São Paulo (Capital): R$ 230,00 por arroba, sem variação significativa em relação à semana anterior.
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 220 por arroba, com um aumento de 2,8% em comparação com a semana passada.
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 225 por arroba, mantendo estabilidade em relação à semana anterior.

Cenário no mercado atacadista

O mercado atacadista demonstrou oscilações de preços, com o quarto traseiro do boi reduzindo 2,78% e o quarto dianteiro mantendo-se estável. A previsão de queda nos preços a curto prazo reflete a interação entre atacado e varejo, além da pressão competitiva da carne de frango e suína no mercado interno.

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Conclusão

Diante do cenário apresentado, é possível observar a variação nos preços por arroba do boi gordo em diferentes regiões do país, influenciados por diversos fatores como a oferta de fêmeas, volume de chuvas e ambiente de negócios no mercado atacadista. Além disso, as exportações de carne bovina mostram um aumento significativo em relação ao mesmo período do ano anterior, indicando uma boa performance no mercado internacional.

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É importante acompanhar de perto essas oscilações e tendências para entender o comportamento do mercado e tomar decisões estratégicas. A busca por equilíbrio entre oferta e demanda, assim como a competitividade da carne bovina em relação a outros tipos de proteína, são pontos-chave a serem considerados pelos pecuaristas e agentes do setor.

Título: Tendências e desafios do mercado de carne bovina: uma análise abrangente

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

O mercado de bovinos no Brasil em destaque

No mercado de bovinos no Brasil, destaca-se a diferenciação de preços entre os estados, com Mato Grosso e Tocantins demonstrando negociações acima da média, enquanto Pará e Rondônia apresentam preços mais baixos devido à oferta de fêmeas. O bom volume de chuvas tem proporcionado sustentação aos preços em grande parte do país, facilitando as negociações entre pecuaristas e frigoríficos.

Preços por arroba do boi gordo:

  • São Paulo (Capital) – R$ 230,00 por arroba
  • Goiás (Goiânia) – R$ 215,00 por arroba
  • Minas Gerais (Uberaba) – R$ 225 por arroba
  • Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 225 por arroba
  • Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 220 por arroba
  • Rondônia (Vilhena) – R$ 192 por arroba

Atacado:

No mercado atacadista, os preços do quarto traseiro do boi reduziram enquanto o quarto dianteiro se manteve estável. A lenta oferta entre atacado e varejo sugere queda nos preços a curto prazo, com a carne bovina enfrentando competitividade com as carnes de frango e suína no mercado interno.

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Exportações:

As exportações de carne bovina fresca do Brasil apresentaram números positivos em abril, com aumento no valor médio diário e na quantidade média exportada. O preço médio da tonelada, no entanto, teve uma ligeira desvalorização em relação ao ano anterior.

FAQs sobre o mercado de bovinos no Brasil:

1. Quais são os estados com negociações acima da média?

Mato Grosso e Tocantins destacam-se com negociações acima da média no mercado de bovinos.

2. Por que Pará e Rondônia apresentam preços mais baixos?

A oferta de fêmeas nesses estados é representativa, levando os frigoríficos a testarem patamares mais baixos de preços.

3. O que tem sustentado os preços em grande parte do país?

O bom volume de chuvas tem proporcionado sustentação aos preços em grande parte do país.

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4. Qual foi o desempenho das exportações de carne bovina em abril?

As exportações apresentaram um aumento no valor médio diário e na quantidade média exportada, com uma ligeira desvalorização no preço médio da tonelada.

5. Como está a competitividade da carne bovina no mercado interno?

A carne bovina enfrenta competição com as carnes de frango e suína no mercado interno, devido à lenta oferta entre atacado e varejo.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

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BOVINOS

Em Mato Grosso e em Tocantins, as negociações permanecem acima da referência média, com os frigoríficos enfrentando maior dificuldade na composição das escalas de abate.

Já em estados como Pará e Rondônia, os frigoríficos não enfrentam grandes dificuldades para se posicionar nas escalas e estão testando patamares mais baixos de preços, com a oferta de fêmeas sendo representativa.

Iglesias acrescenta que o bom volume de chuvas permitiu aos pecuaristas negociar ao longo da semana, oferecendo sustentação aos preços em grande parte do país.

Preços por arroba do boi gordo

  • São Paulo (Capital) – R$ 230,00 por arroba, estável em relação à semana anterior.
  • Goiás (Goiânia) – R$ 215,00 por arroba, inalterado em comparação com a semana anterior.
  • Minas Gerais (Uberaba) – R$ 225 por arroba, sem alterações em relação à semana passada.
  • Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 225 por arroba, estável em relação à semana passada.
  • Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 220 por arroba, aumento de 2,8% em relação aos R$ 214 da semana anterior.
  • Rondônia (Vilhena) – R$ 192 por arroba, queda de 0,52% em relação aos R$ 193 registrados na semana anterior.

Atacado

O mercado atacadista apresentou preços mistos ao longo da semana. O quarto traseiro do boi baixou 2,78%, passando de R$ 18,00 por quilo para R$ 17,50 por quilo. O quarto dianteiro do boi manteve-se em R$ 14,00 por quilo.

Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere queda nos preços a curto prazo, em um cenário ainda marcado por uma oferta lenta entre o atacado e o varejo. Além disso, há o cenário para a carne de frango e a carne suína, que apresentam um constante movimento de queda, diminuindo a competitividade da carne bovina no mercado interno.

Exportações

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 706.134 milhões em abril (15 dias úteis), com média diária de US$ 47.075 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 155.943 mil toneladas, com média diária de 10.396 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.528,20.

Em relação a abril de 2023, houve um aumento de 61,2% no valor médio diário da exportação, um aumento de 70% na quantidade média diária exportada e uma desvalorização de 5,1% no preço médio.

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