Arroba Do Boi Gordo Se Recupera Apesar da Entresafra
Arroba Do Boi Gordo Se Recupera Apesar da Entressafra

Arroba Do Boi Gordo Se Recupera Apesar da Entressafra

Com o mercado ainda surpreso com a decisão de alguns frigoríficos de anunciar férias coletivas em importantes unidades de abate, o negócio de gado vivo continua travado na maioria dos mercados brasileiros, informam nesta quinta-feira, 11, as consultorias que acompanham diariamente o setor pecuário.

As poucas indústrias interessadas em fechar negócios oferecem valores abaixo das máximas atuais, o que só reforça a tendência de queda dos preços da arroba em plena entressafra do gado terminado a pasto.

No interior de São Paulo, o preço do macho acabado destinado ao mercado interno (sem prêmio de exportação) já caiu R$ 4/@ nesta semana, chegando a R$ 300/@ (valor bruto e a prazo), segundo dados da Scot Consltoria.

No mesmo período de comparação, o preço do boi chinês (abatido mais jovem, com até 30 meses) acumulou queda de R$ 5/@, chegando a R$ 310/@ no mercado paulista, segundo Scot.

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Os preços das fêmeas gordas também caíram durante a semana, e hoje são negociados nas praças de São Paulo a R$ 278/@ (vaca) e R$ 292/@ (novilha), na hora, informa Scot.

Analistas de mercado também destacam a retração dos preços do boi gordo em Mato Grosso, estado com o maior rebanho bovino de corte do país.

Nas contas da Scot, a referência média para o animal terminado nas regiões de Mato Grosso caiu R$ 5,50/@ ao longo da semana, “refletindo o impacto do anúncio de férias coletivas em três grandes frigoríficos presentes no Estado”.

Somente nesta quinta-feira, os preços do macho acabado e da vaca gorda caíram R$ 2/@ nos mercados de MT, chegando, respectivamente, a R$ 284/@ e R$ 268/@ (valor bruto e a prazo), informa Scot , acrescentando que a novilha gorda ofertada na mesma região custa R$ 276/@.

Avanço de escalas – De acordo com uma investigação do IHS Markit, em algumas unidades frigoríficas em todo o Brasil, os cronogramas de abate já avançam para o final de agosto.

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“As indústrias que permanecem ativas na compra de gado gordo testam preços abaixo das cotações atuais, renovando o ambiente de pressão baixista”, reforçar os analistas do IHS.

Segundo a consultoria, negócios envolvendo boi gordo são raros nesta época (segunda semana de agosto), com liquidez quase nula.

“Há relatos de unidades de refrigeração com horários entrando na primeira semana de setembro” observa o IHS.

Segundo a consultoria, o mercado está completamente bloqueado desde quarta-feira (8/10), quando o setor sentiu o impacto das notícias que “JBS colocaria 6 unidades de abate localizadas nos estados do Pará, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul em férias coletivas”.

Nesta quinta-feira, o IHS Markit observou que as indústrias de médio porte também iniciaram movimentos contidos na compra de gado para abate, seguindo assim o caminho atual traçado pelos maiores frigoríficos do mercado brasileiro.

Na avaliação do IHS Markit, dada a situação atual de escalas de abate ampliadas e operações de compra em ritmo muito cadenciado, novas quedas na arroba de boi vivo podem ocorrer nos próximos dias nas principais regiões pecuárias brasileiras.

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Além disso, continua o IHS, o desempenho mais contido das exportações brasileiras de carne bovina neste mês de agosto (em relação ao ritmo de embarques registrado em agosto/21) também estimula a desaceleração da produção industrial da proteína.

No entanto, ainda há esperanças dos agentes do setor em relação ao suposto avanço da demanda interna por carne bovina, impulsionado pelas comemorações do Dia dos Pais (próximo domingo, 14/8) e também pelo início dos pagamentos de programas sociais de distribuição da receita do governo federal.

No mercado atacadista, a reprogramação da produção industrial e a desaceleração da produção de carne bovina começam a reduzir os estoques da proteína nos canais de distribuição e venda, observa o IHS.

(Fonte: IHS Markit)

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SP-Noroeste:

boi a R$ 31/@ (prazo)
vaca a R$ 285/@ (prazo)

MS-Ouro:

boi a R$ 290/@ (em dinheiro)
vaca a R$ 270/@ (em dinheiro)

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MS-C. Grande:

boi a R$ 290/@ (prazo)
vaca a R$ 270/@ (prazo)

MS-Três Lagoas:

boi a R$ 290/@ (prazo)
vaca a R$ 270/@ (prazo)

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MT-Cáceres:

boi a R$ 287/@ (prazo)
vaca a R$ 270/@ (prazo)

MT-Tangará:

boi a R$ 283/@ (prazo)
vaca a R$ 270/@ (prazo)

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MT-B. Garças:

boi a R$ 280/@ (prazo)
vaca a R$ 265/@ (prazo)

MT-Cuiabá:

boi a R$ 283/@ (à vista)
vaca a R$ 265/@ (em dinheiro)

MT-Colíder:

boi a R$ 280/@ (em dinheiro)
vaca a R$ 265/@ (em dinheiro)

GO-Goiânia:

boi a R$ 290/@ (prazo)
vaca R$ 275/@ (prazo)

Vá para o sul:

boi a R$ 290/@ (prazo)
vaca a R$ 275/@ (prazo)

PR-Maringá:

boi a R$ 300/@ (em dinheiro)
vaca a R$ 275/@ (em dinheiro)

MG-Triângulo:

boi a R$ 290/@ (prazo)
vaca a R$ 265/@ (prazo)

MG-BH:

boi a R$ 280/@ (prazo)
vaca a R$ 260/@ (prazo)

BA-F. Santana:

boi a R$ 280/@ (em dinheiro)
vaca a R$ 270/@ (em dinheiro)

RS-Porto Alegre:

boi a R$ 321/@ (à vista)
vaca a R$ 297/@ (em dinheiro)

Fronteira RS:

boi a R$ 321/@ (à vista)
vaca a R$ 297/@ (em dinheiro)

PA-Maraba:

boi a R$ 270/@ (prazo)
vaca a R$ 262/@ (prazo)

PA-Resgate:

boi a R$ 275/@ (prazo)
vaca a R$ 265/@ (prazo)

PA-Paragominas:

boi a R$ 284/@ (prazo)
vaca a R$ 280/@ (prazo)

TO-Araguaine:

boi a R$ 280/@ (prazo)
vaca a R$ 265/@ (prazo)

TO-Grupo:

boi a R$ 280/@ (em dinheiro)
vaca a R$ 263/@ (em dinheiro)

RO-Cacoal:

boi a R$ 265/@ (em dinheiro)
vaca a R$ 250/@ (em dinheiro)

RJ-Campos:

boi a R$ 292/@ (prazo)
vaca a R$ [email protected] (data limite)

MA-Açailândia:

boi a R$ 275/@ (à vista)
vaca a R$ 260/@ (em dinheiro)

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