Guilherme Portella é reconduzido à presidência do Sindilat-RS

Desafios da produção de leite no Rio Grande do Sul

Após sua recondução, o presidente do Sindilat-RS, Guilherme Portella, enfatizou que a crise no setor do leite não será solucionada rapidamente. Ele ressaltou a importância de transformar a realidade no campo, aumentar a produtividade média e preencher a capacidade ociosa das indústrias. Essas medidas são essenciais para garantir a sustentabilidade e o crescimento do setor a longo prazo.

Impactos da legislação tributária no estado

Portella destacou a necessidade de apoio por parte do governo estadual, ressaltando que qualquer elevação de alíquota modal de ICMS seria prejudicial para a produção de leite no Rio Grande do Sul. Segundo ele, cerca de 60% da produção é destinada para outros estados, e a perda de medidas vigentes representaria um declínio irreparável para o setor.

O governador Eduardo Leite afirmou que as medidas para ajustes na alíquota de ICMS visam garantir a estabilidade financeira do estado diante das mudanças federais provocadas pela legislação tributária. Ele ressaltou a importância de reagir rapidamente às alterações para evitar um impacto prolongado e significativo na arrecadação estadual.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

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O presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat-RS), Guilherme Portella, reconduzido nesta sexta-feira (15) ao cargo, reconheceu que a solução para a crise do setor do leite “não virá no curto prazo”. Segundo ele, é preciso transformar a realidade no campo para melhorar a produtividade média e aumentar a escala e preencher a capacidade ociosa das indústrias.

“Em 2024, precisamos continuar enxugando despesas, avançar na seleção de rebanhos mais produtivos, sempre atentos à sanidade e bem-estar animal, e também temos que trabalhar pela mensuração de nosso impacto ambiental”, disse em discurso, segundo nota do Sindilat-RS.

Portella aproveitou a presença do governador do estado, Eduardo Leite (PSDB), para reforçar a necessidade de apoio. “Qualquer elevação de alíquota modal é um remédio amargo, mas mais amargo seria perder as iniciativas de equiparação de que dispomos. Cerca de 60% da nossa produção é comercializada para fora do Rio Grande do Sul e perder qualquer das medidas vigentes representaria um declínio irrecuperável”, afirmou.

Leite disse que as medidas que busca implementar para ajustes na alíquota de ICMS são uma forma de garantir a sanidade financeira dos cofres estaduais frente às alterações provocadas por mudanças federais através da lei complementar 194, de 2022, e da reforma tributária, que estabelece a repartição do novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

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“Se a reforma tributária permanecer e a nossa receita não reagir no curto prazo, a gente pode selar o destino da nossa arrecadação por 50 anos num patamar baixo do que poderia ser. E aí, estaremos todos, daqui a 30 anos, pensando que se poderia ter mais receita, mas na hora em que a gente poderia ter tomado uma decisão, não quis um sacrifício menor no curto prazo e acabamos lançando um sacrifício muito maior por mais tempo”, afirmou.

FAQ Inteligente sobre a Crise do Setor do Leite

1. Qual a solução para a crise do setor do leite?

A solução para a crise do setor do leite não virá no curto prazo. É preciso transformar a realidade no campo, melhorar a produtividade média, aumentar a escala e preencher a capacidade ociosa das indústrias.

2. Quais são as metas para o futuro do setor?

As metas para o futuro do setor incluem enxugar despesas, avançar na seleção de rebanhos mais produtivos, atentar à sanidade e bem-estar animal, e trabalhar pela mensuração do impacto ambiental.

3. Qual a importância do apoio do governo estadual?

O apoio do governo estadual é fundamental para garantir a sanidade financeira dos cofres estaduais e manter as iniciativas de equiparação, considerando que grande parte da produção é comercializada para fora do estado.

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4. Por que o ajuste na alíquota de ICMS é necessário?

O ajuste na alíquota de ICMS é necessário para garantir a sanidade financeira dos cofres estaduais frente às alterações provocadas por mudanças federais e pela reforma tributária.

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