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Boa leitura!

A iniciativa partiu do Sebrae/SC, Epagri, Senar/SC, Federação Catarinense das Associações de Apicultores e Meliponicultores (FAASC), Associação dos Apicultores e Meliponicultores de Nova Itaberaba (AAMNI) e Prefeitura Municipal de Nova Itaberaba. O conjunto de instituições e associações apícolas do oeste catarinense contribui de forma decisiva para toda a cadeia apícola.

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A programação contou com um panorama da atividade apícola no oeste catarinense, situação atual, avanços e potencialidades dos produtos apícolas e políticas públicas. A palestra principal enfatizou “Boas práticas de produção e colheita de mel”. Houve também uma feira com expositores, materiais, equipamentos e produtos apícolas. Os expositores foram as empresas Quali Apis, Apismel, R&G Máquinas, Enomel, Cleusa Oeste Princesa Apis e Colmeias Maceieski.

Os participantes também puderam participar de oficinas técnicas. Os dez temas trabalhados foram: características ambientais e de manejo de diferentes espécies de meliponas – cultivo de plantas que contribuem para pastagens apícolas e meliponícolas; preparação de alimentos energéticos para abelhas; preparação de alimentos proteicos; métodos de análise dos méis, suas características consoantes com a estação e com a floração na colheita; manejo adequado na multiplicação/nucleação das colônias; técnicas de troca e introdução de rainhas; reposição de cera e seus benefícios; processamento de cera e maneira eficiente de aumentar a utilização; Alvado invertido para auxiliar no controle de temperatura das colmeias e cadastro de apiários e meliponários no Cidasc: como proceder em casos de mortalidade de abelhas.

Segundo o consultor credenciado ao Sebrae/SC, Neuri Riboli, o Seminário Regional proporcionou o desenvolvimento de novas técnicas na cadeia produtiva, apresentou novidades aos produtores e lançou duas novas marcas com certificação federal nos municípios de Faxinal dos Guedes e Nova Itaberaba, em parceria com a Associação dos Apicultores ou Meliponicultores do Quilombo, que possui uma unidade certificada para processamento de produtos derivados das abelhas, principalmente o mel.

“Através das consultorias tecnológicas do Sebraetec, atuamos na apicultura no oeste catarinense há quatro anos. Esse acompanhamento tem como objetivo aumentar a capacidade produtiva mantendo a qualidade da matéria-prima e comercializar o produto com as certificações necessárias”, enfatizou Riboli.

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Como resultados obtidos, o consultor destacou o aumento da produtividade, já que, em 2018, as 257 colmeias dos 15 produtores atendidos produziram em média 16 kg/caixa/ano. Em 2022, o número de colmeias aumentou para 950 com uma produção de 26,5 kg/caixa/ano, o que representa um aumento de 340% na produção, que atualmente é de 25 toneladas/ano.

Para o presidente da Associação dos Apicultores ou Meliponicultores do Quilombo e vice-presidente da FAASC, Julsemar Francisco Toazza, o evento foi uma oportunidade de investir em informação, capacitação e conhecimento dos apicultores, para que possam produzir com excelência em toda a produção cadeia, em todos os produtos derivados, especialmente Apis Mellifera, e com credibilidade baseada em associações fortes e organizadas.

“Os objetivos do associativismo por resultados e longevidade devem estar acima de interesses e diferenças particulares. Para reunir o grupo, transformando-o em uma equipe, uma associação eficiente e eficaz, ‘não há rainhas nem zangões, apenas trabalhadores entre as famílias dos membros’. Além disso, buscamos parcerias para melhorar o processo produtivo e fortalecer a cadeia produtiva, que passa por algumas dificuldades momentâneas, mas que acreditamos na recuperação dos preços dos derivados na apicultura e meliponicultura”, finalizou.

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Seminário Regional de Apicultura na zona oeste discute visão geral da atividade

No último fim de semana, foi realizado o Seminário Regional de Apicultura na zona oeste, uma iniciativa conjunta do Sebrae/SC, Epagri, Senar/SC, Federação Catarinense das Associações de Apicultores e Meliponicultores (FAASC), Associação dos Apicultores e Meliponicultores de Nova Itaberaba (AAMNI) e Prefeitura Municipal de Nova Itaberaba. Esse evento teve como objetivo contribuir para o desenvolvimento da cadeia apícola no oeste catarinense.

Durante a programação do seminário, os participantes tiveram a oportunidade de participar de palestras que abordaram diversos aspectos da atividade apícola. Um dos destaques foi a palestra sobre “Boas práticas de produção e colheita de mel”, que ressaltou a importância de seguir técnicas adequadas para garantir a qualidade do produto.

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Além das palestras, também foi realizada uma feira com expositores que apresentaram materiais, equipamentos e produtos apícolas. Empresas renomadas do setor marcaram presença, como a Quali Apis, Apismel, R&G Máquinas, Enomel, Cleusa Oeste Princesa Apis e Colmeias Maceieski.

O evento também ofereceu oficinas técnicas, abordando temas como manejo de diferentes espécies de abelhas, preparação de alimentos para as abelhas, análise dos méis e técnicas de multiplicação das colônias. Essas oficinas foram conduzidas por consultores especializados no assunto e proporcionaram aos participantes o aprendizado de novas técnicas e métodos.

O consultor credenciado ao Sebrae/SC, Neuri Riboli, ressaltou a importância desse seminário para o desenvolvimento da apicultura na região. Ele destacou que os produtores tiveram a oportunidade de conhecer novidades do setor e também de obter certificações federais para seus produtos. Riboli também enfatizou os resultados obtidos com o acompanhamento técnico ao longo dos últimos anos, como o aumento da produtividade das colmeias.

Julsemar Francisco Toazza, presidente da Associação dos Apicultores ou Meliponicultores do Quilombo e vice-presidente da FAASC, enfatizou a importância do associativismo para o fortalecimento da cadeia apícola. Ele destacou a necessidade de parcerias e de investir em informação e capacitação para que os apicultores possam produzir com excelência.

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Em conclusão, o Seminário Regional de Apicultura na zona oeste foi um evento importante para o setor apícola da região. Através dele, os participantes puderam adquirir conhecimento, conhecer novas técnicas e estabelecer parcerias. Espera-se que eventos como esse continuem contribuindo para o desenvolvimento da apicultura e meliponicultura no oeste catarinense.

Perguntas com respostas:

1. Qual foi o objetivo do Seminário Regional de Apicultura na zona oeste?
R: O objetivo foi contribuir para o desenvolvimento da cadeia apícola na região.

2. Quais foram os temas abordados durante as palestras do seminário?
R: Entre os temas abordados estavam “Boas práticas de produção e colheita de mel”.

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3. Quais empresas participaram da feira realizada durante o evento?
R: Entre as empresas presentes estavam Quali Apis, Apismel, R&G Máquinas, Enomel, Cleusa Oeste Princesa Apis e Colmeias Maceieski.

4. Quais foram os resultados obtidos com o acompanhamento técnico no setor apícola?
R: Um dos resultados obtidos foi o aumento da produtividade das colmeias, que atualmente é de 25 toneladas/ano.

5. O que o presidente da Associação dos Apicultores ou Meliponicultores do Quilombo destacou como prioridade para o setor?
R: Ele destacou a importância do associativismo, parcerias e investimento em informação e capacitação.
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Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

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