O impacto da importação de leite em pó na cadeia produtiva paulista

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) enviou um ofício ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, solicitando medidas fiscais para proteger a cadeia produtiva do leite no estado. O alto volume de importação de leite em pó dos países do Mercosul, especialmente Argentina e Uruguai, tem impactado o preço do leite no Brasil, colocando em risco a bovinocultura de leite em São Paulo.

A necessidade de normatização de subsídios para os produtores locais

A Faesp ressalta a importância da normatização do subsídio de R$ 0,10 por litro de leite para produtores que produzem até 300 litros por dia, anunciado em fevereiro. No entanto, a medida ainda aguarda publicação oficial. A entidade destaca a urgência de ações para desestimular a importação de leite em pó e revisar as políticas tributárias que podem favorecer as empresas importadoras.

Medidas adotadas por outros estados

Alguns estados, como Minas Gerais, Goiás, Alagoas e Mato Grosso, já tomaram ações para suspender benefícios fiscais de empresas que importam leite em pó e derivados lácteos. Essas medidas visam tornar a importação mais cara e frear a entrada desses produtos no mercado nacional.

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Situação da importação de leite em pó no Brasil

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) destacou a preocupação com o alto volume de importação de leite em pó de países do Mercosul, como Argentina e Uruguai. Esse cenário tem impactado significativamente na formação do preço do leite em todo o Brasil, podendo levar a bovinocultura de leite no estado de São Paulo a um colapso.

A atuação da Faesp

A Faesp enviou um ofício ao governador de São Paulo, solicitando medidas fiscais para proteger a cadeia produtiva do leite no estado. Entre as recomendações, destaca-se a importância da normatização do subsídio de R$ 0,10 por litro de leite para produtores de até 300 litros/dia.

Medidas adotadas por outros estados

Outros estados, como Minas Gerais, Goiás e Alagoas, já tomaram a iniciativa de suspender benefícios fiscais às empresas que importam leite em pó e derivados lácteos. A adoção dessas medidas visa tornar a importação mais cara e desestimular a entrada do produto no mercado nacional.

Projeto de lei em Mato Grosso

Em Mato Grosso, um projeto de lei foi encaminhado para sanção do governador, com o objetivo de retirar benefícios fiscais de empresas que importam leite em pó. Essas ações demonstram a preocupação dos estados em proteger a produção local e evitar prejuízos para os produtores de leite do país.

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Medidas urgentes são necessárias para proteger a cadeia produtiva do leite em São Paulo

Diante do impacto causado pela alta importação de leite em pó, é essencial que o governo de São Paulo adote medidas fiscais urgentes para proteger a cadeia produtiva do leite no estado. A normatização do subsídio para produtores e a revisão das políticas tributárias são passos fundamentais para evitar um colapso na atividade e garantir a sustentabilidade do setor. Outros estados já tomaram medidas nesse sentido, e São Paulo precisa agir rapidamente para evitar prejuízos irreparáveis aos produtores locais.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

Medidas fiscais para proteger a cadeia produtiva do leite

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) enviou um ofício ao governador de São Paulo, solicitando a adoção de medidas fiscais para proteger a cadeia produtiva do leite no estado. A importação de leite em pó de países do Mercosul, como Argentina e Uruguai, tem impactado o preço do leite no Brasil, levando a uma crise na bovinocultura de leite em São Paulo.

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Importância do subsídio para produtores de até 300 litros/dia

No ofício enviado ao governador, a Faesp destaca a importância da normatização do subsídio de R$ 0,10 por litro de leite para produtores de até 300 litros/dia. Essa medida já foi anunciada em fevereiro, porém ainda aguarda publicação oficial.

Revisão das políticas tributárias e desestímulo à importação

A Faesp recomenda que o governo paulista adote medidas para desestimular a importação de leite em pó e revise as políticas tributárias para identificar possíveis distorções que beneficiem as empresas importadoras de lácteos. Outros estados, como Minas Gerais, Goiás, Alagoas e Mato Grosso, já tomaram medidas para suspender benefícios fiscais e tornar a importação de leite mais cara, como forma de frear a entrada do produto.

Impacto da importação de leite em pó no mercado

O alto volume de importação de leite em pó do Mercosul tem causado impactos na formação de preços do leite no Brasil, colocando em risco a atividade da bovinocultura de leite no estado de São Paulo. A Faesp destaca a necessidade de ações urgentes por parte do governo para proteger os produtores locais e garantir a sustentabilidade da cadeia produtiva do leite.

FAQs

1. Por que a importação de leite em pó do Mercosul está impactando a cadeia produtiva do leite no Brasil?

A importação de leite em pó do Mercosul tem impactado o mercado brasileiro, resultando em uma crise na bovinocultura de leite no estado de São Paulo.

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2. Qual a importância do subsídio de R$ 0,10 por litro de leite para produtores de até 300 litros/dia?

O subsídio é fundamental para auxiliar os pequenos produtores e garantir a competitividade no mercado, por isso a Faesp destaca a importância de sua normatização.

3. Como o governo paulista pode desestimular a importação de leite em pó?

O governo pode adotar medidas fiscais e revisar as políticas tributárias para desestimular a importação, além de identificar possíveis distorções que beneficiem as empresas importadoras.

4. Quais estados já tomaram medidas para suspender benefícios fiscais à importação de lácteos?

Minas Gerais, Goiás, Alagoas e Mato Grosso já adotaram medidas para suspender benefícios fiscais, tornando a importação de leite mais cara e freando sua entrada no mercado.

5. Qual o impacto da importação de leite em pó no mercado de lácteos?

A importação de leite em pó do Mercosul tem impactado a formação de preços do leite no Brasil, colocando em risco a atividade da bovinocultura de leite no estado de São Paulo, o que requer ação urgente do governo.

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Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

Leite em p%C3%B3 prefeitura municipal de Mococa

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) encaminhou ofício, na quinta-feira passada (4) ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, pedindo a adoção de medidas fiscais para proteger a cadeia produtiva paulista do leite.

Segundo comunicado da Faesp, o alto volume de importação de leite em pó de países do Mercosul, em especial da Argentina e do Uruguai, causa impacto na formação do preço do leite em todo o Brasil, provocando a atual crise enfrentada pela bovinocultura de leite no estado, com risco de a atividade entrar em colapso.

São Paulo é responsável por 27% do volume de importações de leite em pó no país, segundo a Faesp.

No ofício ao governador, a Faesp destaca a importância da normatização do subsídio de R$ 0,10 por litro de leite, para produtores de até 300 litros/dia, anunciada em fevereiro, mas que ainda está pendente de publicação oficial.

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A Faesp recomenda que o governo paulista “adote uma medita urgente para desestimular a importação, ao mesmo tempo que faça uma revisão das políticas tributárias para identificar possíveis distorções que beneficiem as empresas importadoras de lácteos”.

Ainda no documento enviado ao governador, a Faesp informa que outros estados já tomaram medidas de suspensão de benefícios fiscais às empresas que estão importando o leite em pó e outros derivados lácteos, como queijos.

Minas Gerais, Goiás e Alagoas publicaram decreto suspendendo benefícios fiscais por 90 dias, o que torna a importação de leite mais cara, como forma de frear a entrada do produto.

Em Mato Grosso, um projeto de lei, que seguiu para sanção do governador, retira benefícios fiscais de empresas que importam leite em pó.

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