Exportação de Carne Bovina em 2023
Desafios de 2023
A exportação brasileira de carne bovina in natura em 2023 deve se consolidar como o segundo melhor ano da história, com um volume de 2,2 milhões de toneladas exportadas, segundo estimativas da Scot Consultoria. No acumulado de janeiro a outubro, Brasil exportou 1,6 milhão de toneladas, o que representa uma queda de 5,9% em relação ao mesmo período de 2022. No entanto, o mês de novembro foi o melhor novembro da história da exportação de carne bovina brasileira, com 188 mil toneladas embarcadas.
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Segundo Marina Guimarães, médica veterinária e analista de mercado da Scot Consultoria, o bom desempenho é resultado de uma combinação de fatores, incluindo a alta demanda global por carne bovina, a desvalorização do real frente ao dólar e a abertura de novos mercados. O fim da obrigatoriedade da vacinação contra a febre aftosa em algumas regiões do Brasil também deve contribuir para o crescimento das exportações de carne bovina brasileira em 2024. Isso porque países como o Japão e a Coreia do Sul, que são exigentes em relação à qualidade da carne, só permitem a importação de carne bovina de países livres da febre aftosa sem vacinação.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

A exportação brasileira de carne bovina in natura em 2023 deve se consolidar como o segundo melhor ano da história, com um volume de 2,2 milhões de toneladas exportadas, segundo estimativas da Scot Consultoria.
No acumulado de janeiro a outubro, Brasil exportou 1,6 milhão de toneladas, o que representa uma queda de 5,9% em relação ao mesmo período de 2022.
No entanto, o mês de novembro foi o melhor novembro da história da exportação de carne bovina brasileira, com 188 mil toneladas embarcadas.
Segundo Marina Guimarães, médica veterinária e analista de mercado da Scot Consultoria, o bom desempenho é resultado de uma combinação de fatores, incluindo a alta demanda global por carne bovina, a desvalorização do real frente ao dólar e a abertura de novos mercados.
O fim da obrigatoriedade da vacinação contra a febre aftosa em algumas regiões do Brasil também deve contribuir para o crescimento das exportações de carne bovina brasileira em 2024.
Isso porque países como o Japão e a Coreia do Sul, que são exigentes em relação à qualidade da carne, só permitem a importação de carne de países livres da febre aftosa sem vacinação.
FAQ sobre Exportação de Carne Bovina Brasileira
1. Qual é a previsão de exportação de carne bovina in natura em 2023?
Segundo estimativas da Scot Consultoria, a previsão é de um volume de 2,2 milhões de toneladas exportadas, consolidando 2023 como o segundo melhor ano da história.
2. Como tem sido o desempenho da exportação brasileira de carne bovina até agora?
No acumulado de janeiro a outubro, houve uma queda de 5,9% em relação ao mesmo período de 2022, porém o mês de novembro registrou o melhor desempenho da história, com 188 mil toneladas embarcadas.
3. Quais fatores contribuem para o bom desempenho das exportações de carne bovina brasileira?
A alta demanda global por carne bovina, a desvalorização do real frente ao dólar e a abertura de novos mercados são alguns dos fatores apontados por Marina Guimarães, analista de mercado da Scot Consultoria.
4. Como a mudança na obrigatoriedade da vacinação contra a febre aftosa pode impactar as exportações?
O fim da obrigatoriedade da vacinação em algumas regiões do Brasil pode contribuir para o crescimento das exportações, especialmente para mercados exigentes em relação à qualidade da carne que só permitem importação de países livres da febre aftosa sem vacinação.

A exportação brasileira de carne bovina in natura em 2023 deve se consolidar como o segundo melhor ano da história, com um volume de 2,2 milhões de toneladas exportadas, segundo estimativas da Scot Consultoria.
No acumulado de janeiro a outubro, Brasil exportou 1,6 milhão de toneladas, o que representa uma queda de 5,9% em relação ao mesmo período de 2022.
No entanto, o mês de novembro foi o melhor novembro da história da exportação de carne bovina brasileira, com 188 mil toneladas embarcadas.
Segundo Marina Guimarães, médica veterinária e analista de mercado da Scot Consultoria, o bom desempenho é resultado de uma combinação de fatores, incluindo a alta demanda global por carne bovina, a desvalorização do real frente ao dólar e a abertura de novos mercados.
O fim da obrigatoriedade da vacinação contra a febre aftosa em algumas regiões do Brasil também deve contribuir para o crescimento das exportações de carne bovina brasileira em 2024.
Isso porque países como o Japão e a Coreia do Sul, que são exigentes em relação à qualidade da carne, só permitem a importação de carne de países livres da febre aftosa sem vacinação.
