Combate à Dengue: O Novo Desafio do Ministério da Saúde

Com o anúncio da vacinação contra a dengue em 521 municípios brasileiros, surge a necessidade de debater a eficácia dessa medida e a importância de não negligenciar outras estratégias de combate ao mosquito Aedes aegypti. O Ministério da Saúde ressalta que a vacina é apenas uma das ferramentas no enfrentamento da dengue, exigindo a manutenção de ações preventivas e cuidados individuais.

O Papel da Nova Vacina

A vacinação contra a dengue será direcionada para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, visando reduzir as hospitalizações nessa faixa etária. No entanto, é fundamental entender que a vacina é uma tecnologia adicional e não a solução definitiva para o problema.

As Orientações do Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde reforça a importância de medidas preventivas, como a eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti. Além disso, orienta a população a receber bem os agentes de saúde, utilizar repelentes e instalar telas mosquiteiras, especialmente em regiões com alta incidência de casos de dengue.

Cuidados e Prevenção

Diante do desafio da vacinação, é essencial que a população mantenha os cuidados diários de prevenção, realizando inspeções semanais em busca de possíveis focos de larvas do mosquito. A conscientização de que a vacinação não dispensa as demais medidas de controle é essencial para o sucesso no combate à dengue.

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Desenvolvimento

Ao divulgar a lista de 521 municípios brasileiros selecionados para iniciar a vacinação contra a dengue via Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de fevereiro, o Ministério da Saúde alertou que a dose é mais uma tecnologia incorporada no combate à doença, mas que não se pode abrir mão das demais estratégias de combate ao mosquito Aedes aegypti.

“O Brasil dá esse passo importante, mas é bom lembrar que essa é uma tecnologia que agrega com outras estratégias de combate ao mosquito da dengue e com todas as ações de controle e enfrentamento da doença. Ou seja, ela se junta. Uma mensagem importante que devemos passar é que não podemos abrir mão das outras estratégias. Mesmo as pessoas que são vacinadas também não podem abrir mão dos cuidados individuais e com o seu município”, disse o diretor do departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis, Eder Gatti.

A pasta confirmou que serão vacinadas crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, faixa etária que concentra maior número de hospitalizações por dengue depois dos idosos. Com as 6,5 milhões de doses previstas para serem fornecidas em 2024 pelo laboratório Takeda, fabricante da Qdenga, 3,2 milhões de pessoas serão imunizadas este ano.

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“A vacina é mais uma tecnologia. Não podemos abrir mão das outras estratégias. As pessoas serão vacinadas ao longo do ano, então, a gente espera um efeito acumulativo ao longo do tempo da vacinação. Ou seja, sobre o impacto imediato, a gente sabe que a vacina vai contribuir, mas isso tem algumas limitações”, reforçou Gatti.

Cuidados

Em nota, o ministério destacou que evitar a proliferação do Aedes Aegypti segue como medida mais eficaz no combate à dengue, já que as larvas se desenvolvem em água parada. “É preciso empenho da sociedade para eliminar os criadouros com medidas simples e que podem ser implementadas na rotina, como tampar caixas d’água e outros reservatórios, higienizar potes de água de animais de estimação, tampar ralos e pias, entre outras.”

A pasta sugere que a população faça uma inspeção em casa pelo menos uma vez por semana para encontrar possíveis focos de larvas. Além disso, é recomendado que as pessoas recebam bem os agentes de saúde e os agentes de combate às endemias. Por fim, recomenda-se como medida adicional de controle, o uso de repelentes e a instalação de telas mosquiteiras, especialmente em regiões com maior registro de casos.

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Prevenção da Dengue: Combate ao Mosquito Aedes Aegypti é Fundamental

Em resumo, é importante destacar que a vacina contra a dengue é uma ferramenta valiosa, mas não pode substituir as demais estratégias de combate ao mosquito Aedes aegypti. A prevenção e o combate ao mosquito continuam sendo fundamentais para evitar a propagação da doença. A população deve continuar se empenhando em eliminar os criadouros do mosquito, adotar medidas simples de higiene e receber bem os agentes de saúde e de combate às endemias. A vacina é uma ferramenta a mais, mas não pode ser considerada a única solução. É essencial manter os cuidados e esforços no controle do mosquito transmissor da dengue.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

Vacinação contra a dengue no Brasil: Uma nova estratégia no combate à doença

O Ministério da Saúde divulgou a lista de 521 municípios brasileiros selecionados para iniciar a vacinação contra a dengue via Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de fevereiro. Esta é uma medida importante, mas é fundamental lembrar que a vacinação é apenas uma das estratégias no combate ao mosquito Aedes aegypti e à doença da dengue. Neste artigo, abordaremos os detalhes desta nova tecnologia de combate à doença e as outras ações necessárias para prevenir a proliferação do mosquito e da doença.

Cuidados na prevenção da dengue

Criando uma rotina de prevenção em casa

O Ministério da Saúde destacou que a prevenção da proliferação do Aedes Aegypti continua sendo a medida mais eficaz no combate à dengue, já que as larvas se desenvolvem em água parada. É importante que a população adote medidas simples em sua rotina, como tampar caixas d’água, higienizar potes de água de animais de estimação, tampar ralos e pias, entre outras. Uma inspeção em casa pelo menos uma vez por semana também é recomendada para encontrar possíveis focos de larvas.

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Receber bem os agentes de saúde

Além disso, é fundamental receber bem os agentes de saúde e os agentes de combate às endemias, pois eles desempenham um papel crucial na prevenção e controle da doença.

Medidas adicionais de controle

Como medida adicional de controle, o uso de repelentes e a instalação de telas mosquiteiras, especialmente em regiões com maior registro de casos, são recomendados pelo Ministério da Saúde.

Perguntas frequentes sobre a vacinação contra a dengue

Quais foram os municípios selecionados para a vacinação contra a dengue?

Os municípios selecionados para a vacinação contra a dengue via SUS podem ser encontrados na lista divulgada pelo Ministério da Saúde.

Qual faixa etária será vacinada?

Serão vacinadas crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue depois dos idosos.

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Quantas doses estão previstas para serem fornecidas em 2024?

O laboratório Takeda, fabricante da Qdenga, prevê fornecer 6,5 milhões de doses em 2024, imunizando 3,2 milhões de pessoas este ano.

Além da vacinação, quais outras estratégias de combate à dengue são necessárias?

Além da vacinação, é fundamental não abrir mão de outras estratégias, como a eliminação de criadouros do mosquito Aedes Aegypti, o recebimento dos agentes de saúde, o uso de repelentes e a instalação de telas mosquiteiras.

Qual é a mensagem importante do Ministério da Saúde em relação à vacinação contra a dengue?

O Ministério da Saúde ressalta que a vacinação é uma tecnologia que agrega com outras estratégias de combate ao mosquito da dengue e com todas as ações de controle e enfrentamento da doença. Não se pode abrir mão das outras estratégias, mesmo as pessoas vacinadas.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

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Screenshot 2023 07 14 at 11 45 25 Mosquito no fundo verde do ovcer da pele. Foto Premium

Ao divulgar a lista de 521 municípios brasileiros selecionados para iniciar a vacinação contra a dengue via Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de fevereiro, o Ministério da Saúde alertou que a dose é mais uma tecnologia incorporada no combate à doença, mas que não se pode abrir mão das demais estratégias de combate ao mosquito Aedes aegypti.

“O Brasil dá esse passo importante, mas é bom lembrar que essa é uma tecnologia que agrega com outras estratégias de combate ao mosquito da dengue e com todas as ações de controle e enfrentamento da doença. Ou seja, ela se junta. Uma mensagem importante que devemos passar é que não podemos abrir mão das outras estratégias. Mesmo as pessoas que são vacinadas também não podem abrir mão dos cuidados individuais e com o seu município”, disse o diretor do departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis, Eder Gatti.

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A pasta confirmou que serão vacinadas crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, faixa etária que concentra maior número de hospitalizações por dengue depois dos idosos. Com as 6,5 milhões de doses previstas para serem fornecidas em 2024 pelo laboratório Takeda, fabricante da Qdenga, 3,2 milhões de pessoas serão imunizadas este ano.

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“A vacina é mais uma tecnologia. Não podemos abrir mão das outras estratégias. As pessoas serão vacinadas ao longo do ano, então, a gente espera um efeito acumulativo ao longo do tempo da vacinação. Ou seja, sobre o impacto imediato, a gente sabe que a vacina vai contribuir, mas isso tem algumas limitações”, reforçou Gatti.

Cuidados

Em nota, o ministério destacou que evitar a proliferação do Aedes Aegypti segue como medida mais eficaz no combate à dengue, já que as larvas se desenvolvem em água parada. “É preciso empenho da sociedade para eliminar os criadouros com medidas simples e que podem ser implementadas na rotina, como tampar caixas d’água e outros reservatórios, higienizar potes de água de animais de estimação, tampar ralos e pias, entre outras.”

A pasta sugere que a população faça uma inspeção em casa pelo menos uma vez por semana para encontrar possíveis focos de larvas. Além disso, é recomendado que as pessoas recebam bem os agentes de saúde e os agentes de combate às endemias. Por fim, recomenda-se como medida adicional de controle, o uso de repelentes e a instalação de telas mosquiteiras, especialmente em regiões com maior registro de casos.

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