Suplementação pode evitar morte de animais no inverno

Suplementação pode evitar morte de animais no inverno

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Mostramos aqui no Sou Agro que milhares de animais morreram de frio em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Foram mais de 1.070 cabeças de gado que tiveram hipotermia em fazendas dos dois estados em dois dias.

E diante disso, existe uma preocupação com os cuidados necessários que precisam ser tomados com o rebanho nessa época do ano. “Aqui na nossa região de Cascavel não temos tanto esse problema porque os animais estão acostumados com o frio, mas mesmo assim é importante que o produtor complemente os animais com sal proteico ou milho. Aumentar o metabolismo dos animais através de mais energia. Aqui na região também temos muitos animais da região da Europa que estão acostumados com o frio e são menos suscetíveis ao frio.” disse o fazendeiro e pecuarista, Agassiz Linhares.

ALERTA AOS PRODUTORES

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Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal – IAGROemitiu uma declaração de alerta aos produtores:

“Devido às baixas temperaturas que atingiram o estado do Mato Grosso do Sul nos últimos dias, é fundamental que os produtores estejam atentos às possíveis mortalidades em sua propriedade, decorrentes da hipotermia. Propriedades com ocorrência de mortalidade, acima dos parâmetros esperados, devem procurar o Iagro mais próximo para relatar esta situação. É de extrema importância que o Iagro realize a inspeção veterinária dessas ocorrências; Se isso não for possível, será necessário um relatório veterinário particular. O produtor deve informar a mortalidade imediatamente ao IAGRO e dar baixa em seu estoque. Caso tenha alguma dúvida ou precise de orientações adicionais, entre em contato pelo nosso WhatsApp: 67 999619205 ou pelo e-mail: [email protected]. Contamos com a colaboração de todos para monitorar e controlar essa situação, visando preservar a saúde e o bem-estar dos animais de nosso Estado”, afirma a nota.

LEMBRE-SE DOS CASOS

Os casos foram registrados em Nhecolândia, uma das 11 microrregiões do bioma e Rio Verde de Mato Grosso, e também em Corumbá, Mato Grosso do Sul. O prejuízo estimado ultrapassa R$ 3 milhões.

(Emanuely/Sou Agro)



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