Santa Catarina alinha ações com o Ministério da Agricultura para proteger o plantel avícola catarinense

Santa Catarina alinha ações com o Ministério da Agricultura para proteger o plantel avícola catarinense

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“Essa união é importante porque reforça nosso pedido para que o Ministério discuta com o Japão. Certamente outros casos virão em outros estados e é preciso ter um plano de ação rápido para minimizar os danos”, afirmou o governador Jorginho Mello.

Em maio, o Brasil declarou estado de emergência zoossanitária em todo o território nacional. Agora, os 27 estados e o DF farão uma ação conjunta para permitir uma resposta mais rápida em casos de novos surtos de gripe aviária de alta patogenicidade (IAAP).

“Estamos trabalhando, como sempre, com agilidade e transparência, adotando prontamente todas as medidas de controle e demonstrando isso para que os consumidores de nossos produtos de frango, que estão em mais de 150 países ao redor do mundo, fiquem tranquilos e confiantes”, explicou o ministro.

O estado de emergência possibilita mobilizar recursos da União, articular-se com outros ministérios, órgãos governamentais das três esferas e organizações não governamentais.

Para ter acesso aos recursos da União e disponibilizar recursos estaduais a serem aplicados em ações de combate à doença com mais agilidade, como mão de obra, logística, recursos materiais e tecnológicos, Santa Catarina vai decretar estado de emergência zoossanitária a partir desta quinta-feira, 20. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado na noite desta quinta-feira (20).

Resposta imediata

A adoção de todas as medidas sanitárias baseadas nos protocolos internacionais aplicados para a erradicação do foco de Influenza Aviária Altamente Patogênica (IAAP), em aves de quintal, no município de Maracajá, sul do Estado, no dia 15 de julho, resultou em um trabalho rápido, sistemático e exitoso. Após as ações de fiscalização na propriedade, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) consideraram encerrado o foco da IAAP.

A presidente do Cidasc, Celles Regina de Matos, demonstrou durante o encontro as ações que estão sendo realizadas para o cumprimento de todos os protocolos. “Nossos profissionais são altamente qualificados e foram treinados para atuar com agilidade e fechar o foco. A participação de todos os envolvidos na cadeia produtiva de alimentos, produtores, agroindústrias, associações e casas agropecuárias, entre outros, tem sido fundamental para que o Cidasc seja notificado imediatamente. Produzimos diversos materiais de educação em saúde que estão sendo entregues tanto na zona rural quanto na urbana”, disse Celles.



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