Quais são as alternativas discutidas pela cadeia produtiva do café para enfrentar os desafios do setor?

Quais são as alternativas discutidas pela cadeia produtiva do café para enfrentar os desafios do setor?

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O agronegócio brasileiro é um setor de extrema importância para o país, sendo responsável por uma parcela significativa da economia nacional. No entanto, assim como em qualquer área, enfrenta desafios e busca constantemente por alternativas e soluções para melhorar sua competitividade.

Um dos principais desafios enfrentados pela cafeicultura em Minas Gerais, por exemplo, é a questão da mão de obra.

De acordo com um diagnóstico realizado pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), em parceria com a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), a mão de obra é apontada como o principal desafio da cafeicultura mineira.

Esse diagnóstico foi apresentado durante um workshop realizado recentemente em Belo Horizonte, reunindo representantes da cadeia produtiva do café.

O estudo, intitulado “Diagnóstico Estratégico da Cadeia Produtiva Agroindustrial do Café em Minas Gerais”, abrangeu as cinco principais regiões cafeicultoras do estado: Manhuaçu (Matas de Minas), Patrocínio (Cerrado), Carmo de Minas (Mantiqueira), Guaxupé (Sudoeste de Minas Gerais) e Capelinha (Chapadas de Minas).

Seu objetivo foi identificar os desafios e oportunidades que impactam o setor.

O secretário da Agricultura, Thales Fernandes, ressaltou a importância desse trabalho. Ele afirma que é fundamental discutir ações para melhorar a competitividade da cadeia produtiva do café em Minas Gerais, que é um dos produtos mais emblemáticos do estado.

Minas Gerais é um dos principais produtores de café do mundo, e, portanto, é essencial buscar constantemente maneiras de aprimorar o setor.

Além da questão da mão de obra, o diagnóstico apontou outros quatro desafios da cafeicultura: certificação e indicação geográfica, qualidade dos grãos, produtividade e inovação tecnológica, e políticas públicas.

Durante o workshop, foram levantadas diferentes questões importantes, incluindo o posicionamento desejado da cadeia produtiva do café mineira daqui a 50 anos, as políticas estaduais que serão implementadas para apoiar a produção de café e quais ações estratégicas podem ser tomadas para melhorar o desempenho do setor.

Dentre as alternativas discutidas nos grupos de trabalho, destacam-se o aprimoramento e capacitação da gestão da propriedade rural, o desenvolvimento de tecnologias para reduzir a pressão da demanda trabalhista

O fortalecimento do Fundo Estadual do Café (Fecafé), o incentivo a políticas de crédito com taxas de juros acessíveis para produtores, e o promovimento de treinamento e marketing para instalação de microtorrefadores.

Esse diagnóstico estratégico da cadeia produtiva do café em Minas Gerais mostra o compromisso e a preocupação do estado em encontrar soluções para os desafios enfrentados pelo setor.

A cafeicultura é uma atividade econômica de grande importância, não apenas para Minas Gerais, mas para todo o país. É essencial investir em inovação, capacitação e políticas públicas que possam fortalecer e impulsionar ainda mais a cadeia produtiva do café.

No entanto, é fundamental destacar que o sucesso e o crescimento do setor não dependem apenas de um diagnóstico ou de ações isoladas.

É necessário um esforço conjunto de todos os envolvidos, desde produtores e empresas até órgãos governamentais e instituições de pesquisa, para alcançar os objetivos propostos.

Somente dessa forma será possível fortalecer a cafeicultura em Minas Gerais e superar os desafios que surgem ao longo do caminho.

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Confira abaixo cinco perguntas e respostas que irão te ajudar a compreender ainda mais o tema:

1. Qual é o principal desafio da cafeicultura mineira?

O principal desafio da cafeicultura mineira é a questão da mão de obra, conforme apontado por um diagnóstico realizado pela Universidade Federal de Viçosa (UFV) em parceria com a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).

2. Quais são os outros desafios enfrentados pela cafeicultura?

Além da mão de obra, outros desafios apontados foram a certificação e indicação geográfica, qualidade dos grãos, produtividade e inovação tecnológica, e políticas públicas.

3. O que foi discutido durante o workshop realizado em Belo Horizonte?

Durante o workshop, foram levantadas diversas questões importantes, sendo uma delas onde a cadeia produtiva do café mineira deseja estar daqui a 50 anos. Também foram discutidas as políticas estaduais que serão implementadas e quais ações estratégicas podem ser tomadas para melhorar o desempenho do setor.

4. Quais são as alternativas discutidas para superar os desafios da cafeicultura?

Dentre as alternativas discutidas estão o aprimoramento e capacitação da gestão da propriedade rural, desenvolvimento de tecnologias para reduzir a pressão da demanda trabalhista, fortalecimento do Fundo Estadual do Café (Fecafé), incentivo a políticas de crédito com juros acessíveis e promovimento de treinamento e marketing para instalação de microtorrefadores.

5. Como é possível fortalecer a cafeicultura em Minas Gerais?

Para fortalecer a cafeicultura em Minas Gerais é necessário um esforço conjunto de todos os envolvidos, desde produtores e empresas até órgãos governamentais e instituições de pesquisa. É essencial investir em inovação, capacitação e políticas públicas que possam impulsionar o setor e superar os desafios enfrentados.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo
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A mão de obra é o principal desafio da cafeicultura mineira. A análise foi destacada pelo diagnóstico realizado pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), em parceria com a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), e apresentado a representantes da cadeia produtiva durante workshop, realizado nesta quarta-feira ( 20/9), em Belo Horizonte.

A pesquisa, intitulada “Diagnóstico Estratégico da Cadeia Produtiva Agroindustrial do Café em Minas Gerais”, abrangeu as cinco principais regiões do estado, Manhuaçu (Matas de Minas), Patrocínio (Cerrado), Carmo de Minas (Mantiqueira), Guaxupé (Sudoeste de Minas Gerais). Minas) e Capelinha (Chapadas de Minas) para identificar os desafios e oportunidades que impactam o setor.

O secretário da Agricultura, Thales Fernandes, destacou a importância da iniciativa.

“É fundamental discutir ações para melhorar a competitividade da cadeia produtiva do café em Minas Gerais, que é um dos nossos produtos mais emblemáticos. Somos um dos principais produtores de café do mundo e este é um segmento muito dinâmico.

A competitividade deve ser sempre exercida e não podemos ser complacentes. É fundamental discutir os diferentes temas que impactam o setor”, avalia.

Além da disponibilidade e qualidade da mão de obra, foram discutidos mais quatro desafios da cafeicultura: certificação e indicação geográfica, qualidade dos grãos, produtividade e inovação tecnológica e políticas públicas.

“Durante o workshop foram levantadas diversas questões importantes, incluindo onde a cadeia produtiva do café mineira deseja estar daqui a 50 anos, quais políticas estaduais serão implementadas para apoiar a produção de café e quais ações estratégicas podem ser tomadas para atingir os objetivos do cadeia e melhorar seu desempenho”, avalia o professor assistente e coordenador do estudo da UFV Gustavo Bastos Braga.

Entre as alternativas discutidas nos grupos de trabalho, destacam-se o aprimoramento e a capacitação da gestão da propriedade rural, o desenvolvimento de tecnologias para reduzir a pressão da demanda trabalhista, o fortalecimento do Fundo Estadual do Café (Fecafé), o incentivo a políticas de crédito com taxas de juros acessíveis para produtores, promovendo treinamento e marketing para instalação de microtorrefadores.

Também estiveram presentes na oficina o reitor da UFV, professor Demetrius David da Silva, o secretário adjunto de Agricultura, João Ricardo Albanez, e o subsecretário de Política e Economia Agrícola da Seapa, Caio Coimbra.

Fonte:
SEAPA MG – Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais – Assessoria de Comunicação

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