Mato Grosso registra abate recorde de novilhas de 12-24 meses em agosto/25

Mato Grosso registra abate recorde de novilhas de 12-24 meses em agosto/25

Novilhas 12-24 meses impulsionam abate em MT

As novilhas de 12 a 24 meses estão impulsionando o abate no Mato Grosso, mudando o ritmo da operação pecuária. Com ganho de peso mais rápido, elas atingem o peso de abate em janela menor, facilitando o planejamento do frigorífico e da reposição. A carcaça fica mais uniforme, o que tende a manter estáveis os preços de venda para o produtor. Esse grupo responde bem a dietas balanceadas, seja no pasto ou no confinamento.

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Por que esse grupo tem ganhado espaço

O ganho de peso mais rápido, aliado à idade de abate mais jovem, reduz o tempo de engorda. Genética relevante e manejo de pastagem bem feito melhoram a conversão alimentar. A demanda de mercado por carne jovem sustenta esse movimento e favorece margens mais previsíveis para o negócio.

Impacto financeiro para a propriedade

  • Receita potencial maior pela carcaça uniforme e melhor preço por peso.
  • Custo de engorda pode cair por menor tempo de confinamento, mas exige controle de ração e sanidade para não subir com desperdícios.
  • Risco de reposição precisa ser gerido para manter o ciclo de cria.

Práticas recomendadas para aproveitar o movimento

  • Planeje o cronograma de abate conforme o peso alvo e a disponibilidade de frigorífico.
  • Ofereça dietas balanceadas para ganho de peso sem elevar custos desnecessários.
  • Monitore a saúde do rebanho, com foco em parasitas, carência de minerais e acidose.
  • Gerencie a reposição para manter o equilíbrio entre novilhas jovens e matrizes.
  • Registre peso, ganho diário e custos para avaliar o retorno sobre o investimento (ROI).

Sinais de que a estratégia está funcionando

  • Redução do tempo entre desmama e abate com ganho de peso estável.
  • Carcaças com acabamento uniforme e boa margem de gordura.
  • Preço por kg que compensa o investimento em manejo e alimentação.

Participação de novilhas nos abates no estado em ascensão

A participação de novilhas em abates está em ascensão no estado, mudando o ritmo da pecuária. Novilhas em idade de abate entregam carcaças jovens e bem definidas, o que facilita o planejamento do frigorífico e a previsibilidade de renda para o produtor. Com ganho de peso consistente, esse grupo reduz o tempo na engorda e acelera o ciclo de reposição.

Fatores que impulsionam essa ascensão

O ganho de peso mais ágil vem de genética adequada e manejo de pastagem bem feito. Dietas balanceadas, com minerais e proteína suficientes, ajudam a fechar o ganho sem inflar custos. Além disso, frigoríficos que aceitam novilhas mais novas criam um incentivo econômico para investir nesse caminho.

Impacto econômico para a propriedade

  • Receita por abate de carcaça jovem tende a ser mais alta por kg.
  • Custo de engorda pode cair pelo menor tempo de confinamento, se a base de ração for eficiente.
  • Risco de reposição precisa ser bem gerido para manter o ciclo de cria.

Boas práticas para aproveitar o movimento

  • Planeje o cronograma de abate conforme peso alvo e disponibilidade do frigorífico.
  • Ofereça dietas balanceadas para ganho de peso sem elevar custos.
  • Monitore a saúde do rebanho, com foco em parasitas e minerais.
  • Gerencie a reposição para manter o equilíbrio entre novilhas jovens e matrizes.
  • Registre peso, ganho diário e custos para avaliar o ROI.

Sinais de que a estratégia está funcionando

  • Tempo entre desmame e abate encurtado com ganho de peso estável.
  • Carcaças com acabamento uniforme e boa margem de gordura.
  • Preço por kg que compensa o investimento em manejo e alimentação.

O papel de TIP e confinamento na tendência

O TIP, ou Técnicas de Intensificação da Pecuária, ganha espaço com o confinamento na tendência atual. Ele une genética adequada, manejo de pastagem eficiente e, quando necessário, etapas de confinamento para acelerar o ganho de peso. Assim, as novilhas chegam ao peso de abate de forma mais previsível.

Como o TIP se conecta ao confinamento

O confinamento não é sinônimo de sofrimento. Quando bem feito, ele padroniza a ração, o ambiente e o manejo. O resultado é ganho de peso estável e menos variação entre animais. A ideia é usar o confinamento na medida certa, para não inflar custos.

Vantagens e riscos

  • Vantagens: ganho rápido, carcaça uniforme e planejamento logístico mais simples.
  • Riscos: custos com ração podem subir se o manejo não for preciso e há risco de estresse ou problemas sanitários se as condições não forem adequadas.

Boas práticas para começar

  1. Calcule o retorno: peso alvo, tempo no confinamento e custo da ração.
  2. Selecione uma dieta balanceada para evitar desperdícios e manter a saúde.
  3. Garanta água limpa, ventilação e espaço suficiente para cada animal.
  4. Monitore peso, consumo de alimento e sinais de bem‑estar diariamente.
  5. Registre custos, ganhos e ROI para ajustar a estratégia ao longo do tempo.

Indicações de adesão

  • Mercado com demanda por carne jovem e frigoríficos com capacidade de receber novilhas em estágios de confinamento.
  • Capacidade de investir em infraestrutura de manejo sem comprometer a saúde do rebanho.
  • Planejamento financeiro para acompanhar o custo da ração e o retorno esperado.

Impactos para o mercado de carne e o bolso do produtor

O mercado de carne reage rapidamente a mudanças de oferta e demanda, e o bolso do produtor acompanha. Quando a demanda está alta, os preços sobem e a renda por kg aumenta. Por outro lado, custos com ração, transporte e manejo sobem, comprimindo margens. Essa volatilidade exige planejamento financeiro, gestão de estoque e flexibilidade de venda.

Fatores que movem o mercado de carne

Primeiro, a oferta de animais prontos para abate molda o preço. Consequentemente, a demanda interna e exportação definem o piso e o teto. Custos de alimentação, sanidade, energia e logística também pesam no custo final. Política pública e juros afetam investimento e capacidade de manter o gado.

Impacto econômico para o bolso do produtor

A variação de preço impacta a rentabilidade de cada ciclo. Receita, custo de ração, transporte e mão de obra ditam o ROI. Gestão de caixa e prazos de pagamento são cruciais em períodos de volatilidade.

Boas práticas para mitigar o impacto

  1. Faça um orçamento anual incluindo cenários altos e baixos.
  2. Consolide contratos de venda ou venda antecipada para planejar o gado.
  3. Diversifique mercados: carne fresca, cortes especiais e exportação.
  4. Aperfeiçoe a nutrição para reduzir o custo por ganho de peso.
  5. Implemente rastreabilidade e dados de performance para ROI.
  6. Invista em bem-estar e sanidade para evitar perdas.

Sinais de que a estratégia está funcionando

  • Redução da volatilidade de custos ao longo dos meses.
  • Melhor aproveitamento da curva de preço, com abates bem programados.
  • Margens positivas mesmo em cenários desafiadores.

O que esperar para os próximos meses no Mato Grosso

Nos próximos meses, o Mato Grosso deve manter o pulso firme da pecuária, com atenção especial à demanda por carne jovem. Os preços vão oscilar, e os custos de ração podem subir em alguns meses. Planejamento cuidadoso ajuda a atravessar qualquer mudança com mais segurança.

Clima, pastagens e alimentação

As chuvas da região costumam definir o ritmo da pastagem. Um bom manejo de pastagens evita perdas e mantém o peso do novilho estável. Considere planejar desmama e desinos com base na disponibilidade de forragem. Em períodos de déficit, segure o ganho com silagem de qualidade e suplementos proteicos simples.

Mercado e demanda no curto prazo

A procura por carne bovina pode subir ou cair conforme o cenário econômico. Contratos de venda antecipados ajudam a manter a previsibilidade de renda. Em MT, ficar atento aos preços por kg e às margens de cada lote faz diferença na hora de negociar com o frigorífico.

Custos, reposição e lucratividade

  • Custos de ração, energia e transporte costumam acompanhar a volatilidade do mercado. Controle gastos e use rações eficientes para manter o ganho de peso.
  • Reposição precisa ser bem planejada para não desequilibrar o ciclo de cria. Equilibre matrizes com novilhas de reposição conforme a disponibilidade.
  • Lucratividade depende de registrar custos, ganhos e ROI a cada boitel. Pequenos ajustes no manejo podem favorecer o retorno.

Ações práticas para o curto prazo

  1. Elabore um orçamento com cenários altos e baixos para os próximos 6 a 12 meses.
  2. Consolide contratos de venda ou reservas de pasto para ouvir a demanda futura.
  3. Prioriz • ze dietas balanceadas e água de boa qualidade para manter ganho de peso estável.
  4. Monitore peso, consumo e bem-estar com regularidade para ajustar rapidamente.
  5. Atualize o planejamento de reposição para manter o equilíbrio entre bezerros e matrizes.

Sinais de que a estratégia está funcionando

  • Margens estáveis ou em leve alta, mesmo com variações sazonais.
  • Aprovação de lotes com peso alvo no tempo previsto.
  • Rastreamento de custos mostra ROI positivo ao longo dos meses.

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Saiba Mais Sobre Dr. João Maria
Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite.
Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.

joão silva

Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite. Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.