Exportação do agronegócio sobe 1,5% em agosto para US$ 14,29 bilhões

Exportação do agronegócio sobe 1,5% em agosto para US$ 14,29 bilhões

Soja, carne bovina e milho impulsionam as exportações

Hoje, a soja lidera as exportações do agronegócio brasileiro. A carne bovina e o milho completam esse polo de demanda internacional. Essa demanda favorece produtores com qualidade estável, rastreabilidade e logística eficiente. Para exportar com consistência, é preciso manter padrões, certificações e custos controlados. Mercados como China, União Europeia e outros compradores reforçam o cenário positivo. Já quem gere o risco pode usar contratos futuros para reduzir oscilações.

Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!

Como capitalizar essas oportunidades

  1. Fortaleça rastreabilidade desde a fazenda até o embarque, com registros simples.
  2. Melhore a qualidade, sanidade animal e manejo do solo para atender padrões.
  3. Consolide contratos de venda com preços forward para reduzir oscilações de preços.
  4. Invista em armazenagem, logística e infraestrutura portuária para escoamento eficiente.
  5. Diversifique destinos de exportação para reduzir a dependência de um único comprador.
  6. Busque certificações de origem e conformidade sanitária para facilitar acessos aos mercados.

China, UE e novos mercados mantêm a rota de crescimento

A China, a UE e novos mercados mantêm a rota de crescimento das exportações do agronegócio brasileiro. A demanda por soja, carne bovina e milho continua firme, exigindo qualidade estável. Quando o produtor alinha produção a padrões sanitários e rastreabilidade, oportunidades aparecem.

Mercados-chave e o que buscam

China continua sendo o maior comprador de soja e carne. Ela valoriza entrega estável, qualidade e rastreabilidade em toda a cadeia. Já a UE quer carne com certificados de origem e milho de qualidade para ração. Novos mercados surgem com interesse em grãos e proteína, exigindo embalagens adequadas.

Portanto, diversificar destinos ajuda a reduzir riscos e aproveitar janelas de demanda. Manter flexibilidade de logística facilita embarques com prazos previsíveis.

Boas práticas para manter o acesso aos mercados

  1. Fortaleça a rastreabilidade desde a fazenda até o embarque.
  2. Garanta qualidade e sanidade com controles e certificações simples.
  3. Use contratos forward para reduzir oscilações de preço.
  4. Invista em logística, armazenagem e planejamento de embarques.
  5. Diversifique destinos para reduzir dependência de um único comprador.
  6. Mantenha conformidade sanitária e de origem para facilitar acessos.

Com essas ações, o produtor aproveita a demanda estável e constrói parcerias duradouras com compradores no exterior, reduzindo riscos de preço e disponibilidade.

Itens reforçam recordes: sebo bovino, sementes e feijões

Aqui, itens reforçam recordes: sebo bovino, sementes e feijões elevam a performance na produção animal. Esses itens aumentam a qualidade da ração, o ganho de peso e a eficiência da conversão. Eles ajudam a manter a alimentação estável frente a variações de pasto e clima.

Sebo bovino na alimentação

O sebo bovino fornece energia densa para o ganho de peso rápido. Ele sustenta produção estável mesmo quando o pasto está curto.

Sementes e feijões como fontes de proteína

As sementes e os feijões são fontes valiosas de proteína para o ruminante. Quando bem processados, liberam aminoácidos importantes sem elevar demais o custo.

Boas práticas de incorporação

  1. Verifique qualidade e origem de cada ingrediente.
  2. Calcule a proporção na dieta para evitar desequilíbrios.
  3. Teste a palatabilidade para que os animais aceitem.
  4. Equilibre com fontes de energia e proteína para boa conversão.
  5. Faça ensaios em pequena escala antes de mudanças amplas.
  6. Monitore ganho de peso e consumo para ajustar.

Com essa abordagem, o produtor atinge melhores resultados com custo controlado, elevando a competitividade.

Diversificação de destinos amplia a pauta exportadora

Diversificar destinos amplia a pauta exportadora porque cada mercado tem demandas próprias. Isso reduz a dependência de um único comprador e suaviza oscilações de preço. Para o planejamento, vale mapear mercados emergentes, adaptar embalagens e cumprir requisitos sanitários.

Mercados com potencial

Mercados diferentes podem demandar variações na embalagem, no tamanho do lote e na certificação de origem. Ao entender esses requisitos, você evita rejeições na exportação e ganha velocidade de embarque. A diversificação também abre janelas de demanda em períodos diferentes do ano.

Boas práticas para diversificar

  1. Mapeie demanda, sazonalidade e janelas de embarque para cada destino.
  2. Verifique barreiras sanitárias, certificações e requisitos de rotulagem.
  3. Adapte embalagens e tamanhos de lote para cada comprador.
  4. Estabeleça parcerias locais ou representantes comerciais confiáveis.
  5. Planeje logística e contratos para reduzir riscos de preço e atraso.
  6. Monitore dados de mercado e ajuste produção conforme necessidade.

Com essa estratégia, você amplia a previsibilidade de embarques, reduz riscos e fortalece a posição do Brasil no comércio internacional.

Além disso, confira abaixo esses posts:

Preço do Milho Atualizado

Saiba Mais Sobre Dr. João Maria
Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite.
Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.

joão silva

Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite. Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.