Pecuária • 14 de fevereiro de 2024 • 9 min de leitura

Por que egito aumenta importação de carne brasileira.

Por que egito aumenta importação de carne brasileira. Dados, volumes e o impacto no comércio do agro.

Pouco antes da chegada de Lula, Egito fecha acordo para aumentar importação de carne brasileira | Economia
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Brasil firma acordo com o Egito para facilitar exportação de carnes

O Brasil conseguiu firmar um acordo que vai facilitar as vendas de carnes bovina, suína e de aves para o Egito. Segundo o Ministério da Agricultura, as autoridades egípcias concederam ao governo brasileiro, na última terça-feira, o Protocolo de Equivalência dos Sistemas de Inspeção de Carnes. Esse protocolo, também conhecido como “pre-listing”, é uma pré-listagem para a habilitação de frigoríficos exportadores desses produtos ao país.

Alta demanda e burocracias

Antes desse acordo, a renovação da habilitação de estabelecimentos brasileiros para exportação para o Egito, assim como a aprovação de novas unidades de processamento, exigia auditorias presenciais por parte das autoridades egípcias. O procedimento não apenas implicava em altos custos para os exportadores brasileiros, mas também sobrecarregava os fiscais do Ministério da Agricultura e limitava o número de estabelecimentos autorizados a exportar para o Egito. Desde 2019, cerca de 30 estabelecimentos brasileiros estavam na "fila de espera" para obter autorização.

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Estreitando relações comerciais

O "pre-listing" reflete o alto grau de confiança no controle sanitário brasileiro, especialmente no Serviço de Inspeção Federal (SIF), cuja excelência é reconhecida por mais de 150 países importadores. Isso possibilita uma maior abertura para o comércio de carnes entre Brasil e Egito, fortalecendo as relações comerciais entre os dois países e permitindo a expansão das exportações brasileiras para a região.

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Subtítulo 1

Esse protocolo também é conhecido como “pre-listing”, ou uma pré-listagem para a habilitação de frigoríficos exportadores desses produtos ao país.

Subtítulo 2

Antes desse acordo, a renovação da habilitação de estabelecimentos brasileiros para exportação para aquele país, assim como a aprovação de novas unidades de processamento, exigia auditorias presenciais por parte das autoridades egípcias.

Subtítulo 3

O procedimento não apenas implicava em altos custos para os exportadores brasileiros, mas também sobrecarregava os fiscais do Ministério da Agricultura e limitava o número de estabelecimentos autorizados a exportar para o Egito. Desde 2019, cerca de 30 estabelecimentos brasileiros estavam na "fila de espera" para obter autorização.

Subtítulo 4

— O "pre-listing" reflete o alto grau de confiança no controle sanitário brasileiro, especialmente no Serviço de Inspeção Federal (SIF), cuja excelência é reconhecida por mais de 150 países importadores — disse Roberto Perosa, secretário de Comércio e Relações Internacionais da pasta, ressaltando que o Egito é um dos seis maiores importadores mundiais de carne bovina do Brasil e líder na importação de carne de aves brasileiras.

Subtítulo 5

Em 2023, o Brasil exportou para o Egito mais de US$ 1,7 bilhão em produtos, dos quais US$ 384 milhões, correspondentes a 22%, foram em carnes, totalizando mais de 130 mil toneladas exportadas. O país é um dos principais mercados para alimentos brasileiros na região.
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Como o Brasil facilitou as exportações de carnes para o Egito

O acordo firmado entre o Brasil e o Egito traz grandes benefícios para os exportadores brasileiros, facilitando as vendas de carnes bovina, suína e de aves para o país egípcio. Essa pré-listagem para a habilitação de frigoríficos exportadores é resultado do alto grau de confiança no controle sanitário brasileiro, refletindo a excelência do Serviço de Inspeção Federal (SIF), reconhecida por mais de 150 países importadores.

Impacto nas exportações brasileiras

A obtenção desse Protocolo de Equivalência dos Sistemas de Inspeção de Carnes representa um avanço significativo para o Brasil, visto que o Egito é um dos seis maiores importadores mundiais de carne bovina do país e lidera a importação de carne de aves brasileiras. O acordo tem potencial para impulsionar as exportações e fortalecer a inserção do Brasil no mercado global de alimentos.

Novas oportunidades e benefícios para o setor

Com essa conquista, o Brasil poderá expandir sua atuação no mercado egípcio e fortalecer as relações comerciais. Além disso, a facilitação das exportações de carnes para o Egito representará um grande incentivo para os produtores e empresários do setor, contribuindo para o crescimento econômico e a geração de empregos no país.

Perspectivas para o futuro

O acordo entre o Brasil e o Egito marca um importante avanço nas relações comerciais bilaterais e representa uma oportunidade para potencializar as exportações brasileiras de carnes. Com uma parceria sólida e o reconhecimento da qualidade sanitária dos produtos brasileiros, novas oportunidades e benefícios estão no horizonte, impulsionando o desenvolvimento e a expansão do mercado internacional de alimentos.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

Brasil firma acordo com o Egito para facilitar exportação de carnes

O Brasil conseguiu firmar um acordo que vai facilitar as vendas de carnes bovina, suína e de aves para o Egito. Segundo o Ministério da Agricultura, as autoridades egípcias concederam ao governo brasileiro, na última terça-feira — véspera da viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Cairo — o Protocolo de Equivalência dos Sistemas de Inspeção de Carnes.

Esse protocolo também é conhecido como “pre-listing”, ou uma pré-listagem para a habilitação de frigoríficos exportadores desses produtos ao país.

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FAQs sobre o acordo de exportação de carnes Brasil-Egito

1. Qual é o objetivo do Protocolo de Equivalência dos Sistemas de Inspeção de Carnes?

O protocolo tem o objetivo de facilitar a exportação de carnes bovina, suína e de aves do Brasil para o Egito, estabelecendo critérios para a habilitação de frigoríficos exportadores desses produtos ao país.

2. Por que esse acordo é importante para o Brasil?

Antes desse acordo, a renovação da habilitação de estabelecimentos brasileiros e a aprovação de novas unidades de processamento exigiam auditorias presenciais por parte das autoridades egípcias, o que gerava altos custos para os exportadores brasileiros e sobrecarregava os fiscais do Ministério da Agricultura. Esse acordo simplifica o processo e aumenta a confiança no controle sanitário brasileiro.

3. Quantos estabelecimentos brasileiros estavam na "fila de espera" para obter autorização de exportação para o Egito?

Desde 2019, cerca de 30 estabelecimentos brasileiros estavam aguardando autorização para exportar para o Egito. O acordo de pré-listagem vai agilizar esse processo e possibilitar que mais estabelecimentos sejam autorizados a exportar para o país.

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4. Qual é a importância do Egito como mercado para as carnes brasileiras?

O Egito é um dos seis maiores importadores mundiais de carne bovina do Brasil e o principal importador de carne de aves brasileiras. Em 2023, o Brasil exportou mais de US$ 1,7 bilhão em produtos para o Egito, dos quais US$ 384 milhões foram em carnes.

5. Como o acordo impactará as exportações brasileiras de carnes para o Egito?

O acordo vai facilitar e agilizar as exportações de carnes bovina, suína e de aves do Brasil para o Egito, aumentando a competitividade do setor e fortalecendo a presença brasileira no mercado egípcio.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

O Brasil conseguiu firmar um acordo que vai facilitar as vendas de carnes bovina, suína e de aves para o Egito. Segundo o Ministério da Agricultura, as autoridades egípcias concederam ao governo brasileiro, na última terça-feira — véspera da viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Cairo — o Protocolo de Equivalência dos Sistemas de Inspeção de Carnes.

Esse protocolo também é conhecido como “pre-listing”, ou uma pré-listagem para a habilitação de frigoríficos exportadores desses produtos ao país.

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Antes desse acordo, a renovação da habilitação de estabelecimentos brasileiros para exportação para aquele país, assim como a aprovação de novas unidades de processamento, exigia auditorias presenciais por parte das autoridades egípcias.

O procedimento não apenas implicava em altos custos para os exportadores brasileiros, mas também sobrecarregava os fiscais do Ministério da Agricultura e limitava o número de estabelecimentos autorizados a exportar para o Egito. Desde 2019, cerca de 30 estabelecimentos brasileiros estavam na "fila de espera" para obter autorização.

— O "pre-listing" reflete o alto grau de confiança no controle sanitário brasileiro, especialmente no Serviço de Inspeção Federal (SIF), cuja excelência é reconhecida por mais de 150 países importadores — disse Roberto Perosa, secretário de Comércio e Relações Internacionais da pasta, ressaltando que o Egito é um dos seis maiores importadores mundiais de carne bovina do Brasil e líder na importação de carne de aves brasileiras.

Em 2023, o Brasil exportou para o Egito mais de US$ 1,7 bilhão em produtos, dos quais US$ 384 milhões, correspondentes a 22%, foram em carnes, totalizando mais de 130 mil toneladas exportadas. O país é um dos principais mercados para alimentos brasileiros na região.

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❓ Perguntas Frequentes (5 FAQs Técnicos de Campo)

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