Soja: Mercado Brasileiro em Destaque

A análise do mercado brasileiro de soja está em alta, mas os produtores buscam por melhores cotações. A Safras Consultoria destaca que mesmo com a recente valorização da soja, ainda há demanda por preços mais atrativos. O cenário de alta em Chicago e no dólar trouxe suporte para os preços da soja, impulsionando as negociações.

Preços da Soja no Brasil e Bolsa de Chicago

As cotações da soja apresentaram movimentos positivos em diversas regiões. Em Passo Fundo (RS), observou-se um aumento de R$ 0,50, enquanto na Região das Missões e no Porto de Rio Grande houve crescimento nos valores. Em relação à Bolsa de Chicago, os contratos futuros de soja fecharam a sexta-feira com preços mais altos, impulsionados pelo bom desempenho de mercados como trigo e milho, além das preocupações com a produção gaúcha.

Relatório do USDA e Expectativas para a Soja

O relatório de maio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe dados baixistas para a safra de soja, porém, com pouco impacto nos preços. Os números apontam uma safra norte americana de 4,450 bilhões de bushels em 2024/25, superando as expectativas do mercado. As projeções para a produção mundial de soja também foram divulgadas, trazendo insights sobre a oferta e demanda do mercado. Para o Brasil, as estimativas apontam para uma redução na produção e novas perspectivas para a safra vindoura.

A volatilidade cambial também é um fator a ser considerado, com o dólar encerrando a sessão em alta e influenciando as negociações no mercado de soja.

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Preços da soja no Brasil

Os preços da soja no Brasil apresentaram movimentos variados em diferentes regiões do país. Em Passo Fundo (RS), houve um aumento de R$ 125 para R$ 125,50, enquanto na Região das Missões o valor subiu de R$ 124 para R$ 124,50. No Porto de Rio Grande, a cotação cresceu de R$ 135 para R$ 135,50 e em Cascavel (PR) foi de R$ 127 para R$ 128. Já no Porto de Paranaguá (PR), os preços passaram de R$ 134 para R$ 136. Em Rondonópolis (MT), a soja valorizou de R$ 118 para R$ 119 e em Dourados (MS) subiu de R$ 119 para R$ 119,50. Rio Verde (GO) teve um aumento de R$ 117 para R$ 119.

Bolsa de Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja tiveram uma alta de preços. O desempenho de outros mercados, como trigo e milho, juntamente com as preocupações em relação à produção gaúcha, foram os principais fatores que impulsionaram os ganhos. Os contratos de soja em grão para julho fecharam a US$ 12,19 por bushel, com uma alta de 10,50 centavos de dólar, ou 0,86%, enquanto a posição agosto teve cotação de US$ 12,20 1/2 por bushel, um ganho de 10,25 centavos ou 0,84%. Nos subprodutos, o farelo teve uma baixa de 0,26% e o óleo fechou com uma alta de 4,22%.

Relatório do USDA para a soja

O relatório de maio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe informações sobre a safra de soja para 2024/25. Os dados indicam que a produção norte-americana deverá atingir 4,450 bilhões de bushels, com uma estimativa de estoques finais de 445 milhões de bushels. No cenário mundial, a safra de soja em 2024/25 é projetada em 422,26 milhões de toneladas, com estoques finais estimados em 128,5 milhões de toneladas. As exportações e esmagamento também foram abordados no relatório.

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Expectativa para o Brasil

Para a produção brasileira de soja, o USDA reduziu a estimativa para 154 milhões de toneladas, com uma previsão inicial para 2024/25 de 169 milhões de toneladas. As expectativas para a Argentina e as importações chinesas também foram mencionadas no relatório, indicando tendências para as próximas safras.

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Conclusão: Mercado da Soja em Ascensão

O mercado brasileiro da soja apresentou sinais positivos, com pequenos incrementos nos preços em várias regiões do país. A influência do dólar e do mercado de Chicago contribuíram para esse cenário, indicando uma tendência de valorização da commodity.

Apesar do relatório do USDA apontar uma estimativa de safra robusta nos Estados Unidos, os produtores brasileiros mantêm suas expectativas, buscando melhores cotações para a soja. A projeção otimista para a produção nacional, aliada às perspectivas de aumento das importações chinesas, reforça a confiança no mercado.

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Com a valorização do dólar, as negociações internacionais se tornam mais atrativas para os produtores brasileiros, que esperam impulsionar as exportações. O câmbio favorável e as perspectivas de demanda aquecida são fatores que alimentam o otimismo no setor da soja, sugerindo um cenário promissor para os próximos meses.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

Preços da soja no Brasil

Quais foram os principais aumentos nos preços da soja no Brasil?

Passo Fundo (RS) subiu de R$ 125 para R$ 125,50. Região das Missões aumentou de R$ 124 para R$ 124,50. Porto de Rio Grande cresceu de R$ 135 para R$ 135,50. Cascavel (PR) foi de R$ 127 para R$ 128. Porto de Paranaguá (PR) passou de R$ 134 para R$ 136. Rondonópolis (MT) valorizou de R$ 118 para R$ 119. Dourados (MS) subiu de R$ 119 para R$ 119,50. Rio Verde (GO) foi de R$ 117 para R$ 119.

Bolsa de Chicago

Como fecharam os contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago?

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mais altos. Os contratos da soja em grão com entrega em julho tiveram alta de 10,50 centavos de dólar, ou 0,86%, a US$ 12,19 por bushel.

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Relatório do USDA para a soja

O que o relatório do USDA indicou sobre a safra norte-americana de soja?

O relatório indicou que a safra norte-americana de soja deverá ficar em 4,450 bilhões de bushels em 2024/25, com produtividade de 52 bushels por acre. Os estoques finais foram projetados em 445 milhões de bushels.

Expectativa para o Brasil

Como ficou a estimativa de produção de soja para o Brasil?

O USDA reduziu a estimativa de produção brasileira para 154 milhões de toneladas, e a primeira estimativa para 2024/25 é de 169 milhões de toneladas.

Câmbio

Como o dólar comercial encerrou a sessão em relação ao real?

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,28%, sendo negociado a R$ 5,1578 para venda e a R$ 5,1558 para compra, com uma valorização de 1,74% na semana.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

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Verifique a Fonte Aqui

O mercado brasileiro de soja teve um melhor movimento nesta sexta-feira (10), mas não foram reportados grandes lotes comercializados.

Segundo a Safras Consultoria, no geral, os produtores querem cotações melhores, já que viram a soja subir bem recentemente. Chicago e o dólar trabalharam em alta na sessão, o que trouxe suporte nos preços.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 125 para R$ 125,50
  • Região das Missões: aumentou de R$ 124 para R$ 124,50
  • Porto de Rio Grande: cresceu de R$ 135 para R$ 135,50
  • Cascavel (PR): foi de R$ 127 para R$ 128
  • Porto de Paranaguá (PR): passou de R$ 134 para R$ 136
  • Rondonópolis (MT): valorizou de R$ 118 para R$ 119
  • Dourados (MS): subiu de R$ 119 para R$ 119,50
  • Rio Verde (GO): foi de R$ 117 para R$ 119

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mais altos.

O bom desempenho de outros mercados, principalmente trigo e milho, e as preocupações com a produção gaúcha determinaram os ganhos.

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 10,50 centavos de dólar, ou 0,86%, a US$ 12,19 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 12,20 1/2 por bushel, com ganho de 10,25 centavos ou 0,84%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 1,00 ou 0,26% a US$ 371,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 44,44 centavos de dólar, com alta de 1,80 centavo ou 4,22%.

Relatório do USDA para a soja

O relatório de maio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgado nesta sexta-feira foi considerado baixista, mas com pouco impacto sobre os preços.

O relatório indicou que a safra norte americana de soja deverá ficar em 4,450 bilhões de bushels em 2024/25, o equivalente a 121,1 milhões de toneladas. A produtividade foi indicada em 52 bushels por acre. O número superou a expectativa do mercado de 4,43 bilhões ou 120,6 milhões de toneladas.

Os estoques finais estão projetados em 445 milhões de bushels ou 12,11 milhões de toneladas. O mercado apostava em carryover de 432 milhões de bushels ou 11,76 milhões de toneladas.

O USDA está estimando exportações de 1,825 bilhão de bushels e esmagamento de 2,425 bilhões de bushels. Estes foram os primeiros números para a atual temporada.

Para 2023/24, o Departamento indicou estoques de passagem de 340 milhões de bushels, repetindo o relatório anterior e dentro da expectativa do mercado, de 341 milhões de bushels.

O Departamento projetou safra mundial de soja em 2024/25 de 422,26 milhões de toneladas. Para 2023/24, a previsão é de 396,95 milhões de toneladas. Os estoques finais para 2024/25 estão estimados em 128,5 milhões de toneladas, acima da previsão do mercado de 120 milhões de toneladas e da estimativa para 2023/24, de 111,78 milhões – mercado esperava número de 112,4 milhões.

Expectativa para o Brasil

plantio soja - Mapaplantio soja - Mapa
Foto: Mapa/divulgação

Para a produção brasileira, o USDA reduziu a estimativa de produção de 154 milhões de toneladas, contra 155 milhões do relatório anterior e 152,6 milhões da previsão do mercado. A
primeira estimativa para 2024/25 é de 169 milhões de toneladas.

Para a Argentina, a previsão para 2023/24 foi mantida em 50 milhões de toneladas, contra expectativa de 49,5 milhões do mercado. Para 2024/25, a estimativa inicial é de 51 milhões de
toneladas.

As importações chinesas em 2023/24 foram mantidas em 105 milhões de toneladas. Para a próxima temporada, a previsão é de um número subindo para 109 milhões de toneladas.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,28%, sendo negociado a R$ 5,1578 para venda e a R$ 5,1558 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1178 e a máxima de R$ 5,1608. Na semana, a moeda teve valorização de 1,74%.

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