A importância do monitoramento da cigarrinha-do-milho em SC

A cigarrinha-do-milho é um inseto transmissor de doenças capazes de comprometer a produção do grão, como o fitoplasma, espiroplasma e vírus-da-risca. O aumento da infectividade dessa praga é um desafio enfrentado pelos produtores de milho em Santa Catarina, especialmente durante a safrinha. A pesquisadora Maria Cristina Canale, da Epagri/Cepaf, alerta para a necessidade de medidas preventivas para evitar perdas na colheita e garantir a produtividade das lavouras.

Os riscos da negligência no combate à cigarrinha-do-milho

Com a colheitadeira mal regulada, podem ocorrer perdas de grãos durante a colheita, favorecendo o surgimento de plantas voluntárias que servem de abrigo para a cigarrinha e potencializam o ataque de patógenos. O monitoramento constante da população desse inseto é fundamental para prevenir a disseminação de doenças e garantir a saúde das plantações de milho.

A atuação do Programa Monitora Milho SC

O Programa Monitora Milho SC foi criado com o intuito de acompanhar as populações e infectividade da cigarrinha-do-milho no Estado. Em parceria com diversas entidades ligadas ao setor agrícola, esse programa tem sido fundamental na implementação de estratégias de controle e na conscientização dos produtores sobre a importância do monitoramento adequado dessa praga.

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Desenvolvimento

A cigarrinha-do-milho é uma praga que pode causar sérios danos às lavouras, transmitindo doenças como o fitoplasma, o espiroplasma e o vírus-da-risca. Essas doenças podem comprometer significativamente a produção do grão, resultando em perdas econômicas para os produtores. Por isso, é fundamental estar atento à infectividade desses insetos e tomar medidas preventivas para proteger as plantações.

Regulagem adequada do maquinário de colheita

Uma das medidas recomendadas para evitar perdas causadas pela cigarrinha-do-milho é a regulagem adequada do maquinário de colheita. Com a lavoura na fase reprodutiva, é importante garantir que a colheitadeira esteja ajustada corretamente para evitar a perda de grãos durante a colheita. Grãos perdidos podem gerar plantas voluntárias que servirão de abrigo para a cigarrinha e contribuir para a disseminação dos patógenos que afetam a safra seguinte.

Programa Monitora Milho SC

O Programa Monitora Milho SC foi criado com o intuito de monitorar as populações e a infectividade da cigarrinha-do-milho em Santa Catarina. Com a colaboração de diversas instituições e entidades do setor agrícola, o programa visa acompanhar de perto a presença desse inseto e as doenças por ele transmitidas, a fim de subsidiar ações de manejo e controle mais eficientes. A disponibilização do aplicativo Monitora Milho SC facilita o acesso dos produtores às informações e orientações necessárias para lidar com essa praga de forma adequada.

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Programa Monitora Milho SC

O Programa Monitora Milho SC é uma iniciativa importante para acompanhar as populações e a infectividade da cigarrinha-do-milho em Santa Catarina. Com a participação de diversas instituições, como Epagri, Udesc, Cidasc, Ocesc, Fetaesc, Faesc, CropLife Brasil e Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária, o comitê tem como objetivo monitorar a presença do inseto e a disseminação de doenças transmitidas por ele. O aplicativo Monitora Milho SC, desenvolvido pela Epagri, facilita o acompanhamento e a coleta de dados, contribuindo para a tomada de decisões e para a proteção das lavouras de milho na região.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

Cigarrinha do Milho: Como Evitar Perdas na Colheita

O último boletim do Programa Monitora Milho SC, divulgado em 5 de abril, trouxe um alerta sobre a presença de cigarrinhas-do-milho infectadas com diferentes doenças que podem comprometer a produção do grão. Essas doenças são transmitidas por esse inseto e podem representar um risco para os agricultores. Saiba mais sobre como evitar perdas na colheita e proteger a sua safra.

Como está a infectividade da cigarrinha do milho?

De acordo com a pesquisadora da Epagri/Cepaf, Maria Cristina Canale, a infectividade da cigarrinha do milho está alta neste período da safrinha. Isso aumenta o risco de transmissão de doenças para a próxima safra, caso as medidas adequadas não sejam tomadas.

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Quais são as recomendações para evitar perdas na colheita?

A recomendação principal é a regulagem adequada do maquinário de colheita, para evitar perdas de grãos durante o processo. Com a máquina mal ajustada, podem ocorrer perdas que servirão de abrigo para a cigarrinha e os patógenos, comprometendo a próxima safra.

O que é o Programa Monitora Milho SC?

O Programa Monitora Milho SC foi criado por um comitê formado por diversas entidades do setor agrícola, com o objetivo de monitorar as populações e a infectividade da cigarrinha-do-milho no Estado de Santa Catarina. Esse programa visa auxiliar os agricultores no controle desse inseto e na preservação das lavouras.

Como posso acessar o aplicativo Monitora Milho SC?

O aplicativo Monitora Milho SC, desenvolvido pela Epagri, pode ser baixado gratuitamente em celulares Android. Basta realizar um cadastro simples com seu e-mail e criar uma senha para utilizar a ferramenta. Em caso de dúvidas, é possível entrar em contato com a Epagri do seu município ou o Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar (Epagri/Cepaf).

Quais são as medidas de proteção recomendadas contra a cigarrinha do milho?

Além da regulagem adequada do maquinário de colheita, é importante realizar um monitoramento constante das lavouras e estar atento aos sintomas de infestação pela cigarrinha. O uso de inseticidas específicos e a adoção de práticas de manejo integrado de pragas também são fundamentais para proteger as plantações de milho.

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Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

O último boletim do Programa Monitora Milho SC, divulgado em 5 de abril, registrou cigarrinhas-do-milho infectadas com o fitoplasma, o espiroplasma e o vírus-da-risca, doenças transmitidas por esse inseto e que são capazes de comprometer a produção do grão. Segundo a pesquisadora da Epagri/Cepaf, Maria Cristina Canale, responsável pelas análises da infectividade dos insetos capturados, o aumento da infectividade é esperado nesta época da safrinha e já foi observado nos monitoramentos realizados em anos anteriores.

A recomendação segue a mesma do último boletim, que é a regulagem adequada do maquinário de colheita, para evitar perdas. Cristina lembra que as lavouras de milho segunda safra estão na fase reprodutiva e, como a infectividade da cigarrinha está alta, o risco do patógeno ser viabilizado para a safra seguinte também é alto. “Com a colheitadeira mal regulada, grãos podem ser perdidos durante a colheita, gerando plantas que nascem espontaneamente, conhecidas como voluntárias, guaxos ou tiguera, que servirão de abrigo para a cigarrinha e como reservatório para os patógenos atacarem a próxima safra”, explica a pesquisadora.

Programa Monitora Milho SC

O Comitê de Ação Contra a Cigarrinha-do-milho e Complexo de Enfezamentos foi criado no início de 2021 reunindo Epagri, Udesc, Cidasc, Ocesc, Fetaesc, Faesc, CropLife Brasil e Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária. Esse comitê implantou o Programa Monitora Milho SC, com o objetivo de acompanhar as populações e a infectividade da cigarrinha-do-milho no Estado, por meio de pontos de monitoramento instalados em lavouras catarinenses.

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O aplicativo Monitora Milho SC, da Epagri, está disponível para download gratuito para celulares Android. Para usar, basta preencher um cadastro simples, com e-mail, e criar uma senha. Em caso de dúvidas, procure a Epagri do seu município ou o Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar (Epagri/Cepaf).

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