Importância do Manejo Integrado de Pragas (MIP) em Pastagens
Desafios na Produção de Carne e Leite no Brasil
No Brasil, as pastagens ocupam cerca de 160 milhões de hectares, desempenhando um papel fundamental na competitividade do país na produção de carne e leite. No entanto, a maioria dos sistemas de produção que dependem dessas pastagens são extensivos, levando a negligência em questões essenciais, como manejo e nutrição. Para garantir a sustentabilidade produtiva e a conservação ambiental, é crucial abordar pontos fundamentais do Manejo Integrado de Pragas (MIP).
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!Doenças e Pragas que Afetam as Pastagens
O artigo abordará as principais doenças que impactam a produção de sementes de Urochloa, como a mela-das-sementes, o carvão e a ferrugem da braquiária, assim como a mortalidade do capim-marandu (MCM). Além disso, também serão discutidas as pragas mais comuns, como a cigarrinha-das-pastagens, o cupim de montículo e as lagartas, que demandam estratégias eficientes de controle e manejo.
Implementando o Manejo Integrado de Pragas (MIP)
Para garantir a longevidade das pastagens e a produtividade sustentável, serão explorados métodos como a diversificação de cultivares, manejo cultural, controle biológico e químico, enfatizando a importância de uma abordagem integrada para lidar com pragas e doenças. Sendo assim, é crucial entender que as pastagens devem ser tratadas como lavouras, com toda a atenção e cuidado necessários para garantir a saúde e produtividade do gado brasileiro.
Conclusão
Ao final deste artigo, fica claro que, para garantir a competitividade da produção de carne e leite no Brasil, o manejo integrado de pragas em pastagens é uma peça-chave. Conhecendo as principais doenças e pragas que afetam as pastagens, assim como as estratégias de MIP, os produtores rurais estarão mais bem preparados para promover a saúde e o vigor das pastagens, garantindo assim uma produção sustentável e de alta qualidade.
Gostou das nossas dicas? Possui alguma outra que gostaria de compartilhar com a gente?
Sumário
Identificação das Principais Doenças das Pastagens
- Mela-das-sementes
- Carvão da braquiária
- Ferrugem da braquiária
- Mortalidade do capim-marandu (MCM)
Identificação das Principais Pragas das Pastagens
- Cigarrinha-das-pastagens
- Cupim de montículo
- Lagartas
Manejo Integrado de Pragas (MIP)
- Diversificação de cultivares
- Manejo cultural
- Controle biológico
- Controle químico
Considerações Finais
Hoje no Brasil existem em torno de 160 milhões de hectares de pastagens, que garantem a competitividade do brasil na produção de carne e leite. Porém, na grande maioria dos casos os sistemas de produção que utilizam dessas pastagens são extensivos e pontos importantes como manejo e nutrição de pastagens acabam sendo negligenciados.
Para que haja sustentabilidade produtiva, pensando em maior produtividade do pasto e sustentabilidade ambiental em relação a conservação de solos, onde existe o estabelecimento de pastagens, serão abordados pontos que fazem parte do Manejo Integrado de Pragas (MIP), que é um grande aliado na longevidade do sistema.
Principais doenças das pastagens
Mela-das-sementes
A mela-das-sementes é uma doença que tem alto impacto na produção de sementes de Urochloa, sobretudo as U. brizantha cv. Xaraés e Marandu. Contudo, a doença pode incidir em cultivares de P. maximum
A mela é causada pelo fungo Claviceps sulcata, o qual infecta o hospedeiro logo após a abertura das flores.
Inicialmente, as flores infectadas apresentam, exsudação de líquido com aspecto pegajoso, o que constitui o principal sintoma do patógeno e foi a inspiração para o nome. A doença se manifesta durante o estádio de florescimento e maturação das sementes, sobretudo em ambientes com alta umidade e baixas temperaturas.
Para o controle da doença, além de usar sementes de procedência sanitária certificada e o plantio ser feito em áreas livres da doença, alguns produtos químicos (fungicidas) registrados para esse patógeno são extremamente importantes em um controle eficiente.
Mela-das-sementes: mela em U.brizantha cv. Xaraés (A); escleródios nas sementes (B); mela e crescimento de saprófitos P. maximum cv. Tanzânia (C). Fonte: Embrapa
Carvão da braquiária
O carvão da braquiária causado pelo fungo Ustilago operta é observado nas sementes, as quais podem ser totalmente colonizadas pelo fungo. Os sintomas são caraterizados pela presença de massas pulverulentas negras, podendo romper ou não o tegumento das sementes.
Uma vez presente na área o carvão é de difícil erradicação, dada a ausência de métodos eficientes de controle e sua capacidade de sobrevivência.

Carvão em sementes de U. brizantha cv. BRS Piatã: Aspecto geral de sementes infectadas (esquerda) e sadias (direita) (A); Semente sadia (B); Semente infectada exibindo massa pulverulenta negra (C). Fonte: Embrapa
Ferrugem da braquiária
Nos últimos anos, tem-se observado aumento da intensidade da ferrugem em algumas cultivares de U. brizantha, causando redução na quantidade produzida e na qualidade da forragem.
Os sintomas se iniciam na parte abaxial das folhas como pequenos pontos cloróticos, posteriormente os sintomas podem ser observados na parte adaxial das folhas, ocorrendo coalescência das lesões, com produção abundante de massa de urediniósporos e teliósporos, e evoluindo para a seca prematura das folhas.
Pesquisas apontam que as melhores alternativas de controle são uso de cultivares resistentes e a aplicação de fungicidas registrados para a cultura.

Ferrugem da braquiária em folhas de U. brizantha: Pústulas nas faces adaxial (A) e abaxial (B); Seca prematura (C). Fonte: Embrapa
Mortalidade do capim-marandu (MCM)
Devido à grande popularidade do cultivar de U. brizantha, Marandu, conhecido popularmente como braquiarão, desde o seu lançamento em 1983 houve uma alta taxa de implantação desse capim em áreas de pastejo, o que levou a extensas áreas de monocultivo que por sua vez torna o sistema de produção vulnerável aos estresses bióticos e abióticos.
Na maioria das propriedades, os sintomas da MCM são distribuídos irregularmente nas pastagens, ou seja, em reboleiras. As plantas afetadas normalmente vão apresentar folhas amareladas e posteriormente morrem. Os sintomas se apresentam na maioria das vezes na época das águas e quase sempre em áreas com drenagem deficiente.

Sintomas da mortalidade de capim-marandu: Distribuição em reboleiras ao longo da pastagem (A); Detalhes de touceira afetada (B). Fonte: Embrapa
Principais pragas das pastagens
Cigarrinha-das-pastagens
A principal praga de pastagens é cigarrinha-das-pastagens (Deois flavopicta), essas cigarrinhas são insetos sugadores de seiva, cujos adultos vivem na parte aérea dos capins. É importante ressaltar que o ataque de cigarrinhas se intensifica geralmente no início do período chuvoso, momento onde ocorre a eclosão dos ovos que resistem a condições adversas sofridas no período seco, dando origem as ninfas, a fase jovem das cigarrinhas.
Essas ninfas eclodidas se alojam na base das gramíneas forrageiras, envoltas por uma espuma que elas mesmo produzem por meio da secreção das glândulas de Bateli, essa proteção protege essas ninfas de desidratação e do controle de inseticidas químicos, principalmente quando o capim está alto, mostrando a importância de um bom manejo cultural.
As cigarrinhas são responsáveis pela “queima” das pastagens. Elas introduzem toxinas, causando o amarelecimento das folhas e posterior senescência, a redução na produção gira em torno de 15%.

Ninfas de cigarrinha protegidas pela espuma. Fonte: Rehagro.

Cigarrinha adulto. Fonte: Bayer
Cupim de montículo
De modo geral, a ocorrência desses cupins é mais comum em pastagens degradadas, sendo a principal espécie (Cornitermes cumulans) conhecida como cupim de montículo, responsável por causar desuniformidade da lavoura além de atacar as raízes levando as plantas a morte.
O controle apesar de barato é bem trabalhoso, pois exige a destruição completa dos cupinzeiros e aplicação de inseticidas a base de fipronil.
Existe também a possibilidade de controle por meio de inseticidas em pastilhas, onde a pastilha é colocada dentro do cupinzeiro e o mesmo é lacrado. O gás advindo das pastilhas será disseminado internamente e após 10 dias deve ocorrer a destruição completa de todos os cupinzeiros.

Cupim de montículo. Fonte: Educapoint.
Lagartas
Em pastagens as lagartas são consideradas pragas ocasionais, ou seja, não ocorrem de forma recorrente, mas quando há presença de altos níveis de infestação reduzem de forma considerável a quantidade de forragem disponível.
O problema é que isso tem sido cada vez mais frequente, devido as cultivares de grandes culturas transgênicas com resistência à lagarta e proximidade dessas lavouras a áreas de pastagens. Por exemplo, a lagarta-do-cartucho (Spodoptera fugiperda) que no passado só atacava lavouras de grãos, hoje é uma das principais lagartas que atacam pastagens.
As lagartas têm 5 fases de desenvolvimento e de forma análoga as cigarrinhas, o seu controle deve ocorrer nas fases iniciais. Afinal, quanto maiores essas lagartas são, maior o potencial de consumir capim e maior o dano causado.

Lagarta-do-cartucho (Spodoptera fugiperda). Fonte: Embrapa
Manejo Integrado de Pragas (MIP)
O primeiro ponto para que o MIP seja implantado é o pecuarista enxergar o pasto como uma lavoura, porém, com a colheita sendo feita pelos animais. Após esse entendimento, se inicia o MIP, abaixo estão listados os principais pontos:
Diversificação de cultivares
Os capins mais utilizados para pastejo no Brasil são do gênero Urochloa (braquiária), e a variação dentre espécies e até outros gêneros vai depender do clima, região, nível tecnológico e sistemas de produção.
O fato é que diversificar os tipos de capim dentro da propriedade é de extrema importância para um bom manejo integrado de pragas, além de usar cultivares que sejam recomendadas para a realidade da propriedade e se possível alguma que apresentam resistência a cigarrinha-das-pastagens (Deois flavopicta).
Manejo cultural
Devemos compreender que existem fatores cruciais para sustentabilidade e longevidade da pastagem, e dentre esses fatores podemos citar:
- Pressão de pastejo;
- Taxa de lotação;
- Nutrição do pasto.
É necessário manejar os animais para que a disponibilidade de alimento e consumo esteja equilibrados, sem que tenha excesso de capim e nem que ocorra a retirada total pelos animais. Os sistemas de pastejo alternado ou até mesmo rotacionado, são estratégias que além de permitir uma maior taxa de lotação auxiliam no manejo de pragas e doenças.
Controle biológico
O princípio básico do controle biológico é controlar as pragas agrícolas a partir do uso de seus inimigos naturais, que podem ser outros insetos benéficos, predadores, parasitoides e microrganismos, como fungos, vírus e bactérias.
No caso das cigarrinhas, utiliza-se o fungo Metarhizium anisnh buvcopliae, que ao ser aplicado na pastagem coloniza preferencialmente a ninfa, matando a cigarrinha evitando que a mesma chegue até a forma adulta e cause danos.
No caso das lagartas, o controle é feito por meio da utilização de produtos à base da bactéria Bacillus thurigienses (BT) que atua no início da infestação quando as lagartas ainda estão pequenas.
Controle químico
O controle químico se faz necessário para apoiar os pontos anteriores, porém, o uso deve ser recomendado por um profissional com experiência na área e os produtos usados devem ser devidamente registrados no sistema Agrofit do (MAPA) Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Considerações finais
Desse modo, vimos que culturas de pastejo são fonte de forragem para a grande parte do rebanho brasileiro, sendo assim, é necessário que as pastagens sejam manejadas como lavouras.
Começando pelo cultivo de espécies recomendadas para a região, correto manejo de adubação e tratos culturais, além de monitorar visando evitar perdas por pragas e doenças.
Isso permite que essas áreas de pastagem sejam usadas de forma eficiente do ponto de vista agronômico e zootécnico, promovendo a produtividade de forma sustentável e eficiente dos animais.
Aprenda mais com os melhores consultores do mercado
Já pensou em aprender mais sobre nutrição, reprodução, sanidade, criação de bezerras, controle da mastite e qualidade do leite e muito mais com os melhores consultores do mercado?
Isso é possível!
Venha conhecer o Curso Gestão na Pecuária Leiteira.
As aulas são 100% online e você pode participar de qualquer lugar do Brasil. Com encontros online ao vivo, você fica frente a frente com os professores para tirar suas dúvidas. Além disso, há suporte dedicado a você ao longo de todo o curso.
O conteúdo é prático e aplicável à sua realidade, com foco na melhoria dos seus resultados.
Ficou interessado?
Clique no link abaixo e conheça!


Manejo Integrado de Pragas (MIP)
No Brasil, as pastagens ocupam cerca de 160 milhões de hectares, sendo fundamentais para a produção de carne e leite. No entanto, a maioria dos sistemas de produção que se baseiam nessas pastagens são extensivos, o que leva à negligência de aspectos importantes como manejo e nutrição das pastagens. Para garantir a sustentabilidade produtiva e a maximização da produtividade do pasto, assim como a sustentabilidade ambiental em relação à conservação do solo, é essencial abordar questões que fazem parte do Manejo Integrado de Pragas (MIP). Este é um aliado crucial na longevidade do sistema de produção.
Principais doenças das pastagens
Mela-das-sementes
A mela-das-sementes é uma doença que tem um grande impacto na produção de sementes de Urochloa, principalmente nas cultivares U. brizantha cv. Xaraés e Marandu. Além disso, também pode afetar outras cultivares de P. maximum. A doença é causada pelo fungo Claviceps sulcata, que infecta o hospedeiro logo após a abertura das flores. Os principais sintomas da mela incluem a exsudação de líquido pegajoso nas flores infectadas. Ela se manifesta durante o estágio de florescimento e maturação das sementes, principalmente em ambientes com alta umidade e baixas temperaturas. O controle da doença envolve o uso de sementes de procedência sanitária certificada e o plantio em áreas livres da doença, além da aplicação de fungicidas registrados para esse patógeno.
Carvão da braquiária
O carvão da braquiária, causado pelo fungo Ustilago operta, é observado nas sementes, que podem ser totalmente colonizadas pelo fungo. Os sintomas incluem a presença de massas pulverulentas negras, podendo ou não romper o tegumento das sementes. A erradicação do carvão é difícil, devido à ausência de métodos eficientes de controle e à capacidade de sobrevivência do fungo. O controle envolve a aplicação de inseticidas à base de fipronil, além da destruição completa dos cupinzeiros.
Ferrugem da braquiária
Nos últimos anos, observou-se um aumento na intensidade da ferrugem em algumas cultivares de U. brizantha, causando redução na quantidade e qualidade da forragem. Os sintomas iniciam-se nas faces abaxial das folhas como pequenos pontos cloróticos, evoluindo para a produção abundante de massa de urediniósporos e teliósporos, culminando na seca prematura das folhas. O controle eficiente envolve o uso de cultivares resistentes e a aplicação de fungicidas registrados para a cultura.
Mortalidade do capim-marandu (MCM)
O cultivo extensivo do capim Marandu levou à alta taxa de implantação desse capim em áreas de pastejo, tornando o sistema de produção vulnerável aos estresses bióticos e abióticos. Os sintomas da mortalidade do capim-marandu se manifestam de forma irregular nas pastagens, apresentando reboleiras de plantas afetadas com folhas amareladas que posteriormente morrem. O controle eficiente desses sintomas ainda é um desafio.
Principais pragas das pastagens
Cigarrinha-das-pastagens
As cigarrinha-das-pastagens são consideradas as principais pragas de pastagens. São insetos sugadores de seiva, cujos adultos vivem na parte aérea dos capins. O ataque das cigarrinhas se intensifica no início do período chuvoso, momento em que ocorre a eclosão dos ovos dando origem às ninfas, fase jovem das cigarrinhas. O controle eficiente envolve o uso de inseticidas aplicados na base das gramíneas forrageiras.
Cupim de montículo
A ocorrência desse tipo de cupim é mais comum em pastagens degradadas, causando desuniformidade da lavoura e atacando as raízes, levando as plantas à morte. O controle envolve a destruição completa dos cupinzeiros e a aplicação de inseticidas à base de fipronil.
Lagartas
As lagartas são consideradas pragas ocasionais em pastagens, mas quando há presença de altos níveis de infestação, reduzem de forma considerável a quantidade de forragem disponível. O controle das lagartas é realizado por meio da aplicação de produtos à base da bactéria Bacillus thuringiensis (BT), especialmente nas fases iniciais das lagartas.
Manejo Integrado de Pragas (MIP)
A implantação do MIP exige que os pecuaristas enxerguem o pasto como uma lavoura, com a colheita sendo feita pelos animais. O MIP envolve a diversificação de cultivares, o manejo cultural, o controle biológico e o controle químico. A diversificação de cultivares é importante para um bom manejo integrado de pragas, assim como o manejo da pressão de pastejo, taxa de lotação e nutrição do pasto. O controle biológico utiliza inimigos naturais das pragas, como fungos e bactérias, enquanto o controle químico deve ser feito com produtos aprovados pelo MAPA.
Considerações finais
As pastagens são fundamentais para a produção pecuária no Brasil, e é essencial que sejam manejadas de forma eficiente. O Manejo Integrado de Pragas é uma ferramenta crucial para garantir a sustentabilidade produtiva e ambiental dessas áreas. O cuidado com as doenças e pragas que afetam as pastagens é fundamental para assegurar a qualidade e a produtividade do pasto, contribuindo para a competitividade do Brasil na produção de carne e leite.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo
Conclusão:
Diante das informações sobre o Manejo Integrado de Pragas (MIP) e manejo de pastagens, podemos perceber a importância de cuidar da saúde e produtividade das pastagens para garantir a qualidade da carne e leite produzidos no Brasil. É fundamental adotar práticas preventivas e corretivas para controlar doenças e pragas que afetam o desenvolvimento das pastagens, garantindo assim a sustentabilidade produtiva e ambiental.
Perguntas e respostas:
Quais são as principais doenças das pastagens?
As principais doenças das pastagens incluem mela-das-sementes, carvão da braquiária, ferrugem da braquiária e mortalidade do capim-marandu.
Qual é a principal praga das pastagens e quais são seus impactos?
A principal praga das pastagens é a cigarrinha-das-pastagens, cujos impactos incluem a redução na produção de forragem em torno de 15% devido à introdução de toxinas que causam o amarelecimento das folhas e senescência.
Quais são os pontos principais do Manejo Integrado de Pragas (MIP) em pastagens?
Os pontos principais do MIP em pastagens incluem a diversificação de cultivares, manejo cultural, controle biológico e controle químico.
Por fim, hoje no Brasil existem em torno de 160 milhões de hectares de pastagens, que garantem a competitividade do Brasil na produção de carne e leite. Porém, na grande maioria dos casos os sistemas de produção que utilizam dessas pastagens são extensivos e pontos importantes como manejo e nutrição de pastagens acabam sendo negligenciados. É essencial adotar práticas de MIP e manejo integrado de pastagens para garantir a sustentabilidade produtiva e ambiental e, assim, contribuir para a qualidade da produção agropecuária no país.


