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Impacto da queda de preços da carne de frango no mercado

Neste post, será abordado o impacto da queda de preços da carne de frango no mercado, em especial na região da Grande São Paulo. Será discutida a perda de competitividade da proteína avícola em relação às concorrentes, bovina e suína, devido à menor intensidade de queda dos preços da carne de frango. Também será analisado o cenário do abate de aves, considerando o recorde de animais abatidos no ano passado.

O cenário do mercado de aves

A queda de preços da carne de frango negociada no atacado da Grande São Paulo tem gerado impacto no cenário do mercado de aves, levando a uma perda de competitividade em relação às carnes bovina e suína.

Este cenário é resultado da demanda enfraquecida e da estratégia do setor em reduzir o alojamento de aves a partir do segundo trimestre de 2023. Além disso, o ano passado registrou um recorde no número de animais abatidos, com um incremento de 2,8% em relação ao ano anterior.

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Desafios e oportunidades do setor avícola

O setor avícola enfrenta desafios e oportunidades em meio à queda de preços da carne de frango e ao recorde de abate de aves. A oferta doméstica elevada tem impactado os preços, resultando em uma diminuição da competitividade da proteína avícola no mercado.

No entanto, o aumento no número de animais abatidos também representa uma oportunidade para o setor se reestruturar e buscar alternativas para manter a sua relevância no mercado de carnes.

Abate e Alojamento

Em relação ao abate, apesar da estratégia do setor em reduzir o alojamento de aves a partir do segundo trimestre de 2023, o número do ano passado foi recorde, levando-se em consideração a série histórica do IBGE, iniciada em 1997. Foram 6,2 bilhões de animais abatidos, incremento de 2,8% frente ao ano anterior.

Vale lembrar que 2023 foi marcado por forte queda dos preços da carne de frango e do vivo, em decorrência da oferta doméstica elevada.

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Os pontos principais do artigo destacam a queda nos preços da carne de frango em março, a perda de competitividade da proteína avícola em relação às concorrentes bovina e suína, a influência da demanda enfraquecida nessa situação, além do recorde no número de animais abatidos em 2023 e a estratégia do setor em reduzir o alojamento de aves.

Evidências como a série histórica do IBGE, que mostra o aumento no número de animais abatidos em relação ao ano anterior, reforçam a análise dos pesquisadores do Cepea sobre a queda nos preços da carne de frango. A oferta doméstica elevada em 2023 também é apontada como um dos fatores que influenciaram essa redução.

É fundamental compreender o cenário atual do mercado de carne de frango para tomar decisões estratégicas, considerando a concorrência com outras proteínas, a demanda do consumidor e as variações nos preços. A análise dos pesquisadores do Cepea oferece insights importantes sobre o comportamento desse setor e as tendências para o futuro.

Em meio às oscilações de preços no mercado de carnes, é fundamental que os produtores de frango estejam atentos às flutuações de demanda e oferta para manter a competitividade da proteína.

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A redução no alojamento de aves e o monitoramento constante do mercado são estratégias essenciais para garantir a sustentabilidade do setor avícola e a rentabilidade dos produtores. A adaptação rápida a cenários adversos e a busca por alternativas eficientes para manter a produção em equilíbrio são cruciais para enfrentar os desafios do mercado de carnes no Brasil.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

Carne de Frango: Preços em Queda na Grande São Paulo

Os preços da carne de frango negociada no atacado da Grande São Paulo têm caído em março, mas em menor intensidade frente às concorrentes (bovina e suína), resultando em perda de competitividade da proteína avícola.

Segundo pesquisadores do Cepea, os valores da carne de frango, que vinham em alta desde meados de janeiro, passaram a cair na segunda quinzena de fevereiro, pressionados pela demanda enfraquecida.

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Em relação ao abate, apesar da estratégia do setor em reduzir o alojamento de aves a partir do segundo trimestre de 2023, o número do ano passado foi recorde, levando-se em consideração a série histórica do IBGE, iniciada em 1997.

Foram 6,2 bilhões de animais abatidos, incremento de 2,8% frente ao ano anterior.

Vale lembrar que 2023 foi marcado por forte queda dos preços da carne de frango e do vivo, em decorrência da oferta doméstica elevada.

Qual e a posicao que a carne de frango ocupa

FAQs sobre Carne de Frango na Grande São Paulo

1. Por que os preços da carne de frango estão caindo em março na Grande São Paulo?

Os preços estão em queda devido à demanda enfraquecida e à concorrência com outras proteínas como a bovina e suína.

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2. Qual foi o número recorde de aves abatidas em 2023 na Grande São Paulo?

Foram abatidos 6,2 bilhões de animais, um aumento de 2,8% em relação ao ano anterior.

3. Por que o setor está reduzindo o alojamento de aves a partir do segundo trimestre de 2023?

Essa estratégia visa ajustar a oferta à demanda e manter a competitividade da carne de frango.

4. Como a oferta doméstica elevada impactou os preços da carne de frango em 2023?

A oferta elevada levou a uma forte queda nos preços da carne de frango e do frango vivo.

5. Quais são as perspectivas para os preços da carne de frango na Grande São Paulo nos próximos meses?

As perspectivas dependem da evolução da demanda e da oferta, mas a competitividade da proteína avícola pode continuar sendo um desafio.

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Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

Os preços da carne de frango negociada no atacado da Grande São Paulo têm caído em março, mas em menor intensidade frente às concorrentes (bovina e suína), resultando em perda de competitividade da proteína avícola.

Segundo pesquisadores do Cepea, os valores da carne de frango, que vinham em alta desde meados de janeiro, passaram a cair na segunda quinzena de fevereiro, pressionados pela demanda enfraquecida.

Em relação ao abate, apesar da estratégia do setor em reduzir o alojamento de aves a partir do segundo trimestre de 2023, o número do ano passado foi recorde, levando-se em consideração a série histórica do IBGE, iniciada em 1997.

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