BRF projeta queda de 2% no custo de ração no 2º semestre
BRF projeta queda de 2% no custo de ração no 2º semestre. Isso pode mudar a forma de planejar a alimentação do seu plantel. É hora de planejar para manter margens estáveis.
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!O recuo depende de milho, farelo de soja e logística. Quando o milho cai, a ração fica mais barata. Isso ajuda a baixar o custo por kg.
- Revise a fórmula atual de ração. Substitua ingredientes caros por opções igualmente nutritivas, sem perder proteína.
- Negocie com fornecedores. Busque contratos com preço fixo ou teto para o 2º semestre.
- Otimize o estoque. Use a queda de custo para reduzir estoques, evitando perdas.
- Considere fontes proteicas alternativas. Avalie custo/benefício de outras proteínas sem prejudicar o desempenho.
- Acompanhe o custo por tonelada. Registre dados semanalmente e compare com metas.
- Planeje contingências. Tenha uma reserva de milho ou farelo para evitar surpresas.
Essa abordagem simples pode aumentar a rentabilidade sem exigir mudanças radicais na fazenda. Com monitoramento, a redução anunciada pela BRF pode se transformar em ganhos reais na sua produção.
Impactos esperados para margens e rentabilidade da indústria
Quando o custo de ração cai, as margens da indústria tendem a melhorar. O efeito, porém, depende de contratos, volumes negociados e eficiência da produção.
Para as usinas e integradoras, a redução do custo de insumos pode ampliar a margem bruta por tonelada, elevando a rentabilidade geral do ciclo produtivo.
Entretanto, a rentabilidade não é só do lado da indústria. A forma como esse ganho é repassado aos frigoríficos, varejistas e produtores define o ganho efetivo do campo.
Para o produtor rural, a lição é simples: gerenciar custos, contratos e estoques evita surpresas.
Estratégias para preservar margens
- Monitore semanalmente o preço médio de milho e farelo para dentro dos seus custos.
- Negocie contratos com fornecedores para teto ou piso de preço, reduzindo surpresas.
- Racionalize a formulação da ração, mantendo proteína e energia com menor custo.
- Otimize estoques para evitar perdas e custos com armazenagem desnecessários.
- Considere fontes proteicas alternativas que não comprometam o desempenho.
- Invista em governança de dados para acompanhar variações e ajustar metas.
Fique atento aos riscos de volatilidade de milho, câmbio e clima. Pequenas mudanças podem impactar margens rapidamente.
Estratégia de alongar contratos de farelo de soja para reduzir custos
Alongar contratos de farelo de soja reduz custos ao manter preços estáveis e facilitar o planejamento da ração.
Quando você firma um acordo de longo prazo, o fornecedor ganha previsibilidade e pode oferecer condições melhores. Você ganha orçamento confiável e menos variação de custo.
Por que isso funciona
- Preços estáveis evitam picos repentinos que prejudicam o orçamento.
- Volume garantido ajuda a evitar faltas e frete extra.
- Qualidade constante facilita a formulação das rações.
Como estruturar o contrato
- Defina a duração adequada, geralmente entre 12 e 24 meses.
- Estabeleça volumes mínimos e máximos anuais.
- Use um preço base com teto e piso para limitar variações.
- Anexe um índice de reajuste, ligado ao preço do farelo ou da soja.
- Defina janelas de entrega, locais e responsabilidades logísticas.
- Inclua critérios de qualidade (proteína, umidade, contaminantes) e processos de verificação.
- Defina condições de pagamento e garantias contratuais.
- Prepare planos de contingência para falha de fornecimento ou variações amplas.
Riscos e mitigação
- Risco de excesso de estoque; solução: cláusulas de ajuste de volumes.
- Risco de queda de qualidade; solução: amostras, QA e penalidades.
- Risco de atraso na entrega; solução: entregas parciais e penalidades.
Com esses passos, o custo da ração fica mais previsível e contribui para margens estáveis e melhor planejamento.
Como a variação de milho e farelo afeta o preço de ração
Como a variação de milho e farelo de soja afeta o preço da ração? Eles formam a base da alimentação do gado, aves e suínos. Quando o milho sobe, o custo da ração dispara, e o farelo acompanha esse movimento com força. É comum ver impacto direto na planilha do mês.
Variações de safra, demanda global, frete e câmbio influenciam esses preços. Pequenas mudanças no milho podem mudar o custo final por kg de ração, principalmente quando a fórmula é pouco flexível.
Como o preço é formado
O custo da ração depende da participação de cada ingrediente. Em muitas rações, milho e farelo de soja respondem pela maior fatia. Se o milho sobe 10%, a ração pode subir entre 5% e 8%, dependendo da composição.
- Participação de cada ingrediente na fórmula determina o peso de cada variação de preço.
- Promoções ou atrasos no abastecimento afetam o custo final por tonelada.
- A qualidade e o teor proteico influenciam a necessidade de usar itens adicionais mais caros.
Estratégias práticas para mitigar o impacto
- Monitore preços semanalmente e registre tendências para tomar decisões rápidas.
- Rebalance o mix de ingredientes para manter proteína e energia com custo eficiente.
- Negocie contratos com teto/piso para milho e farelo, reduzindo surpresas.
- Use estoque estratégico para amortecer picos de preço sem perder qualidade.
- Teste fontes proteicas alternativas de forma gradual para não comprometer o desempenho.
- Calcule o custo por unidade de proteína para comparar opções de rações.
- Crie planos de contingência para cenários de choque de oferta.
Essas ações ajudam a manter margens estáveis mesmo quando milho e farelo mudam de preço, garantindo planejamento mais robusto para a propriedade.
Panorama do mercado global de frango e suínos com equilíbrio entre oferta e demanda
O panorama global do frango e do suínos está relativamente equilibrado, mas mudanças rápidas na demanda podem mudar tudo. A produção acompanha esse ritmo, ajustando volumes conforme custos e disponibilidade de alimento.
A demanda firme vem dos mercados tradicionais e de novas regiões que consomem mais proteína animal. A oferta depende da eficiência dos produtores, de biossegurança e de custos de ração. Eventos climáticos, frete e câmbio também mexem com os preços.
Fatores que constroem o equilíbrio
- Demanda estável em mercados-chave, com picos sazonais em festas e períodos de consumo elevado.
- Capacidade de produção, que cresce com eficiência e inovação na granja.
- Custos de ração, que influenciam o custo de produção e a competitividade.
- Estoques comerciais, que ajudam a suavizar variações de curto prazo.
- Políticas comerciais e tarifas que afetam exportações e importações.
- Transporte e logística, que reduzem atrasos e perdas na cadeia.
Impacto para o produtor brasileiro
- Mercados de exportação, com demanda da China, Oriente Médio e outros destinos na Ásia e Europa.
- Preços internos influenciados por variações globais e pela demanda doméstica por proteína animal.
- Contratos de venda e estratégias de hedging para reduzir volatilidade de preço.
- Gestão de custos, especialmente ração, energia e mão de obra, para manter margens.
- Variações cambiais que afetam custos de insumos importados e receitas de exportação.
O que observar nos próximos meses
- Relatórios de demanda de organismos internacionais e de grandes compradores.
- Indicadores de produção e exportação de frango e suíno pelo Brasil.
- Preço de milho e farelo, principais componentes da ração.
- Eventos climáticos que possam afetar safras e disponibilidades de grãos.
- Condições logísticas, como fretes e prazos de entrega, que impactam o custo final.
Para a fazenda, o essencial é acompanhar esses sinais, ajustar planos de produção e contratos, e manter uma margem de segurança nos estoques de ração e animais.
Desempenho e previsões para 2025 e início de 2026
Para 2025 e o começo de 2026, o desempenho depende de demanda estável, clima previsível e custos de insumos sob controle. Milho, farelo e energia continuam ditando o custo da ração e a margem da fazenda. Contratos bem estruturados e logística eficiente trazem mais previsibilidade.
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Entre os fatores para 2025 e 2026, destacam-se a demanda mundial por proteína, a volatilidade de preços de milho e farelo, o câmbio e o clima. Pequenas variações nesses itens podem mexer no custo por kg de ração e, por consequência, na rentabilidade da pecuária.
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Além disso, a logística, frete e prazos de entrega influenciam o custo final. Políticas comerciais e acordos internacionais também podem suavizar ou ampliar a volatilidade. A cadeia precisa de planejamento robusto para enfrentar choques.
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Fatores-chave para 2025 e 2026
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- Demanda estável em mercados-chave, com picos sazonais de festas e consumo elevado.
- Capacidade de produção aumenta com eficiência, tecnologia e manejo.
- Custos de ração influenciam a competitividade e a margem.
- Estoques estratégicos ajudam a suavizar choques de preço e oferta.
- Transporte e logística reduzem perdas e atrasos na entrega.
- Políticas comerciais afetam exportações e tarifas, alterando o cenário.
- Volatilidade de preços exige monitoramento contínuo e planejamento de hedge simples.
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Impacto para a Fazenda
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- Planejamento orçamentário fica mais estável com cenários realistas.
- Contratos de longo prazo ajudam a travar custos de milho e farelo.
- Gestão de estoque evita perdas por vencimento ou obsolescência.
- Diversificação de fontes proteicas reduz risco de abastecimento.
- Hedging simples com contratos futuros de milho pode reduzir surpresas.
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O que observar nos próximos meses
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- Relatórios de demanda de organismos internacionais e grandes compradores.
- Indicadores de produção e exportação de milho e farelo no Brasil.
- Preços de milho, farelo e energia, para ajustar planos.
- Condições climáticas que possam afetar safras e disponibilidade de grãos.
- Condições logísticas, fretes e prazos, que impactam o custo final.
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Acompanhar esses sinais permite ajustar planos de produção e contratos, mantendo margens estáveis em 2025 e início de 2026.
Brasil como fornecedor: repasse de custos e competitividade
Brasil é um grande fornecedor global de milho e soja, o que afeta o repasse de custos para compradores no exterior. O câmbio, o frete e a demanda mundial influenciam tudo, desde o preço até as margens da cadeia.
Quando o real oscila, os contratos mudam. Um câmbio mais desfavorável eleva o custo de exportação e pode repassar parte desse aumento aos clientes. O frete e os prazos de entrega também moldam o custo final e a competitividade do Brasil no mercado internacional.
Para manter a competitividade, as empresas precisam planejar contratos, logística e qualidade. O objetivo é repassar custos sem perder demanda nem comprometer a qualidade do produto.
Como o repasse funciona na prática
- Contratos com reajuste periodicamente ajustam preços conforme variações cambiais e de frete.
- Diversificar destinos reduz dependência de um único comprador ou região.
- Investir em logística eficiente diminui perdas e reduz custos de envio.
- Garantir qualidade constante evita descontos ou devoluções que quebram a margem.
Estratégias para manter a competitividade brasileira
- Firmar contratos de longo prazo com cláusulas de reajuste alinhadas ao câmbio.
- Hedgear parte das exportações com contratos futuros de milho e soja.
- Optimizar a cadeia logística, desde a fazenda até o porto, para reduzir frete.
- Investir em rastreabilidade e certificações que agregam valor e legitimidade.
- Mantener custos sob controle com eficiência na produção e na armazenagem.
O que observar nos próximos meses
- Relatórios de demanda global e estoques de milho e farelo.
- Movimento cambial, tarifas e acordos comerciais que afetem exportações.
- Condições logísticas, prazos de entrega e custos de transporte.
- Preços internacionais e a competitividade de fornecedores alternativos.
Ao acompanhar esses sinais, o Brasil pode sustentar repasses de custos previsíveis e manter a competitividade no exterior.
Riscos e incertezas no setor de ração diante de volatilidades
A volatilidade nos preços da ração pega a gente de surpresa todo mês. Milho, farelo de soja e energia mudam de preço com frequência. Isso bate na planilha e pode apertar margens já no próximo mês. A boa notícia é que dá pra gerenciar esse risco com planejamento simples e ações consistentes.
Vários fatores alimentam a volatilidade: preços das matérias-primas, taxas de câmbio, frete, políticas públicas e clima que afeta safras. Cada um pode subir ou descer e arrastar o custo final da ração.
Fontes de volatilidade
- Preço das matérias-primas em oscilações constantes.
- Taxas de câmbio que afetam insumos importados.
- Logística e frete variam conforme demanda e combustível.
- Tarifas, políticas agrícolas e acordos comerciais mudam contratos.
- Clima e safras afetam disponibilidade de grãos.
Como isso afeta a fazenda
Custos sobem ou caem, e isso entra direto na margem. Quem não tem planejamento paga o preço alto. Estoques mal dimensionados agravam o impacto das oscilações.
Estratégias de mitigação
- Monitore preços semanalmente e registre as tendências.
- Diversifique fontes para reduzir dependência de um único fornecedor.
- Negocie contratos com teto e piso para milho, farelo e energia.
- Use estoques estratégicos para amortecer picos de preço.
- Teste opções de proteína de forma gradual para não comprometer desempenho.
- Faça hedge simples quando disponível para reduzir surpresas.
- Planeje cenários com diferentes choques de preço.
Isso ajuda a manter a produção estável e as contas sob controle ao longo do tempo.
O que produtores podem fazer para aproveitar a possível redução de custos
Quando há chance de reduzir custos, vale agir já com um plano simples e objetivo.
Neste segmento, você vai ver ações práticas para aproveitar cada ganho, sem sacrificar o desempenho do rebanho ou a qualidade da ração.
Ações rápidas para reduzir custos já
- Renegocie contratos de compra de ração e insumos para teto ou piso, evitando surpresas de preço.
- Rebalanceie a fórmula da ração, substituindo ingredientes caros por opções com proteína e energia equivalentes.
- Otimize o estoque com rotação FIFO, evitando pérdidas por vencimento ou obsolescência.
- Reduza desperdícios na alimentação com manejo adequado de porções e ajuste por fases do rebanho.
- Revise a energia e a água, instalando timers e práticas que diminuam consumo sem impactar a produção.
- Melhore a logística, escolhendo fornecedores próximos e otimizando fretes para reduzir custo por viagem.
- Utilize subprodutos agrícolas quando apropriado, mantendo qualidade e rastreabilidade.
- Padronize processos e treine a equipe para evitar retrabalho e desperdícios.
Estrategias para o médio prazo
- Diversifique fornecedores para evitar dependência de uma única fonte e ganhar vantagem de preço.
- Adote hedge simples ou contratos com cláusulas de reajuste bem definidas para milhos e farelos.
- Invista em gestão de dados para monitorar custo por unidade de proteína e ajustar rapidamente.
- Planeje a cadeia de suprimentos com calendários de safra e entregas para reduzir fretes e atrasos.
Checklist de implementação
- Defina metas claras de custo por kg de ração e margem desejada.
- Atribua responsáveis por cada ação e prazo de entrega.
- Monte um dashboard simples com KPIs como custo por tonelada, custo por kg de proteína e desperdícios.
- Teste mudanças em fases, começando por itens de maior impacto e menor risco.
- Reavalie mensalmente e ajuste o plano conforme evolução de preços e safras.
Seguindo essas diretrizes, você consegue manter margens estáveis e previsíveis, mesmo diante de oscilações no preço de milho, farelo e energia.
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Saiba Mais Sobre Dr. João Maria
Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite.
Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.
