Brasil está prestes a se tornar livre de febre aftosa sem vacinação, diz ministro da Agricultura

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, afirmou em entrevista durante a Tecnoshow Comigo, em Rio Verde (GO), que o Brasil está avançando para se tornar completamente livre de febre aftosa sem a necessidade de vacinação. Esse avanço permitirá ao Brasil acessar mercados mais exigentes, aumentando as oportunidades de exportação de bovinos, suínos e caprinos.

Menos vacinação, mais fiscalização

Com a conquista desse status, o governo pretende redirecionar os recursos utilizados na vacinação para fortalecer medidas de fiscalização e barreiras sanitárias. O Brasil também vem colaborando com a vacinação contra a febre aftosa em países vizinhos, como Bolívia, Paraguai e Venezuela, reforçando a segurança do status do país.

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Desenvolvimento

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou em uma entrevista na Tecnoshow Comigo, em Rio Verde (GO), que o Brasil está avançando para se tornar todo livre de febre aftosa sem vacinação. Esse movimento permite ao país acessar mercados mais exigentes, como bovinos, suínos e caprinos. Com a remoção da vacinação, os recursos antes utilizados para essa finalidade serão direcionados para reforçar a fiscalização, fortalecendo as barreiras sanitárias.

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Impacto no mercado internacional

O Brasil realizou vacinação contra a febre aftosa em países como Bolívia, Paraguai e Venezuela, o que contribui para manter o status de país livre da doença. Com essa mudança, espera-se um impacto positivo nas exportações para mercados mais exigentes, que muitas vezes não compram produtos de regiões com vacinação contra a febre aftosa. Isso inclui países como o Japão e Coreia, que pagam valores mais altos por produtos de regiões livres da doença.

Novas oportunidades no mercado internacional

Carlos Fávaro ressalta que, à medida que cada região do Brasil for sendo reconhecida como livre de febre aftosa sem vacinação, ganhará acesso a esses mercados mais restritos. Isso significa que os produtos brasileiros terão maior valor agregado e poderão conquistar consumidores que valorizam a segurança alimentar e a ausência de doenças nos rebanhos. Criando oportunidades de aumento de receita e fortalecendo a economia do setor agropecuário.

Valorização da carne brasileira no mercado internacional

O exemplo do Japão, que paga de 10% a 20% mais pela carne brasileira do que a China, demonstra como a conquista do status de livre de febre aftosa sem vacinação pode impactar positivamente o setor. Com a abertura de novos mercados e a valorização dos produtos nacionais, o Brasil se coloca em uma posição mais competitiva no comércio internacional de carnes.

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A Evolução do Brasil para Ser Livre de Febre Aftosa: Uma Realidade Próxima

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, enfatizou que o Brasil está avançando significativamente em direção a ter seu território totalmente livre de febre aftosa sem a necessidade de vacinação. Esse novo status possibilitará ao país acessar mercados mais exigentes, como bovinos, suínos e caprinos.

Além disso, a retirada da vacinação permitirá que os recursos antes destinados à imunização sejam direcionados para reforçar a fiscalização e as barreiras sanitárias, garantindo a manutenção desse novo status. O Brasil também contribuiu com a vacinação contra a doença em países vizinhos, fortalecendo ainda mais a proteção do território nacional.

Com o reconhecimento de novas regiões livres de febre aftosa sem vacinação, essas áreas terão a oportunidade de acessar mercados premium que pagam valores significativamente maiores pela carne brasileira. A abertura desses novos mercados representa um importante avanço para o setor agropecuário do Brasil e fortalece a economia nacional. A transição para a condição de livre da febre aftosa é um marco para o país e inaugura uma nova era de oportunidades no comércio de produtos pecuários.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

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Brasil está próximo de ter todo o território livre de febre aftosa sem vacinação

Recentemente, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, anunciou durante a Tecnoshow Comigo, em Rio Verde (GO), que o Brasil está avançando rapidamente rumo à conquista do status de território livre de febre aftosa sem a necessidade de vacinação.

FAQs sobre febre aftosa:

1. O que significa ter todo o território brasileiro livre de febre aftosa sem vacinação?

Significa que o Brasil poderá acessar mercados mais exigentes, como bovinos, suínos e caprinos, que atualmente não compram de regiões com vacinação contra a aftosa.

2. Como funcionará o reforço da fiscalização após a retirada da vacinação?

Os recursos antes destinados à vacinação serão redirecionados para o reforço da fiscalização, incluindo o fortalecimento das barreiras sanitárias no país.

3. O Brasil realizou vacinações contra a febre aftosa em países vizinhos. Qual o impacto disso para o Brasil?

A vacinação em países como Bolívia, Paraguai e Venezuela ajuda a proteger o país contra a reintrodução da doença, o que é crucial para manter o status de livre de febre aftosa.

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4. Quais são os benefícios econômicos de ter regiões reconhecidas como livres de febre aftosa sem vacinação?

O reconhecimento de cada região como livre de aftosa permite acessar mercados mais exigentes, que pagam um valor significativamente maior pela carne brasileira, como é o caso do Japão que chega a pagar de 10% a 20% a mais que a China.

5. Como a retirada da vacinação contra aftosa pode impactar a produção agrícola brasileira?

A mudança de status para livre de aftosa sem vacinação pode abrir novas portas para a exportação de carne brasileira e impulsionar a economia do setor agropecuário, gerando mais oportunidades para os produtores.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

febre aftosa

Em entrevista à imprensa na Tecnoshow Comigo, em Rio Verde (GO), o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, disse que o Brasil caminha a “passos largos” para ter todo o seu território livre de febre aftosa sem vacinação.

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“Essa condição abre ao Brasil os mercados mais exigentes, como bovinos, suínos e caprinos. Nos últimos dias, mandamos uma lista à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) de 16 regiões do Brasil a mais, fora as que já tinham esse status. E Alagoas também está tentando entrar na lista”, destacou.

Fávaro falou que os valores retirados da vacinação serão usados no reforço da fiscalização, com o reforço das barreiras sanitárias.

O Brasil realizou uma vacinação contra a doença na Bolívia, Paraguai e Venezuela, o que garante uma blindagem ao país para manter esse status.

“Só invertemos a fonte dos recursos, em vez da vacinação para fiscalização. O impacto desse status marcará a abertura de países mais exigentes, que não compram boi, suíno e caprino de estados que tenham vacinação contra aftosa, como é o caso do Japão e Coreia”, explica.

Para Fávaro, assim que cada região for sendo reconhecida, ela passa a ganhar esse mercado e os valores pagos por eles a mais pelo produto. “O Japão, por exemplo, paga de 10% a 20% mais que a China pela carne brasileira”, conclui.

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