As chuvas no RS deixaram o mercado brasileiro de trigo em alerta?

As chuvas no RS deixaram o mercado brasileiro de trigo em alerta?

Noticias do Jornal do campo Soberano
Boa leitura!
Ficar atualizado sobre o agronegócio brasileiro é essencial para quem deseja se manter informado e acompanhar as principais notícias do setor. Neste artigo, iremos abordar as últimas novidades sobre o negócio de trigo no Brasil, com enfoque especial nas regiões do Paraná e Rio Grande do Sul. Prepare-se para receber informações atualizadas e relevantes sobre a safra de trigo, condições climáticas e perspectivas de mercado.

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Negócio de trigo no Brasil

A colheita do trigo no Brasil está em ritmo acelerado, com destaque para as regiões Norte e Oeste do Paraná. Segundo o Analista de Culturas e Mercado, Elcio Bento, a produtividade das lavouras e a qualidade dos grãos são boas. No entanto, há uma preocupação em relação às lavouras colhidas mais tarde, na metade sul do estado, devido às condições climáticas. A expectativa é de que o Paraná possa vender para o Rio Grande do Sul nesta temporada, com base em mapas climáticos que indicam uma safra com alto índice pluviométrico no RS.

As negociações também estão paralisadas no Rio Grande do Sul devido aos danos causados pelas fortes chuvas. A extensão desses danos e o possível impacto na produtividade ainda não foram avaliados com precisão, sendo necessário aguardar uma melhora nas condições ambientais para realizar as inspeções necessárias.

Safra de trigo no Brasil

De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra de trigo 2022/23 está em 17,9% da área estimada nos sete principais estados produtores do país. Esses estados são Goiás, Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Na semana anterior, a colheita estava em 11,7%. Comparado ao mesmo período do ano anterior, houve um aumento na porcentagem de colheita.

Colheita no Paraná

No Paraná, a colheita atingiu 35% da área cultivada de trigo, que é de 1,41 milhão de hectares. Essa área é 14% maior do que a cultivada na safra anterior. Segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), 73% das lavouras estão em boas condições, 21% em condições médias e 6% em condições ruins. As diferentes fases de crescimento das lavouras também foram relatadas, com destaque para aquelas em frutificação e maturação.

Cultivo no Rio Grande do Sul

No Rio Grande do Sul, o cultivo do trigo encontra-se nas fases reprodutivas, como floração e enchimento de grãos. A área cultivada estimada para a safra 2023 é de 1.505.704 hectares, sendo esperada uma produtividade de 3.021 kg/ha. No entanto, as condições climáticas atuais, com chuvas contínuas e alta nebulosidade, têm sido desfavoráveis às lavouras. Doenças nas espigas e espiguetas têm sido observadas, aumentando o risco de perda na qualidade dos grãos em maturação.

Trigo na Argentina

Na Argentina, o cultivo do trigo tem enfrentado desafios devido às chuvas e altas temperaturas. Embora as chuvas tenham melhorado as condições das lavouras, também aumentaram o aparecimento de doenças foliares, exigindo um aumento na aplicação de fungicidas por parte dos produtores. Algumas áreas que não receberam chuvas e estão enfrentando altas temperaturas tiveram seu potencial produtivo comprometido. A área cultivada na safra é estimada em 5,9 milhões de hectares, e as culturas são classificadas como excelentes/boas, normais ou regulares/ruins, com um déficit hídrico em relação às necessidades das lavouras.

Este artigo abordou os principais aspectos do negócio de trigo no Brasil, com ênfase nas regiões do Paraná e Rio Grande do Sul. Fique por dentro das últimas notícias e perspectivas do setor agrícola, acompanhando as atualizações sobre a safra de trigo e as condições climáticas.

Conclusão:


O negócio de trigo no Brasil está em pleno andamento, com a colheita em ritmo acelerado nas regiões Norte e Oeste do Paraná. A qualidade dos grãos tem sido positiva, porém os danos causados pelas chuvas têm impactado as negociações e a produtividade especialmente no Rio Grande do Sul. É fundamental acompanhar as atualizações sobre a safra de trigo e as condições climáticas, pois elas podem afetar o mercado nacional.

Perguntas de alta demanda de visualizações:


1. Qual é a porcentagem da área estimada para a safra de trigo no Brasil que já foi colhida?
2. Quais são os principais estados produtores de trigo no Brasil?
3. Qual é a expectativa em relação às negociações entre Paraná e Rio Grande do Sul nesta temporada?
4. Quais são as condições das lavouras de trigo no Paraná?
5. Quais são os principais desafios enfrentados pelo cultivo do trigo na Argentina?

Se você deseja se manter informado sobre o agronegócio brasileiro e receber as principais notícias do setor, não deixe de acompanhar nossas atualizações e ficar por dentro das novidades.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo
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Os negócio de trigo no Brasil permaneça pontual. De acordo com Analista de Culturas e Mercado, Elcio Bento, Os trabalhos de colheita continuam em bom ritmo e já caminham para a reta final nas regiões Norte e Oeste do estado.

“Agentes relatam que a produtividade das culturas e a qualidade dos grãos são boas. A preocupação com o clima se deve às lavouras que são colhidas mais tarde, na metade sul do estado. A sensação observada entre os agentes é que na atual temporada, diferentemente da anterior, o Paraná poderá vender para o Rio Grande do Sul. Essa percepção se baseia em mapas climáticos que indicam uma safra no Rio Grande do Sul com alto índice pluviométrico”, observou o analista.

As negociações no Rio Grande do Sul também estão paralisadas.

“Ainda não há boletins que possam quantificar as perdas. Porém, sabe-se que as fortes chuvas causaram danos às lavouras durante as fases de floração e início de formação dos grãos, principalmente devido ao acamamento em determinadas áreas e à queda das flores das plantas. A extensão dos danos e o possível impacto na produtividade ainda não foram avaliados com precisão, sendo necessário melhorar as condições ambientais para esperar a reação das culturas após o fenómeno meteorológico, o que permitirá a realização de inspeções de avaliação”, afirmou. .

Conab

A safra de trigo 2022/23 está em 17,9% da área estimada para a temporada 2022/23 nos sete principais estados produtores do Brasil (Goiás, Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso do Sul, que representam 99,9% do total), segundo levantamento semanal da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com dados coletados até 10 de setembro. Na semana anterior, a colheita ficou em 11,7%. No mesmo período do ano passado, o número era de 11,8%.

Paraná

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento do Paraná, informou, em seu relatório semanal, que a colheita atingiu 35% da área cultivada de 1,41 milhão de hectares. A área deverá ser 14% maior que a de 2022, quando foram cultivados 1,238 milhão de hectares.

Segundo o Deral, 73% das lavouras estão em boas condições, 21% em condições médias e 6% em condições ruins, sendo 6% em crescimento vegetativo, 10% em floração, 35% em frutificação e 49% em maturação. No dia 4 de setembro, a colheita atingiu 26% da área, com 72% das lavouras em bom estado, 21% em médio estado e 6% em mau estado, divididas entre as fases de crescimento vegetativo (10%), floração (12 %), frutificação (31%) e maturação (47%).

Rio Grande do Sul

O cultivo do trigo no Rio Grande do Sul encontra-se predominantemente nas fases reprodutivas, incluindo floração (41%) e enchimento de grãos (34%). A fase de desenvolvimento vegetativo representa atualmente 19%, e a fase de maturação compreende 6% das lavouras, localizadas na região Oeste do Estado.

A área cultivada na safra 2023 está estimada em 1.505.704 hectares, e a produtividade esperada é de 3.021 kg/ha.

O período de chuva contínua e alta nebulosidade não foi favorável às lavouras. As atuais condições climáticas são propícias ao desenvolvimento de doenças, principalmente em espigas e espiguetas.

Nas lavouras que estão em fase final de enchimento de grãos e início de maturação, os sintomas de doenças de orelha, como giberela e brusone, têm aumentado, causando atrofia ou morte de órgãos reprodutivos e interrompendo o crescimento dos grãos. Existe um alto risco de perda na qualidade dos grãos em maturação, o que pode impedir a sua utilização na produção de farinha, restando apenas a opção de vendê-los para ração, cujos preços são significativamente mais baixos.

Trigo na Argentina

A ocorrência de chuvas na Argentina proporcionou uma melhoria nas condições das lavouras de trigo. Porém, as chuvas geraram um aumento no aparecimento de focos de doenças foliares, o que fez com que os produtores aumentassem a aplicação de fungicidas. Áreas que não receberam chuvas e que enfrentam altas temperaturas comprometeram o potencial produtivo.

A área é estimada em 5,9 milhões de hectares.

As culturas são divididas em excelentes/boas (24%), normais (55%) e regulares/ruins (21%). Na semana passada, foram 18% entre excelente e bom. Há um ano, 15%. Atualmente, há um déficit hídrico de 31%, ante 30% na semana passada. Há um ano, era de 46%.