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Agronegócio bate recorde em exportações • Portal DBO

O sucesso do agronegócio mineiro: recorde nas exportações

O agronegócio mineiro alcançou resultados históricos no primeiro bimestre deste ano, com exportações atingindo o valor recorde de US$ 2,1 bilhões, representando um aumento de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse desempenho reflete o papel relevante que o agro tem na economia de Minas Gerais.

O papel do agro na economia mineira

Segundo o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Thales Fernandes, as exportações do agro representaram 33% das vendas totais do estado para o mercado internacional nos dois primeiros meses do ano. Esse é o melhor resultado para o primeiro bimestre desde 1997, evidenciando a importância do setor para a economia local.

Principais destinos e produtos exportados

O mix de produtos agropecuários exportados por Minas Gerais alcançou 149 países, com destaque para China, Estados Unidos, Alemanha, Bélgica e Japão como principais destinos. O café foi o produto líder nas exportações, seguido pelo complexo sucroalcooleiro, carnes, produtos florestais e complexo soja.

Destaques nas exportações

O café mineiro alcançou a receita de US$ 1,1 bilhão, enquanto o complexo sucroalcooleiro registrou recorde de US$ 340 milhões em receita. As exportações de carnes totalizaram US$ 205 milhões, produtos florestais geraram US$ 166 milhões em receita e o complexo soja enfrentou desafios devido à oferta global.

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O desempenho recorde das exportações do agronegócio mineiro no primeiro bimestre deste ano reflete a importância do setor na economia do estado. O secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Thales Fernandes, destaca que as exportações do agro representaram 33% das vendas totais do estado para o mercado internacional.

Esse resultado é fruto da valorização das commodities, como o café, e do apoio do governo de Minas através de assistência técnica, extensão rural, pesquisa e vigilância sanitária para garantir a qualidade da produção.

Principais destinos e produtos exportados

No primeiro bimestre, o mix de produtos agropecuários exportados de Minas Gerais englobou 397 itens diferentes, que foram destinados a 149 países ao redor do mundo. Os principais destinos das exportações foram a China, Estados Unidos, Alemanha, Bélgica e Japão. A pauta exportadora foi liderada pelo café, seguido pelo complexo sucroalcooleiro, carnes, produtos florestais e complexo da soja.

Exportações por setor

O setor do café alcançou uma receita de US$ 1,1 bilhão, com destaque para países como Estados Unidos, Alemanha, Bélgica, Japão e Itália como principais compradores. Já o complexo sucroalcooleiro registrou recorde na receita de US$ 340 milhões, com a abertura de novos mercados contribuindo para o desempenho.

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As exportações de carnes totalizaram US$ 205 milhões, com aumento nas vendas de carne bovina e suína. Produtos florestais geraram uma receita de US$ 166 milhões, com destaque para a celulose. O complexo da soja apresentou queda no valor e volume devido à oferta global.

 Agronegócio mineiro em destaque

Os números recordes alcançados pelo agronegócio mineiro no primeiro bimestre de 2023 demonstram a importância e o potencial desse setor para a economia do estado. Com destaque para as exportações de café, complexo sucroalcooleiro, carnes, produtos florestais e complexo soja, Minas Gerais mostra sua força no cenário internacional.

Os esforços do governo em áreas como assistência técnica, pesquisa e vigilância sanitária são fundamentais para garantir a qualidade e a competitividade da produção agrícola do estado. O crescimento das exportações reflete não apenas a retomada da valorização das commodities, mas também o trabalho conjunto entre governo, produtores e demais envolvidos na cadeia produtiva.

O agronegócio mineiro continua a se destacar no cenário nacional e internacional, contribuindo de forma significativa para o desenvolvimento econômico de Minas Gerais e do país como um todo.

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Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

Exportações do Agronegócio Mineiro Batem Recorde no Primeiro Bimestre

As exportações do agronegócio mineiro alcançaram o valor recorde de US$ 2,1 bilhões no primeiro bimestre deste ano, com aumento de 15% na receita em relação ao mesmo período de 2023. Esse resultado indica o melhor desempenho dos meses de janeiro e fevereiro acompanhados na série histórica desde 1997.

O recorde no período também foi registrado em relação ao volume, com o embarque de 1,7 milhão de toneladas e aumento de 12% em relação ao bimestre anterior.

Na avaliação do secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Thales Fernandes, o agro mineiro continua desempenhando um papel relevante na economia do estado.

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“Nos dois primeiros meses do ano, as exportações do agro representaram 33% das vendas totais do estado para o mercado internacional. É o melhor resultado para o primeiro bimestre do ano, desde 1997, quando começou o acompanhamento da série histórica. Tudo isso é consequência da retomada da valorização das commodities, especialmente o café, e do trabalho que o governo de Minas faz de assistência técnica e extensão rural, pesquisa e vigilância sanitária para garantir a qualidade da nossa produção”, afirma.

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Principais destinos – A pauta exportada englobou um mix de 397 diferentes produtos agropecuários, que foram enviados para 149 países, evidenciando a abrangência global das operações.

Além da China, que respondeu por 17% do valor total exportado, destacaram-se os Estados Unidos (13%), a Alemanha (9%), a Bélgica (6%) e o Japão (4%).

A pauta foi liderada pelas vendas de café, que representaram 53% da receita total das exportações, complexo sucroalcooleiro (16%), carnes (10%), produtos florestais (8%) e complexo soja (7%).

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Café – O principal item da pauta exportadora alcançou a receita de US$ 1,1 bilhão, com o volume de 5,3 milhões de sacas exportadas. Os Estados Unidos, a Alemanha, a Bélgica, o Japão e a Itália continuam liderando as aquisições do café mineiro, enquanto a China emerge como um mercado promissor, na sexta posição com US$ 64 milhões em compras.

Complexo Sucroalcooleiro – Composto pelas vendas de açúcar de cana, álcool e outros derivados, o segmento registrou recorde na receita de US$ 340 milhões. A abertura de novos mercados, como Índia, Indonésia e Iraque, contribuiu para esse desempenho. O açúcar é principal item do segmento, respondendo por 97% das vendas.

Carnes – As exportações do setor totalizaram US$ 205 milhões, com aumento nas vendas de carne bovina e suína. A compra de países como os Estados Unidos, Hong Kong, Emirados Árabes e Chile impulsionaram a valorização da carne bovina.

Produtos Florestais – Os produtos florestais, como celulose, papel e borracha, geraram uma receita de US$ 166 milhões, com um volume de 280 mil toneladas exportadas. Embora tenha havido um arrefecimento nos embarques, a celulose seguiu como principal produto para o setor com 97% da demanda.

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Complexo Soja – O aumento da oferta global afetou as vendas do segmento, que registrou queda no valor e volume. A receita alcançou US$ 144,5 milhões (-35%), com o embarque de 283 mil toneladas exportadas (-22%).

Fonte: Ascom Seapa / Governo de MG

FAQs

1. Qual foi o valor das exportações do agronegócio mineiro no primeiro bimestre?

No primeiro bimestre, as exportações do agronegócio mineiro atingiram o valor recorde de US$ 2,1 bilhões.

2. Para quantos países foram enviados os produtos exportados?

Os produtos agropecuários foram enviados para 149 países, mostrando a abrangência global das operações.

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3. Quais foram os principais destinos das exportações do agronegócio mineiro?

Além da China, que representou 17% do valor total exportado, destacaram-se os Estados Unidos, Alemanha, Bélgica e Japão.

4. Qual é o item que liderou a pauta de exportações?

O café foi o item que liderou a pauta de exportações, representando 53% da receita total.

5. Como o complexo sucroalcooleiro se saiu nas exportações?

O complexo sucroalcooleiro registrou recorde na receita de US$ 340 milhões, com destaque para a abertura de novos mercados como Índia, Indonésia e Iraque.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Camp

Fonte: Ascom Seapa / Governo de MG

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