Queda de 16,85% para milho e recuo de 12% para ‘boi magro’ em abril favorecem confinador – Money Times

Queda de 16,85% para milho e recuo de 12% para ‘boi magro’ em abril favorecem confinador – Money Times

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Segundo o Cepea, a alimentação representa até 35% do custo operacional da atividade, enquanto o boi magro representa até 67% (Imagem: Unsplash/Juliana Amorim)

As desvalorizações de milho É de boi magra nos primeiros meses de 2023 têm gerado algumas expectativas positivas para os pecuaristas que terminam o animal para abate em confinamento.

Segundo cálculos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), os alimentos podem corresponder de 25% a 35% do Custo Efetivo Operacional (ECO) da pecuária, dependendo da região, enquanto o animal de reposição pode representar entre 63% e 73% do custo.

Por outro lado, os valores do boi gordo estão fragilizados, o que acaba gerando certa apreensão entre os pecuaristas de engorda.

Desvalorizações mensais do gado e do milho

O boi magro, comercializado no estado de São Paulo, apresenta desvalorização real de 12% em abril, frente ao mesmo mês do ano passado, a R$ 3.524,78/cabeça.

O indicador Cepea/Esalq do milho, um dos principais insumos da produção, apresentou desvalorização de 16,85, com a saca de 60 kg sendo negociada a R$ 68,68.

Agro News