Como celebrar o Dia do Churrasco sem gastar muito?
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!Hoje é o Dia do Churrasco, uma data que celebra uma das paixões nacionais dos brasileiros. Mas se você está pensando em preparar um churrasco para comemorar, saiba que os preços das carnes mais consumidas nesse tipo de refeição subiram bastante no último ano.
Segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, o preço da picanha aumentou 35,6% entre abril de 2020 e abril de 2021. A costela teve alta de 32%, a linguiça de 27,5% e a alcatra de 25,9%. Esses valores são bem superiores à inflação geral no período, que foi de 6,1%.
Mas então, como fazer para não deixar de curtir um bom churrasco sem pesar no bolso? Existem algumas dicas que podem te ajudar a economizar e aproveitar essa data especial. Confira:
- Escolha cortes mais baratos: nem só de picanha vive o churrasqueiro. Você pode optar por carnes mais em conta, como fraldinha, maminha, acém ou coxão mole. Esses cortes também ficam saborosos na grelha e podem render boas porções.
- Aproveite as ofertas: antes de comprar as carnes, pesquise os preços nos supermercados e açougues da sua região. Você pode encontrar promoções e descontos que fazem a diferença no final. Além disso, fique atento às datas de validade e à qualidade das carnes.
- Varie o cardápio: quem disse que churrasco só tem carne? Você pode incrementar sua refeição com outros alimentos, como pão de alho, queijo coalho, legumes grelhados, saladas e frutas. Assim, você diminui a quantidade de carne necessária e ainda diversifica os sabores.
- Faça uma vaquinha: se você vai fazer um churrasco com amigos ou familiares, uma boa ideia é dividir os custos entre todos. Cada um pode levar um item ou contribuir com uma quantia em dinheiro. Dessa forma, você não fica sobrecarregado com as despesas e ainda garante uma confraternização mais democrática.
Com essas dicas, você pode celebrar o Dia do Churrasco sem comprometer seu orçamento. E lembre-se: o mais importante é aproveitar esse momento de lazer e descontração com as pessoas que você gosta. Bom apetite!
dia de churrasco no Brasil, data que homenageia um dos principais pratos típicos do país, que rivaliza com a tradicional feijoada pelo posto.
A data foi instituída no Rio Grande do Sul em junho de 2003, por meio da lei estadual nº 11.929, que elegeu o churrasco como prato típico da região.
Desta forma, o Tempos de dinheiro compilou a variação dos principais itens presentes no churrasco tradicional para entender se ficou mais caro assar as carnes.
Churrasco e inflação
De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base em dados de março, os preços das carnes registraram queda de 2,98% nos últimos 12 meses. Em relação a março, o recuo é de cerca de 1,06%.
Entre os cortes de churrasco que mais impactaram a queda nos últimos 12 meses, destacam-se:
| Educado | Variação (12 meses) |
|---|---|
| Costela | -2,85% |
| Alcatra | -4,64% |
| Filet mignon | -6,77% |
No entanto, entre os agudos mais expressivos estão:
| Educado | Variação (12 meses) |
|---|---|
| Bife de alcatra | +1,81% |
| Salsicha | +4,54% |
| Cupim | +4,84% |
Análise
Na visão de Fernando Iglesias, analista de proteína animal da Safras & Mercado, o momento atual é de preços mais acessíveis para a carne bovina, principalmente, com maior oferta de proteína devido à ciclo positivo do gado no Brasil, que deve ter seu pico no mês de maio.
“Os investimentos que foram feitos no segundo semestre de 2019 até meados de 2020 estão sendo traduzidos em aumento da capacidade produtiva, então o que estamos vendo é um mercado de carne bovina com maior volume ofertado. Soma-se a isso um maior descarte de fêmeas devido à curva de preços no mercado de reposição, que não é atrativa”, explica Iglesias.
geladeiras
Para a indústria, o momento é de custos mais baixos, justamente pela maior oferta no Brasil devido ao ciclo positivo do gado. Porém, entre 2024 e 2025, esse cenário deve ser revertido e resultar em uma matéria-prima mais cara para os frigoríficos no médio/longo prazo.
“Assim, no curto prazo, haverá um aumento na oferta de carne bovina de produtos do abate, mas, no médio e longo prazo, a taxa de natalidade não acompanhará a demanda de reposição. Com isso, entramos nessa fase do ciclo de menor capacidade produtiva, que deve acontecer entre o final de 2024 e o início de 2025. As decisões do pecuarista hoje terão impacto em 24-36 meses”, avalia.
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