Preço do boi gordo, bezerro, milho e soja: novembro de 2018 a 2025

Preço do boi gordo, bezerro, milho e soja: novembro de 2018 a 2025

Resumo da performance de preços em novembro (2018-2025)

Em novembro, os preços do boi gordo costumam responder rapidamente à sazonalidade da pecuária. Este período traz mais animais prontos para abate. Mudanças na demanda interna e nas exportações aparecem nesse mês. O objetivo deste trecho mostra a performance de novembro entre 2018 e 2025, com padrões úteis ao pecuarista.

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Padrões históricos de novembro

Ao longo de 2018 a 2025, o preços do boi gordo mostraram volatilidade maior em novembro. Isso ocorreu pela conjugação de reposição da safra, demanda interna e compras externas.

  • Demanda interna tende a pressionar os preços em novembro, com maior demanda de frigoríficos.
  • Ofertas de reposição afetam o equilíbrio entre físico e contrato.
  • O câmbio e custos de alimentação influenciam o custo de engorda.
  • Exportações ganham ritmo interno e externo, elevando ou segurando preços.

Fatores que movem os preços em novembro

Entre os fatores, destacam-se a disponibilidade de animais para abate, o ritmo da demanda externa e o preço de insumos como milho e soja. Pequenas variações de oferta podem provocar grandes impactos no preço.

  • Reposição de gado: quando o mercado espera gado de reposição, os preços ficam mais sensíveis.
  • Demanda do frigorífico: decisões de compra impactam o nível de preço.
  • Condições de exportação: fluxo de vendas para o exterior afeta o equilíbrio de preço.
  • Custos de alimentação: milho e soja ditam o custo de engorda.

Como usar esse histórico na prática

Com esse histórico em mãos, planeje compras e venda com mais segurança. Pergunte se é época boa para repor gado, ou se vale aderir a contratos futuros.

  • Para reposição, estime anos com menor volatilidade e ajuste o estoque.
  • Use contratos futuros ou previsões simples para travar preços.
  • Faça a checagem de custos de ração antes de fechar o mês.
  • Registre mensalmente os resultados para refinar o planejamento.

Bezerro: maior alta em novembro de 2025

Bezerro domina a conversa de preço em novembro de 2025, e não é por acaso. A demanda por carne de qualidade fica mais firme no fim de ano, enquanto a oferta de bezerros prontos para venda diminui. A combinação impulsiona a alta e muda o jogo para quem vende ou planeja reposição.

Fatores que impulsionam a alta

Primeiro, a demanda interna tende a aumentar por festas e planejamento de abate. Em segundo lugar, a reposição de gado fica mais lenta, reduzindo a oferta de bezerros disponíveis. Terceiro, custos de alimentação sobem com a pauta de milho e soja, o que pressiona o preço do bezerro por conta do custo de engorda. Além disso, o ritmo de exportação de carne pode sustentar o valor, mantendo compradores fiéis ao produto brasileiro.

  • Demanda do frigorífico aquecida em novembro eleva o preço do bezerro.
  • Ofertas menores de bezerro pronto para o abate ajudam a sustentar o valor.
  • Custos de ração influenciam o preço, pois impactam a margem dos produtores.
  • Movimentos do mercado externo podem reforçar a tendência de alta interna.

Impacto para o produtor

Quem cria e vende bezerros pode aproveitar a alta, mas precisa cuidar das margens. Abaixo, vão estratégias simples para novembro.

  • Planeje a reposição com foco em semanas de menor volatilidade, evitando picos de preço.
  • Se possível, venda parte dos bezerros de forma escalonada para não pegar toda a alta de uma vez.
  • Considere usar contratos ou previsões simples para travar preços futuros e proteger a margem.
  • Reforce o manejo de pastagens para reduzir custos de alimentação sem perder ganho de peso.

Estratégias práticas para novembro

Adote um plano direto de ação: monitore a curva de preços diariamente, ajuste o cronograma de venda e mantenha o custo de alimentação sob controle. A boa prática é manter um estoque de bezerros com peso adequado para venda rápida, aproveitando a demanda elevada. Também é importante revisar a saúde do rebanho para evitar perdas que possam reduzir o volume disponível para venda.

  1. Atualize a planilha de custos com o preço atual da ração e o peso alvo de cada lote.
  2. Estabeleça metas de venda por semana para distribuir o risco.
  3. Se houver disponibilidade, use contratos futuros para travar preço sem comprometer a liquidez.
  4. Invista em manejo de pastagens para manter consumo eficiente e reduzir necessidade de suplementação cara.

Observações finais

A alta de novembro em 2025 pode indicar um ponto de equilíbrio favorável para quem está com o gado em boa condição. A chave é agir com planejamento, não apenas reagir às variações diárias. A gente vê que, quando o planejamento acompanha a alta, as margens ficam mais robustas e o negócio fica mais previsível para o próximo ciclo.

BoG gordo estável no físico, com recuperação futura

O boi gordo estável no físico ajuda você a planejar melhor a reposição. Mesmo com oscilações, a demanda interna mantém os preços próximos do piso e do teto. Essa estabilidade facilita o orçamento de ração, manejo de pastagem e cronogramas de venda.

Fatores que sustentam a estabilidade

Alguns fatores ajudam a manter o equilíbrio entre oferta e demanda.

  • Oferta estável de animais prontos para abate.
  • Demanda interna firme, com foco em consumo de carne.
  • Custos de alimentação sob controle ajudam a manter a margem.
  • Mercado externo com ritmo previsível também sustenta o preço.

Impacto na gestão do dia a dia

Para o produtor, isso permite planejar compra de bezerro, peso de venda e envio aos frigoríficos.

  • Ajuste seus lotes por peso alvo para evitar perdas.
  • Use contratos ou previsões para travar preços.
  • Mantenha a cobertura de pastagens para manter custo de alimentação estável.
  • Monitore cenários sazonais para antecipar mudanças de demanda.

Estratégias práticas para aproveitar a estabilidade

  1. Ajuste o cronograma de venda para distribuir riscos ao longo do mês.
  2. Mantenha um estoque de bezerros com peso alvo para venda rápida.
  3. Considere contratos futuros para travar preços sem reduzir liquidez.
  4. Invista no manejo de pastagens, fertilizantes leves e rotação de áreas.

Mantendo o controle de custos, as margens tendem a ficar estáveis quando a demanda se reorganiza.

Milho e soja: quedas em novembro frente a 2024

Milho e soja caem em novembro frente a 2024, sinalizando desaquecimento de preço para os dois grãos. A colheita recente entra no mercado com volume maior, enquanto a demanda externa permanece mais contida.

Por que as quedas ocorrem

O volume maior de produção eleva a disponibilidade. A demanda interna segue estável, mas as exportações podem ter ritmo menor, pressionando as cotações para baixo. Além disso, fatores como dólar mais firme, custos de insumos e incertezas climáticas ajudam a derrubar os preços.

  • Oferta elevada de milho e de soja no curto prazo reduz a urgência de preços altos.
  • Redução relativa da demanda de alguns grandes importadores pesa sobre o mercado.
  • Custos de produção sobem com fertilizantes e energia, comprimindo margens.
  • Notas de clima e safras futuras influenciam a percepção de risco dos compradores.

Impacto para o produtor

Quedas em novembro exigem planejamento. Quem vende já ou mantém estoque precisa decidir entre reduzir perdas ou manter liquidez para a próxima safra. A gestão de custo e a estratégia de venda ganham destaque.

  • Atualize planos de venda com os preços atuais e previsões de curto prazo.
  • Considere hedge com contratos futuros para travar parte da produção.
  • Rotacione culturas ou ajuste a intensificação da entrada de ração para controlar custos.
  • Mantenha reservas estratégicas de grãos e insumos para enfrentar volatilidade.

Estratégias práticas para enfrentar as quedas

Adote um plano simples de marketing da sua produção. Primeiro, defina metas semanais de venda para diluir o risco. Segundo, use contratos futuros quando houver espaço financeiro. Terceiro, monitore indicadores como câmbio, safra e logística de exportação. Quarto, invista em manejo de solo e rotação de culturas para manter produtividade e custo estável.

  1. Crie uma planilha de preços e custos atualizada diariamente.
  2. Divida a venda entre curto prazo e hedges para reduzir impacto.
  3. Acorde com cooperativas para melhores condições de entrega e pagamento.
  4. Planeje a safrinha e a rotação de culturas para manter a renda em quedas de preço.

Dinamismo do mercado futuro vs. físico para 2026

O dinamismo entre o mercado futuro e o mercado físico para 2026 exige planejamento prático desde já. O futuro usa contratos para travar preços no tempo. O físico é venda atual, com entrega imediata. Entender a diferença ajuda a proteger a margem e a planejar a safrinha.

O que esperar para 2026

A incerteza climática, a demanda global e a variação cambial ainda influenciam os preços. A oferta de milho, soja e carne pode permanecer volátil. Quem faz hedge pode reduzir surpresas no caixa.

  • A demanda global por grãos pode se manter alta, aumentando a volatilidade.
  • A demanda interna pode seguir estável, mas safras ruins mudam tudo.
  • O câmbio continua impactando custos de importação e exportação.
  • Custos de energia e fertilizantes moldam a rentabilidade.

Como usar o mercado futuro a seu favor

Defina o que você quer proteger, quanto vender ou comprar e o prazo. Escolha contratos líquidos com boa liquidez. Faça hedge parcial para manter flexibilidade. Combine futuros com venda no físico para reduzir o risco de base.

  • Estabeleça uma meta de proteção, por exemplo, 30-50% da produção prevista.
  • Escolha contratos com liquidez adequada; milho e soja costumam ter boa demanda.
  • Execute hedges regularmente, revisando preços e margens.
  • Use previsões simples para decidir quando entrar ou sair do hedge.

Estratégias práticas de mitigação de risco

Monitore a curva de preços e o basis entre o físico e o futuro. Se o prêmio futuro ficar alto, ajuste a posição. Combine hedge com gestão de estoques para manter liquidez. Revise custos de produção para cada ciclo.

  1. Crie uma planilha de hedge com cenários diferentes.
  2. Divida produção entre curto prazo e proteção de médio prazo.
  3. Negocie com cooperativas para condições de entrega e pagamento.
  4. Esteja pronto para ajustar as posições conforme o clima e o mercado.

Observações finais

O dinamismo futuro X físico não é apenas teoria. Ele protege a margem e dá tranquilidade para investir na próxima safrinha. Com disciplina, você reduz riscos e mantém a rentabilidade mesmo em meses voláteis.

Impacto da reposição na pecuária brasileira

A reposição de gado é o motor da continuidade da pecuária brasileira. Sem reposição, o rebanho envelhece e a produção fica mais instável. Planejar com antecedência ajuda a manter o fluxo de animais, o peso adequado e a margem de lucro.

O que é reposição

Reposição é a aquisição de animais jovens para renovar o lote na fazenda. Inclui bezerros, novilhas e bezerros para reposição de matrizes. O objetivo é manter o rebanho estável, com boa fertilidade e ganho de peso consistente.

Fatores que influenciam a reposição

  • Preço de bezerro e de reposição; preços altos dificultam o planejamento.
  • Disponibilidade de animais prontos para venda.
  • Saúde, vacinação e manejo que reduzem perdas na transição.
  • Pastagens disponíveis e qualidade da alimentação durante a engorda.
  • Financiamento e crédito rural que viabilizam compras escalonadas.
  • Condições climáticas e volatilidade do mercado.
  • Condições cambiais quando há importação de animais ou insumos.

Impactos financeiros

A reposição impacta diretamente a margem de lucro. Comprar em momentos mais favoráveis e manter estoques proporcionam liquidez. Uma boa gestão inclui previsão de custos, receitas e possíveis hedge.

  • Planeje a compra por fases para suavizar o preço.
  • Programe o peso alvo de cada lote para acelerar o retorno de investimento.
  • Utilize contratos ou previsões para reduzir a insegurança de caixa.
  • Integre manejo de pastagens para reduzir custos de alimentação.

Estratégias práticas para reposição

  • Defina um peso alvo para cada lote de reposição e siga-o rigorosamente.
  • Venda ou mantenha bezerros em estágios diferentes para distribuir risco.
  • Faça parcerias com cooperativas ou atravessadores para condições melhores de compra e pagamento.
  • Combine compra de bezerros com vacinação e faseamento de introdução ao pasto.
  • Revise o orçamento mensalmente com base no cenário de preços e safras.

Checklist de reposição

  1. Atualize o orçamento de reposição com preços atuais.
  2. Estabeleça metas mensais de compra e peso alvo.
  3. Verifique saúde, vacinação e certificações dos animais.
  4. Conside contratos futuros para proteção de preço quando viável.
  5. Monitore a disponibilidade de pastagens e ajuste a alimentação.
  6. Registre custos, ganhos e lições para o próximo ciclo.

Com planejamento sólido, a reposição mantém o ciclo produtivo estável, protege margens e garanta a continuidade da produção ao longo dos anos.

Comparativo CEPEA: Paraná vs MS

O Comparativo CEPEA entre Paraná e MS mostra realidades distintas do agro. Cada estado tem base produtiva própria, o que molda preços e oportunidades na pecuária e na pauta de grãos.

Contexto regional

No Paraná, a produção de soja e milho domina a matriz agrícola, com o escoamento facilitado por portos e ferrovias. Em Mato Grosso do Sul, a pecuária de corte é muito expressiva, o que eleva a sensibilidade dos preços do boi gordo e dos insumos de alimentação.

Diferenciais de preço entre PR e MS

  • CEPEA mostra maior volatilidade no boi gordo de MS, puxada pela demanda externa e pela disponibilidade de animais.
  • Milho e soja no PR sofrem impacto mais forte de preços internacionais e de câmbio, influenciando o custo de ração.
  • Logística ajuda o PR a competir em mercados de grãos, enquanto MS depende mais de rodovias para o escoamento da carne e dos insumos.
  • Condições climáticas regionais criam variações distintas na oferta de grãos e pastagens.
  • O câmbio e o custo de energia impactam os insumos de cada estado de forma diferente.

Como interpretar os números CEPEA no seu negócio

  1. Compare os preços médios por estado, não apenas a média nacional.
  2. Observe a diferença entre preço futuro e preço à vista para cada região (base regional).
  3. Identifique sazonalidades sazonaiss que afetam PR (grãos) versus MS (carne e insumos).
  4. Use esses dados para ajustar reposição, venda de grãos e estratégias de hedge.
  5. Acompanhe a liquidez de contratos para cada mercado regional.

Estratégias práticas para produtores de PR e MS

  • Planeje compras e vendas com base na leitura CEPEA de cada estado.
  • Adote hedge parcialmente para proteger margens sem perder liquidez.
  • Ajuste o mix de produção conforme a tendência de preços regionais (mais grãos no PR, mais carne no MS).
  • Fortaleça acordos com cooperativas para melhores condições de entrega e pagamento.
  • Monitore custos de ração e logística para manter a rentabilidade em diferentes cenários.

Com esse entendimento, você toma decisões mais seguras, reduz risco de caixa e mantém a atividade agropecuária estável ao longo do tempo.

Cenários de demanda externa e preço internacional

A demanda externa e os preços internacionais moldam a rentabilidade da sua fazenda. Quando o mundo quer mais milho, soja ou carne, os preços sobem. Esses movimentos chegam ao Brasil por meio de exportações, importações e contratos globais.

Contexto global

No cenário global, grãos, gado e carne dependem de clima, economia e logística. Relatórios de grandes players ajudam a prever tendências no curto e no longo prazo.

Como isso chega no Brasil

A demanda externa eleva ou reduz preços aqui, conforme o ritmo de compras no exterior. Incerteza climática nas safras, variação cambial e logística influenciam quando importamos insumos e quanto pagamos por eles.

  • Demanda externa crescente pode elevar preços e volatilidade.
  • Câmbio forte encarece insumos importados e margens apertadas.
  • Condições climáticas afetam safras, estoque e oferta local.
  • Logística global e tarifas moldam o custo de transporte e venda.
  • Políticas comerciais afetam acordos com compradores no exterior.

Como se proteger

Para enfrentar a incerteza, combine análise de mercado com hedge parcial e planejamento de estoque. Escolha instrumentos com boa liquidez e use hedge de forma parcial para manter flexibilidade.

  • Defina o nível de proteção desejado, por exemplo 30-50% da produção.
  • Divida a produção entre ativos para hedges e venda no físico.
  • Faça revisões regulares das posições, com base em preços e margens.
  • Considere acordos com cooperativas para condições de entrega e pagamento.

Estratégias práticas de mitigação de risco

Monte cenários com preço, custo e prazo. Mantenha uma planilha atualizada e revise-a toda semana. Combine hedge com gestão de estoques para manter liquidez, mesmo em meses voláteis.

  1. Crie modelos de cenário com diferentes preços e custos.
  2. Divida a produção entre curto e médio prazo para diluir o risco.
  3. Use contratos futuros para travar preços quando houver espaço financeiro.
  4. Diversifique mercados para reduzir dependência de um único comprador.

Observações finais

Mercados globais mudam rápido. Acompanhe indicadores, ajuste estratégias e proteja suas margens com disciplina.

Riscos e oportunidades para o pecuarista em 2026

Riscos e oportunidades para o pecuarista em 2026 exigem planejamento cuidadoso e ações rápidas. A gente precisa antecipar mudanças no preço, nos custos e no clima para manter a rentabilidade.

Principais Riscos em 2026

  • Volatilidade de preços, impulsionada por demanda global, clima e câmbio, que pode pressionar margens.
  • Custos de alimentação mais altos devido a milho, soja e energia, afetando o ganho de peso do animal.
  • Clima extremo e chuvas irregularidades que reduzem pastagens e aumentam a necessidade de suplementação.
  • Logística e combustível com inflacionamento, elevando o custo de escoamento e compra de insumos.
  • Acesso a crédito pode ficar mais apertado, dificultando reposições e investimentos.
  • Mudanças regulatórias e políticas comerciais que alteram mercados de exportação.

Oportunidades para 2026

  • Aumento de produtividade com manejo de pastagens, rotação de áreas e adubação responsável.
  • Uso de contratos futuros e hedges para travar preços e reduzir surpresas no caixa.
  • Avanços em genética, nutrição e sanidade que elevam ganho de peso e eficiência.
  • Mercados externos abertos a produtos de qualidade brasileira, com certificações e rastreabilidade.
  • Integração entre pecuária e agricultura de precisão para melhor uso de água e alimentos.

Estratégias práticas para enfrentar riscos e aproveitar oportunidades

  1. Crie cenários de preço e custo e atualize mensalmente.
  2. Defina metas de proteção com hedge parcial, por exemplo 30% a 50% da produção.
  3. Adote manejo de pastagens: rotação, adubação e reserva de forragem para reduzir custos.
  4. Diversifique mercados e utilize contratos para equilibrar venda no físico e futuro.
  5. Fortaleça parcerias com cooperativas para melhores condições de compra e entrega.
  6. Invista em biossegurança, vacinação e monitoramento sanitário para evitar perdas.

Com esse conjunto de ações, o pecuarista fica mais protegido contra choques de mercado e pronto para explorar as oportunidades de 2026.

Como planejar compras e reposição com base nesses dados

Planejar compras e reposição com base nesses dados exige método claro e disciplina prática. Isso ajuda a manter margens estáveis e o fluxo de gado constante.

Análise inicial de dados

Primeiro, reúna preços históricos de reposição, peso alvo e disponibilidade de bezerros. Anote também custos de ração, energia e frete para o mês atual. Use informações de fontes confiáveis e crie uma planilha simples para registrar tudo.

  • Preço de reposição por lote.
  • Peso alvo e janela de reposição de cada lote.
  • Disponibilidade de animais prontos para venda.
  • Custos de alimentação, energia e logística.
  • Condições de crédito e liquidez da fazenda.

Definição de metas de reposição

Defina o peso alvo, a cadência de reposição e a quantidade mensal a repor. Estabeleça prazos realistas para entrega e integração do gado ao pasto. Registre esses parâmetros para orientar decisões futuras.

  • Peso alvo por lote (ex.: 180–220 kg para bezerros conf.)
  • Cadência de reposição mensal
  • Quantidade máxima e mínima a comprar por ciclo
  • Prazo de entrega e adaptação ao manejo do pasto

Estratégias de hedge e proteção de preço

Defina o nível de proteção desejado, por exemplo 30% a 50% da produção. Use hedge parcial para manter flexibilidade e evitar travar toda a margem em momentos ruins.

  • Hedge parcial com contratos líquidos
  • Revisão mensal das posições e ajuste conforme o cenário
  • Combinação de vendas no físico com contratos futuros para equilíbrio

Gestão de estoque e rotação de lotes

Gerencie estoques com peso alvo e datas de venda para cada lote. Isso evita perdas por variação de preço e facilita o fluxo de caixa.

  1. Defina peso alvo e janela de venda para cada lote
  2. Distribua as vendas ao longo do mês para reduzir o efeito do pico de preço
  3. Rotacione áreas de pastagem para manter alimentação estável
  4. Ajuste o manejo de rebanho com base no estoque disponível

Parcerias, crédito e prazos

Fortaleça parcerias com cooperativas e bancos para condições de compra e pagamento mais favoráveis. Planeje linhas de crédito sazonais para sustentar reposições durante safras ruins.

  • Condições de pagamento escalonadas com fornecedores
  • Linha de crédito sazonal para reposição
  • Cooperativas para melhoria de equipamentos e logística

Checklist prático

  1. Atualize a planilha com preços, custos e peso alvo
  2. Estabeleça metas mensais de reposição e proteção
  3. Defina prazos de entrega e confirme com fornecedores
  4. Implemente hedge parcial e monitore margens
  5. Ajuste o estoque conforme o clima e a demanda
  6. Revisite o orçamento mensalmente para ajustes rápidos

Com esse framework, você toma decisões mais seguras, protege a liquidez e mantém a produção estável ao longo do tempo.

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Saiba Mais Sobre Dr. João Maria
Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite.
Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.

joão silva

Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite. Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.