Brasil amplia exportação: farinha de sangue bovino chega à Colômbia

Brasil amplia exportação: farinha de sangue bovino chega à Colômbia

Acordo sanitário desbloqueia exportação de farinha de sangue bovino para a Colômbia

O acordo sanitário entre Brasil e Colômbia desbloqueia exportação de farinha de sangue bovino para rações. Ele abre uma nova via de crescimento para produtores e indústrias.

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Essa farinha é um ingrediente proteico usado na alimentação de gado, suínos e aves. O uso tem efeito direto na nutrição e no desempenho dos animais.

O que é a farinha de sangue bovino

Ela é um subproduto da cadeia frigorífica. Fornece proteína de alta digestibilidade para rações. O uso tem impacto na eficiência da alimentação. Também ajuda a reduzir o custo por ganho de peso.

Por que o acordo é relevante

Colômbia demanda proteínas animais de alta qualidade. O acordo reduz burocracia e facilita certificação. Isso pode acelerar contratos e melhorar previsões de vendas.

Requisitos de qualidade e rastreabilidade

A rastreabilidade é obrigatória. Cada lote precisa de certificados de origem e de análises. Registros devem acompanhar o produto desde a fábrica até o embarque. Boas práticas de higiene, armazenamento e transporte ajudam a evitar contaminação e perdas.

Como aproveitar a oportunidade

  1. Faça o diagnóstico de capacidade para atender a demanda colombiana.
  2. Solicite certificação de origem e análises de pureza de cada lote.
  3. Implemente um sistema de rastreabilidade com código por lote.
  4. Estabeleça contatos com compradores colombianos e organize a logística de exportação.

Considerações finais

Investir na qualidade e rastreabilidade pode ampliar margens. Fique atento a mudanças regulatórias e às variações cambiais.

Rastreabilidade e segurança: como funciona a farinha de sangue na cadeia de ração

Rastreabilidade e segurança são pilares da farinha de sangue na cadeia de ração. Sem rastreamento, fica difícil garantir qualidade e saúde dos animais.

O que é farinha de sangue

A farinha de sangue é um concentrado proteico obtido a partir do sangue de abate. Ela complementa a proteína da dieta animal, ajudando no ganho de peso e no desempenho. A qualidade depende de origem, processamento e conservação.

Por que a rastreabilidade importa

Rastreabilidade permite seguir cada lote desde a origem até o envio. Em caso de problema, facilita recall e ações rápidas para evitar danos à saúde animal. Compradores valorizam a transparência e a conformidade.

Como funciona na prática

  1. Solicite certificados de origem e análises de qualidade de cada lote.
  2. Atribua um código único por lote e registre data, fornecedor, processador e destino.
  3. Documente todas as etapas de armazenamento e transporte, mantendo registros acessíveis.
  4. Implemente controles de higiene para evitar contaminação cruzada entre lotes.

Pontos críticos de segurança

Verifique níveis de contaminantes, presença de metais pesados e odor incomum. Armazene em ambientes secos e bem ventilados. Evite mistura de lotes sem identificação adequada.

Boas práticas para produtores

  • Treine a equipe sobre manuseio seguro e higiene de embalagens.
  • Utilize embalagens lacradas e selos de lote para fácil rastreabilidade.
  • Faça auditorias internas periódicas para confirmar a integridade do sistema de rastreabilidade.
  • Integre o sistema de rastreabilidade com a gestão de estoque e recebimento.

Benefícios concretos

Maior confiança de clientes, menor risco de recalls, melhor planejamento logístico e, no fim, margens mais estáveis.

Mercado brasileiro amplia presença com 471 aberturas de mercado desde 2023

O mercado brasileiro amplia presença com 471 aberturas de mercado desde 2023. Isso significa mais portas para exportação, mais compradores e mais dados de preço. Mercados novos surgem em várias cadeias, da carne aos grãos.

Para o produtor, isso traz mais opções de venda e previsibilidade de renda. Mas é preciso planejamento pra não perder oportunidades nem sair perdendo com preços.

Setores com oportunidades

  • Carne bovina e cortes processados para mercados externos
  • Soja, milho e derivados para importadores regionais
  • Rações prontas e insumos para a indústria de alimentação animal

Como se preparar

  1. Atualize certificados de origem e análises de qualidade de cada lote.
  2. Faça um mapeamento de compradores e feche contratos com cláusulas claras.
  3. Fortaleça logística, embalagem e rastreabilidade do produto.
  4. Implemente hedge cambial para reduzir a volatilidade de preços.

Benefícios práticos

  • Mais estabilidade de renda e margens melhores.
  • Redução de riscos com contratos bem estruturados.
  • Previsão de demanda ajuda na produção e no planejamento.

Para colocar tudo em prática, converse com a associação do seu setor e com agentes de comércio exterior.

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Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite.
Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.

joão silva

Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite. Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.