BRS Sarandi: evolução do capim-andropogon para pastagens modernas
BRS Sarandi representa a evolução do capim-andropogon para pastagens no Brasil. Ela oferece maior densidade de folhas, porte mais baixo e rebrote rápido. Além disso, mostra resistência a cigarrinha e nematoides, dois desafios que reduzem a produção de forragem no campo.
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!Essa combinação facilita o manejo diário da pastagem. Com ela, os produtores podem planejar pastejo estável e eficiente, mesmo na seca. Abaixo vão orientações rápidas para aproveitar o potencial da cultivar:
- Estabelecimento: semeadura com boa umidade e incorporação leve no solo.
- Densidade de plantio: manter cobertura do solo e boa ocupação do espaço.
- Rotação de pastejo: dividir o manejo em piquetes para descanso e rebrotação oportunos.
- Monitoramento de pragas: acompanhar cigarrinha e nematoides, com ações preventivas simples.
Com manejo adequado, a pastagem tende a fornecer forragem de boa qualidade por mais tempo. Isso ajuda o gado a ganhar peso estável e reduz a necessidade de suplementação cara.
Mecanismos de resistência: cigarrinha e nematoides
Resistência de plantas a cigarrinha e nematoides é uma defesa natural essencial para pastagens brasileiras. Ela reduz danos, mantém a forragem e baixa custos com manejo de pragas.
Defesas da planta
As plantas contam com diversas estratégias para enfrentar as pragas. A resistência genética aparece em variedades que dificultam a alimentação da cigarrinha ou a reprodução de nematoides, preservando a produção. A antixenose evita que as pragas se aproximem pela cheiros e texturas. A antibiose atrasa o desenvolvimento das pragas após a alimentação. A tolerância permite que a planta continue produtiva, mesmo com infecção.
Também existem defesas químicas naturais que afastam pragas ou diminuem seu impacto. Juntas, essas defesas reduzem a pressão de cigarrinha e nematoides sem depender apenas de defensivos.
Manejo prático no campo
- Opte por variedades com resistência comprovada a cigarrinha e nematoides.
- Rotacione pastagens para interromper o ciclo das pragas.
- Faça adubação equilibrada para manter solo e raiz fortes.
- Use cobertura permanente e mínimo revolvimento do solo para proteger as raízes.
- Adote controle biológico com microrganismos benéficos quando disponível.
- Integre manejo cultural, biológico e químico apenas quando necessário, com orientação técnica.
Diagnóstico e monitoramento
Realize visitas regulares, inspeção de plantas e registro de sinais de praga. Utilize testes de solo e de raiz quando possível para confirmar infestações. O monitoramento precoce facilita intervenções simples e econômicas, mantendo a pastagem produtiva.
Com prática constante, a área permanece resiliente e o custo de controle fica menor ao longo do tempo.
Rebrote rápido e manejo para transição seca-água
Rebrote rápido é essencial na transição seca-água para manter a forragem disponível. Quando as chuvas voltam, a pastagem precisa reativar o crescimento com velocidade para acompanhar o consumo do rebanho.
Por que rebrote rápido importa?
Pastagens que respondem rapidamente à água mantêm a produção estável. Um rebrote ágil reduz lacunas de alimentação e evita quedas de peso no animal, além de reduzir a necessidade de suplementação cara.
Manejo prático para favorecer o rebrote
- Altura de pastejo: mantenha resíduo de 4-6 cm para estimular a brotação sem stressed na planta.
- Rotação de piquetes: divida a área em 4-6 piquetes e dê descanso de 20-40 dias, conforme clima e espécie
- Adequação de fertilização: aplique nitrogênio logo no início das chuvas, com dose moderada, para estimular o rebrote sem lixiviação.
- Cobertura de solo: use palha ou cobertura viva para proteger raízes e conservar umidade.
- Integração com leguminosas: incorpore leguminosas para fixar N e melhorar a nutrição da pastagem.
- Controle de pragas e doenças: monitore cigarrinha e nematoides para evitar atrasos no rebrote.
Avaliação e ajustes rápidos
Observe o crescimento do rebrote nos primeiros dias após o pastejo. Meça com uma régua simples e ajuste o manejo conforme necessidade. Registre dados para orientar a próxima estação.
Manejo técnico e acesso a publicações oficiais da Embrapa e Pasto Certo
Para o manejo técnico eficiente, consultar publicações oficiais da Embrapa e do Pasto Certo é essencial.
Por que consultar essas publicações
Elas entregam orientação prática, embasada em pesquisa de campo. Você encontra dados sobre produtividade, qualidade de forragem e nutrição de pastagens. As informações passam por revisão de especialistas, o que aumenta a confiabilidade. Seguir as recomendações ajuda a reduzir custos e evitar erros comuns.
O que você encontra nelas
- Técnicas de manejo por espécie e estágio de desenvolvimento.
- Planos de adubação, nutrição do solo e manejo de água.
- Guias de controle de pragas e doenças comuns em pastagens.
- Rotação de piquetes, pastejo e rebrotação recomendados.
- Resultados de experimentos regionais, com gráficos simples.
Como acessar de forma prática
Visite o site da Embrapa e pesquise por manejo de pastagens. Use filtros por espécie, região e clima. Ative notificações para receber novidades. No Pasto Certo, busque guias, manuais e recomendações regionais.
Baixe os PDFs quando possível e leia em campo, com a prancheta. Se a técnica parecer pesada, peça orientação a um técnico rural ou extensionista.
Transformando leitura em ação
- Teste as práticas em uma área piloto da propriedade.
- Registre dados simples: data do pastejo, umidade do solo, produção de forragem.
- Avalie os resultados e ajuste o manejo na próxima estação.
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Saiba Mais Sobre Dr. João Maria
Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite.
Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.
