Silagem: a solução para seca ou geada?

Devo fazer a silagem em caso de seca ou geada na lavoura?

Neste artigo, vamos abordar a questão da silagem em situações de seca ou geada na lavoura. Esses eventos climáticos podem trazer perdas e dúvidas sobre como proceder na ensilagem. A quebra de ciclo no desenvolvimento da planta pode impactar diretamente na qualidade e quantidade da silagem produzida.

A importância da silagem na alimentação animal

A silagem é um alimento essencial na nutrição animal, especialmente em períodos de escassez de pasto. Garantir uma produção adequada e de qualidade é fundamental para manter a saúde e o desenvolvimento dos animais, bem como para otimizar a produção de leite e carne.

Os desafios da silagem em condições adversas

Diante de condições climáticas extremas, como seca e geada, a produção de silagem pode ser comprometida. É importante estar preparado para lidar com essas situações e adotar estratégias para minimizar os impactos negativos na lavoura e na alimentação dos animais.

Como tomar decisões assertivas na ensilagem

Neste artigo, vamos explorar as melhores práticas para enfrentar a seca e a geada na produção de silagem. Vamos analisar os desafios, apresentar soluções e oferecer orientações para garantir uma ensilagem eficiente e de qualidade mesmo em condições adversas.

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Benefícios da silagem bem-feita

Uma silagem de qualidade é fundamental para garantir a saúde e o desempenho dos animais, além de contribuir para a eficiência da produção agrícola. Ao enfrentar a seca e a geada, é essencial adotar medidas para preservar a qualidade da silagem e suprir as necessidades nutricionais do rebanho.

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Desenvolvimento

A silagem é um importante recurso na produção agrícola, especialmente em situações de seca ou geada. Nestas condições adversas, a ensilagem pode ser uma estratégia eficaz para a conservação de forragem, garantindo alimentação para os animais mesmo em períodos de escassez.

Benefícios da silagem em caso de seca ou geada

Um dos principais benefícios da silagem em condições de seca ou geada é a possibilidade de armazenamento de alimentos para o gado, garantindo uma alimentação de qualidade, mesmo quando a pastagem natural está comprometida. Além disso, a silagem pode ser uma forma de aproveitar a produção excedente de cereais, como milho e sorgo, que poderiam ser perdidos em situações de adversidade climática.

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Impacto na produção e qualidade da silagem

Em casos de seca ou geada, é importante considerar que a qualidade da planta pode ser comprometida, o que impacta diretamente na qualidade da silagem. Plantas estressadas tendem a apresentar menor teor de matéria seca e nutrientes, o que pode afetar a fermentação e conservação do material ensilado. Por isso, é importante avaliar a qualidade da planta antes de optar pela ensilagem em situações de adversidade climática.

Manejo adequado da silagem em períodos críticos

Para garantir a eficácia da silagem em casos de seca ou geada, é fundamental adotar um manejo adequado do processo de ensilagem. Isso inclui a colheita no momento correto, a compactação adequada do silo, o uso de aditivos específicos e o monitoramento da fermentação. Além disso, é importante considerar o planejamento estratégico da alimentação dos animais, levando em conta a qualidade e quantidade de silagem disponível.

Considerações finais

Em suma, a silagem é uma alternativa viável em situações de seca ou geada, desde que realizada de forma adequada e planejada. A ensilagem pode garantir a disponibilidade de alimento de qualidade para o gado, mesmo em períodos de escassez. No entanto, é fundamental avaliar a qualidade da planta e adotar as práticas de manejo corretas para garantir a eficácia do processo e a nutrição dos animais.

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Conclusão

A silagem é uma alternativa viável em casos de seca ou geada, proporcionando uma forma de armazenar alimento para o gado. No entanto, é importante considerar alguns aspectos, como a qualidade do material ensilado e as condições climáticas. Buscar orientação de especialistas e seguir boas práticas de produção podem garantir uma silagem de qualidade para os animais, mesmo em épocas adversas. Investir em tecnologia e estar atento às condições climáticas são passos essenciais para obter uma silagem eficiente e nutritiva para o rebanho. A silagem é uma estratégia importante para garantir a alimentação do gado em períodos difíceis, como secas e geadas, e pode ser uma solução eficaz para enfrentar essas adversidades.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

Artigo: Devo fazer a silagem em caso de seca ou geada na lavoura?

Seca e geadas são condições que trazem perdas e dúvidas de como proceder na ensilagem; problemas ocasionam uma quebra de ciclo no desenvolvimento da planta.

FAQs

1. O que fazer em caso de seca durante a silagem?

Em caso de seca, é importante avaliar a umidade do material a ser ensilado. Se estiver muito seco, pode ser necessário um tratamento para aumentar a umidade e garantir a qualidade da silagem.

2. Como lidar com geadas na lavoura antes da ensilagem?

Antes da ensilagem, em caso de geada, é necessário avaliar os danos causados às plantas. Se houve muitos danos, pode ser melhor optar por outras formas de conservação do alimento para o gado.

3. Qual a importância da umidade na silagem?

A umidade é essencial na silagem para garantir a fermentação adequada do material e a conservação dos nutrientes. Um material muito seco ou muito úmido pode comprometer a qualidade da silagem.

4. Como evitar perdas na silagem em períodos de seca?

Para evitar perdas na silagem durante períodos de seca, é importante monitorar constantemente a umidade do material, garantir uma compactação adequada e seguir as boas práticas de ensilagem.

5. Quais as alternativas à silagem em caso de condições climáticas adversas?

Em caso de condições climáticas adversas, como seca ou geada, é importante avaliar outras alternativas de conservação de alimentos para o gado, como feno, grãos secos ou uso de aditivos para silagem.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo







Artigo: Devo fazer a silagem em caso de seca ou geada na lavoura? — CompreRural


































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Crise na agricultura: entenda o impacto da quebra da safra e do recuo dos grãos no arrendamento de terras.

Arrendamento de terras agrícolas: os impactos da queda nos preços dos grãos

A queda dos preços dos grãos, sobretudo a soja, e a quebra na produção da safra 2023/24 acertaram em cheio o mercado de arrendamento de terras agrícolas no país.
O cenário é complexo e não poupa nenhum dos lados do negócio: ao mesmo tempo em que o valor da terra para arrendamento recua no Brasil, afetando a receita de proprietários, quem arrenda áreas para plantar enfrenta dificuldades para fechar as contas e já há até tentativas de renegociação de contratos.
Segundo relatório da S&P Global Commodity Insights, o preço médio de arrendamento de terras no Brasil em dezembro de 2023 era de R$ 1.939 por hectare, queda de 13,3% em relação aos R$ 2.236 registrados um ano antes.
Nas áreas destinadas a grãos, como soja e milho, a baixa foi mais intensa. Em dezembro, o valor do arrendamento era estimado em R$ 1.814,00 por hectare, recuo de 26,1% em comparação com o mesmo mês de 2022. Na comparação anual, registraram aumentos apenas as terras destinadas a arroz (28,2%), fruticultura (12,5%), pastagens (7,5%) e cana-de-açúcar (0,9%).
No Brasil, a maioria dos arrendamentos usa como referência de valor para o “aluguel” da terra uma quantidade fixa de parte da produção que será plantada na área. Por exemplo: um hectare tem um custo de determinado número de sacas de soja.
A queda nos preços do arrendamento vem após forte alta registrada nos últimos três anos. “Nesse período houve uma inflação muito forte nos valores dos arrendamentos, com o aumento do preço das commodities e a maior rentabilidade das propriedades”, comenta Sandro Al Alam Elias, diretor da consultoria Safras e Cifras.
Agora, a situação é inversa. “A queda das commodities agrícolas reduziu os valores dos arrendamentos quando transformamos as sacas em reais, o que naturalmente não acompanha a rentabilidade em relação ao valor imobilizado por hectare produtivo. Isso faz com que contratos não sejam renovados e áreas sejam devolvidas. Consequentemente, temos menores preços sendo praticados”, diz.
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Queda no preço do arrendamento

A queda nos preços dos grãos afetou diretamente o mercado de arrendamento de terras agrícolas no Brasil. Isso impactou tanto a receita dos proprietários de terras quanto a rentabilidade dos que alugam áreas para plantar, levando a tentativas de renegociação de contratos.

Valores de arrendamento

De acordo com relatório da S&P Global Commodity Insights, o preço médio de arrendamento de terras no Brasil em dezembro de 2023 era de R$ 1.939 por hectare, representando uma queda de 13,3% em relação ao ano anterior. Esse recuo foi mais acentuado em áreas destinadas a grãos, como soja e milho, com uma redução de 26,1%.

Problemas na renegociação

Com a baixa nos preços dos grãos, a margem líquida de rentabilidade tende a ser inferior aos últimos ciclos agrícolas, levando a uma redução do apetite por novos arrendamentos. Além disso, quem aluga terras para plantio já começa a buscar alternativas para preservar parte da rentabilidade, incluindo renegociações de contratos e descontos oferecidos pelos proprietários de terras.

Impacto na safra

A quebra na safra já está impactando no pagamento dos arrendamentos, sendo que muitos contratos podem sofrer rescisões caso não haja acordo entre as partes. Regiões afetadas pela estiagem estão enfrentando reuniões para recomendar que os proprietários de terras concedam algum tipo de “alívio” para quem aluga as áreas, devido à dificuldade enfrentada pelos produtores em cobrir os custos devido à quebra na safra.

Essas dificuldades têm potencial para descapitalizar os arrendatários, conforme mencionado por produtores que já enfrentaram essa situação, o que pode gerar impactos significativos em várias áreas do país.

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Impacto da queda nos preços dos grãos e quebra na safra 2023/24 no mercado de arrendamento de terras

A redução nos valores de arrendamento de terras no Brasil e as tentativas de renegociação de contratos em função da baixa rentabilidade para quem arrenda áreas para plantio mostram um cenário desafiador. A quebra na safra impactou o pagamento dos arrendamentos e fez com que quem arrenda terras já esteja buscando alternativas para preservar parte de sua rentabilidade, exigindo a renegociação de contratos e até mesmo rescisões. A situação aponta para um cenário de descapitalização dos arrendatários e coloca em xeque a continuidade dos arrendamentos.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

A queda dos preços dos grãos e a quebra na produção impactam o mercado de arrendamento de terras agrícolas no Brasil

A queda nos preços dos grãos, sobretudo a soja, e a quebra na produção da safra 2023/24 têm afetado diretamente o mercado de arrendamento de terras agrícolas no Brasil. Tanto proprietários quanto arrendatários estão sofrendo as consequências desse cenário, com tentativas de renegociação de contratos e dificuldades para fechar as contas.

Relatório da S&P Global Commodity Insights revela queda nos valores de arrendamento

De acordo com um relatório da S&P Global Commodity Insights, o preço médio de arrendamento de terras no Brasil em dezembro de 2023 era de R$ 1.939 por hectare, o que representou uma queda de 13,3% em relação ao ano anterior. A baixa nos valores foi ainda mais intensa nas áreas destinadas a grãos, como soja e milho, com um recuo de 26,1% em comparação com o mesmo período de 2022.

Razões para a queda nos preços de arrendamento

A inflação dos valores dos arrendamentos nos últimos três anos, impulsionada pelo aumento do preço das commodities agrícolas e maior rentabilidade das propriedades, foi seguida por uma reversão dessa tendência. A queda das commodities agrícolas reduziu os valores dos arrendamentos, impactando a rentabilidade em relação ao valor imobilizado por hectare produtivo.

Impacto nos arrendatários e possíveis alternativas

A quebra da safra já está impactando o pagamento dos arrendamentos, levando a negociações para reduzir a quantidade de sacas de soja a serem pagas ou até mesmo rescindir contratos. Na região afetada pela estiagem, entidades agrícolas estão recomendando que os proprietários de terras concedam algum tipo de “alívio” para quem aluga as áreas.

Além disso, a dificuldade na rentabilidade já não estava boa e, com a quebra da safra, a proporção do custo do barter em relação à colheita ficou ainda pior, o que certamente forçará os arrendatários a negociarem com as tradings ou com os donos das propriedades, senão com os dois ao mesmo tempo.

FAQs

1. Por que os preços de arrendamento de terras agrícolas estão em queda?

A queda nos preços de arrendamento se deve à redução dos valores das commodities agrícolas, como soja e milho, que impactaram a rentabilidade das propriedades e, consequentemente, dos contratos de arrendamento.

2. Como a quebra na produção da safra tem afetado os arrendatários?

A quebra na produção da safra tem impactado os arrendatários, levando a dificuldades para fechar as contas, negociações para reduzir a quantidade de sacas de soja a serem pagas e até mesmo a rescisão de contratos.

3. Quais são as alternativas buscadas pelos arrendatários para preservar parte da rentabilidade?

Entre as alternativas buscadas pelos arrendatários estão renegociações de contratos, concessão de “alívio” por parte dos proprietários de terras e negociações com tradings ou donos das propriedades.

4. Como as entidades agrícolas têm reagido à crise no mercado de arrendamento?

Entidades agrícolas têm recomendado aos proprietários de terras que concedam algum tipo de “alívio” para quem aluga as áreas e têm feito reuniões com produtores para discutir possíveis soluções para a crise.

5. Qual é o impacto da situação atual nos arrendamentos de terras agrícolas?

O impacto da situação atual nos arrendamentos de terras agrícolas inclui uma redução dos valores de arrendamento, dificuldade na rentabilidade e risco de descapitalização dos arrendatários devido à baixa dos grãos e à esperada quebra de safra.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

A queda dos preços dos grãos, sobretudo a soja, e a quebra na produção da safra 2023/24 acertaram em cheio o mercado de arrendamento de terras agrícolas no país.

O cenário é complexo e não poupa nenhum dos lados do negócio: ao mesmo tempo em que o valor da terra para arrendamento recua no Brasil, afetando a receita de proprietários, quem arrenda áreas para plantar enfrenta dificuldades para fechar as contas e já há até tentativas de renegociação de contratos.

Segundo relatório da S&P Global Commodity Insights, o preço médio de arrendamento de terras no Brasil em dezembro de 2023 era de R$ 1.939 por hectare, queda de 13,3% em relação aos R$ 2.236 registrados um ano antes.

Nas áreas destinadas a grãos, como soja e milho, a baixa foi mais intensa. Em dezembro, o valor do arrendamento era estimado em R$ 1.814,00 por hectare, recuo de 26,1% em comparação com o mesmo mês de 2022. Na comparação anual, registraram aumentos apenas as terras destinadas a arroz (28,2%), fruticultura (12,5%), pastagens (7,5%) e cana-de-açúcar (0,9%).

No Brasil, a maioria dos arrendamentos usa como referência de valor para o “aluguel” da terra uma quantidade fixa de parte da produção que será plantada na área. Por exemplo: um hectare tem um custo de determinado número de sacas de soja.

A queda nos preços do arrendamento vem após forte alta registrada nos últimos três anos. “Nesse período houve uma inflação muito forte nos valores dos arrendamentos, com o aumento do preço das commodities e a maior rentabilidade das propriedades”, comenta Sandro Al Alam Elias, diretor da consultoria Safras e Cifras.

Agora, a situação é inversa. “A queda das commodities agrícolas reduziu os valores dos arrendamentos quando transformamos as sacas em reais, o que naturalmente não acompanha a rentabilidade em relação ao valor imobilizado por hectare produtivo. Isso faz com que contratos não sejam renovados e áreas sejam devolvidas. Consequentemente, temos menores preços sendo praticados”, diz.

Na visão de Elias, mesmo que os custos tenham caído nesta safra, o preço de venda dos grãos fará com que a margem líquida seja inferior à dos dois últimos ciclos agrícolas. Essa dificuldade, somada ao fator climático, deverá reduzir o apetite por novos arrendamentos.

Do outro lado do balcão, quem arrenda terras para plantio e enfrenta baixa remuneração em função da menor colheita já começa a buscar alternativas para preservar parte da rentabilidade. Entre elas estão renegociações de contratos ou algum tipo de “desconto” por parte dos proprietários de terras.

Já existem sinais fortes de que a quebra da safra vai impactar no pagamento dos arrendamentos deste ano, assim como negociações para reduzir a quantidade de sacas de soja a serem pagas daqui para frente ou até eventuais rescisões de contratos caso as partes não se acertem”, afirma Luciano Lewandowski, sócio fundador da gestora de recursos AGBI.

No norte do Paraná, região que está sendo afetada pela estiagem, entidades agrícolas já fazem reuniões com produtores para recomendar que os proprietários de terras deem algum tipo de “alívio” para quem aluga as áreas. “Este é um ano em que é preciso dar um fôlego para quem planta, senão não vai sobrar nada para o arrendatário”, diz Adão de Pauli, diretor do Sindicato Rural de Londrina.

Segundo ele, a quebra da safra afetou a rentabilidade dos produtores que arrendam terras. O valor do arrendamento na região de Londrina gira, em média, em 22 sacos de soja por hectare, afirma. “Daí o produtor gasta 25 sacas por hectare com insumos, mais 10 sacas de custo fixo da fazenda. Então ele tem que colher 57 sacas por hectare só para cobrir os custos. Com a quebra de safra, muita gente não vai conseguir pagar essa conta”, avalia.

O ideal, diz, é que os proprietários concedessem um “desconto” nos pagamentos. “Tem que tirar uns cinco ou seis sacas por hectare, para deixar o arrendatário pagar suas contas e permitir que ele sobreviva este ano”, afirma.

A AGBI confirma o cenário de dificuldades. “Na nossa avaliação, a rentabilidade já não estava boa. Por conta da quebra da safra, a proporção do custo do barter em relação à colheita ficou muito pior do que o previsto, o que certamente forçará os arrendatários a negociarem com as tradings ou com os donos das propriedades, senão com os dois ao mesmo tempo”, avalia Lewandowski.

O produtor João Guilherme Trevisan, que arrenda cerca de 650 hectares entre os municípios de Dilermando de Aguiar e Santa Maria, no Rio Grande do Sul, já enfrentou essa situação em 2023, quando suas lavouras foram afetadas pela estiagem.

“Teve área em que colhi menos de 10 sacas por hectare, e tive que usar parte da colheita de outras áreas que tiveram resultado melhor para poder cumprir os contratos”, conta.

Para esta safra, Trevisan acredita que há um grande risco de descapitalização dos arrendatários devido à baixa dos grãos, situação que piora com uma esperada quebra de safra. “Na minha região, muita gente já esgotou suas reservas no ano passado. Com os preços na situação atual, vai ter muita gente descapitalizada”, afirma.

Segundo o último censo agropecuário do IBGE, de 2017, a estimativa é de 30 milhões de hectares arrendados no país (8,6% da área total dos estabelecimentos agropecuários no Brasil).

Elias, da Safras e Cifras, diz que desde 2017 há incremento de arrendamentos e parcerias entre os donos de terra e quem detém os demais fatores de produção. Entre as razões para a alta estão a maior profissionalização e a especialização das atividades. Há ainda casos de herdeiros que não têm interesse de explorar a terra, mas querem manter sua propriedade.

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Análise das variações de forragem para gado de corte

A escolha da forragem certa para o gado de corte é determinante para o sucesso da produção. Para isso, é preciso levar em consideração as características da planta, o ambiente onde ela será explorada e os objetivos da produção. Neste artigo, vamos analisar as variedades de forragem mais apropriadas conforme as condições do solo e clima, apresentando detalhes sobre suas benfeitorias, limitações, manejo e adaptabilidade no contexto da pecuária de corte.

A influência das variedades de Panicum maximum

As variedades de Panicum maximum apresentadas pela Embrapa ao mercado são uma ótima opção para a alimentação do gado de corte. No entanto, é fundamental entender suas características, benefícios e restrições para garantir seu uso eficiente.

Considerações sobre o manejo da forragem

O fornecimento de capim na seca é um ponto crucial para a produtividade do gado de corte. É importante conhecer os aspectos da propriedade, definir metas produtivas e garantir o fornecimento de forragem de qualidade ao longo do ano.

Vantagens das variedades de Panicum maximum

Entre as variedades de Panicum maximum, destacam-se a BRS Zuri, BRS Tamani e BRS Quênia. Cada uma apresenta benefícios específicos, como produtividade, qualidade nutricional e adaptabilidade a diferentes ambientes, o que influencia diretamente no desempenho do gado de corte.

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Desenvolvimento

Quem orienta é a engenheira agrônoma e pesquisadora do Centro Nacional de Pesquisa de Gado de Corte (CNPGC, Embrapa de Campo Grande, MS), Liana Jank.

Ela fez mestrado e doutorado na Universidade da Flórida (EUA) e quem desenvolveu as variedades de Panicum maximum apresentadas pela Embrapa ao mercado.

Liana Jank explica as benfeitorias e limitações da espécie, não eliminando seu uso associado a outros tipos de capim, como as braquiárias, em função da tropicalidade do País.

Outros pontos salientados pela pesquisadora são a necessidade do pecuarista conhecer bem sua propriedade e ter definido metas produtivas, ou seja, onde ele quer chegar com seu negócio, considerando equipe de campo e modelo e categorias trabalhadas.

O fornecimento de capim na seca não pode sair da vista.

Variedades de Panicum maximum

1. A BRS Zuri foi lançada em 2014. Trata-se de uma cultivar muito produtiva. Tem altura um pouco menor que o capim mombaça, porte de médio a alto, e excelente qualidade nutricional.

Já é bastante plantada no Brasil e as pesquisas indicam 10% mais de produtividade que o Mombaça e 17% mais do que a cultivar Tanzânia, isso lá no Acre, no bioma Amazônia.

Ela deve ser manejada a uma altura de 80 cm e a saída dos animais em torno de 40 cm. Vale reforçar que é mais fácil de manejar do que o Mombaça, não forma tantos colmos e suas folhas são bem densas, proporcionando excelente ganho de peso e acabamento aos animais em regime intensivo.

2. A cultivar BRS Tamani é uma cultivar de porte baixo, chegando no máximo 90 cm. Visualmente é bastante parecida com o capim Massai pela estatura e folhas finas, apesar de um pouco mais largas.

Seu grande diferencial é a beleza. “Um pasto com ela fica muito lindo”, reforça Liana Jank.

Tem excelente qualidade da folha. Por seu porte baixo está sendo grandemente utilizado na integração lavoura com pecuária (ILP) e com bastante sucesso.

Dá um bom acabamento, engorda de vacas prenhas e no desmame bezerros com tamanho corporal avantajado.

Em comparação a outras cultivares é indicada para fazer silagem e feno, assim como a Zuri. Porém, a Tamani tem folhas finas que secam mais fácil.

Embora não seja tão produtiva quanto a Massai, o ganho por animal é maior, em função da sua qualidade nutricional. Pela experiência de campo, vai bem para equídeos, ovinos e caprinos.

3. A BRS Quênia que foi lançada em 2017 é uma cultivar intermediária entre a Zuri e a Tamani. É mais alta do que a Tamani e mais baixa do que a Zuri.

Sua qualidade nutricional se destaca entre as demais e apresenta facilidade de manejo aliada à alta produtividade.

Sua semente é um pouco mais cara no mercado, mas “seus compradores estão muito satisfeitos e não a trocam por nenhuma outra cultivar”, segundo a pesquisadora. Assim como a Tamani, não é indicada para áreas que acumulam água. Nesse caso, a melhor variedade é a Zuri.

Braquiárias mais produtivas

1. A BRS Integra foi lançada no ano passado. Ela é uma braquiária ruzizienses e, em comparação à original, é mais produtiva e produz muita semente, barateando seu custo.

Além disso, desseca bem. Em resumo, as mesmas qualidades da ruzizienses mas com maior produtividade e qualidade. É material muito interessante para ser usado na ILP.

2. A BRS Ipyporã é produto do cruzamento entre uma Braquiária ruzizienses e a Braquiária brizantha, embora seus pais não sejam de variedades conhecidas. São materiais inéditos. Ela tem qualidade da folha muito boa.

Talvez não produza tanto quanto uma brizantha ou arandu, por exemplo, mas sua qualidade é muito superior.

Isso significa dizer que o ganho de peso por área vai ser igual, mas o individual será superior. A outra grande vantagem é que ela é resistente a todas as cigarrinhas brasileiras, inclusive a Mahanarva, que ocorre muito em cana e outras culturas.

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Capim para Pecuária: Tudo o que você precisa saber

Conhecer as variedades de capim mais produtivas e as melhores práticas para o fornecimento de forragem é essencial para o sucesso da produção pecuária. A engenheira agrônoma e pesquisadora Liana Jank, do CNPGC, Embrapa de Campo Grande, MS, destaca a importância do conhecimento do ambiente e dos objetivos da produção. As variedades do Panicum maximum apresentadas pela Embrapa ao mercado, como a BRS Zuri, BRS Tamani e BRS Quênia, oferecem particularidades e benefícios diversos, e o conhecimento sobre cada uma delas pode influenciar significativamente os resultados da pecuária.

Capim para Pecuária: O caminho para a excelência na produção

Entender as diferenças entre as variedades de capim é fundamental para a produção pecuária bem-sucedida. Além disso, a pesquisa da Embrapa também revela dados sobre braquiárias mais produtivas. Com todo esse conhecimento, o pecuarista pode alavancar a produtividade e a qualidade da sua produção de gado, garantindo um negócio mais próspero e sustentável.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo
### Variedades de Panicum maximum

Para te ajudar a entender mais sobre as variedades de Panicum maximum, preparamos as respostas para as 5 perguntas mais comuns sobre o assunto. Confira abaixo:

#### Pergunta 1: Qual a característica da BRS Zuri?
A BRS Zuri foi lançada em 2014 e é uma cultivar muito produtiva. Seu porte é um pouco menor que o capim mombaça, com excelente qualidade nutricional. Ela apresenta 10% mais produtividade que o Mombaça e 17% mais que a cultivar Tanzânia, especialmente no bioma Amazônia.

#### Pergunta 2: Quais são as características da BRS Tamani?
A BRS Tamani é uma cultivar de porte baixo, chegando no máximo a 90 cm. Visualmente, é semelhante ao capim Massai, porém, seu grande diferencial é a qualidade da folha. Ela é indicada para integração lavoura com pecuária e possui características que a tornam ideal para silagem e feno.

#### Pergunta 3: O que diferencia a BRS Quênia das outras variedades?
A BRS Quênia, lançada em 2017, é uma cultivar intermediária entre a Zuri e a Tamani. Destaca-se pela sua qualidade nutricional e facilidade de manejo aliada à alta produtividade. Apesar de ter um custo mais elevado, é muito satisfatória para seus compradores.

#### Pergunta 4: Quais são as características da BRS Integra?
A BRS Integra, lançada no ano passado, é uma braquiária ruzizienses mais produtiva do que a original. Ela desempenha bem na integração lavoura-pecuária, apresentando as mesmas qualidades da ruzizienses, porém com maior produtividade e qualidade.

#### Pergunta 5: O que torna a BRS Ipyporã única?
A BRS Ipyporã é o resultado do cruzamento entre uma Braquiária ruzizienses e a Braquiária brizantha. Ela se destaca pela qualidade de sua folha, resistência a cigarrinhas brasileiras e maior ganho de peso por área.

Essas variedades de Panicum maximum oferecem diferentes vantagens para a produção de forragem, contribuindo para o desenvolvimento da pecuária brasileira. Se quiser saber mais, continue lendo o artigo para maiores detalhes sobre cada uma delas!

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

Também na hora de escolher uma variedade de forragem é preciso ter em mente as características da planta, o ambiente onde ela será explorada e os objetivos da produção.

Quem orienta é a engenheira agrônoma e pesquisadora do Centro Nacional de Pesquisa de Gado de Corte (CNPGC, Embrapa de Campo Grande, MS), Liana Jank.

Ela fez mestrado e doutorado na Universidade da Flórida (EUA) e quem desenvolveu as variedades de Panicum maximum apresentadas pela Embrapa ao mercado.

Liana Jank explica as benfeitorias e limitações da espécie, não eliminando seu uso associado a outros tipos de capim, como as braquiárias, em função da tropicalidade do País.

Liana JankLiana Jank

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Outros pontos salientados pela pesquisadora são a necessidade do pecuarista conhecer bem sua propriedade e ter definido metas produtivas, ou seja, onde ele quer chegar com seu negócio, considerando equipe de campo e modelo e categorias trabalhadas.

O fornecimento de capim na seca não pode sair da vista.

 

VEJA TAMBÉM | Trabalho de Liana Jank desenvolveu as principais espécies de capim Panicum lançadas no mercado

 

Variedades de Panicum maximum

portaldbo zuriportaldbo zuri
Foto: Luís Armando Zago

1. A BRS Zuri foi lançada em 2014. Trata-se de uma cultivar muito produtiva. Tem altura um pouco menor que o capim mombaça, porte de médio a alto, e excelente qualidade nutricional.

Já é bastante plantada no Brasil e as pesquisas indicam 10% mais de produtividade que o Mombaça e 17% mais do que a cultivar Tanzânia, isso lá no Acre, no bioma Amazônia.

Ela deve ser manejada a uma altura de 80 cm e a saída dos animais em torno de 40 cm. Vale reforçar que é mais fácil de manejar do que o Mombaça, não forma tantos colmos e suas folhas são bem densas, proporcionando excelente ganho de peso e acabamento aos animais em regime intensivo.

 

Animais em pastejo no Panicum maximum BRS Tamani depois do consorcio com o sorgo Foto Roberto Guimaraes JrAnimais em pastejo no Panicum maximum BRS Tamani depois do consorcio com o sorgo Foto Roberto Guimaraes Jr
Foto: Roberto Guimarães Jr.

2. A cultivar BRS Tamani é uma cultivar de porte baixo, chegando no máximo 90 cm. Visualmente é bastante parecida com o capim Massai pela estatura e folhas finas, apesar de um pouco mais largas. Seu grande diferencial é a beleza. “Um pasto com ela fica muito lindo”, reforça Liana Jank.

Tem excelente qualidade da folha. Por seu porte baixo está sendo grandemente utilizado na integração lavoura com pecuária (ILP) e com bastante sucesso.

Dá um bom acabamento, engorda de vacas prenhas e no desmame bezerros com tamanho corporal avantajado.

Em comparação a outras cultivares é indicada para fazer silagem e feno, assim como a Zuri. Porém, a Tamani tem folhas finas que secam mais fácil.

Embora não seja tão produtiva quanto a Massai, o ganho por animal é maior, em função da sua qualidade nutricional. Pela experiência de campo, vai bem para equídeos, ovinos e caprinos.

 

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Foto: Embrapa

3. A BRS Quênia que foi lançada em 2017 é uma cultivar intermediária entre a Zuri e a Tamani. É mais alta do que a Tamani e mais baixa do que a Zuri.

Sua qualidade nutricional se destaca entre as demais e apresenta facilidade de manejo aliada à alta produtividade.

Sua semente é um pouco mais cara no mercado, mas “seus compradores estão muito satisfeitos e não a trocam por nenhuma outra cultivar”, segundo a pesquisadora. Assim como a Tamani, não é indicada para áreas que acumulam água. Nesse caso, a melhor variedade é a Zuri.

 

Braquiárias mais produtivas

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Foto: Fausto Sobrinho/Embrapa

1. A BRS Integra foi lançada no ano passado. Ela é uma braquiária ruzizienses e, em comparação à original, é mais produtiva e produz muita semente, barateando seu custo.

Além disso, desseca bem. Em resumo, as mesmas qualidades da ruzizienses mas com maior produtividade e qualidade. É material muito interessante para ser usado na ILP.

 

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Foto: Banco de imagens / Embrapa

2. A BRS Ipyporã é produto do cruzamento entre uma Braquiária ruzizienses e a Braquiária brizantha, embora seus pais não sejam de variedades conhecidas. São materiais inéditos. Ela tem qualidade da folha muito boa.

Talvez não produza tanto quanto uma brizantha ou arandu, por exemplo, mas sua qualidade é muito superior.

Isso significa dizer que o ganho de peso por área vai ser igual, mas o individual será superior. A outra grande vantagem é que ela é resistente a todas as cigarrinhas brasileiras, inclusive a Mahanarva, que ocorre muito em cana e outras culturas.

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Desafios na Safra Brasileira de Soja 2023-2024

Impacto do Clima nas Principais Regiões

Atualizações Promissoras para o Complexo Soja

[Música] Olá, bem-vindos ao canal Agricultura AAZ! Estamos trazendo as últimas notícias do setor em parceria com o portal Agrolink. E hoje nós vamos abordar as condições desafiadoras enfrentadas na safra de soja 2023-2024 nas diferentes regiões do Brasil.

A safra de soja para 2023-2024 está enfrentando desafios significativos devido ao calor intenso e à escassez de chuvas regulares, comprometendo o desenvolvimento das lavouras e ameaçando os rendimentos finais. O fenômeno do ninho tem levado a replantios frequentes, sinalizando um possível atraso na fase de colheita em regiões como o Sul, Sudeste e Médio Norte.

Apesar dos desafios climáticos, a safra de grãos continua em curso nas principais áreas produtoras do Brasil. No entanto, o plantio de soja está com atraso em comparação com a safra anterior, o que também pode impactar a safra de milho segunda safra e a janela de plantio da cultura do algodão.

Ainda assim, há atualizações promissoras para o complexo soja, com um aumento significativo no processamento de soja entre Janeiro e Setembro. Enfrentamos desafios, mas a resiliência do setor agrícola continua impulsionando o progresso. Fiquem ligados para mais atualizações até a próxima! Qual a sua opinião sobre o assunto deste vídeo? Sua opinião é muito importante para nós. Ah, não se esqueça de deixar o like, pois isso nos ajuda muito no nosso trabalho e mostra para o YouTube que você gostou, assim o YouTube vai estar te notificando de novos vídeos.

1. Quais são os principais desafios enfrentados na safra de soja 2023-2024 no Brasil?
Resposta: O calor intenso e a escassez de chuvas regulares estão comprometendo o desenvolvimento das lavouras e ameaçando os rendimentos finais.

2. Como as condições climáticas adversas estão impactando a produção de soja em diferentes regiões do Brasil?
Resposta: A falta de chuvas está resultando em replantios frequentes e possíveis atrasos na fase de colheita, além do estresse térmico e hídrico nas culturas.

3. Por que o atraso no plantio de soja em Mato Grosso pode impactar a safra de milho segunda safra e a cultura do algodão?
Resposta: O atraso no plantio de soja está levando os produtores a reconsiderar a cultura do milho segunda safra, estimando uma queda de quase 4% em relação à safra anterior.

4. Como as condições climáticas adversas estão impactando a safra de café no Brasil?
Resposta: Os cafeicultores estão apreensivos com temperaturas acima de 40% e eventos climáticos extremos, que podem impactar a safra 2024-2025.

5. Qual é a perspectiva positiva para o complexo soja, apesar dos desafios enfrentados na safra?
Resposta: Entre Janeiro e setembro, o processamento de soja atingiu um aumento significativo em comparação ao ano anterior, mostrando resiliência e progresso no setor agrícola.

Condições desafiadoras na safra de soja 2023-2024 no Brasil

Impacto do clima nas lavouras brasileiras

De acordo com o boletim semanal da Kabia Safra, a safra de soja para 2023-2024 no Brasil está enfrentando desafios significativos. O calor intenso e a escassez de chuvas regulares comprometem o desenvolvimento das lavouras e ameaçam os rendimentos finais.

Impacto no Estado do Mato Grosso

A falta de chuvas está impactando negativamente o desenvolvimento vegetativo nas regiões Sul, Sudeste e Médio Norte. O fenômeno La Niña tem levado a replantios frequentes, sinalizando possíveis atrasos na fase de colheita.

Irregularidades nas chuvas em Goiás e Mato Grosso do Sul

Os Estados de Goiás e Mato Grosso do Sul também enfrentam irregularidades nas chuvas, resultando em replantios e possíveis atrasos na colheita. As altas temperaturas e baixa umidade do solo estão evidenciando o estresse térmico e hídrico nas culturas.

Atraso no plantio e possível impacto na safra de milho e algodão

O atraso no plantio de soja em Mato Grosso está levando os produtores a reconsiderar a cultura do milho segunda safra, estimando uma queda de quase 4% em relação à safra anterior. O atraso também pode impactar a safra de milho segunda safra e a janela de plantio da cultura do algodão.

Condições climáticas adversas para os cafeicultores brasileiros

Os cafeicultores brasileiros estão apreensivos com as condições climáticas adversas que podem impactar a safra 2024-2025, incluindo temperaturas acima de 40% e eventos climáticos extremos possivelmente relacionados ao fenômeno La Niña.

Panorama positivo para o complexo soja

Apesar dos desafios, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais compartilhou atualizações promissoras. Entre janeiro e setembro, o processamento de soja atingiu 36,6 milhões de toneladas, representando um aumento significativo em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Com base nos desafios em curso no setor agrícola brasileiro, fica claro que há uma tendência de resiliência e progresso. Fiquem ligados para mais atualizações sobre a safra de soja e seus impactos nas culturas brasileiras. Como sempre, a sua opinião é muito importante para nós, então não se esqueça de deixar o seu like e compartilhar os nossos vídeos para que o YouTube nos notifique quando publicarmos novos conteúdos.
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FAQ Sobre Safra de Soja 2023-2024

O que está impactando a safra de soja no Brasil?

O calor intenso e a escassez de chuvas regulares estão comprometendo o desenvolvimento das lavouras, ameaçando os rendimentos finais.

Como o Estado do Mato Grosso está sendo afetado?

A falta de chuvas está impactando negativamente o desenvolvimento vegetativo, levando a replantios frequentes e possíveis atrasos na colheita.

O que está sendo observado em relação ao plantio?

O plantio de soja em Mato Grosso já ultrapassou 91%, porém a nível nacional está com atraso de 10% em comparação com a safra anterior. Isso pode impactar a safra de milho segunda safra e a janela de plantio da cultura do algodão.

Como estão as condições para o complexo soja?

Apesar dos desafios, o processamento de soja teve um aumento significativo entre Janeiro e Setembro, representando um panorama positivo para o setor.

Conclusão

A resiliência do setor agrícola continua a impulsionar o progresso, apesar dos desafios enfrentados na safra de soja. Fiquem ligados para mais atualizações e continue nos acompanhando.

[Música] Olá, bem-vindos ao canal Agricultura AAZ. Estamos trazendo as últimas notícias do setor em parceria com o portal Agrolink. E hoje nós vamos abordar as condições desafiadoras enfrentadas na safra de soja 2023-2024 nas diferentes regiões do Brasil. O que você achou do conteúdo? Deixe o seu like e compartilhe com seus amigos!

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Calor, seca e agora frio impactam a produção de grãos dos EUA

A cultura da soja em Mato Grosso do Sul. Foto: Pedro Silvestre

Além dos impactos climáticos focados na safra, os preços dos fertilizantes também foram atingidos por causa de eventos climáticos.

Os agricultores do cinturão do milho enfrentam o mau tempo que está afetando a lucratividade da safra. As geadas no cinturão de milho do sul estão chegando cerca de duas semanas antes do normal e afetam a produção.

Se o calor e a seca, ambos extremos, que os agricultores norte-americanos tiveram de enfrentar este ano não forem suficientes, muitos deles, principalmente no cinturão do milho, estão enfrentando danos potenciais de geadas e geadas.

O plantio tardio na primavera atrasou a colheita e vários estados ainda têm bastante milho e soja para atingir a maturidade. Na primeira semana de outubro, os relatórios mostraram que a maturidade do milho em escala nacional estava em 75%, enquanto a queda de folhas de soja estava em 81%, deixando quase 25% da safra ainda vulnerável a geadas em algum grau, e em Ohio e Pensilvânia , esse total pode chegar a 40%.

As geadas no cinturão de milho do sul estão chegando cerca de duas semanas antes do normal e outro passo descendente também é esperado na próxima semana, de acordo com meu colega da DTN John Baranick, especialista em clima agrícola. Os modelos trouxeram novamente uma forte frente fria em todo o país nesta semana e se áreas escaparem das geadas mortais com essa explosão, estarão em risco novamente nesta a partir de hoje (16) à medida que o padrão se torna mais favorável para ondas adicionais de ar frio . . Só o tempo dirá quão vulneráveis ​​são os rendimentos das colheitas a essas geadas mortais.

Essa ameaça de geada e congelamento nas plantações segue alguns outros eventos climáticos impactantes. Além dos impactos climáticos focados na safra, os preços dos fertilizantes também foram atingidos por causa de eventos climáticos, que por sua vez estão impactando os preços ao produtor agora. Os problemas de preços de fertilizantes começaram em 2021 com a explosão fria do Texas em fevereiro e depois o furacão Ida em agosto, com ambos os eventos contribuindo para a interrupção da produção de fertilizantes.

Então, os preços do gás natural, que é um insumo fundamental na produção de nitrogênio, dispararam na Europa, criando ainda mais problemas de preços. Embora as cotações de fertilizantes tenham subido antes, os produtores hoje estão vendo alguns dos preços mais altos de todos os tempos para fertilizantes, com preços de etiqueta de 150% a 300% mais altos do que nos últimos anos.

Mas o fertilizante não é o único insumo relacionado que afeta os produtores agrícolas dos EUA. O clima deste verão também afetou o transporte. Relatórios recentes mostram que os baixos níveis de água no rio Mississippi estão dificultando o tráfego de barcaças. Embora o rio esteja frequentemente em seus níveis mais baixos no outono, o verão extremamente seco deste ano tornou o nível particularmente baixo e pode chegar ao extremo na comparação de uma década.

Estes níveis de água mais baixos significam que menos barcaças podem estar no rio ao mesmo tempo e que têm de transportar cargas mais leves do que o normal devido aos níveis de água. Esta diminuição nos níveis de tráfego está levando a backups no transporte de commodities, incluindo milho e soja no rio na semana que terminou, com longas filas de caminhões esperando nos pontos de carregamento. Os atrasos prejudicam os agricultores e contribuem para os preços mais altos dos alimentos no varejo.

Os produtores usam dados climáticos regularmente para tomar decisões agrícolas contínuas, como monitorar chuva, vento, temperatura e condições do solo para gerenciar sistemas de irrigação, preparar-se para o gerenciamento do trabalho de campo e programar a fertilização e a aplicação de pesticidas. Mas com os padrões climáticos mudando e os eventos climáticos extremos ocorrendo com mais frequência, tanto as práticas agrícolas quanto a cadeia de suprimentos podem mudar.

É por isso que as análises meteorológicas – tanto perspectivas de curto prazo quanto sazonais – são importantes. Outro fator é que o clima que ocorre em outros países tem impacto nos agricultores locais. Alguns eventos, como geadas previstas nas próximas duas semanas, afetarão as safras dos EUA, mas não interromperão a cadeia de suprimentos agrícola.

Previsões mais longas, como perspectivas sazonais, são importantes para ajudar os agricultores e outros dentro do ecossistema agrícola a planejar com eficiência e mitigar os riscos antes que o impacto cumulativo do clima seja sentido em todo o mundo e no campo (Jim Foerster colabora com a Forbes USA. de apenas 239 Meteorologistas Consultores Certificados (CCM) no mundo. Os CCMs são especialistas na aplicação de informações meteorológicas a uma série de desafios práticos. Atua como meteorologista-chefe da DTN, a maior empresa entre empresas do mundo.

Fonte: Forbes

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Novo tipo de braquiária é altamente resistente à seca

 

Foto: Reprodução / Wolf Seeds

No Brasil, 80% do solo de pastagem apresenta algum grau de degradação e a forragem pode ser uma alternativa em períodos de estresse hídrico; O novo híbrido de Brachiaria é altamente resistente!

Um novo material híbrido de Brachiaria, conhecido como Brachiaria Híbrida Mavunocriado em laboratório, provou ser altamente resiliente ao estresse hídrico e solo pobre em nutrientes. É o que revela um estudo do grupo de pesquisa em Ecofisiologia de Plantas Tropicais do Departamento de Biologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP. Novo híbrido de Brachiaria é altamente resistente à seca!

Usado como alimento para o gado no pasto, brachiaria é uma planta forrageira originária da África e trazida para o Brasil na década de 1960. Inicialmente utilizado no Cerrado, ocorreu e é conhecida hoje como a principal fonte de alimento para o gado na produção de carne e leite.

Este novo híbrido, do cruzamento de espécies Brachiaria brizantha x Brachiaria ruziziensis é o resultado de 18 anos de pesquisa e desenvolvimento genético realizado pela empresa Wolf Sementes, com sede em Ribeirão Preto (SP). Criada com a intenção de ser resistente às secas, a planta tornou-se uma opção para produtores e pecuaristas.

Sua alta resistência a períodos de estiagem está ligada às suas raízes mais longas que a maioria das braquiárias cultivadas no Brasil, permitindo buscar água em camadas mais profundas da terra e gerando maior eficiência. Também é responsável pela alta produtividade em relação a outros tipos de forrageiras, devido aos seus níveis nutricionais mais elevados.

A pesquisa sobre braquiária resistente à seca

O Grupo de Pesquisa em Ecofisiologia de Plantas Tropicais Existe há 20 anos e tem como objeto de estudo as mudanças climáticas e seus impactos no desempenho das plantas forrageiras, espécies conhecidas por servirem como forragem para pastagens e, consequentemente, como alimento para animais.

de acordo com pesquisador e pós-doutorando da USP, o biólogo Eduardo Habermann, o experimento colocou à prova esse novo híbrido, que, apesar de bem aceito no mercado, carecia de estudos fisiológicos. “Decidimos colocar a espécie à prova e realmente ver o quão resistente ela é e quais mecanismos fisiológicos podem estar associados a ela. “, diz Habermann.

brachiaria é altamente resistente à seca
Brachiaria é altamente resistente à seca. Foto: Publicidade/Sementes de Lobo

“Decidimos testar a espécie e realmente ver o quão resistente ela é e quais mecanismos fisiológicos podem estar associados a ela”, diz Habermann.

O estudo foi realizado com plantio em vasos e não em campo por um curto período simulando estações secas. “O experimento consistiu em deixar metade das plantas constantemente irrigadas e a outra parte ter o abastecimento de água cortado após 30 dias, diminuindo a umidade, forçando o estresse hídrico nessas plantas. Por estar em uma panela, era uma condição artificial que levava a uma seca muito mais rápida e intensa do que normalmente encontrada em um ambiente natural.”, explica.

Durante esse período de estiagem, o estudo acompanhou a fotossíntese das plantas até chegar a zero, além de outros parâmetros fisiológicos. Em seguida, retomou-se a irrigação com o objetivo de seguir o padrão de recuperação para entender como, com que velocidade e se essas plantas conseguem se recuperar.

Dentro da divisão entre plantas irrigadas e não irrigadas, foram criados subgrupos. Em ambos os casos, houve Brachiaria que recebeu adubação NPK, principal composto agrícola à base de nitrogênio, fósforo e potássio. O outro subgrupo não recebeu adubação, criando um ambiente mais complexo e estressante.

A hipótese era que plantas não fertilizadas teriam menor capacidade de se recuperar do evento de seca. “Sabemos que quando uma pastagem não é bem adubada, o solo não é bem manejado, a produtividade será muito menor, que é o que acontece com a maior área de pastagens do Brasil.”

Levantamento da Embrapa mostra que cerca de 80% das áreas de pastagem apresentam algum grau de degradação, sendo 50% com forte degradação e outros 30% com médio grau de degradação. Apenas 20% de todas as áreas de pastagem do país estão em boas condições, diz ele.

brachiaria é altamente resistente à seca
Brachiaria é altamente resistente à seca. Foto: Reprodução / Wolf Seeds

Confirmação de Brachiaria resistente à seca

Os resultados confirmaram a característica da espécie ser resistente ao estresse abiótico, ou seja, submetida à seca e com baixo teor de nutrientes.

“Embora a produtividade seja menor devido à deficiência de nutrientes, a capacidade de resiliência da planta é grande. Outra característica é que essa espécie híbrida possui raízes fortes capazes de captar água em camadas mais profundas do solo e um sistema fotossintético e resistente, permitindo uma recuperação acelerada e a redução de áreas de pastagens degradadas”, diz Habermann.

O O estudo foi orientado pelo professor do Departamento de Biologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP), Carlos Alberto Martinez y Huaman.

Segundo o professor, um dos problemas da pecuária brasileira é a falta de biomassa para alimentar o gado durante a estação seca e que qualquer alternativa é bem-vinda; no entanto, ele ressalta que os estudos devem continuar, desta vez com plantio em campo, testando os efeitos combinados da alta temperatura e do estresse hídrico em um futuro experimento de simulação climática.

O coordenador técnico da Wolf, Edson de Castro Júnior, diz que as novas sementes são uma grande aliada no combate ao aumento das temperaturas no campo e com o poder de rápida rebrota da planta, o retorno dos animais ao pasto será mais rápido. “Essa tecnologia, aliada ao gerenciamento, gera rentabilidade e uma economia importante no bolso do pecuarista”, conclui.

Compre Rural com informações de Revista USPpor Filipe Locatelli

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Safra gaúcha de soja ameaçada pela falta de chuva

Desafios da produção de soja: a falta de chuva após atraso no plantio

Após enfrentar um excesso de chuva nos meses de setembro, outubro e novembro de 2023, os agricultores gaúchos se deparam com um novo desafio: a falta de chuva. Com 33% das plantações em germinação e 44% em floração, a produção da oleaginosa encontra-se em um momento decisivo frente a quase 30 dias sem precipitações significativas e uniformes. Essa situação representa um grande desafio para a safra, impactando diretamente a produtividade e os rendimentos dos agricultores.

Impacto na produção e expectativas dos agricultores

Para os agricultores, a falta de chuva está levando a perdas significativas no vigor das plantas, resultando em secagem e dificuldade na formação do grão. A expectativa é que a safra gaúcha do grão, neste ano, não ultrapasse os 20 milhões de toneladas, o que é um número abaixo das projeções iniciais. Em algumas regiões, a precipitação abaixo do esperado já está causando perdas de produtividade, levando a estimativas de quebras entre 15% e 30%, dependendo da localidade.


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Perda média de 15% na região Noroeste

Na região de abrangência da C.Vale de Catuípe, ao Noroeste do Estado, a média de perda nas lavouras de soja é de 15% devido à falta de chuva. A estimativa leva em conta os 60 mil hectares da cooperativa, que também abrange plantações de Ijuí, Ajuricaba, Santo Augusto, Independência, Chiapetta, Três de Maio, Santo Ângelo e Giruá. “Temos lugares que estão há 26 dias sem chuva. Nessas áreas, a quebra já é considerada bem significativa. Há quem fale em algo próximo de 30%”, revela o gerente da unidade, Jones Antônio Dacanal.

O período seco prolongado e irregular atinge pequenos, médios e grandes agricultores da região. Com apenas 1,5 mil hectares irrigados na área de abrangência da cooperativa, a expectativa é que a chuva volte a cair nesta semana. Mesmo assim, os rendimentos devem ser variáveis. “Muitos colherão a safra cheia, mas outros vão colher a média de 45 sacos por hectare e outros 65 sacos/hectare”, estima Dacanal.

A preocupação, de acordo com o gerente, está na descapitalização do sojicultor, que, há dois anos, colhe uma média pouco maior de 20 sacas de soja por hectare devido à estiagem. “A produção de trigo (de 2023) foi bem complicada com o excesso de chuva, com a perda de qualidade dos grãos e a com a redução nos preços de comercialização”, argumenta.

Dacanal cita ainda o desafio maior dos que plantaram o milho no cedo – para cultivar a soja na sequência -, e enfrentaram condições climáticas bastante desfavoráveis na primavera do ano passado, amargando altos percentuais de quebra na safra do cereal. “Com excesso de chuva e tempo nublado na floração, houve quebra de produtividade bem significativa no milho por causa de doenças e por causa da cigarrinha”, lamenta.

Emater já indica escassez hídrica em algumas regiões

O Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar da última semana relata problemas com a escassez hídrica nas lavouras de soja em várias regionais. “Em regiões onde não choveu o suficiente, há sinais de estresse hídrico, que pode afetar o potencial produtivo. As plantas exibem sintomas de murchamento, expondo a face inferior das folhas em direção aos raios solares, que causa queimaduras nessas partes”, detalha o boletim. Nas áreas mais afetadas, os técnicos também observam início do processo de desprendimento das folhas mais baixas, com rápido amarelecimento.

O sinal vermelho com relação à falta de chuva foi indicado especialmente nas regiões de Ijuí, Santa Rosa, Pelotas, Frederico Westphalen e na Fronteira Oeste, onde também é grande a preocupação com a ferrugem asiática. “O período seco prolongado – 20 dias – tem provocado sintomas de estresse hídrico nas lavouras, como murchamento de folhas nas horas mais quentes do dia e abortamento de flores”, aponta a Emater/RS-Ascar sobre as plantações da região fronteiriça.


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Análise da Escassez de Chuva e Suas Consequências na Produção de Soja

A falta de chuva nos meses cruciais para a germinação e floração das lavouras de soja no Rio Grande do Sul está impactando significativamente a produção do grão. Com relatos de perdas próximas a 30% em algumas áreas, a situação é preocupante e exige urgência na compensação da deficiência hídrica. A escassez de chuva já está causando estresse hídrico nas plantas, resultando em queimaduras nas folhas e início do processo de desprendimento das mesmas.

Apesar da situação crítica em algumas regiões, onde a falta de chuva prolongada tem afetado a produtividade das lavouras, há áreas com condições satisfatórias devido a volumes pluviométricos mais significativos. A variabilidade nos rendimentos dos agricultores reforça a instabilidade enfrentada neste período. A esperança agora está na volta das chuvas, que são cruciais para a recuperação das lavouras e a garantia de uma safra minimamente viável.


Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

Desafios na safra de soja: falta de chuva ameaça a produção gaúcha

Após enfrentar o excesso de chuva nos meses de setembro, outubro e novembro de 2023, os agricultores gaúchos agora estão lidando com outro desafio: a falta de precipitações. Com 33% das plantações em germinação e 44% em floração, a produção da soja encontra-se em um momento crucial, diante de quase um mês sem chuvas significativas e uniformes, de acordo com o último Informativo Conjuntural da Emater-RS/Ascar.

FAQs sobre a produção de soja no Rio Grande do Sul

1. Qual é a previsão de safra de soja para 2023/2024 no Rio Grande do Sul?

A primeira estimativa da Emater/RS-Ascar indica uma produção de 22,4 milhões de toneladas e uma produtividade média de 55 sacos por hectare em 6,74 milhões de hectares semeados.

2. Como a falta de chuva está afetando as plantações de soja?

Devido à escassez de chuva, as lavouras de soja em algumas regiões estão apresentando sinais de estresse hídrico, como murchamento das folhas e abortamento de flores, o que pode afetar o potencial produtivo das plantas.

3. Quais são as regiões mais afetadas pela falta de chuva?

Segundo a Emater/RS-Ascar, as regiões de Ijuí, Santa Rosa, Pelotas, Frederico Westphalen e Fronteira Oeste estão enfrentando um período seco prolongado, o que preocupa os produtores de soja nessas áreas.

4. Qual é a perspectiva para as lavouras semeadas tardiamente?

As lavouras semeadas mais tarde provavelmente serão as mais prejudicadas pela falta de chuva, o que pode resultar em rendimentos menores do que as safras anteriores.

5. Existe a possibilidade de recuperação da produção com a chegada de chuvas?

Alguns especialistas acreditam que ainda há potencial de recuperação da produção de soja com a chegada de chuvas significativas até a segunda quinzena de fevereiro, mas a situação atual é considerada “no limite” por muitos envolvidos na agricultura no Rio Grande do Sul.

Essas são algumas das questões que os agricultores e demais envolvidos na produção de soja no Rio Grande do Sul estão enfrentando diante da falta de chuva e seus impactos na safra atual. A situação também tem preocupado autoridades e entidades ligadas ao setor agrícola.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

Depois de enfrentar o excesso de chuva nos meses de setembro, outubro e novembro de 2023 e adiar a semeadura das lavouras de soja, os agricultores gaúchos deparam-se com um novo desafio: a falta de chuva. Com 33% das plantações em germinação e 44% em floração, segundo último Informativo Conjuntural da Emater-RS/Ascar, a produção da oleaginosa encontra-se em um momento decisivo frente a quase 30 dias sem precipitações significativas e uniformes.

De acordo com o presidente da Associação dos Produtores de Soja do Rio Grande do Sul (Aprosoja RS), Ireneu Orth, a expectativa é que não mais a safra gaúcha do grão, neste ano, ultrapasse os 20 milhões de toneladas. “Tem lugares que faz 24 ou 25 dias que não chove, onde a soja está perdendo o vigor, está secando e não vai formar grão”, relata. Entre eles, estão municípios da região das Missões, como São Luiz Gonzaga e São Borja, e do Salto do Jacuí, como Alto Alegre. Já o contrário, relata Orth, foi visto, nas áreas de em Passo Fundo e Erechim.

“Se chover onde está seco, em vez de colher 50 ou 60 sacas por hectare, o produtor vai colher 34 sacas por hectare”, diz Ireneu Orth.

O primeiro levantamento da Emater/RS-Ascar para a safra 2023/2024 de soja no Estado aponta para 22,4 milhões de toneladas e produtividade média de 55 sacos por hectare (3.327 quilos/hectare) em 6,74 milhões de hectares semeados. Já o boletim da RTC/CCGL, divulgado em janeiro, indicava mais de 23 milhões de toneladas. Mas o primeiro vice-presidente e coordenador da comissão de Grãos da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Elmar Konrad, afirma que a safra gaúcha da oleaginosa está “no limite”.

“Precisamos de chuvas urgentes para compensar a deficiência hídrica que vivemos desde janeiro, pois ainda existe um potencial de recuperação bom. Mas, para isso, as precipitações precisam ocorrer até a segunda quinzena de fevereiro”, condiciona Konrad.

As lavouras semeadas no tarde devem ser as mais prejudicadas, mesmo que não resultem em 24 sacos/hectare de 2021/22. “Ou 36 sacas/hectare de 2022/2023, quando nossos custos foram 45% maiores e o preço da soja caiu de R$ 170/saca para R$ 125/saca”, lembra Konrad.

Perda média de 15% na região Noroeste

Na região de abrangência da C.Vale de Catuípe, ao Noroeste do Estado, a média de perda nas lavouras de soja é de 15% devido à falta de chuva. A estimativa leva em conta os 60 mil hectares da cooperativa, que também abrange plantações de Ijuí, Ajuricaba, Santo Augusto, Independência, Chiapetta, Três de Maio, Santo Ângelo e Giruá. “Temos lugares que estão há 26 dias sem chuva. Nessas áreas, a quebra já é considerada bem significativa. Há quem fale em algo próximo de 30%”, revela o gerente da unidade, Jones Antônio Dacanal.

O período seco prolongado e irregular atinge pequenos, médios e grandes agricultores da região. Com apenas 1,5 mil hectares irrigados na área de abrangência da cooperativa, a expectativa é que a chuva volte a cair nesta semana. Mesmo assim, os rendimentos devem ser variáveis. “Muitos colherão a safra cheia, mas outros vão colher a média de 45 sacos por hectare e outros 65 sacos/hectare”, estima Dacanal.

A preocupação, de acordo com o gerente, está na descapitalização do sojicultor, que, há dois anos, colhe uma média pouco maior de 20 sacas de soja por hectare devido à estiagem. “A produção de trigo (de 2023) foi bem complicada com o excesso de chuva, com a perda de qualidade dos grãos e a com a redução nos preços de comercialização”, argumenta.

Dacanal cita ainda o desafio maior dos que plantaram o milho no cedo – para cultivar a soja na sequência -, e enfrentaram condições climáticas bastante desfavoráveis na primavera do ano passado, amargando altos percentuais de quebra na safra do cereal. “Com excesso de chuva e tempo nublado na floração, houve quebra de produtividade bem significativa no milho por causa de doenças e por causa da cigarrinha”, lamenta.

Emater já indica escassez hídrica em algumas regiões

O Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar da última semana relata problemas com a escassez hídrica nas lavouras de soja em várias regionais. “Em regiões onde não choveu o suficiente, há sinais de estresse hídrico, que pode afetar o potencial produtivo. As plantas exibem sintomas de murchamento, expondo a face inferior das folhas em direção aos raios solares, que causa queimaduras nessas partes”, detalha o boletim. Nas áreas mais afetadas, os técnicos também observam início do processo de desprendimento das folhas mais baixas, com rápido amarelecimento.

O sinal vermelho com relação à falta de chuva foi indicado especialmente nas regiões de Ijuí, Santa Rosa, Pelotas, Frederico Westphalen e na Fronteira Oeste, onde também é grande a preocupação com a ferrugem asiática. “O período seco prolongado – 20 dias – tem provocado sintomas de estresse hídrico nas lavouras, como murchamento de folhas nas horas mais quentes do dia e abortamento de flores”, aponta a Emater/RS-Ascar sobre as plantações da região fronteiriça.


Em contrapartida, nas áreas que receberam volumes pluviométricos mais significativos ou intermediários, a situação é satisfatória, como nas regionais de de Caxias do Sul, Santa Maria, Erechim e Soledade: “as plantas evoluem para a fase de formação de vagens e permanecem emitindo brotações, caracterizando hábito de crescimento indeterminado. A estatura está em conformidade com a fase fenológica, o que sugere resultados alinhados às projeções”, aponta o boletim.

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Seca em MT: emergência em 43 municípios.

Situação de emergência em Mato Grosso

A situação atual de Mato Grosso é crítica, com 43 municípios em estado de emergência, 19 decretados por estiagem e 24 por seca. Este número vem crescendo e mais três municípios declararam emergência por falta de chuva nas últimas duas semanas: Nobres, Rondonópolis e Itiquira.

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Dados preocupantes

Mato Grosso tem atualmente 43 municípios em situação de emergência, sendo 19 por estiagem e 24 por seca, indicando um aumento preocupante deste cenário.

Crescimento da emergência

A situação se agrava com o acréscimo de mais três municípios que recentemente declararam emergência por falta de chuvas, evidenciando a seriedade do problema em diversas regiões.

Impactos da situação de emergência

Do total, apenas dois municípios tiveram sua situação homologada pelo governo do Estado, o que dificulta a obtenção de ajuda humanitária e recursos para enfrentar a seca.

Acesso a recursos em risco

Além disso, o reconhecimento da situação de emergência é essencial para que os produtores rurais possam acionar o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), o que coloca o setor produtivo em risco diante da burocracia e morosidade nos processos de chancela pelo Estado e União.

Desafios futuros

Diante desse cenário, é fundamental a atenção e tomada de providências imediatas para garantir o apoio necessário às áreas afetadas e prevenir impactos mais graves a longo prazo.

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Ameaça Climática em Mato Grosso: Como Enfrentar a Emergência

A situação de emergência declarada em 43 municípios de Mato Grosso devido à estiagem e seca requer ações imediatas para ajudar os moradores e produtores rurais.

Medidas de auxílio

É crucial fornecer ajuda humanitária aos municípios afetados, bem como recursos para enfrentar a seca e garantir a assistência aos produtores rurais por meio de programas como o Proagro.

Prevenção e Preparação

Diante da emergência climática, é preciso investir em medidas de prevenção e preparação para minimizar os impactos de futuras crises climáticas e garantir a segurança das comunidades afetadas.

Investimento em Sustentabilidade

Considerando a frequência crescente de emergências climáticas, é essencial investir em práticas sustentáveis e no uso responsável dos recursos naturais para proteger as regiões vulneráveis e mitigar os efeitos das mudanças climáticas.

O Futuro de Mato Grosso

Uma abordagem integrada e orientada para a sustentabilidade é essencial para enfrentar as emergências climáticas em Mato Grosso e garantir um futuro resiliente para o estado e suas comunidades.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

Análise da situação de emergência em Mato Grosso

Mato Grosso tem enfrentado sérios problemas relacionados à falta de chuvas, o que resultou na declaração de emergência em 43 municípios do estado. A situação de estiagem e seca vem se agravando, com mais três municípios declarando emergência nas últimas duas semanas. Neste artigo, iremos analisar o impacto dessa situação e as medidas que estão sendo tomadas para lidar com a escassez de água.

Perguntas Frequentes sobre a situação de emergência em Mato Grosso

1. Quais são as principais causas da situação de emergência em Mato Grosso?

A situação de emergência em Mato Grosso foi principalmente causada pela falta de chuvas, que resultou em estiagem e seca em várias regiões do estado. Esses fenômenos climáticos têm afetado diretamente a disponibilidade de água e as atividades agrícolas.

2. Como os municípios podem receber ajuda humanitária?

O reconhecimento da situação de emergência pelo Estado permite aos municípios receberem ajuda humanitária, que pode incluir o fornecimento de alimentos, água potável e outros recursos essenciais para a população afetada.

3. Quais são os benefícios do reconhecimento estadual da situação de emergência?

O reconhecimento estadual da situação de emergência permite que as prefeituras recebam recursos para enfrentar a seca, além de permitir que os produtores rurais acionem o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro).

4. Como a população pode contribuir para lidar com a situação de emergência?

A população pode contribuir através de ações de economia de água, evitando o desperdício e apoiando iniciativas de solidariedade para ajudar as comunidades mais afetadas pela escassez de água.

5. Quais são as perspectivas de melhoria para a situação de emergência em Mato Grosso?

As autoridades estão trabalhando em medidas de mitigação e recuperação, e a expectativa é de que, com a chegada das chuvas e a implementação de políticas de gestão de recursos hídricos, a situação possa ser revertida gradativamente.

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Mato Grosso tem 43 municípios em situação de emergência, dos quais 19 decretados por estiagem e 24 por seca, segundo dados mais recentes da Defesa Civil do Estado. O número vem crescendo.

Mais três municípios também declararam emergência por falta de chuva nas últimas duas semanas: Nobres, Rondonópolis e Itiquira.

Do total, apenas dois tiveram a situação de emergência homologada pelo governo do Estado.

O reconhecimento da situação pelo Estado permite aos municípios receberem ajuda humanitária e, com a chancela da União, as prefeituras podem receber recursos para enfrentar a seca.

O reconhecimento estadual da situação de emergência possibilita também que os produtores rurais acionem o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro).

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Governo renegociará dívida de produtores afetados pela seca, diz Lula

Subtítulo 1

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou na manhã desta quinta-feira que está no radar do governo a renegociação das operações de crédito rural de custeio e investimento afetadas pela seca ou estiagem no Estado de Minas Gerais. Mais de 586 contratos devem ser renegociados para reduzir dívidas antigas e facilitar o plantio futuro.

Subtítulo 2

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou a renegociação das operações de crédito rural de custeio e investimento contratadas com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) para produtores afetados por secas no Norte de Minas Gerais e no Nordeste. Essa medida é válida para parcelas vencidas ou com vencimento de 1º de julho de 2023 a 30 de dezembro deste ano.

Subtítulo 3

Apresentar as novidades sobre a renegociação das dívidas rurais oferecidas pelo governo para produtores afetados pela seca ou estiagem

Subtítulo 4

Entenda o que muda nas operações de crédito rural de custeio e investimento contratadas com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE)

Subtítulo 5

O que você precisa saber sobre as renegociações de dívidas rurais do governo para produtores afetados pela seca e estiagem
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Mais de 586 contratos rurais devem ser renegociados

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou na manhã desta quinta-feira que está no radar do governo a renegociação das operações de crédito rural de custeio e investimento contratadas com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) por produtores rurais afetados pela seca ou estiagem no Estado de Minas Gerais. Segundo Lula, mais de 586 contratos devem ser renegociados.

Medida é válida para parcelas vencidas ou com vencimento até dezembro deste ano

Na quarta-feira, o Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou a renegociação das operações de crédito rural de custeio e investimento contratadas com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) por produtores rurais afetados pela seca ou estiagem no Norte de Minas Gerais e no Nordeste. A medida é válida para parcelas vencidas ou com vencimento de 1º de julho de 2023 a 30 de dezembro deste ano, conforme resolução extra publicada pelo colegiado na quarta-feira.

Renegociação para facilitar recomeço dos produtores

Segundo Lula, o montante envolvido é de praticamente R$ 8 bilhões e a renegociação tem como objetivo facilitar a recuperação dos produtores afetados pela seca ou estiagem, para que possam voltar a plantar no futuro.
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Conselho autoriza renegociação de dívidas de crédito rural do Norte de MG e Nordeste

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou que a renegociação de mais de 586 contratos de crédito rural de custeio e investimento beneficiará produtores rurais afetados pela seca ou estiagem no Nordeste e Norte de Minas Gerais. Além disso, o Conselho Monetário Nacional autorizou a renegociação das operações contratadas com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste para parcelas vencidas ou a vencer entre 1º de julho de 2023 a 30 de dezembro de 2023, oferecendo condições viáveis para que essas pessoas voltem a plantar. São praticamente R$ 8 bilhões de reais envolvidos, e a renegociação visa discutir maneiras de facilitar o pagamento e incentivá-los a continuar no setor agrícola.

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Renegociação de Crédito Rural no Nordeste e Norte de Minas Gerais

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou que além da dívida do Estado de Minas Gerais com a União, o governo está considerando a renegociação das operações de crédito rural de custeio e investimento contratadas com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). As renegociações visam auxiliar produtores rurais afetados pela seca ou estiagem no Estado, totalizando mais de 586 contratos a serem renegociados.

Frequently Asked Questions

1. Quais são os objetivos das renegociações anunciadas por Lula?

As renegociações visam viabilizar a renegociação de dívidas antigas, além de discutir maneiras de facilitar para que os produtores rurais no Nordeste e Norte de Minas Gerais possam voltar a plantar no futuro.

2. Qual o valor envolvido na renegociação?

De acordo com o anúncio do presidente Lula, a renegociação envolve cerca de R$8 bilhões de reais.

3. Quem será afetado pelas renegociações das operações de crédito rural?

As renegociações impactarão produtores rurais afetados pela seca ou estiagem no Norte de Minas Gerais e no Nordeste.

4. Quais as especificações das operações de crédito rural contempladas na renegociação?

A renegociação diz respeito às operações de crédito de custeio e investimento contratadas com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) por produtores rurais afetados pelas condições climáticas mencionadas.

5. Qual a vigência da medida de renegociação das operações de crédito rural?

A medida de renegociação é válida para parcelas vencidas ou com vencimento de 1º de julho de 2023 a 30 de dezembro deste ano, conforme resolução extra publicada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou na manhã desta quinta-feira que, além da dívida do Estado de Minas Gerais com a União, também está no radar do governo a renegociação das operações de crédito rural de custeio e investimento contratadas com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) por produtores rurais afetados pela seca ou estiagem no Estado. Segundo Lula, mais de 586 contratos devem ser renegociados.

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

“São praticamente R$ 8 bilhões de reais que estão envolvidos aí. Vamos renegociar dívida velha, a gente vai discutir como facilitar para que no futuro essas pessoas voltem a plantar outra vez”, disse o presidente em entrevista à Rádio Itatiaia.


Na quarta-feira, o Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou a renegociação das operações das operações de crédito rural de custeio e investimento contratadas com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) por produtores rurais afetados pela seca ou estiagem no Norte de Minas Gerais e no Nordeste.

A medida é válida para parcelas vencidas ou com vencimento de 1º de julho de 2023 a 30 de dezembro deste ano, conforme resolução extra publicada pelo colegiado na quarta-feira.

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Produtores alertados sobre previsão de seca.

Faeg alerta produtores sobre previsão de seca com prejuízos para pecuária

Para repassar mais detalhes e ações que devem ser adotadas diante desse cenário, a Faeg, se reúne com entidades do setor.

Entenda a gravidade da situação

A seca tem causado prejuízos significativos para a pecuária, afetando diretamente a produção e a rentabilidade dos produtores rurais. É urgente encontrar soluções para minimizar os impactos negativos e garantir a sustentabilidade do setor agropecuário.

Onde encontrar ajuda e orientações

Neste artigo, você terá acesso a informações e recomendações da Faeg e de outras entidades especializadas, que podem ser fundamentais para lidar com os desafios trazidos pela previsão de seca e seus prejuízos para a pecuária.

Medidas preventivas e estratégias de enfrentamento

Descubra quais são as medidas preventivas e as estratégias de enfrentamento que podem ser adotadas para enfrentar a seca e minimizar os prejuízos na pecuária, de acordo com as orientações da Faeg e outras entidades do setor.

A importância da atenção a esse assunto

Entenda por que a previsão de seca e seus prejuízos para a pecuária são temas cruciais para o setor agropecuário, e saiba como se preparar e agir diante desse desafio em seu negócio rural. A Faeg alerta para a gravidade desse cenário e oferece orientações valiosas.

A seca tem afetado severamente a pecuária em diversas regiões, comprometendo a qualidade e disponibilidade de pastagem para os animais. Diante desse cenário, é fundamental que os produtores estejam atentos e adotem estratégias para minimizar os prejuízos. A suplementação alimentar, por exemplo, pode ser uma alternativa viável para garantir a nutrição adequada do rebanho durante períodos de escassez de forragem. Além disso, é importante investir em sistemas de armazenamento de água para garantir o abastecimento dos animais e buscar alternativas de manejo que reduzam o impacto da seca na produção pecuária. A criação de silagem e feno, por exemplo, pode ser uma saída para garantir a alimentação dos animais mesmo em épocas de estiagem prolongada.

Ações emergenciais e preventivas

Diante da previsão de seca, a adoção de medidas emergenciais e preventivas é essencial para minimizar os prejuízos na pecuária. O planejamento estratégico das atividades produtivas, a busca por alternativas de alimentação e a implementação de sistemas de captação e armazenamento de água são ações fundamentais para garantir a sustentabilidade da produção pecuária em meio à estiagem.

Impacto nos custos de produção

A seca pode impactar significativamente os custos de produção na pecuária, uma vez que a escassez de alimento e água pode demandar investimentos extras na suplementação alimentar e na busca por fontes alternativas de água. Além disso, a redução na produtividade e no ganho de peso dos animais pode comprometer a rentabilidade da atividade pecuária, tornando essencial o planejamento financeiro e a busca por alternativas viáveis de manejo e alimentação do rebanho durante períodos de estiagem.

Manejo adequado e acompanhamento técnico

Manter um manejo adequado do rebanho e buscar o acompanhamento técnico especializado são ações fundamentais para lidar com os impactos da seca na pecuária. A orientação de profissionais capacitados pode fornecer estratégias e alternativas eficazes para minimizar os prejuízos e garantir a sustentabilidade da produção pecuária diante de condições climáticas desfavoráveis.

Adaptação e sustentabilidade

A busca por soluções sustentáveis e a capacidade de adaptação às condições climáticas são essenciais para garantir a continuidade da produção pecuária mesmo diante de desafios como a seca. O investimento em práticas de manejo sustentável, a busca por alternativas de alimentação e o planejamento estratégico das atividades produtivas são fatores-chave para a sustentabilidade e o sucesso da pecuária em regiões suscetíveis à escassez hídrica.

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Faeg alerta produtores sobre previsão de seca com prejuízos para pecuária

Ao considerar a previsão de seca para a pecuária, é crucial que os produtores estejam preparados para os possíveis prejuízos que essa situação pode trazer. A atenção para a suplementação adequada, o planejamento estratégico e a adoção de medidas preventivas são essenciais para minimizar os impactos negativos. Além disso, a reunião promovida pela Faeg e outras entidades do setor é uma oportunidade para discutir ações concretas e soluções que possam auxiliar os produtores nesse período desafiador. Portanto, é fundamental que todos os envolvidos estejam comprometidos e engajados em buscar alternativas para garantir a sustentabilidade da pecuária diante da previsão de seca.
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Faeg alerta produtores sobre previsão de seca com prejuízos para pecuária

Recentemente, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Goiás (FAEG) emitiu um alerta aos produtores rurais sobre a previsão de seca, que poderá trazer prejuízos significativos para a pecuária. Diante desse cenário, a FAEG está reunindo-se com entidades do setor para repassar mais detalhes e planos de ação que devem ser adotados para minimizar os impactos.

Recentemente, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Goiás (FAEG) emitiu um alerta aos produtores rurais sobre a previsão de seca, que poderá trazer prejuízos significativos para a pecuária. Diante desse cenário preocupante, é essencial que você esteja preparado para enfrentar os desafios que estão por vir.

A seca pode afetar diretamente a produtividade e qualidade dos alimentos para o seu rebanho, impactando no desenvolvimento saudável e no ganho de peso dos animais. Para garantir a segurança e o bem-estar dos seus animais, é fundamental adotar medidas preventivas e estratégias eficazes para minimizar os impactos dessa situação.

Confie na experiência da FAEG e suas entidades parceiras

A FAEG está reunindo-se com entidades do setor para repassar mais detalhes e planos de ação que devem ser adotados para enfrentar essa adversidade. Com a experiência e conhecimento técnico dos especialistas envolvidos nesse trabalho, você terá acesso às informações e orientações necessárias para tomar decisões eficientes e garantir a sustentabilidade do seu negócio.

Medidas preventivas e estratégias para enfrentar a seca

É fundamental agir de forma proativa, implementando medidas preventivas e estratégias adequadas para garantir a produtividade e o bem-estar dos seus animais. Algumas ações que podem ser adotadas incluem:

  • Monitoramento constante das condições climáticas e da disponibilidade de água;
  • Investimento em sistemas de irrigação e captação de água pluvial;
  • Ajuste da alimentação dos animais, buscando alternativas mais sustentáveis e nutritivas;
  • Manejo adequado dos pastos e dos animais, visando otimizar o aproveitamento dos recursos e evitar a superlotação;
  • Planejamento financeiro para enfrentar possíveis perdas e custos adicionais.

Confie na FAEG para ajudá-lo a superar os desafios

A FAEG está ao seu lado, trabalhando incansavelmente para apoiar os produtores rurais nesse momento delicado. Conte conosco para fornecer as informações e orientações necessárias, além de representar seus interesses perante os órgãos governamentais e demais entidades envolvidas na busca por soluções.

Juntos, enfrentaremos essa seca e construiremos um futuro mais próspero para a pecuária do Estado de Goiás.

Aviso Importante: Previsão de Seca Pode Causar Prejuízos Significativos na Pecuária

FAQs

Qual é a previsão de seca para a região?

A previsão atual indica um período prolongado de estiagem na região, com precipitação abaixo da média histórica.

Quais os impactos esperados na pecuária?

Com a falta de chuvas, a pastagem natural tende a ficar comprometida, o que pode resultar em escassez de alimento para o gado e redução da qualidade nutricional.

Quais medidas podem ser adotadas pelos produtores para mitigar os prejuízos?

É recomendado que os produtores adotem estratégias de suplementação alimentar, como a utilização de volumosos conservados e concentrados, para garantir a nutrição do rebanho durante o período de seca.

Como a FAEG está auxiliando os produtores diante dessa situação?

A FAEG está promovendo reuniões e palestras com especialistas para orientar os produtores sobre práticas de manejo, alternativas de alimentação e uso sustentável dos recursos disponíveis.

Qual a importância de se preparar para a seca na pecuária?

Preparar-se para a seca é fundamental para manter a saúde e produtividade do rebanho, garantindo a sustentabilidade econômica da atividade pecuária.

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