Qual foi o assunto abordado no Dia de Campo do Senar/SC em Timbé do Sul?

Qual foi o assunto abordado no Dia de Campo do Senar/SC em Timbé do Sul?

Noticias do Jornal do campo Soberano
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No recente Dia de Campo promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), foram abordados diversos temas relacionados à fruticultura, com foco especial no cultivo da pitaya. O evento reuniu cerca de 35 produtores e ocorreu nas propriedades de Alícia e Pedrinho Zanin pela manhã, e Leandro e Diana Simão à tarde.

O Dia de Campo foi conduzido pela técnica de campo da ATeG (Assistência Técnica e Gerencial), Lucinéia Vanzetto, juntamente com o supervisor técnico da região Sul, Jaison Buss. O presidente do Sindicato Rural de Timbé do Sul, Zemir Polli, esteve presente e ressaltou a importância da ATeG no desenvolvimento da fruticultura no estado.

Durante as atividades, foram abordados temas como manejo da cobertura do solo, podas e desbastes, utilização de equipamentos e máquinas adaptadas ao cultivo, alternativas de adubação e uma avaliação da safra 2022/2023.

A produção de pitaya em Santa Catarina tem crescido significativamente nos últimos anos, consolidando o estado como o segundo maior produtor do Brasil, ficando atrás apenas de São Paulo, de acordo com uma publicação da Doity. A região de Timbé do Sul é o principal polo de produção catarinense, concentrando grande parte das plantações dessa fruta exótica.

O programa de fruticultura iniciado em 2017 já beneficiou mais de 250 produtores em 31 municípios catarinenses. Atualmente, 8 grupos de 224 fruticultores participam da ATeG Fruticultura em Santa Catarina. Gilmar Zanluchi, superintendente do Senar/SC, destaca que a assistência técnica oferecida pelo programa proporciona o desenvolvimento do potencial agrícola do estado, combinando a adaptação tecnológica com a consultoria de gestão, resultando em avanços na produção, gestão e comercialização.

José Zeferino Pedrozo, presidente do Sistema Faesc/Senar-SC, elogia o desempenho do setor frutícola catarinense e destaca o papel do ATeG no fortalecimento das atividades agropecuárias. Ele ressalta o crescimento da produção de maçã, pitaya, banana e outras frutas no estado, afirmando que é um prazer contribuir para o desenvolvimento dessa importante cadeia produtiva.

A ATeG Fruticultura faz parte de um conjunto de ações que visa impulsionar dez cadeias produtivas em Santa Catarina, incluindo agroindústria, apicultura, pecuária leiteira, pecuária de corte, fruticultura, maricultura, horticultura, criação de ovinos de corte e piscicultura. Com acompanhamento de dois anos, o programa busca aprimorar técnicas e gestão para tornar a produção mais eficiente e rentável. Os interessados em participar podem entrar em contato com o Sindicato Rural de sua região.

Em conclusão, o Dia de Campo do Senar/SC em Timbé do Sul abordou de forma abrangente a produção de pitaya e os desafios enfrentados pelos produtores. Através do programa ATeG Fruticultura, a assistência técnica e gerencial tem sido fundamental para o crescimento e desenvolvimento da fruticultura em Santa Catarina. Aumentar a produtividade, melhorar a gestão e fortalecer a comercialização são alguns dos objetivos da iniciativa.

Aqui estão cinco perguntas e respostas para você se aprofundar ainda mais no assunto:

1. Quais foram os temas abordados no Dia de Campo do Senar/SC em Timbé do Sul?
R: No Dia de Campo, foram tratados assuntos como manejo da cobertura do solo, podas e desbastes, equipamentos e máquinas adaptadas para o cultivo, alternativas de adubação e avaliação da safra 2022/2023.

2. Qual é a posição de Santa Catarina na produção de pitaya no Brasil?
R: Santa Catarina é o segundo maior produtor de pitaya no país, ficando atrás apenas de São Paulo.

3. Quais são as principais atividades contempladas pelo programa ATeG em Santa Catarina?
R: O programa ATeG beneficia dez cadeias produtivas em Santa Catarina, incluindo agroindústria, apicultura, pecuária leiteira, pecuária de corte, fruticultura, maricultura, horticultura, criação de ovinos de corte e piscicultura.

4. Há quanto tempo o programa de fruticultura do Senar/SC está em vigor?
R: O programa de fruticultura do Senar/SC foi iniciado em 2017 e já atendeu mais de 250 produtores em 31 municípios catarinenses.

5. Qual é o objetivo do programa ATeG Fruticultura em Santa Catarina?
R: O objetivo é oferecer assistência técnica e gerencial aos produtores, visando o aprimoramento técnico, a gestão eficiente e o aumento da rentabilidade na produção de frutas.

Agora que você está informado sobre o Dia de Campo do Senar/SC em Timbé do Sul e o programa de fruticultura, não deixe de acompanhar as últimas notícias e avanços do agronegócio brasileiro. Fique atento ao Portal do Agronegócio e mantenha-se atualizado!

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O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), promoveu recentemente um Dia de Campo em Timbé do Sul para o Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) na área de fruticultura. O evento, com foco na produção de pitaya, reuniu aproximadamente 35 produtores e aconteceu nas propriedades de Alícia e Pedrinho Zanin (manhã) e Leandro e Diana Simão (tarde).

As atividades foram lideradas pela técnica de campo da ATeG, Lucinéia Vanzetto, em conjunto com o supervisor técnico da região Sul, Jaison Buss. O presidente do Sindicato Rural de Timbé do Sul, Zemir Polli, esteve presente e destacou que a ATeG tem desempenhado papel fundamental no desenvolvimento da fruticultura no estado.

Segundo Jaison, foram trabalhados temas como cobertura do solo e seu manejo, podas e desbastes, equipamentos e máquinas adaptadas para o cultivo, alternativas de adubação e avaliação da safra 22/23.

A Pitaya é uma fruta exótica que vem ganhando popularidade no Brasil. A produção em Santa Catarina é uma atividade relativamente nova, mas tem crescido muito nos últimos anos, tanto que segundo publicação da Doity (https://doity.com.br), o estado é o segundo maior produtor em Brasil, atrás apenas de São Paulo. A produção catarinense está concentrada no extremo sul do estado.

SUPLEMENTO EM SC

O programa de fruticultura começou em 2017 e, desde então, já atendeu mais de 257 produtores em 31 municípios catarinenses. Atualmente participam 8 grupos com 224 fruticultores do Estado.

O superintendente do Senar/SC, Gilmar Zanluchi, afirma que a ATeG Fruticultura está oferecendo a oportunidade de desenvolver um grande potencial em Santa Catarina. A assistência técnica oferece ao produtor um modelo de adaptação tecnológica que, associado à consultoria de gestão, prioriza a gestão da atividade de forma eficiente e permite avanços na produção, gestão e comercialização”.

O presidente do Sistema Faesc/Senar-SC, José Zeferino Pedrozo, destaca o desempenho significativo do setor frutícola catarinense e destaca que o ATeG é uma das ações que tem contribuído para o fortalecimento das atividades. “Nosso estado se destaca na produção de maçã, pitaya, banana e vem crescendo na produção de outras variedades. É um prazer contribuir para o desenvolvimento desta importante cadeia produtiva.”

A coordenadora da ATeG SC, Paula Coimbra Nunes, lembra que a ATeG beneficia 10 cadeias produtivas em Santa Catarina: agroindústria; agroindústria apícola; apicultura; pecuária leiteira; pecuária de corte; fruticultura; maricultura; horticultura; criação de ovinos de corte e piscicultura. “São dois anos de acompanhamento para aprimorar técnicas e gestão e tornar a produção mais eficiente e rentável. As atividades são realizadas com grupos de 25 a 30 produtores e quem tiver interesse em participar pode entrar em contato com o Sindicato Rural de sua região”.