Descubra o que o futuro reserva para o boi gordo!

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Pressão sobre o Boi Gordo: Frigoríficos Apresentam Escalas Confortáveis em Todo o País

A introdução apresenta a realidade do mercado físico do boi gordo no Brasil, onde os frigoríficos estão pressionando cada vez mais os pecuaristas, com escalas confortáveis e oferta reduzida no boi gordo. Os preços estão em queda e o menor nível desde agosto de 2023 foi registrado. A consultoria Agrifatto tem acompanhado diariamente 17 praças brasileiras, revelando os desafios enfrentados pelos produtores e a pressão baixista sobre os valores da arroba.

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Oferta Limitada e Pressão Baixista: Desafios Enfrentados pelo Mercado de Boi Gordo

Os frigoríficos estão optando por compras compassadas de boiadas gordas, priorizando pequenos lotes e mantendo escalas confortáveis. O mercado varejista doméstico enfrenta um escoamento pouco expressivo de carne bovina, enquanto a oferta de animais terminados tem crescido. Mesmo assim, as cotações do boi gordo se mantiveram estáveis em diversas regiões, mostrando a resiliência do mercado em meio aos desafios.

Situação dos Contratos Futuros do Boi Gordo na B3: Variações e Tendências de Mercado

Os contratos futuros do boi gordo apresentaram variações negativas ao longo de uma semana, refletindo a pressão baixista e a oferta crescente. As cotações em diversas praças brasileiras se mantiveram estáveis, indicando um momento de estabilidade no mercado, apesar das oscilações nos preços.

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Desenvolvimento

A pressão sobre o boi gordo no mercado físico está intensa em todo o Brasil, com os frigoríficos mantendo escalas confortáveis e oferecendo valores menores para a arroba. Os contratos futuros para maio/24 apresentaram queda e atingiram o menor nível desde agosto de 2023. A Agrifatto destaca que a oferta de carne bovina no varejo nacional está com um escoamento limitado e a pressão baixista sobre a arroba resultou em um aumento na oferta de animais terminados.

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Ainda, mesmo com esses desafios, a consultoria observa que as 17 regiões acompanhadas conseguiram manter as cotações do boi gordo estáveis. Isso reflete a estratégia dos frigoríficos em optar por compras compassadas e abates intercalados, garantindo escalas confortáveis e sustentação de aproximadamente dez dias em média em todo o país.

Variações negativas em 1 semana

Os contratos futuros do boi gordo na B3 apresentaram variações negativas em relação à semana anterior, indicando um cenário desafiador para o setor pecuário. No entanto, a estabilidade nas cotações do boi gordo nas 17 praças acompanhadas sugere uma certa estabilização do mercado, apesar das oscilações verificadas nos contratos futuros.

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Conclusão: Mercado Pecuário em Estabilidade

Diante do cenário apresentado, o mercado pecuário se mostra em um momento de estabilidade, com cotações do boi gordo se mantendo estáveis em diversas regiões do país. Apesar da pressão baixista sobre os valores da arroba, os frigoríficos seguem com escalas confortáveis, o que poderia permitir um pagamento maior pela arroba. A oferta de animais terminados também se mantém, com preços variados conforme a região, mostrando a dinamicidade desse setor no Brasil.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

Perguntas Frequentes sobre o Mercado de Boi Gordo

1. Qual foi a cotação do boi gordo para maio/24 e qual a tendência de preço?

R: A cotação do boi gordo para maio/24 fechou em R$ 222,60/@, com tendência de queda. A Agrifatto relata um recuo de 1,11% na comparação diária e o menor nível desde agosto de 2023.

2. Como estão as escalas de abate dos frigoríficos no mercado de boi gordo?

R: Os frigoríficos apresentam escalas confortáveis e estão oferecendo cada vez menos pela arroba do boi gordo. Optam por compras compassadas, priorizando pequenos lotes, induzindo interpretação de escalas confortáveis.

3. Por que a oferta de animais terminados está crescendo e a demanda está escoando pouco?

R: A forte pressão baixista sobre os valores da arroba tem contribuído para um pequeno crescimento na oferta de animais terminados. A demanda está escoando pouco devido ao escoamento pouco expressivo de carne bovina no mercado varejista doméstico.

4. Qual foi o comportamento dos contratos futuros do boi gordo na B3 na última semana?

R: Todos os contratos de 2024 (de fevereiro a dezembro) registraram queda na última semana, com variações negativas nas cotações. A tendência foi de retração nos preços.

5. Como estão os preços dos animais terminados em algumas regiões do Brasil?

R: Os preços dos animais terminados variam de acordo com a região, com valores distintos para o boi comum, boi China, vaca e novilha. As escalas de abate também são diferentes conforme a região, influenciando nos valores praticados no mercado.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

No mercado físico, a pressão sobre o boi gordo segue firme em todo o País, com os frigoríficos apresentando escalas confortáveis e buscando oferecer cada vez menos no boi gordo, relata a Agrifatto, que acompanha diariamente 17 praças brasileiras.

O vencimento para maio/24, por exemplo, fechou o pregão de quarta-feira (28/2) cotado em R$ 222,60/@, com recuo de 1,11% na comparação diária e o menor nível desde 25/8/23, segundo a Agrifatto.

Na comparação semanal, todos os contratos de 2024 (de fevereiro a dezembro) registraram queda, conforme dados apurados no site da B3 (veja tabela ao final deste texto).

Segundo a Agrifatto, o mercado varejista doméstico enfrenta um escoamento pouco expressivo de carne bovina nesta última semana de fevereiro, enquanto uma forte pressão baixista sobre os valores da arroba tem contribuído para um pequeno crescimento na oferta de animais terminados.

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“Apesar dos frigoríficos optarem por compras compassadas (de boiadas gordas), que priorizam pequenos lotes, os abates intercalados também induzem à interpretação de escalas confortáveis, com sustentação de dez dias, na média nacional”, relata a Agrifatto.

Mesmo diante desses desafios, observa a consultoria, as 17 regiões monitoradas conseguiram manter as cotações do boi gordo estáveis nesta quarta-feira.

Nas demais regiões, a cotação ficou numa média de R$ 217,70/@ (considerando as 16 praças restantes). “Pelo terceiro dia consecutivo, todas as 17 praças acompanhadas mantiveram as cotações estáveis”, ressalta a Agrifatto.

Variações negativas em 1 semana | Contratos futuros do boi gordo na B3 (R$/@)

                              28/2/2024               21/2/2024

Fev                    235,15                         238,00

Mar                   226,70                        234,35

Abr                   221,70                        230,25

Mai                    222,75                        230,60

Jun                     222,15                         230,55

Jul                    225,50                        230,50

Ago                    228,25                        237,10

Set                      229,65                       238,55

Out                      237,65                     246,85

Nov                     236,95                     246,15

Dez                       228,35                   237,20

Fonte: B3

Preços dos animais terminados apurados pela Agrifatto na quinta-feira (29/2):

São Paulo — O “boi comum” vale R$220,00 a arroba. O “boi China”, R$240,00. Média de R$230,00. Vaca a R$205,00. Novilha a R$220,00. Escalas de abates de doze dias;

Minas Gerais — O “boi comum” vale R$205,00 a arroba. O “boi China”, R$225,00. Média de R$215,00. Vaca a R$195,00. Novilha a R$200,00. Escalas de abate de nove dias;

Mato Grosso do Sul — O “boi comum” vale R$220,00 a arroba. O “boi China”, R$230,00. Média de R$225,00. Vaca a R$205,00. Novilha a R$210,00. Escalas de abate de dez dias;

Mato Grosso — O “boi comum” vale R$205,00 a arroba. O “boi China”, R$215,00. Média de R$210,00. Vaca a R$190,00. Novilha a R$195,00. Escalas de abate de dez dias;

Tocantins — O “boi comum” vale R$205,00 a arroba. O “boi China”, R$215,00. Média de R$210,00. Vaca a R$190,00. Novilha a R$195,00. Escalas de abate de nove dias;

Pará — O “boi comum” vale R$205,00 a arroba. O “boi China”, R$215,00. Média de R$210,00. Vaca a R$190,00. Novilha a R$195,00. Escalas de abate de doze dias;

Goiás — O “boi comum” vale R$205,00 a arroba. O “boi China/Europa”, R$225,00. Média de R$215,00. Vaca a R$195,00. Novilha a R$200,00. Escalas de abate de dez dias;

Rondônia — O boi vale R$200,00 a arroba. Vaca a R$185,00. Novilha a R$190,00. Escalas de abate de doze dias;

Maranhão — O boi vale R$205,00 por arroba. Vaca a R$190,00. Novilha a R$195,00. Escalas de abate de treze dias;

Paraná — O boi vale R$225,00 por arroba. Vaca a R$205,00. Novilha a R$210,00. Escalas de abate de dez dias.

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