A importância do pacote tecnológico tropical para aumentar a produção de alimentos no planeta

A importância do pacote tecnológico tropical para aumentar a produção de alimentos no planeta

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Ultimamente temos presenciado eventos sociais decorrentes da crise alimentar que ocorreu em diversas economias emergentes ao redor do mundo, como protestos de rua, revoltas populares, política, etc. Esses eventos, além de exporem a situação de insegurança alimentar em que várias pessoas vivem , pode culminar na derrubada de governos, como aconteceu recentemente no Sri Lanka.

No universo das economias emergentes, estima-se que os países com maior risco de incumprimento (possibilidade de incumprimento da dívida externa) e que estão sujeitos a enfrentar crises humanitárias, representem 18% da população mundial, ou 1,4 mil milhões de pessoas. . A situação internacional pós-pandemia e a guerra na Ucrânia desestabilizaram as cadeias produtivas em todo o mundo, e impuseram um preço muito alto aos países importadores de alimentos para pagar pelas commodities agrícolas, situação agravada pelas altas taxas de juros internacionais. Há muito que estes países carecem de uma política de segurança alimentar eficiente.

Portanto, a necessidade de vários países emergentes reduzirem sua dependência da importação de alimentos parece evidente e urgente. Considerando que a maioria desses países está localizada na região do cinturão tropical do planeta, abre-se uma interessante janela de oportunidade para o Brasil. Atualmente, o país é o único com conhecimento técnico suficiente capaz de oferecer um pacote tecnológico agrícola completo, robusto, consistente e adequado para produzir alimentos de forma competitiva e de qualidade nesta região do planeta.

Nesse contexto, o CIITTA – International Agricultural Technology Transfer Innovation Center (https://ciitta.org/), e seus parceiros, reúnem um impressionante corpo de conhecimento técnico e prático, voltado para o desenvolvimento e implementação de projetos de produção de alimentos. O mais alto know-how agrícola brasileiro foi organizado e estruturado no CIITTA, entidade sem fins lucrativos que conta com a cooperação técnica de renomadas instituições públicas de pesquisa, além de empresas privadas de reconhecida competência. Possui uma gestão profissional com amplo escopo de atuação nas cadeias produtivas de alimentos, desde a produção agrícola até o processamento de produtos, passando por ferramentas de gestão empresarial, sustentabilidade socioambiental, entre outros.

É imperativo aumentar a segurança alimentar nos países emergentes, não só por razões humanitárias, mas também para manter a paz social, especialmente nos países mais vulneráveis ​​localizados no continente africano. Por isso, o Brasil, por meio de seu pacote tecnológico organizado pelo CIITTA, tem muito a contribuir para esse objetivo. Por exemplo, no trabalho realizado em Moçambique em 2017, que culminou com a introdução da mecanização agrícola e a utilização de insumos adequados, a produtividade do milho amarelo e da soja convencional aumentou mais de 100% na primeira safra, em comparação com o Média nacional. , e continuou a aumentar nos anos seguintes.

Segundo a FAO, para atender a demanda de alimentos no ano de 2050, a produção mundial terá que crescer 61%, com 41% do Brasil participando desse total, ou seja, temos um papel crucial nesse cenário mundial, não apenas para aumentar nossa produção de alimentos, mas também ajudar outras nações a fazê-lo, criando um futuro alimentar sustentável para a humanidade.

Ultimamente temos presenciado eventos sociais decorrentes da crise alimentar que ocorreu em diversas economias emergentes ao redor do mundo, como protestos de rua, revoltas populares, política, etc. Esses eventos, além de exporem a situação de insegurança alimentar em que várias pessoas vivem , pode culminar na derrubada de governos, como aconteceu recentemente no Sri Lanka.

No universo das economias emergentes, estima-se que os países com maior risco de incumprimento (possibilidade de incumprimento da dívida externa) e que estão sujeitos a enfrentar crises humanitárias, representem 18% da população mundial, ou 1,4 mil milhões de pessoas. . A situação internacional pós-pandemia e a guerra na Ucrânia desestabilizaram as cadeias produtivas em todo o mundo, e impuseram um preço muito alto aos países importadores de alimentos para pagar pelas commodities agrícolas, situação agravada pelas altas taxas de juros internacionais. Há muito que estes países carecem de uma política de segurança alimentar eficiente.

Portanto, a necessidade de vários países emergentes reduzirem sua dependência da importação de alimentos parece evidente e urgente. Considerando que a maioria desses países está localizada na região do cinturão tropical do planeta, abre-se uma interessante janela de oportunidade para o Brasil. Atualmente, o país é o único com conhecimento técnico suficiente capaz de oferecer um pacote tecnológico agrícola completo, robusto, consistente e adequado para produzir alimentos de forma competitiva e de qualidade nesta região do planeta.

Nesse contexto, o CIITTA – International Agricultural Technology Transfer Innovation Center (https://ciitta.org/), e seus parceiros, reúnem um impressionante corpo de conhecimento técnico e prático, voltado para o desenvolvimento e implementação de projetos de produção de alimentos. O mais alto know-how agrícola brasileiro foi organizado e estruturado no CIITTA, entidade sem fins lucrativos que conta com a cooperação técnica de renomadas instituições públicas de pesquisa, além de empresas privadas de reconhecida competência. Possui uma gestão profissional com amplo escopo de atuação nas cadeias produtivas de alimentos, desde a produção agrícola até o processamento de produtos, passando por ferramentas de gestão empresarial, sustentabilidade socioambiental, entre outros.

É imperativo aumentar a segurança alimentar nos países emergentes, não só por razões humanitárias, mas também para manter a paz social, especialmente nos países mais vulneráveis ​​localizados no continente africano. Por isso, o Brasil, por meio de seu pacote tecnológico organizado pelo CIITTA, tem muito a contribuir para esse objetivo. Por exemplo, no trabalho realizado em Moçambique em 2017, que culminou com a introdução da mecanização agrícola e a utilização de insumos adequados, a produtividade do milho amarelo e da soja convencional aumentou mais de 100% na primeira safra, em comparação com o Média nacional. , e continuou a aumentar nos anos seguintes.



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