Análise do Mercado de Boi Gordo no Brasil
O mercado brasileiro do boi gordo começou a sentir com maior intensidade a pressão baixista nos preços da arroba, reforçada pelo escoamento doméstico bastante enfraquecido e pelas escalas das indústrias mais confortáveis. A Agrifatto observa que os pecuaristas estão cedendo diante das tentativas em segurar o máximo possível a venda de boiadas gordas. Apesar disso, as cotações da arroba seguem andando de lado. De maneira geral, o escoamento de carne bovina está abaixo do esperado e as escalas de abate estão relativamente confortáveis, resultando em preços estáveis para os animais terminados, de acordo com dados apurados pela Scot Consultoria. No entanto, existem frigoríficos que optaram por ficar fora das compras até a próxima semana devido ao feriado em São Paulo. Portanto, a situação do mercado de boi gordo apresenta baixa liquidez e poucas movimentações no ambiente de compra e venda de animais terminados, como observado pela apuração da S&P Global Commodity Insight. A semana está desafiadora devido às chuvas constantes em São Paulo, refletindo no mercado de carne com osso, conforme relata a Agrifatto. Com base nesse cenário, é importante entender as cotações máximas dos animais terminados e os preços apurados em diversas regiões. Esses são os principais aspectos que serão abordados ao longo deste artigo, para que você possa compreender melhor o cenário do mercado de boi gordo no Brasil.
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Subtítulo 1
O mercado brasileiro do boi gordo começou a sentir com maior intensidade a pressão baixista nos preços da arroba, reforçada pelo escoamento doméstico bastante enfraquecido e pelas escalas das indústrias mais confortáveis. No entanto, de maneira geral, as cotações da arroba continuam andando de lado. Segundo dados apurados pela Scot Consultoria, com o escoamento de carne bovina abaixo do esperado e escalas de abate relativamente confortáveis, a quantidade de negócios nas praças paulistas foi baixa, resultando em preços estáveis para os animais terminados. “Em função do feriado de 25 de janeiro (quinta-feira), em comemoração à fundação da cidade de São Paulo, há frigoríficos que optaram por ficar fora das compras até a próxima semana”, observa a Scot. Com isso, no mercado paulista, o boi gordo “comum” (destinado ao mercado interno, sem prêmio-exportação) segue cotado em R$ 240/@, enquanto a vaca e a novilha gordas são negociadas por R$ 215/@ e R$ 237/@ (preços brutos e a prazo), de acordo com a Scot. O “boi-China” (abatido mais jovem, com até 30 meses de idade) segue negociado em R$ 245/@, base SP, bruto, no prazo, com ágio de R$ 5/@ sobre o animal “comum”. De acordo apuração da S&P Global Commodity Insight, refletindo o período de véspera de feriado em São Paulo, o mercado do boi gordo registrou baixa liquidez e poucas movimentações no ambiente de compra e venda de animais terminados. Na B3, o contrato com vencimento para maio de 2024 fechou a quarta-feira (23/1) cotado em R$ 233,75/@, sendo o menor preço desde o final de outubro de 2023, e recuo de 0,60% no comparativo diário. No mercado de carne com osso, a semana está bastante “desafiadora” por conta das chuvas constantes em São Paulo, entre outras regiões, situação que têm impactado as atividades comerciais, relata a Agrifatto.
Subtítulo 2
Cotações máximas de machos e fêmeas nesta quarta-feira, 24 de janeiro (Fonte: S&P Global)
SP-Noroeste: boi a R$ 240/@ (prazo) vaca a R$ 225/@ (prazo)
MS-Dourados: boi a R$ 227/@ (à vista) vaca a R$ 215/@ (à vista)
MT-Cáceres: boi a R$ 208/@ (prazo) vaca a R$ 190/@ (prazo)
MT-Cuiabá: boi a R$ 210/@ (à vista) vaca a R$ 185/@ (à vista)
GO-Sul: boi a R$ 230/@ (prazo) vaca a R$ 210/@ (prazo)
PR-Maringá: boi a R$ 230@ (à vista) vaca a R$ 210/@ (à vista)
MG-Triângulo: boi a R$ 230/@ (prazo) vaca a R$ 215/@ (prazo)
PA-Redenção: boi a R$ 210/@ (prazo) vaca a R$ 192/@ (prazo)
TO-Araguaína: boi a R$ 220/@ (prazo) vaca a R$ 198/@ (prazo)
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Análise do Mercado do Boi Gordo: Perspectivas para o Futuro
Apesar das oscilações nos preços da arroba e das tentativas de segurar a venda de animais terminados, é evidente que o mercado do boi gordo no Brasil está enfrentando desafios. A pressão baixista nos preços, o escoamento doméstico enfraquecido e as escalas das indústrias confortáveis são fatores que têm impactado diretamente o setor pecuário.
A Importância de Acompanhar as Flutuações do Mercado
Para produtores, frigoríficos e investidores, a análise constante do mercado do boi gordo é crucial para tomar decisões estratégicas. A liquidez baixa e as movimentações limitadas evidenciam a necessidade de estar atento a cada detalhe e tendência que possa influenciar o setor.
O Papel da Informação na Tomada de Decisões
Com as cotações variando, as escalas de abate se ajustando e os preços acompanhando as demandas, a informação precisa e atualizada se torna a grande aliada para enfrentar e se adaptar às mudanças do mercado. Estar bem informado é o caminho para navegarmos com mais segurança em águas turbulentas.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo
Pressão baixista nos preços da arroba do boi gordo no Brasil
O mercado brasileiro do boi gordo começou a sentir com maior intensidade a pressão baixista nos preços da arroba, reforçada pelo escoamento doméstico bastante enfraquecido e pelas escalas das indústrias mais confortáveis. De acordo com a Agrifatto, os pecuaristas estão começando a ceder diante dessa situação, apesar de tentarem segurar ao máximo a venda de boiadas gordas
Tendências e Perspectivas no Mercado da Pecuária Brasileira
Apesar das tentativas em segurar o máximo possível a venda (de boiadas gordas), os pecuaristas começam a ceder”, observa a Agrifatto, que acompanha diariamente os negócios no setor pecuário em 17 praças brasileiras. No entanto, de maneira geral, as cotações da arroba continuam andando de lado. Segundo dados apurados pela Scot Consultoria, com o escoamento de carne bovina abaixo do esperado e escalas de abate relativamente confortáveis, a quantidade de negócios nas praças paulistas foi baixa, resultando em preços estáveis para os animais terminados.
Frequently Asked Questions (FAQs) sobre o Mercado do Boi Gordo
1. Qual é o impacto da pressão baixista nos preços da arroba do boi gordo?
A pressão baixista nos preços da arroba do boi gordo decorre do escoamento doméstico enfraquecido e das escalas das indústrias mais confortáveis, levando os pecuaristas a cederem diante dessa situação.
2. Quais são as tendências atuais no mercado brasileiro da pecuária?
As cotações da arroba continuam andando de lado, com o escoamento de carne bovina abaixo do esperado e escalas de abate relativamente confortáveis, resultando em preços estáveis para os animais terminados.
3. Como está a negociação do boi gordo em diferentes regiões do Brasil?
Os preços variam em diferentes regiões, sendo que no mercado paulista, o boi gordo “comum” está cotado em R$ 240/@, enquanto a vaca e a novilha gordas são negociadas por R$ 215/@ e R$ 237/@ (preços brutos e a prazo), de acordo com a Scot.
4. Qual é a situação do mercado de carne com osso e as perspectivas futuras?
O mercado de carne com osso está desafiador devido às chuvas constantes em São Paulo e outras regiões, o que tem impactado as atividades comerciais, de acordo com relatos da Agrifatto.
5. Como tem sido a liquidez e as movimentações no mercado do boi gordo recentemente?
Refletindo o período de véspera de feriado em São Paulo, o mercado do boi gordo registrou baixa liquidez e poucas movimentações no ambiente de compra e venda de animais terminados, de acordo com a apuração da S&P Global Commodity Insight.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo
O mercado brasileiro do boi gordo começou a sentir com maior intensidade a pressão baixista nos preços da arroba, reforçada pelo escoamento doméstico bastante enfraquecido e pelas escalas das indústrias mais confortáveis.
“Apesar das tentativas em segurar o máximo possível a venda (de boiadas gordas), os pecuaristas começam a ceder”, observa a Agrifatto, que acompanha diariamente os negócios no setor pecuário em 17 praças brasileiras.
No entanto, de maneira geral, as cotações da arroba continuam andando de lado.
Segundo dados apurados pela Scot Consultoria, com o escoamento de carne bovina abaixo do esperado e escalas de abate relativamente confortáveis, a quantidade de negócios nas praças paulistas foi baixa, resultando em preços estáveis para os animais terminados.
“Em função do feriado de 25 de janeiro (quinta-feira), em comemoração à fundação da cidade de São Paulo, há frigoríficos que optaram por ficar fora das compras até a próxima semana”, observa a Scot.
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Com isso, no mercado paulista, o boi gordo “comum” (destinado ao mercado interno, sem prêmio-exportação) segue cotado em R$ 240/@, enquanto a vaca e a novilha gordas são negociadas por R$ 215/@ e R$ 237/@ (preços brutos e a prazo), de acordo com a Scot.
O “boi-China” (abatido mais jovem, com até 30 meses de idade) segue negociado em R$ 245/@, base SP, bruto, no prazo, com ágio de R$ 5/@ sobre o animal “comum”.
De acordo apuração da S&P Global Commodity Insight, refletindo o período de véspera de feriado em São Paulo, o mercado do boi gordo registrou baixa liquidez e poucas movimentações no ambiente de compra e venda de animais terminados.
Na B3, o contrato com vencimento para maio de 2024 fechou a quarta-feira (23/1) cotado em R$ 233,75/@, sendo o menor preço desde o final de outubro de 2023, e recuo de 0,60% no comparativo diário.
No mercado de carne com osso, a semana está bastante “desafiadora” por conta das chuvas constantes em São Paulo, entre outras regiões, situação que têm impactado as atividades comerciais, relata a Agrifatto.
Cotações máximas de machos e fêmeas nesta quarta-feira, 24 de janeiro (Fonte: S&P Global)
SP-Noroeste:
boi a R$ 240/@ (prazo)
vaca a R$ 225/@ (prazo)
MS-Dourados:
boi a R$ 227/@ (à vista)
vaca a R$ 215/@ (à vista)
MT-Cáceres:
boi a R$ 208/@ (prazo)
vaca a R$ 190/@ (prazo)
MT-Cuiabá:
boi a R$ 210/@ (à vista)
vaca a R$ 185/@ (à vista)
GO-Sul:
boi a R$ 230/@ (prazo)
vaca a R$ 210/@ (prazo)
PR-Maringá:
boi a R$ 230@ (à vista)
vaca a R$ 210/@ (à vista)
MG-Triângulo:
boi a R$ 230/@ (prazo)
vaca a R$ 215/@ (prazo)
PA-Redenção:
boi a R$ 210/@ (prazo)
vaca a R$ 192/@ (prazo)
TO-Araguaína:
boi a R$ 220/@ (prazo)
vaca a R$ 198/@ (prazo)
RO-Cacoal:
boi a R$ 200/@ (à vista)
vaca a R$ 180/@ (à vista)
Preços dos animais terminados apurados pela Agrifatto em 24 de janeiro
São Paulo — O “boi comum” vale R$230,00 a arroba. O “boi China”, R$250,00. Média de R$240,00. Vaca a R$220,00. Novilha a R$235,00. Escalas de abates de dez dias;
Minas Gerais — O “boi comum” vale R$220,00 a arroba. O “boi China”, R$240,00. Média de R$230,00. Vaca a R$210,00. Novilha a R$220,00. Escalas de abate de oito dias;
Mato Grosso do Sul — O “boi comum” vale R$225,00 a arroba. O “boi China”, R$235,00. Média de R$230,00. Vaca a R$215,00. Novilha a R$220,00. Escalas de abate de nove dias;
Mato Grosso — O “boi comum” vale R$205,00 a arroba. O “boi China”, R$215,00 Média de R$210,00. Vaca a R$195,00. Novilha a R$200,00. Escalas de abate de oito dias; Tocantins — O “boi comum” vale R$210,00 a arroba. O “boi China”, R$220,00. Média de R$215,00. Vaca a R$195,00. Novilha a R$200,00. Escalas de abate de nove dias;
Pará — O “boi comum” vale R$210,00 a arroba. O “boi China”, R$220,00. Média de R$215,00. Vaca a R$195,00. Novilha a R$200,00. Escalas de abate de nove dias; Goiás — O “boi comum” vale R$220,00 a arroba. O “boi China/Europa”, R$230,00. Média de R$225,00. Vaca a R$210,00. Novilha a R$220,00. Escalas de abate de dez dias.
Rondônia — O boi vale R$200,00 a arroba. Vaca a R$190,00. Novilha a R$195,00. Escalas de abate de nove dias;
Maranhão — O boi vale R$210,00 por arroba. Vaca a R$195,00. Novilha a R$200,00. Escalas de abate de nove dias;
Paraná — O boi vale R$230,00 por arroba. Vaca a R$215,00. Novilha a R$220,00. Escalas de abate de nove dias.
