Por que a BRF do Brasil está otimista com as perspectivas de vendas de alimentos no Natal?

Por que a BRF do Brasil está otimista com as perspectivas de vendas de alimentos no Natal?

Noticias do Jornal do campo Soberano
Boa leitura!
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Agora, gostaríamos de encerrar este artigo com algumas perguntas para estimular sua curiosidade:

1. Quais são os fatores que contribuíram para o crescimento da receita de vendas da BRF no Natal?
2. Quais são as marcas brasileiras conhecidas da BRF?
3. Quem assumiu a liderança da empresa em agosto de 2022?
4. Quais são os desafios enfrentados pela BRF e outras empresas alimentícias?
5. Como você avalia o crescimento das ações da BRF neste ano?

Esperamos que esse artigo tenha sido útil e esclarecedor para você. Continue nos acompanhando para mais informações e insights sobre o agronegócio brasileiro. Até a próxima!”

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Marcel Sacco, vice-presidente de marketing, disse que a empresa projeta um crescimento de 5% a 6% na receita de vendas de Natal em relação ao ano anterior, citando melhorias na economia local e uma gama mais ampla de ofertas de produtos.

“Trabalhamos com uma gama de produtos para todos os orçamentos, equilibrando oferta, preço e praticidade”, disse Sacco. Ele disse ainda que o portfólio de produtos natalinos da BRF proporciona à empresa margens melhores em relação às linhas tradicionais.

Sacco citou a tendência de queda da inflação e as esperadas melhorias no consumo per capita como fatores que levaram as famílias brasileiras a gastar mais este ano, inclusive com alimentação.

A BRF, que concorre com rivais como JBS SA (JBSS3.SA) e Aurora, de propriedade privada, processa carne suína e de aves e possui marcas brasileiras conhecidas, como Sadia e Perdigão.

O Brasil responde pela maior parte da receita de vendas da BRF.

Sob a liderança de Miguel Gularte, ex-executivo da Marfrig (MRFG3.SA) que assumiu o cargo em agosto de 2022, a empresa tenta melhorar os processos internos para ser mais eficiente e competitiva. Mesmo assim, a BRF ainda não obteve lucro trimestral este ano, já que ela e outras empresas alimentícias enfrentam um excesso global de frango e altos preços de alimentos para animais de estimação.

Neste ano, as ações da BRF subiram cerca de 25%.