Queda em Chicago: impacto nos preços do Brasil

Queda em Chicago: impacto nos preços do Brasil

Notícias do Mercado de Soja

Desafios para os Produtores

Os volumes de negociação no mercado brasileiro de soja não são expressivos no momento. A queda nos preços em Chicago está impactando os preços domésticos e desencorajando os produtores. Nesse cenário, há uma grande disparidade entre comprador e vendedor, dificultando as negociações.

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Impacto das Medidas Econômicas da Argentina

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago, os contratos futuros da soja fecharam com preços mais baixos. Isso se deve ao anúncio de medidas econômicas pelo novo governo da Argentina, incluindo a desvalorização do peso argentino. Este cenário deve impulsionar as exportações argentinas, tornando-as mais competitivas em relação à soja americana.

Commodities na Argentina

A desvalorização do dólar na Argentina está impulsionando a comercialização das commodities no país, aumentando os preços em consequência. A possibilidade de um avanço na comercialização da soja é significativa após essa adequação cambial. Mesmo as vendas realizadas por exportadores privados dos EUA não foram suficientes para evitar a queda.

Contratos Futuros da Soja

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com uma baixa de 16,25 centavos, enquanto a posição do março teve uma queda de 16,25 centavos. Nos subprodutos, a posição do farelo fechou com baixa de 8,10%. Já no óleo, houve uma baixa de 1,17%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,93%, sendo negociado a R$ 4,9197 para venda. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9152 e a máxima de R$ 4,9767.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

O mercado brasileiro de soja negociou volumes pouco expressivos nesta quarta-feira. A queda de Chicago derrubou os preços domésticos, retraindo os produtores.

Conforme analistas de Safras & Mercado, há muita disparidade entre o comprador e o vendedor.

Confira os preços da soja disponível

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 149 para R$ 147
  • Região das Missões: baixou de R$ 148 para R$ 146
  • Porto de Rio Grande: recuou de R$ 154 para R$ 156
  • Cascavel (PR): decresceu de R$ 140 para R$ 136,50
  • Porto de Paranaguá (PR): desvalorizou de R$ 150 para R$ 146,50
  • Rondonópolis (MT): seguiu em R$ 130
  • Dourados (MS): diminuiu de R$ 131 para R$ 130
  • Rio Verde (GO): baixou de R$ 131 para R$ 130

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços mais baixos.

O mercado foi pressionado pelo anúncio de medidas econômicas pelo novo governo da Argentina.

Uma delas é a desvalorização da moeda local, o peso argentino, que deve impulsionar as exportações de commodities do país aumentando a competitividade com o produto norte-americano.

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A desvalorização do dólar oficial, de 366 pesos para 800 pesos, impulsiona a comercialização das principais commodities na Argentina e melhora os preços, diante de uma redução de 76% na lacuna cambial, afirmam os analistas da Safras & Mercado.

“O aspecto mais significativo da situação econômica argentina é a possibilidade de um avanço considerável na comercialização da soja após essa adequação cambial. Levando em consideração a oferta total argentina, ainda existem cerca de 4,5 milhões de toneladas disponíveis para que a indústria prossiga com as compras e aumente o processamento de soja”, destaca o analista Bruno Todone.

Nem mesmo uma nova venda por parte de exportadores privados dos Estados Unidos limitou a queda. Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 125.000 toneladas de soja em grãos para destinos não revelados, a serem entregues na temporada 2023/24.

Contratos futuros da soja

cotação preço soja queda Chicago
Foto: Reprodução

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 16,25 centavos ou 1,22% a US$ 13,07 1/2 por bushel.

A posição março teve cotação de US$ 13,26 1/4 por bushel, com perda de 16,25 centavos ou 1,22%. Nos subprodutos, a posição janeiro do farelo fechou com baixa de US$ 8,10 ou 1,97% a US$ 402,20 por tonelada.

No óleo, os contratos com vencimento em janeiro fecharam a 49,83 centavos de dólar, com baixa de 0,59 centavo ou 1,17%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,93%, sendo negociado a R$ 4,9197 para venda e a R$ 4,9177 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9152 e a máxima de R$ 4,9767.

FAQ – Perguntas Frequentes

1. Como foi o mercado brasileiro de soja nesta quarta-feira?

O mercado brasileiro de soja teve volumes pouco expressivos. A queda de Chicago derrubou os preços domésticos, dificultando a negociação dos produtores.

2. O que influenciou a queda dos preços da soja disponível?

A desvalorização da moeda argentina e as medidas econômicas anunciadas pelo novo governo do país, que devem impulsionar as exportações de commodities e aumentar a competitividade com o produto norte-americano.

3. Quais foram os principais impactos da situação econômica argentina nos contratos futuros da soja?

A desvalorização do peso argentino impulsionou a comercialização das principais commodities e melhorou os preços. Além disso, uma nova venda de exportadores privados dos Estados Unidos também afetou a queda.

Confira os preços da soja disponível

  • Passo Fundo (RS): de R$ 149 para R$ 147
  • Região das Missões: de R$ 148 para R$ 146
  • Porto de Rio Grande: de R$ 154 para R$ 156
  • Cascavel (PR): de R$ 140 para R$ 136,50
  • Porto de Paranaguá (PR): de R$ 150 para R$ 146,50
  • Rondonópolis (MT): manteve-se em R$ 130
  • Dourados (MS): de R$ 131 para R$ 130
  • Rio Verde (GO): de R$ 131 para R$ 130

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços mais baixos. O mercado foi pressionado pelo anúncio de medidas econômicas pelo novo governo da Argentina.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 16,25 centavos ou 1,22% a US$ 13,07 1/2 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 13,26 1/4 por bushel, com perda de 16,25 centavos ou 1,22%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,93%, sendo negociado a R$ 4,9197 para venda e a R$ 4,9177 para compra.

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