Qual é a nova espécie de cigarrinha do milho identificada no Paraná?

Qual é a nova espécie de cigarrinha do milho identificada no Paraná?

Noticias do Jornal do campo Soberano
Boa leitura!
O agronegócio brasileiro é de extrema importância para o país, e estar por dentro das últimas notícias e tendências do setor é fundamental para produtores e profissionais da área. Para te ajudar nessa missão, reunimos neste artigo informações relevantes sobre uma nova espécie de cigarrinha do milho identificada no Paraná, suas características e os possíveis danos às lavouras.

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Título 1: Descoberta de uma nova espécie de cigarrinha do milho no Paraná

A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) identificou recentemente uma nova espécie de cigarrinha do milho, conhecida como Cigarrinha africana (Leptodelphax maculigera), no estado do Paraná. Essa espécie se alimenta tanto de culturas de milho quanto de capim, o que pode causar sérios danos às lavouras. Essa descoberta foi feita em agosto deste ano, em plantações de milho nos Campos Gerais e no norte do estado. Vale destacar que essa espécie já havia sido identificada em Goiás e Rio Grande do Sul, mas é a primeira vez que é oficialmente registrada no Paraná.

Título 2: Alerta para a presença da cigarrinha africana em todo o território brasileiro

A comprovação da existência da Cigarrinha africana no Paraná indica que mais locais podem já ter sido afetados por essa espécie. De acordo com o professor Orcial Bortolotto, coordenador da Fazenda Escola Capão da Onça (Fescon-UEPG), é provável que essa nova espécie já esteja presente em todo o território brasileiro. Isso demanda uma atenção redobrada por parte dos produtores, uma vez que a cigarrinha africana é conhecida por seu potencial de transmitir o nanismo do fitoplasma, uma infecção bacteriana que afeta as plantas, assim como o stripe vírus, que pode reduzir a produção de grãos.

Título 3: Medidas de controle para evitar prejuízos nas lavouras de milho

Com a colheita do milho em fase inicial, é fundamental que os produtores adotem medidas de controle para evitar prejuízos causados pelas cigarrinhas. Orcial destaca a importância de monitorar as lavouras e a presença desses insetos, recomendando a utilização de armadilhas para identificar a chegada das cigarrinhas ao campo. Além disso, algumas estratégias de controle incluem a padronização do calendário de plantio, a escolha de materiais híbridos ou tolerantes ao atrofiamento, bem como a combinação de inseticidas químicos ou biológicos.

Título 4: Potenciais perdas nas lavouras de milho e necessidade de estudos adicionais

Devido ao potencial de transmissão de vírus transportados em seu organismo, o dano causado pelas cigarrinhas do milho pode variar de 20% a 30%. Essa transmissão pode levar a perdas significativas na produção de grãos e preocupações para os produtores. É importante ressaltar que ainda são necessários estudos adicionais para confirmar a capacidade desses insetos em transmitir doenças.

Título 5: Notícias do agronegócio brasileiro em primeira mão!

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Conclusão:

Neste artigo, abordamos a descoberta de uma nova espécie de cigarrinha do milho no Paraná, a Cigarrinha africana, que pode causar danos significativos às lavouras. É importante que os produtores adotem medidas de controle para evitar prejuízos, como o monitoramento das lavouras e a utilização de armadilhas para identificar a presença desses insetos. Além disso, é necessário realizar estudos adicionais para entender melhor a capacidade dessas cigarrinhas em transmitir doenças. Fique sempre atualizado sobre as notícias do agronegócio brasileiro e esteja à frente do mercado!

Perguntas com respostas:

1. Quais são os possíveis danos causados pela cigarrinha africana nas lavouras de milho?
A cigarrinha africana pode transmitir o nanismo do fitoplasma, uma infecção bacteriana que afeta as plantas, assim como o stripe vírus, que reduz a produção de grãos.

2. Onde foi feita a descoberta da nova espécie de cigarrinha do milho?
A descoberta foi feita em plantações de milho nos Campos Gerais e no norte do estado do Paraná.

3. Essa espécie já havia sido identificada em quais estados antes do Paraná?
Essa espécie já havia sido identificada em Goiás e Rio Grande do Sul.

4. Quais são as medidas de controle recomendadas para evitar danos nas lavouras?
Algumas das medidas de controle incluem o monitoramento das lavouras, a utilização de armadilhas, a padronização do calendário de plantio, a escolha de materiais híbridos ou tolerantes ao atrofiamento, além da combinação de inseticidas químicos ou biológicos.

5. Qual é o potencial de perda nas lavouras de milho devido à cigarrinha africana?
O potencial de perda nas lavouras de milho pode chegar a 20% a 30% devido à transmissão de vírus transportados pelas cigarrinhas.

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Pesquisadores de Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) identificou uma nova espécie de cigarrinha do milho no Paraná. A Cigarrinha africana (Leptodelphax maculigera), como é chamada, se alimenta de culturas de milho e capim, o que pode causar danos às lavouras.

A descoberta foi feita em agosto deste ano, em plantações de milho nos Campos Gerais e no norte do estado. A espécie já havia sido identificada Goiás e Rio Grande do Sulmas este é o primeiro registro oficial em Paraná.

A comprovação da presença do inseto indica que mais locais já foram afetados. “Provavelmente a espécie já está presente em todo o território brasileiro”, alerta o professor Orcial Bortolotto, coordenador da Fazenda Escola Capão da Onça (Fescon-UEPG).

Atualmente, a cigarrinha africana é conhecida pelo seu potencial de transmitir o nanismo do fitoplasma (infecção das plantas por bactérias) e o stripe vírus (que reduz a produção de grãos). “Ainda são necessários estudos adicionais para comprovar de fato a capacidade desse inseto em transmitir doenças”, explica Orcial.

Medidas de controle

Em setembro, a colheita do milho está em fase inicial. Segundo Orcial, é de extrema importância que os produtores monitorem as lavouras e a presença de insetos. “É importante que os produtores coloquem armadilhas nas lavouras para monitorar a chegada das cigarrinhas ao campo”, afirma.

Algumas das estratégias de controle são a padronização do calendário de plantio, a escolha de materiais híbridos ou tolerantes ao atrofiamento e a combinação de inseticidas químicos ou biológicos.

Perdas de até 30%

Devido ao potencial de transmissão do vírus transportado no organismo, a perda das lavouras de milho pode chegar a 20% a 30%. “Também é necessário realizar trabalhos adicionais com esses insetos infectados. Isso acaba gerando algumas preocupações aos produtores”, alerta o professor.