O preço da arroba está em queda ou alta no final da semana?

Sumário

1. Introdução

1.1 Panorama do mercado do boi gordo

1.2 Expectativas de aumento de demanda

1.3 Escassez de boi de ração

2. Mercado Pecuário | Aumento do consumo interno pode alavancar o preço do boi gordo nesta reta final de 2023?

2.1 Preços da carne bovina no mercado atacadista

2.2 Cotações dos bovinos destinados ao abate

3. Cotações máximas de machos e fêmeas nesta sexta-feira, 20/10

3.1 Praças e seus respectivos preços

Introdução

A sexta-feira (20/10) deu continuidade no panorama observado ao longo dos últimos dias no mercado brasileiro do boi gordo: intenções de compra esparsas e baixo volume de negócios efetivados.

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“Munidos de escala que atendem minimamente aos compromissos operacionais de curto prazo, as indústrias frigoríficas brasileiras permaneceram ausentes do ambiente de negócios e apenas apontaram preços da arroba bovina abaixo dos atuais”, relatam os analistas da S&P Global Commodity Insights.

Porém, a consultoria diz que não captou uma tendência de baixa nos preços do arroba, tendo em vista que o volume de oferta de animais terminados ainda é enxuto e há expectativas para um incremento de demanda conforme se aproxima o período final de ano – marcado pelas comemorações entre amigos e familiares, o que, obrigatoriamente, resulta na maior procura de cortes para churrasco.

Neste contexto, a S&P Global prevê uma nova rodada de alta da arroba nos três dois meses seguintes do ano, período marcado pelo avanço da entressafra de “boi de capim”.

Além disso, ressaltam os analistas, no curto prazo, o mercado deve “sentir” a falta de “boi de ração”, já que muitos pecuaristas deixaram de investir no segundo ciclo de engorda no cocho, devido às margens negativas de operação no momento de decisão pelo confinamento.

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A sexta-feira (20/10) deu continuidade no panorama observado ao longo dos últimos dias no mercado brasileiro do boi gordo: intenções de compra esparsas e baixo volume de negócios efetivados.

“Munidos de escala que atendem minimamente aos compromissos operacionais de curto prazo, as indústrias frigoríficas brasileiras permaneceram ausentes do ambiente de negócios e apenas apontaram preços da arroba bovina abaixo dos atuais”, relatam os analistas da S&P Global Commodity Insights.

Porém, a consultoria diz que não captou uma tendência de baixa nos preços do arroba, tendo em vista que o volume de oferta de animais terminados ainda é enxuto e há expectativas para um incremento de demanda conforme se aproxima o período final de ano – marcado pelas comemorações entre amigos e familiares, o que, obrigatoriamente, resulta na maior procura de cortes para churrasco.

Neste contexto, a S&P Global prevê uma nova rodada de alta da arroba nos três dois meses seguintes do ano, período marcado pelo avanço da entressafra de “boi de capim”.

Além disso, ressaltam os analistas, no curto prazo, o mercado deve “sentir” a falta de “boi de ração”, já que muitos pecuaristas deixaram de investir no segundo ciclo de engorda no cocho, devido às margens negativas de operação no momento de decisão pelo confinamento.

Mercado Pecuário | Aumento do consumo interno pode alavancar o preço do boi gordo nesta reta final de 2023?

No mercado atacadista, os preços da carne bovina recuaram ao longo desta semana, fundamentados pela entrada da segunda quinzena do mês, quando os consumidores brasileiros sentem o peso do distanciamento do pagamento dos salários e, com isso, optam pela compra de proteínas correntes, mais baratas, como o frango e a carne suína.

Dados Scot – Nas praças paulistas, com as escalas de abate bem-posicionadas, com 9 dias, em média, as cotações dos bovinos destinados ao abate fecharam a semana estáveis, de acordo com apuração da Scot Consultoria.

Com isso, o boi “comum” (destinado ao mercado interno) segue valendo R$ 235/@, enquanto a vaca e a novilha gordas são negociadas por R$ 215/@ e R$ 227/@ (preços brutos e a prazo).

O “boi-China” (abatido mais jovem, com até 30 dias) está cotado em R$ 240/@ no Estado de São Paulo, no prazo, valor bruto – um ágio de R$ 5/@ sobre o valor do animal “comum”.

Cotações máximas de machos e fêmeas nesta sexta-feira, 20/10

(Fonte: S&P Global)

SP-Noroeste:

boi a R$ 241/@ (prazo)
vaca a R$ 227/@ (prazo)

MS-Dourados:

boi a R$ 234/@ (à vista)
vaca a R$ 215/@ (à vista)

MS-C.Grande:

boi a R$ 233/@ (prazo)
vaca a R$ 217/@ (prazo)

MT-Cáceres:

boi a R$ 202/@ (prazo)
vaca a R$ 187/@ (prazo)

MT-Cuiabá:

boi a R$ 202/@ (à vista)
vaca a R$ 187/@ (à vista)

MT-Colíder:

boi a R$ 197/@ (à vista)
vaca a R$ 187/@ (à vista)

GO-Goiânia:

boi a R$ 212/@ (prazo)
vaca R$ 187/@ (prazo)

GO-Sul:

boi a R$ 227/@ (prazo)
vaca a R$ 212/@ (prazo)

PR-Maringá:

boi a R$ 236/@ (à vista)
vaca a R$ 207/@ (à vista)

MG-Triângulo:

boi a R$ 227/@ (prazo)
vaca a R$ 207/@ (prazo)

MG-B.H.:

boi a R$ 217/@ (prazo)
vaca a R$ 202/@ (prazo)

BA-F. Santana:

boi a R$ 210/@ (à vista)
vaca a R$ 200/@ (à vista)

RS-Fronteira:

boi a R$ 223/@ (à vista)
vaca a R$ 184/@ (à vista)

PA-Marabá:

boi a R$ 217/@ (prazo)
vaca a R$ 207/@ (prazo)

PA-Redenção:

boi a R$ 209/@ (prazo)
vaca a R$ 199/@ (prazo)

PA-Paragominas:

boi a R$ 222/@ (prazo)
vaca a R$ 209/@ (prazo)

TO-Araguaína:

boi a R$ 222/@ (prazo)
vaca a R$ 207/@ (prazo)

RO-Cacoal:

boi a R$ 212/@ (à vista)
vaca a R$ 197/@ (à vista)

MA-Açailândia:

boi a R$ 215/@ (à vista)
vaca a R$ 200/@ (à vista)

Mercado brasileiro do boi gordo: intenções de compra esparsas e baixo volume de negócios efetivados

No dia 20 de outubro, o mercado brasileiro do boi gordo continuou com a tendência observada nos últimos dias: poucas intenções de compra e baixo volume de negócios. As indústrias frigoríficas permaneceram ausentes do ambiente de negócios e indicaram preços da arroba bovina abaixo dos valores atuais, de acordo com os analistas da S&P Global Commodity Insights.

Expectativas de alta nos preços do boi gordo devido ao aumento do consumo interno

A consultoria S&P Global não identificou uma tendência de baixa nos preços do boi gordo, uma vez que a oferta de animais terminados ainda é limitada e existe a expectativa de aumento na demanda conforme o período final do ano se aproxima. Nesse período, as comemorações entre amigos e familiares aumentam a procura por cortes de carne para churrasco. Devido a isso, a S&P Global prevê uma nova rodada de alta nos próximos três meses, durante a entressafra de “boi de capim”.

Falta de “boi de ração” pode afetar o mercado no curto prazo

No curto prazo, é esperado que o mercado “sinta” a falta de “boi de ração”, uma vez que muitos pecuaristas optaram por não investir no segundo ciclo de engorda devido às margens negativas de operação no momento de decisão pelo confinamento, como destacam os analistas.

Mercado pecuário: Possibilidade de aumento do consumo interno pode alavancar o preço do boi gordo nesta reta final de 2023?

No mercado atacadista, os preços da carne bovina recuaram ao longo desta semana devido ao distanciamento do pagamento dos salários, fazendo com que os consumidores brasileiros optassem por proteínas mais baratas, como frango e carne suína.

Preços estáveis nas praças paulistas

Segundo a Scot Consultoria, nas praças paulistas, as cotações dos bovinos destinados ao abate fecharam a semana estáveis. O boi “comum” (destinado ao mercado interno) segue sendo negociado a R$ 235/@, enquanto a vaca e a novilha gordas têm preços de R$ 215/@ e R$ 227/@, respectivamente, brutos e a prazo. O “boi-China” (abatido mais jovem, com até 30 dias) está cotado em R$ 240/@ no Estado de São Paulo, com uma diferença de R$ 5/@ em relação ao boi “comum”.

Cotações máximas de machos e fêmeas nesta sexta-feira, 20/10 (Fonte: S&P Global)

SP-Noroeste: boi a R$ 241/@ (prazo), vaca a R$ 227/@ (prazo)

MS-Dourados: boi a R$ 234/@ (à vista), vaca a R$ 215/@ (à vista)

MS-C.Grande: boi a R$ 233/@ (prazo), vaca a R$ 217/@ (prazo)

MT-Cáceres: boi a R$ 202/@ (prazo), vaca a R$ 187/@ (prazo)

MT-Cuiabá: boi a R$ 202/@ (à vista), vaca a R$ 187/@ (à vista)

MT-Colíder: boi a R$ 197/@ (à vista), vaca a R$ 187/@ (à vista)

GO-Goiânia: boi a R$ 212/@ (prazo), vaca a R$ 187/@ (prazo)

GO-Sul: boi a R$ 227/@ (prazo), vaca a R$ 212/@ (prazo)

PR-Maringá: boi a R$ 236/@ (à vista), vaca a R$ 207/@ (à vista)

MG-Triângulo: boi a R$ 227/@ (prazo), vaca a R$ 207/@ (prazo)

MG-B.H.: boi a R$ 217/@ (prazo), vaca a R$ 202/@ (prazo)

BA-F. Santana: boi a R$ 210/@ (à vista), vaca a R$ 200/@ (à vista)

RS-Fronteira: boi a R$ 223/@ (à vista), vaca a R$ 184/@ (à vista)

PA-Marabá: boi a R$ 217/@ (prazo), vaca a R$ 207/@ (prazo)

PA-Redenção: boi a R$ 209/@ (prazo), vaca a R$ 199/@ (prazo)

PA-Paragominas: boi a R$ 222/@ (prazo), vaca a R$ 209/@ (prazo)

TO-Araguaína: boi a R$ 222/@ (prazo), vaca a R$ 207/@ (prazo)

RO-Cacoal: boi a R$ 212/@ (à vista), vaca a R$ 197/@ (à vista)

MA-Açailândia: boi a R$ 215/@ (à vista), vaca a R$ 200/@ (à vista)

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

Em conclusão, o mercado do boi gordo no Brasil continua apresentando falta de negócios em função das indústrias frigoríficas permanecerem ausentes do ambiente de negócios. No entanto, a expectativa é que haja um aumento na demanda conforme se aproxima o período final do ano, impulsionado pelo aumento do consumo interno. A consultoria S&P Global prevê uma nova alta nos preços nos próximos meses devido ao avanço da entressafra de “boi de capim”. Além disso, no curto prazo, o mercado deverá sentir falta de “boi de ração” devido à falta de investimento dos pecuaristas no confinamento.

1. Por que as indústrias frigoríficas não estão realizando negócios?

As indústrias frigoríficas estão ausentes do ambiente de negócios porque possuem uma escala mínima de animais para atender seus compromissos operacionais de curto prazo.

2. Por que a consultoria S&P Global não captou uma tendência de baixa nos preços do arroba?

A consultoria não captou uma tendência de baixa nos preços do arroba porque o volume de oferta de animais terminados ainda é enxuto e há expectativas de aumento na demanda com a proximidade do final do ano.

3. Por que a consultoria prevê uma nova alta da arroba nos próximos meses?

A consultoria prevê uma nova alta da arroba nos próximos meses devido ao avanço da entressafra de “boi de capim”, que é o período em que a oferta de animais terminados é mais reduzida.

4. Por que o mercado deve sentir falta de “boi de ração” no curto prazo?

O mercado deve sentir falta de “boi de ração” no curto prazo porque muitos pecuaristas decidiram não investir no confinamento devido às margens negativas de operação.

5. Por que os preços da carne bovina recuaram no mercado atacadista?

Os preços da carne bovina recuaram no mercado atacadista porque os consumidores brasileiros optaram por proteínas correntes, como frango e carne suína, devido ao distanciamento do pagamento dos salários.

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