Não faz sentido o ministério não ter vínculo direto com Conab, diz Fávaro • Portal DBO

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O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, foi defensor da articulação entre a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Ministério da Agricultura.

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

“Não faz sentido o Ministério da Agricultura não ter uma ligação direta com a Conab. Não há política agrícola sem Conab. Esse é um ponto que precisa ser corrigido, caso contrário, não tenho uma política de implantação de preço mínimo”disse Fávaro, no trimestre da feira, 3, durante audiência na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, para apresentar as prioridades para massas neste ano.

Favaro justifica a necessidade de se discutir a política de preço mínimo no meio, já que os preços de dois produtos são acentuados, como borracha, milho, cacau e boi.

O apelo do ministro aos parlamentares ocorre justamente no momento em que a Medida Provisória 154/2023, que reestrutura a Esplanada dos Ministérios, é aprovada pela Câmara.

O relatório sobre o tema deve ser apresentado no dia 18 de maio. Fávaro afirmou que sua posição é clara e discutida como governador.

“Em algumas hipóteses, eu conspiraria como um partido governado. A medida é apreciada pela Câmara. Os cargos que coloco aqui são cargos que converto como governador”esclarecer.

A partir de 24 de janeiro, uma Conab passou a ser vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), conforme proposta de reestruturação do Executivo enviada ao Congresso Nacional por meio de Medida Provisória (MP).

Antes, um estado ousado era para o Ministério da Agricultura. Agora, o Congresso vai avaliar as alterações feitas pelos governados durante o estudo da MP.

A bancada ruralista é contra a saída das áreas de abastecimento, agricultura familiar e gestão do Cadastro Ambiental Rural (CAR) da Agricultura.

O governo encaminhou documento ao relator da MP que reestruturou os órgãos governados, o deputado federal Isnaldo Bulhões (MDB-AL), com a proposta de dar continuidade à gestão compartilhada do estado, como vemos sendo feito desde a reestruturação.

Fávaro refutou os argumentos de que o Ministério da Agricultura foi esvaziado nesta gestão com a recriação dos ministérios da Pesca e do Desenvolvimento Agrícola e da Agricultura Familiar e destacou que a massa tem força e liderança há 162 anos.

“O Ministério da Agricultura não foi evacuado. Ele tem um excesso de atribuições na gestão passada. O ministério, quando verifiquei, estava muito bem ferido, mas por exemplo tem atribuições excessivas”disse ou ministro.

Uso-o como exemplo ou fato de que a presença da Secretaria da Pesca em Pasta arrecadou junto ao ministério mais de 24 mil ações judiciais em defesa de pescadores ribeirinhos.

“Não faz sentido estar no Ministério da Agricultura. Agora, temos um Ministério da Pesca com atribuições específicas para o setor”argumento.

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