IGP-M sobe 0,27% em novembro e fica negativo em 12 meses, diz FGV

IGP-M sobe 0,27% em novembro e fica negativo em 12 meses, diz FGV

O que mudou no IGP-M de novembro, segundo a FGV

O IGP-M de novembro subiu 0,27%, segundo a FGV. No mês anterior, tinha caído 0,38%. Ou seja: o índice virou de sinal e voltou a ficar positivo.

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Na prática, isso mostra que os preços medidos pelo IGP-M pararam de “aliviar” e ganharam força de novo. Pra quem é do campo, vale olhar isso com calma. Esse índice conversa com custo, insumo e preço na ponta.

Quais partes do índice puxaram a alta

O IGP-M é uma média de três pedaços. Cada um tem um peso diferente. E é aí que a gente entende o que mudou no mês.

  • IPA (atacado): 60% do IGP-M. É o que mais manda no resultado.
  • IPC (consumidor): 30%. Mostra preços no varejo.
  • INCC (construção): 10%. Mede custo de obra e materiais.

Em novembro, o que mais explica a virada foi o comportamento do IPA. Como ele é o maior pedaço, qualquer mexida ali já empurra o índice todo. Quando os preços no atacado sobem, o IGP-M sente na hora.

Por que o IPA pesa tanto pro agro

O IPA pega muita coisa que tá ligada a commodities e matérias-primas. É aquele preço “antes do varejo”, sabe? É o preço que aparece na indústria e no atacado. E nisso entram itens que influenciam o agro e também são influenciados por ele.

Quando o IPA reage, pode ser sinal de mudança em custos e também em preços recebidos. Pra quem vende grão, carne, leite ou compra fertilizante e defensivo, é um termômetro útil. Não é regra fixa, mas ajuda a enxergar tendência.

O que o produtor pode acompanhar daqui pra frente

Se você usa o IGP-M em algum contrato, ou tá de olho em reajuste, vale acompanhar três pontos simples:

  1. Qual grupo liderou o mês: se foi IPA, IPC ou INCC.
  2. Se a variação vem de poucos itens ou de alta mais espalhada.
  3. Se a alta se repete por mais de um mês, pra não decidir no impulso.

Novembro trouxe um recado direto: o índice voltou a subir. E, no IGP-M, esse tipo de virada costuma começar no atacado e depois aparece em outros preços.

Por que o acumulado em 12 meses entrou em deflação após 1 ano e meio

O acumulado em 12 meses do IGP-M ficou negativo porque, lá atrás, o índice teve meses de queda e alta bem fraca. Quando a gente soma 12 meses, esses resultados “puxam” o total pra baixo.

Pensa assim: o número de 12 meses é uma fila de 12 valores. Todo mês entra um novo e sai o mais velho. Se o que entrou foi baixo e o que saiu era alto, o acumulado cai. É esse encaixe que fez o IGP-M entrar em deflação depois de um bom tempo.

O que é deflação no IGP-M, na prática

Deflação aqui não quer dizer que “tudo ficou barato”. Quer dizer que, na média, os preços medidos pelo índice caíram no período. Como o IGP-M tem muito peso de atacado, ele sente forte quando as matérias-primas esfriam.

Pro produtor, isso costuma aparecer primeiro em itens que formam preço no atacado. Pode ser grão, insumo, alimento industrial, frete e por aí vai. Nem sempre isso chega igual no varejo.

O papel do atacado: por que o IPA manda no resultado

O coração do IGP-M é o IPA, que tem 60% de peso. Ele pega preços no atacado, incluindo muitos produtos ligados a commodities. Se o IPA passa meses caindo, o acumulado de 12 meses do IGP-M sente na hora.

Quando o atacado dá uma segurada, o índice pode até ter um mês positivo. Mas o acumulado continua negativo, porque ainda tem “queda velha” dentro da conta. É por isso que a virada do acumulado costuma ser mais lenta.

Por que demorou 1 ano e meio pra virar

Pra sair do positivo e ficar negativo, precisa ter uma sequência de meses mais fracos. E o IGP-M vinha com esse movimento faz tempo. Só que o acumulado é teimoso. Ele muda devagar, porque carrega 12 meses inteiros.

Então, mesmo com uma alta em novembro, o total em 12 meses ainda pode ficar abaixo de zero. Pra voltar ao positivo, o índice precisa somar novos meses mais altos e “deixar pra trás” os meses ruins.

Como isso pode bater em contratos e no bolso

Muita gente usa o IGP-M pra reajuste de aluguel, serviços e alguns contratos no agro. Com o acumulado negativo, o reajuste pode vir menor, ou até não vir, dependendo do contrato. Isso ajuda no caixa de quem paga, mas aperta pra quem recebe.

Se você tem contrato atrelado ao IGP-M, vale fazer duas checagens simples:

  • Qual é a data do reajuste: o que vale é o acumulado naquele mês.
  • Qual índice está no papel: IGP-M cheio, ou alguma variação dele.

No campo, o melhor é usar o IGP-M como sinal. Ele mostra o clima dos preços no atacado. Aí você cruza com seus custos, sua venda e suas contas do mês.

IPA: o atacado (60% do índice) e o papel das commodities em 2025

O IPA é a parte mais pesada do IGP-M. Ele vale 60% do índice. Por isso, quando o IPA mexe, o IGP-M quase sempre vai junto.

O IPA mede preços no atacado. É o preço antes do varejo. É onde passam matérias-primas e produtos usados pela indústria. No agro, isso tem tudo a ver com grãos, energia e insumos.

Por que o atacado é tão importante pro produtor

No dia a dia, o atacado costuma mudar antes do preço na prateleira. É ali que aparece a primeira pressão de custo. Quando fertilizante, ração ou combustível sobem, o IPA sente rápido.

Também vale pro lado da receita. Se a commodity reage no mercado, o atacado pega esse movimento. Nem sempre chega igual no seu preço local, mas dá direção.

O que são commodities e como elas entram no IPA

Commodities são produtos básicos, vendidos em grande volume. Soja, milho, trigo, boi e até energia entram nessa conversa. O preço delas muda com oferta, clima e dólar.

Como o IPA tem muitos itens ligados a matérias-primas, ele fica sensível a esses fatores. Um ajuste no câmbio ou uma quebra de safra já muda o jogo.

Em 2025, quais sinais do mercado merecem atenção

Pra 2025, o produtor pode usar o IPA como um radar. Ele ajuda a enxergar se a pressão vem de custo ou de preço de venda. E dá pra acompanhar sem complicar.

  • Dólar: afeta insumos importados e também a paridade de exportação.
  • Clima: seca ou excesso de chuva mexe na oferta e nos preços.
  • Frete e energia: quando apertam, pesam no atacado.
  • Oferta global: produção lá fora muda o preço aqui dentro.

Como usar isso na gestão da fazenda

O IPA não serve pra adivinhar preço, tá certo. Mas dá pra usar como apoio na decisão. Principalmente em compra de insumo e travamento de venda.

  1. Anote seu custo por hectare ou por arroba, mês a mês.
  2. Compare com o IPA quando ele acelera ou desacelera.
  3. Negocie com base em dados: prazo, volume e entrega mudam preço.

Se o IPA tá subindo, pode ser alerta de custo vindo aí. Se tá caindo, pode abrir janela pra comprar melhor. No fim, o importante é não ficar no escuro.

Agropecuários x industriais: onde os preços subiram e onde caíram

Nos preços do atacado, os itens agropecuários e os industriais podem andar em direções diferentes. É por isso que, num mês, o IGP-M sobe, mas alguns produtos do campo ainda ficam de lado.

Em geral, os agropecuários sentem mais o clima e a oferta. Já os industriais reagem mais a energia, câmbio e custo de produção. Quando a gente separa os dois, dá pra entender melhor “onde apertou” e “onde aliviou”.

Quando os agropecuários tendem a subir

Produto agropecuário costuma subir quando falta oferta, ou quando a demanda aumenta. Uma seca, uma geada, ou atraso de colheita já mexe com preço. E isso aparece rápido no atacado, que pesa no IGP-M.

Outro ponto é o dólar. Quando a exportação fica mais atrativa, o preço interno pode subir. Aí o produtor sente na venda, e a indústria sente na compra.

  • Clima apertou: menor produção e menos produto no mercado.
  • Exportação puxou: demanda externa competindo com a interna.
  • Entressafra: oferta menor por um período curto.

Quando os agropecuários tendem a cair

Do outro lado, agropecuário cai quando tem safra cheia e muita entrega ao mesmo tempo. Acontece muito com grãos. O preço recua, mesmo que o custo não acompanhe. Aí a margem aperta, tá certo.

Também cai quando a demanda enfraquece. Pode ser consumo menor, ou indústria comprando com mais calma. E, às vezes, é só ajuste de curto prazo.

O que costuma mexer com os industriais

Preço industrial é mais “fabricado”. Então ele reage a custos de energia, transporte e insumos importados. Se o combustível sobe, o frete sobe. Se o dólar sobe, peça e matéria-prima importada sobe também.

Quando esses custos aliviam, os industriais podem cair. Mas isso não é automático. Às vezes demora pra aparecer, porque tem contrato, estoque e prazo no meio.

  • Energia e combustíveis: mexem com produção e logística.
  • Câmbio: pesa em insumos e máquinas.
  • Embalagens e químicos: entram em muita cadeia.

Como usar essa comparação na gestão da fazenda

Separar agropecuários e industriais ajuda a tomar decisão simples. Principalmente na hora de comprar e vender.

  1. Se agropecuário sobe, veja se dá pra travar parte da venda.
  2. Se industrial sobe, avalie compra antecipada de insumo-chave.
  3. Se os dois sobem, revise o caixa e o custo por unidade.

Esse olhar evita susto. E deixa você mais firme na negociação, porque você entende de onde veio a pressão.

IPC: como o consumidor sentiu a aceleração em saúde, educação e outros itens

O IPC é a parte do IGP-M que olha o preço no varejo. Ele mostra o que o consumidor paga no dia a dia. E em novembro ele acelerou, com destaque pra saúde e educação.

Pra quem tá no campo, isso importa porque o IPC mexe com o custo da família. E também mexe com salário, serviço e gasto da cidade. No fim, tudo entra na conta da fazenda.

O que é IPC, de um jeito bem simples

IPC quer dizer Índice de Preços ao Consumidor. Ele mede uma cesta de gastos típicos. Entra remédio, plano de saúde, escola, mercado, transporte e contas da casa.

Como o IPC é 30% do IGP-M, ele tem força pra puxar o índice. Mas ele mexe menos que o atacado. Mesmo assim, quando acelera, chama atenção.

Por que saúde costuma pesar rápido

Saúde é um gasto que quase ninguém consegue adiar. Remédio, consulta e plano entram todo mês. Quando isso sobe, a pessoa sente na hora.

No campo, a gente vê isso direto. Um mês com mais gasto de farmácia já muda o orçamento. E quando a conta aperta em casa, o produtor fica mais cauteloso com compra e investimento.

Educação: alta que aparece em épocas certas

Educação tem um comportamento bem “de calendário”. Em época de matrícula e reajuste, a conta sobe. E não é pouco, tá certo.

Escola, curso e material puxam o bolso. Pra quem tem filho estudando na cidade, o impacto fica bem claro. Por isso, quando educação acelera, o IPC ganha tração.

Outros itens que o consumidor sente no dia a dia

Além de saúde e educação, o IPC também pega gastos que mexem com qualquer família. Alguns itens variam por causa de clima, safra e oferta. Outros variam por custo de serviço.

  • Alimentação: pode subir com entressafra e logística.
  • Transporte: sente combustível e passagem.
  • Habitação: entra luz, água e serviços da casa.
  • Serviços: oficina, manutenção e mão de obra.

Como usar essa informação na sua rotina

O IPC não vai dizer o preço da soja ou do boi. Mas ele ajuda a entender o custo do “mundo real”. E isso afeta sua gestão, principalmente no caixa.

  1. Separe gasto da casa e da fazenda pra não misturar conta.
  2. Planeje meses de escola como despesa fixa mais alta.
  3. Revise compras da família quando saúde e mercado apertarem.

Quando o IPC acelera, o recado é simples: a vida na ponta tá ficando mais cara. E, na gestão, antecipar isso ajuda a não se enrolar.

INCC: custo da construção e impactos em obras e contratos

O INCC mede o custo da construção. Ele entra com 10% do IGP-M. Pode parecer pouco, mas ele mexe com obra, galpão e reforma.

Quando o INCC sobe, fica mais caro construir e manter estrutura. Isso pesa em materiais, mão de obra e serviços. Pra quem tá na lida, é o tipo de gasto que dá susto.

O que é INCC e o que ele mede

INCC é o Índice Nacional de Custo da Construção. Ele acompanha dois blocos principais. Um é materiais e equipamentos. O outro é mão de obra.

Então ele pega desde cimento e aço até diária de pedreiro. Entra também instalação, acabamento e parte elétrica. É um retrato do custo de obra no mês.

Onde isso aparece na vida do produtor

No campo, construção não é só casa. Tem curral, barracão, cerca, silo, piso, galpão de máquinas. E tem manutenção, que nunca para.

Se o INCC acelera, tende a subir o preço do pacote fechado. A empreiteira repassa. O fornecedor ajusta. E o produtor paga mais pra fazer o mesmo serviço.

  • Ampliação de curral e sala de ordenha
  • Reforma de armazém e cobertura
  • Galpão pra máquinas e oficina
  • Piso e drenagem em área de manejo

Impacto em contratos: onde o produtor deve ficar esperto

Alguns contratos usam o INCC como indexador. Acontece em obra por etapa, aluguel de imóvel novo e prestação de serviço de construção. Se tá no papel, o reajuste vem.

Por isso vale ler a cláusula com calma. Se o contrato fala em correção mensal ou anual, o índice escolhido faz diferença. E o IGP-M também aparece em muitos casos.

Dicas simples pra reduzir risco de estouro de custo

Dá pra se proteger sem complicar. O segredo é planejar e amarrar bem o combinado.

  1. Faça orçamento detalhado com lista de materiais e marcas.
  2. Defina prazo e escopo pra evitar “serviço a mais”.
  3. Negocie reajuste com regra clara, se houver.
  4. Compre itens-chave antes quando o preço estiver mais calmo.

Quando o INCC dá sinal de alta, a melhor defesa é controle. Com planilha simples e contrato bem escrito, você evita dor de cabeça na obra.

Como o IGP-M é calculado (período de coleta e metodologia)

O IGP-M é calculado pela FGV a partir de preços coletados em um período fixo. Ele junta atacado, varejo e construção. Depois, faz uma média com pesos definidos. É como uma balança com três pratos.

O detalhe importante é o período de coleta. O IGP-M não pega “o mês do calendário” inteiro. Ele costuma usar preços do dia 21 do mês anterior até o dia 20 do mês de referência. Aí sai o número final.

Os três índices que formam o IGP-M

O IGP-M é um índice composto. Ele nasce da soma de três partes, cada uma com um peso. Esses pesos não mudam todo mês. Eles já vêm definidos na metodologia.

  • IPA (atacado): 60%
  • IPC (consumidor): 30%
  • INCC (construção): 10%

Por isso o atacado manda mais. Se o IPA sobe ou cai forte, o IGP-M sente na hora. Já o IPC e o INCC mexem, mas com menos força.

Como a conta funciona, sem complicar

Primeiro, a FGV coleta preços em cada um desses blocos. Depois, calcula a variação de cada bloco no período. Por fim, aplica os pesos e soma tudo.

Uma forma simples de enxergar é assim:

  • Se o IPA sobe 1%, ele puxa mais o total.
  • Se o IPC sobe 1%, ele puxa menos.
  • Se o INCC sobe 1%, o efeito é menor ainda.

É por isso que, às vezes, a gente vê mercado no varejo “calmo”, mas IGP-M mexendo. O atacado pode estar rodando mais rápido.

O que significa isso na vida real do agro

Como o período vai do dia 21 ao dia 20, uma alta forte perto do fim do mês pode entrar logo. E um recuo perto do dia 25, por exemplo, só entra no índice do mês seguinte.

Pra quem acompanha preço de insumo e venda, isso ajuda a não confundir. Você olha o IGP-M e pensa: “ele tá captando qual janela de preços?”. Aí a leitura fica mais justa.

Dicas pra usar o IGP-M sem cair em armadilha

O IGP-M é ótimo pra entender tendência, mas não é a sua planilha de custo. Pra usar bem, faz assim:

  1. Compare mês a mês e também o acumulado em 12 meses.
  2. Olhe o que puxou: IPA, IPC ou INCC.
  3. Cruze com seu negócio: insumo, frete, boi, leite ou grãos.

Desse jeito, o número deixa de ser só notícia. Ele vira ferramenta pra tomar decisão com mais calma.

O que observar daqui pra frente: implicações para reajustes e mercado

Se o IGP-M continuar oscilando, os reajustes vão ficar mais “irregulares”. Num ano ele aperta, no outro ele alivia. Pra quem tem contrato, isso muda o planejamento.

O ponto é que o IGP-M ainda carrega muito do atacado. Então ele pode mexer mesmo quando o varejo parece estável. Por isso, vale acompanhar antes de assinar ou renovar acordo.

Reajustes: onde o IGP-M costuma aparecer

O IGP-M é usado em muitos contratos no Brasil. Não é só aluguel de apartamento. No agro, ele pode aparecer em serviços, arrendamentos e contratos longos.

  • Arrendamento e parcerias, em alguns casos
  • Aluguel de casa, galpão e ponto comercial
  • Prestação de serviço com correção anual
  • Fornecimento com reajuste por índice

Se o acumulado em 12 meses tá negativo, o reajuste pode vir menor. Em certos contratos, pode até virar desconto. Mas isso depende do que tá escrito. Tem contrato que não reduz, só deixa de aumentar.

O que olhar no contrato pra não ter surpresa

Antes de fechar, vale checar três itens simples. Isso evita discussão depois, tá certo.

  1. Qual índice está no contrato: IGP-M, IPCA, INCC ou outro.
  2. Qual período de reajuste: mensal, anual, data fixa.
  3. Se tem piso: cláusula que impede queda do valor.

Se puder, negocie regra clara. Às vezes, trocar o índice ou fixar teto ajuda. E dá mais previsibilidade pro caixa.

Mercado: sinais que ajudam a antecipar o movimento

Pra entender o que vem pela frente, o produtor pode acompanhar alguns sinais. Eles não são bola de cristal. Mas ajudam a ler o rumo do índice.

  • Dólar: mexe com insumo e exportação.
  • Combustível: pesa em frete e custo de produção.
  • Preço de grãos e boi: afeta atacado e cadeia.
  • Clima e safra: muda oferta e preço no campo.

Se o atacado começar a subir por vários meses, o IGP-M tende a firmar. Se o atacado cair, ele perde força. E isso respinga em reajustes.

Como transformar isso em decisão prática

O melhor uso do IGP-M é como ferramenta de gestão. Ele ajuda a escolher o momento de negociar e a montar reserva de caixa.

  1. Mapeie suas contas indexadas: o que reajusta e quando.
  2. Simule cenários: reajuste alto, baixo e zero.
  3. Crie margem de segurança no orçamento do ano.

Com esse controle, você não fica refém do índice. Você usa a informação pra decidir com mais calma e menos aperto.

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Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite.
Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.

joão silva

Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite. Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.