Feedlot Summit Brazil 2025: Mercado, Inovações e Gestão na Pecuária de Corte

Feedlot Summit Brazil 2025: Mercado, Inovações e Gestão na Pecuária de Corte

Mercado e cenários da pecuária de corte em 2025

Mercado da pecuária de corte 2025 está se formando com novas dinâmicas de demanda, custos e logística. Para você, produtor, entender essas forças fortalece o planejamento do ano.

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O que guia o preço da arroba? A demanda por carne no mercado interno, as exportações para a China e outros destinos, e o custo da alimentação. O câmbio e as políticas de crédito também influenciam o ritmo de venda dos animais. Em 2025, espere maior volatilidade, mas com oportunidades para quem observa o timing de venda e compra de animais pesados.

Tendências de preço e demanda

  • Acompanhe a sazonalidade de demanda, com picos próximos a feriados e festas regionais.
  • Observe a relação entre preço do boi gordo e custo da ração para manter margem.
  • Considere segmentos de carne com maior valor agregado, como cortes especiais.

Custos de produção e insumos

O milho e a soja continuam influenciando o custo de criação. A gestão de pastagens, rotação de áreas e suplementação bem planejada ajudam a manter ganho de peso estável.

Risco e estratégia de gestão

  • Diversifique formas de pagamento e utilize contratos para reduzir flutuações de preço.
  • Planeje a compra de bezerros com antecedência e mantenha um estoque de animais prontos para engorda.
  • Monitore indicadores regionais de pastagem e disponibilidade de água.

Como se preparar na prática

Elabore um plano anual com metas de peso, manejo de pastagens e margens desejadas. Use dados simples para orientar decisões semanais. A gente vê que planejamento pequeno rende muito no fim do ciclo.

Inovações tecnológicas para o confinamento

Inovações tecnológicas para o confinamento já mudaram a forma de criarmos bovinos. Hoje, mais precisão e menos desperdício guiam as decisões diárias na porteira.

Neste trecho, vamos explorar ferramentas práticas que você pode aplicar no dia a dia do confinamento para melhorar ganho de peso, saúde e lucratividade.

Ração e alimentação automatizadas

A alimentação automatizada reduz desperdícios e padroniza o consumo. Sistemas de alimentação programados entregam a quantidade certa no horário certo, com balanças integradas para monitorar o consumo por lote. Com isso, a gente vê ganhos consistentes de peso e menos variações no manejo.

  • Comece com um alimentador automático para um grupo de animais e compare antes e depois por 4 a 6 semanas.
  • Utilize sensores de peso nas mesas de alimentação para acompanhar a ingestão diária.
  • Calcule o ROI comparando custo de ração e peso ganho mensal.

Controle ambiental e conforto

Ventilação eficiente mantém o ambiente fresco, reduz o estresse e melhora a ingestão. Ventiladores, cortinas e sombreamento ajudam a controlar temperatura e umidade. Piso com boa tração evita quedas e lesões, favorecendo o ganho de peso.

O conforto é parte da produtividade; investir em ambiente estável paga rápido.

Monitoramento e dados

Sensores de temperatura, CO2, umidade e água permitem acompanhar o dia a dia sem abrir as portas da baia. Câmeras e identificação por RFID facilitam o controle individual dos animais, com dados centralizados em um painel simples.

Use esses dados para ajustar dietas, horários de manejo e intervenções de saúde mais rapidamente.

Gestão de animais e rastreabilidade

Identificação por chip ou tag facilita o registro de ganhos, peso aos pontos-chave e histórico de saúde. Com curvas de ganho de peso por lote, o planejamento de engorda e a comercialização fica mais preciso.

Essa rastreabilidade também ajuda na tomada de decisão sobre compra de bezerros e estratégias de venda.

Custos, implementação e próximos passos

Faça um piloto em uma área pequena antes de escalar. Compare custos com ganhos, mês a mês, e vá expandindo conforme o retorno. Procure fornecedores com suporte técnico local e planos de treinamento para a equipe.

Lembre-se: tecnologia é ferramenta para facilitar o trabalho diário, não complicação. Comece simples, acompanhe resultados e evolua conforme necessidade.

Gestão de riscos e liderança de equipes

Gestão de riscos e liderança de equipes são pilares no confinamento de bovinos. Com planos claros, você reduz surpresas e mantém a produção estável. A gente vê que, quando a equipe sabe o que fazer, tudo fica mais seguro e eficiente.

Identificação de riscos

Primeiro, liste os riscos que podem impactar a produção. Preços, doenças, falha de ração, clima severo, água, energia e logística. Classifique cada risco pela probabilidade e pelo impacto; depois priorize as ações.

  • Crie um registro de riscos simples com responsável, probabilidade, impacto e mitigação.
  • Atualize mensalmente com novas informações da fazenda.
  • Comunique as mudanças a toda a equipe.

Plano de contingência

Criar ações para cada risco aumenta a resiliência. Tenha reserva de ração, água e medicamentos. Defina quem atua, quando agir, e como comunicar rapidamente.

  • Teste o plano com simulações curtas a cada trimestre.
  • Documente os passos em SOPs simples para fácil uso.

Liderança e gestão da equipe

A liderança eficaz orienta a equipe rumo a metas comuns. Pratique comunicação clara, feedback regular e horários justos. Delegue tarefas, acompanhe resultados e reconheça o esforço da turma.

Reúna a equipe regularmente para alinhar planos, treinar novas rotinas e revisar aprendizados.

Segurança e bem-estar

Segurança vem primeiro. Use EPIs quando necessário, siga protocolos e mantenha a baia organizada para evitar acidentes. Cuidar do bem-estar reduz estresse e melhora desempenho.

Boas práticas de manejo e pausas adequadas ajudam no equilíbrio do rebanho e da equipe.

Próximos passos

Comece com um registro de riscos simples e uma reunião de alinhamento. Defina responsáveis e metas mensais. Revise resultados todo mês e ajuste o plano conforme necessário.

Perspectivas econômicas nacionais e internacionais

Perspectivas econômicas nacionais e internacionais influenciam o preço da arroba, o custo da ração e as suas opções de venda. Entender o cenário ajuda a tomar decisões mais seguras e rentáveis ao longo do ano. O desafio é separar ruído de informação e identificar o que realmente afeta a sua fazenda.

Panorama nacional

A inflação, as taxas de juros e o crédito disponível afetam o custo do dinheiro pra investir. Quando o crédito fica mais caro, parece que tudo custa mais, inclusive a manutenção do rebanho. O PIB e o consumo influenciam a demanda por carne, o que pode subir ou cair o preço pago pelos produtores.

Na prática, isso significa acompanhar o ritmo do mercado interno, as políticas públicas e as decisões dos compradores. Quem sabe onde mirar o preço de venda ou o momento de comprar bezerros pode manter margens estáveis mesmo em tempos desafiadores.

Panorama internacional

O mercado global de carne reage às condições climáticas, aos estoques de proteína e às políticas comerciais. A demanda da China, por exemplo, costuma puxar os preços para cima. A oferta de milho e soja no mundo também molda o custo da alimentação do rebanho.

Trocas cambiais rápidas podem valorizar ou desvalorizar as exportações. Por isso, produtores atentos ao câmbio ganham vantagem na hora de fechar contratos com compradores de fora do país.

Impactos práticos para a fazenda

  • Monitore indicadores como inflação, juros, câmbio e preço da arroba para orientar venda e compra.
  • Revise custos de alimentação e insumos. Busque fornecedores com prazos estáveis e opções de pagamento flexíveis.
  • Considere contratos de preço ou hedge para reduzir volatilidade nas vendas.
  • Planeje fluxo de caixa com duas opções: cenário conservador e cenário otimista.

Plano de ação em 90 dias

  1. Monte um painel simples de indicadores econômicos relevantes para a sua região.
  2. Atualize o orçamento mensal com base nesses dados e revise margens.
  3. Teste contratos de preço com pelo menos dois compradores diferentes.
  4. Fortaleça o relacionamento com fornecedores locais para garantir suprimentos estáveis.
  5. Crie uma reserva de caixa para enfrentar imprevistos de curto prazo.

Lições práticas para produtores em Goiânia

Lições práticas para produtores em Goiânia ajudam a manter a lucratividade mesmo com as variações do clima. Aqui vão estratégias simples que você pode aplicar já, na prática, na região.

Clima local e planejamento anual

Goiânia tem estação seca marcada. Planeje compras de ração, sementes e fertilizantes para esse período. Reserve água e pastagem suficiente para manter o ganho de peso mesmo na seca.

Manejo de pastagens

Rotacione piquetes para permitir a recuperação do pasto. Faça uma amostra de solo periodicamente para orientar a adubação anual simples. Mantenha o gado em áreas bem manejadas, com sobra de alimento para dias difíceis.

Confinamento e alimentação prática

Se usar confinamento, forneça ração balanceada para o peso atual do animal. Monitore o ganho de peso semanal e ajuste a dieta conforme necessário. Registre peso, consumo e custo em uma planilha simples.

Água, bem-estar e prevenção

Verifique fontes de água diariamente e garanta água limpa e disponível. Proteja bebedouros do calor e da sujeira. Boas práticas reduzem doenças e elevam o ganho de peso.

Rotina diária e ações rápidas

  • Chegue cedo, cheque água disponível pela manhã e à tarde.
  • Observe pastagens e a disponibilidade de alimento para o rebanho.
  • Registre pesos semanais e consumo de ração.
  • Acompanhe sinais de estresse ou doença e agir rápido.
  • Reveja o orçamento mensalmente com base nos resultados.

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Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite.
Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.

joão silva

Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite. Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.