Exportação de Carne Angus cresce 98,6% e Israel lidera importações

Exportação de Carne Angus cresce 98,6% e Israel lidera importações

Crescimento recorde na exportação de carne Angus certificada

O crescimento na exportação de carne Angus certificada no Brasil está mostrando números incríveis, chegando a um aumento de 98,6%. Isso significa que os frigoríficos estão cada vez mais atentos à certificação de qualidade, que garante uma carne mais saborosa e confiável no mercado internacional. Quem trabalha com gado sabe que essa certificação abre muitas portas, especialmente para países exigentes como Israel e China, que valorizam produtos de origem controlada. Para o produtor, essa tendência traz uma oportunidade real de aumentar a rentabilidade, investindo na melhoria do manejo e na qualidade do rebanho. Além disso, entender os requisitos de certificação e como atender às normativas é fundamental para se posicionar bem nessas exportações em crescimento. Afinal, o segredo para aproveitar essa oportunidade está em oferecer uma carne que os mercados internacionais buscam e confiam. Por que a certificação faz toda a diferença? A certificação de qualidade é uma forma de garantir que o produto enviado ao exterior atenda a padrões rigorosos de origem, bem-estar animal, alimentação e manejo. Isso valoriza o trabalho do produtor e aumenta a competitividade da carne brasileira no cenário global, sobretudo em mercados onde consumidores têm alta exigência por transparência e qualidade. Como aproveitar essa oportunidade na sua fazenda? Investir na rastreabilidade do gado, melhorar as práticas de manejo e manter a sanidade do rebanho são passos essenciais. Além disso, manter contato com empresas certificadoras e estar atento às novidades no mercado de exportação ajuda a alinhar a produção às demandas internacionais. Assim, seu produto pode conquistar novas fronteiras e elevar o padrão da sua produção.

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Israel se torna o maior importador, seguido pela China

O cenário de exportação de carne Angus no Brasil tem apresentado mudanças significativas, e agora o Israel se consolida como o maior importador da carne certificada. Essa tendência se deve à busca por qualidade e padrão sanitário que o mercado israelense exige, além do aumento na demanda por produtos brasileiros de alto padrão. Depois do Israel, a China aparece como uma grande consumidora de carne Angus, demonstrando que o Brasil tem potencial para atender diferentes mercados com demandas específicas. O crescimento dessas exportações amplia oportunidades e desafia os produtores a manterem o padrão de qualidade, certificações e rastreabilidade. Por que o Israel está liderando as importações? O mercado israelense valoriza carnes de origem confiável e regras rígidas de bem-estar animal. Para o produtor, isso implica em adotar boas práticas de manejo, garantir a sanidade do gado e seguir ao pé da letra as certificações necessárias. Assim, a carne brasileira se torna uma escolha natural, confiável e de alta qualidade. Quais ações o produtor precisa tomar para aproveitar essa oportunidade? Investir na melhoria do manejo e na qualidade genética do rebanho; Garantir a rastreabilidade dos animais, desde o nascimento até a exportação; Manter a sanidade do rebanho em dia, com vacinas e cuidados constantes; Seguir rigorosamente as normas de certificação internacional; Estar atento às exigências específicas de cada mercado, especialmente os mais exigentes como Israel e China. Seguindo esses passos, você aumenta suas chances de conquistar esses mercados e expandir seus negócios, aproveitando o crescimento constante das exportações de carne Angus certificada.

Aumento no volume de abates e mercados internacionais

O aumento no volume de abates e na participação em mercados internacionais está mudando a cara do setor de carne bovina no Brasil. Cada vez mais, os produtores têm buscado melhorar a qualidade do gado e seguir as exigências de padrões sanitários e de bem-estar animal para conquistar esses mercados externos.

Esse crescimento significa que a cadeia produtiva precisa estar alinhada com as certificações internacionais, além de investir em manejo, sanidade e genética do rebanho. O resultado é uma carne mais valorizada, capaz de competir de igual para igual com os melhores fornecedores mundiais.

Por que o mercado internacional está crescendo?

Países como a China, União Europeia e Oriente Médio estão cada vez mais abertos a importar carne brasileira. Isso se deve às boas práticas do setor, ao controle sanitário rigoroso e à certificação de qualidade que o Brasil vem conquistando. Além disso, a demanda por carne de alta qualidade é crescente no mundo todo.

O que o produtor precisa fazer para aproveitar esse aumento?

  • Investir em manejo adequado e sanidade do rebanho;
  • Buscar certificações internacionais de qualidade;
  • Implementar melhorias genéticas para aumentar a produtividade e qualidade da carne;
  • Manter um controle rigoroso de rastreabilidade para garantir origem e qualidade;
  • Estar atento às exigências específicas de cada mercado externo, adaptando-se às regras sanitárias e de bem-estar animal.

Seguindo esses passos, o produtor não só amplia suas possibilidades de venda, como também fortalece sua marca e aumenta os lucros com a crescente demanda por carne de qualidade no cenário internacional.

Impacto da certificação na cadeia produtiva e na qualidade

A certificação na cadeia produtiva é fundamental para garantir a qualidade da carne que chega ao mercado. Quando o produtor investe em boas práticas, manejo adequado e rastreabilidade, ele fortalece sua marca e aumenta o valor do produto. Além disso, certificações reconhecidas internacionalmente reforçam a confiança do cliente final, seja no Brasil ou no exterior. Esse processo melhora toda a cadeia, desde a nutrição do animal até o transporte final. A carne se torna mais uniforme, com características que atendem às exigências de consumo de mercados como a China, União Europeia e Oriente Médio. Assim, a certificação funciona como um selo de garantia que diferencia o produto na prateleira e no mercado global. Por que a certificação impacta a qualidade? Porque estabelece padrões claros para manejo, sanidade, bem-estar animal e rastreabilidade. São regras que obrigam o produtor a melhorar cada etapa do processo, garantindo uma carne mais segura e de maior valor nutricional. Este cuidado também evita problemas sanitários que podem prejudicar a reputação do produto. Como o produtor pode melhorar na certificação? – Adotar boas práticas de manejo e alimentação; – Realizar treinamentos constantes na equipe; – Implementar sistemas de rastreabilidade eficientes; – Manter a sanidade do rebanho com vacinas e controles sanitários; – Buscar certificações reconhecidas no mercado internacional. Ao fortalecer essa cadeia, o produtor amplia suas oportunidades de negócio e aumenta sua competitividade, entregando ao cliente um produto de confiança e de alta qualidade.

Perspectivas para o segundo semestre de 2025, com destaque para o Brasil

As perspectivas para o segundo semestre de 2025 apontam que o Brasil continuará a consolidar sua posição como um grande exportador de carne bovina de qualidade. A demanda internacional por carne certificada e de origem confiável tende a crescer, impulsionando ainda mais as exportações brasileiras. Os produtores que investirem em melhorias de manejo e certificações podem aproveitar esse cenário favorável. Além disso, a expectativa é que a valorização da carne Angus certificada intensifique a competitividade do Brasil no mercado mundial. As inovações tecnológicas na produção, como o uso de sistemas de rastreabilidade e melhorias genéticas, devem se disseminar ainda mais, elevando a qualidade final do produto. Como o Brasil está se preparando para esse cenário? O setor de carnes está focado em implementar práticas mais sustentáveis, que atendam às exigências de mercados cada vez mais conscientes. A instalação de laboratórios de processamento e controle de qualidade mais eficientes e a ampliação de programas de certificação também fazem parte do planejamento. O que o produtor pode fazer para se destacar? Investir na melhoria do manejo e na sanidade do rebanho; Buscar certificações internacionais reconhecidas; Adotar tecnologias que aumentem a rastreabilidade dos animais; Manter uma produção consistente e de alta qualidade; Acompanhar as tendências do mercado global e adaptar-se às exigências específicas de cada país. Com esses passos, o produtor pode fazer parte do crescimento sustentável do setor e aproveitar as oportunidades que o Brasil tem pela frente, garantindo um 2025 de sucesso na exportação de carne bovina.

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Saiba Mais Sobre Dr. João Maria
Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite.
Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.

joão silva

Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite. Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.