O Crescimento da Produção Sustentável em Mato Grosso

Neste artigo, vamos analisar as ações do Governo do Estado de Mato Grosso para estimular a redução da emissão de gases de efeito estufa e promover sistemas de produção sustentáveis. Veremos como o estado já possui uma extensa área de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e como as medidas adotadas estão contribuindo para atingir as metas estabelecidas para todo o país até 2020. Vamos explorar o ciclo de capacitação e workshop do Plano ABC e as iniciativas realizadas pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Acompanhe conosco os detalhes e os impactos dessas ações no setor agropecuário de Mato Grosso.

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Desenvolvimento

No desenvolvimento do ciclo de capacitação e workshop do Plano ABC, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) promoveu a disseminação de informações importantes para os produtores, técnicos e projetistas. O objetivo principal era fornecer conhecimento sobre o programa, linhas de crédito disponíveis e orientações para a captação de recursos junto aos agentes financiadores.

Expansão da Integração Lavoura-Pecuária-Floresta

O Estado de Mato Grosso se destaca por sua utilização de tecnologias sustentáveis, como a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), que já abrange mais de 820 mil hectares. Esse número representa quase um quarto da meta estabelecida para todo o país até 2020, que é de 4 milhões de hectares.

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Capacitações e Workshops

De janeiro a maio deste ano, a Sedec realizou workshops em 17 municípios e capacitações em cinco polos, com a participação de 975 pessoas. Os temas abordados foram adaptados às necessidades de cada região e englobaram questões como Recuperação de Pastagens Degradadas, Integração Lavoura Pecuária, Sistemas Agroflorestais, Fixação Biológica do Nitrogênio, entre outros.

Experiências de Sucesso

Na visita técnica à Fazenda 3M, os participantes puderam conhecer casos de sucesso na integração Lavoura-Pecuária. A propriedade, que adotou o plantio de soja integrado à pecuária, obteve resultados positivos a partir de um projeto de recuperação de áreas degradadas.

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Conclusão

As ações do Governo do Estado de Mato Grosso para promover a redução das emissões de gases de efeito estufa, por meio do Plano ABC, têm sido fundamentais para incentivar práticas sustentáveis na agricultura. Com a capacitação e workshops realizados, o conhecimento sobre tecnologias amigáveis ao meio ambiente tem sido disseminado entre os produtores e técnicos, resultando em um aumento significativo na adoção de sistemas como a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta.

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É encorajador ver que Mato Grosso está se destacando nesse cenário, com uma área significativa de ILPF implementada e uma meta ambiciosa para os próximos anos. A parceria entre diferentes entidades também é crucial para o sucesso dessas iniciativas, demonstrando o engajamento de diversos setores na busca por práticas mais sustentáveis na agricultura do estado.

Portanto, é fundamental continuar investindo em programas como o Plano ABC e seguir incentivando a adoção de tecnologias que contribuam para a redução das emissões de gases do efeito estufa e para a promoção de uma agricultura mais sustentável e produtiva em Mato Grosso.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

Análise das Ações do Governo para Estimular a Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa em Mato Grosso

Integração Lavoura-Pecuária-Floresta em Mato Grosso

O Governo do Estado de Mato Grosso adota ações para estimular a redução da emissão de gases de efeito estufa, promovendo sistemas de produção sustentáveis. Até o momento, o estado já possui 870 mil hectares de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), representando quase um quarto da meta nacional de 4 milhões de hectares até 2020.

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Quais são as medidas para o crescimento das áreas de integração em Mato Grosso?

Uma das ações adotadas foi o ciclo de capacitação e workshop do Plano ABC, promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). O objetivo é fornecer informações sobre o programa, linhas de crédito disponíveis, captação de recursos e conhecimento técnico para incentivar o uso de tecnologias sustentáveis na produção.

Como Mato Grosso se destaca na utilização de tecnologias do Plano ABC?

O estado está à frente no uso de tecnologias do Plano ABC, com mais de 820 mil hectares de ILPF. Isso representa quase um quarto da meta nacional para 2020. Os produtores locais têm buscado ativamente essas tecnologias, contribuindo para o sucesso do programa.

Quais foram os temas abordados nos workshops e capacitações promovidos pela Sedec?

Os temas incluíram Recuperação de Pastagens Degradadas, Integração Lavoura Pecuária (ILP), ILPF, Sistemas Agroflorestais (SAFs), Sistema Plantio Direto (SPD), Fixação Biológica do Nitrogênio (FBN), entre outros. As ações foram direcionadas de acordo com as características de cada região do estado.

Qual a importância da integração Lavoura-Pecuária na produção sustentável?

A integração Lavoura-Pecuária é essencial para promover a sustentabilidade na produção agropecuária. Experiências como a da Fazenda 3M, que integra soja e pecuária em 1,6 mil hectares, demonstram a viabilidade e os benefícios desse modelo de produção.

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Quais os parceiros envolvidos na execução do Plano ABC em Mato Grosso?

A Sedec contou com a parceria de diversos órgãos e entidades, como a Secretaria de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários, Famato, Senar, Acrimat, Aprosoja, Banco do Brasil, Embrapa, entre outros. Essa colaboração é fundamental para o sucesso das ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas no setor agropecuário do estado.

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo

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As ações adotadas pelo Governo do Estado para estimular a redução da emissão de gases de efeito estufa devem contribuir para expandir sistemas de produção sustentáveis. Mato Grosso já possui 870 mil hectares de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), o que corresponde a quase um quarto da meta de 4 milhões de hectares estabelecida para todo o país até 2020.

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Uma das medidas para o crescimento de áreas com diversos tipos de integração foi o ciclo de capacitação e workshop do Plano ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono), o primeiro realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e finalizado nesta semana, com visita técnica à Fazenda 3M, em Poconé.“O nosso objetivo era levar ao produtor, aos técnicos e projetistas, informação e conhecimento quanto ao programa, linhas de crédito disponíveis, como fazer a captação de recursos junto aos agentes financiadores, e conhecimento técnico para a elaboração de projetos. Queremos incentivar o emprego de tecnologias sustentáveis na produção”, ressaltou o secretário adjunto de Agricultura da Sedec, Alexandre Possebon.O pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril de Sinop, especialista em Fitotecnia, Flávio Jesus Wruck, destacou que Mato Grosso é um dos estados que está à frente na utilização de tecnologias do Plano ABC.“Hoje nós temos mais de 820 mil hectares de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (i-LPF) em Mato Grosso. É uma área significativa. O Estado está chegando a quase um quarto da meta do país todo para 2020, que são de 4 milhões de hectares. Estou muito satisfeito com o empenho, com o empreendedorismo dos nossos produtores que buscaram essa tecnologia e continuam buscando”.De janeiro a maio deste ano, a Sedec realizou workshops em 17 municípios e capacitações em cinco polos, totalizando 975 participantes para divulgar o Plano ABC, que integra as ações de políticas públicas do Governo do Estado na promoção de ações que visam desenvolver o programa Produzir, Conservar e Incluir (PCI), apresentado pelo governador Pedro Taques durante a COP 21, em Paris.O Plano ABC é uma política pública que apresenta o detalhamento das ações de mitigação e adaptação às mudanças do clima para o setor agropecuário. O plano tem como meta reduzir as emissões de gases do efeito estufa (GEE).Os temas dos workshopps e capacitação foram direcionados de acordo com a necessidade e característica de cada região do Estado. Foram abordados os seguintes temas: Recuperação de Pastagens Degradadas, Integração Lavoura Pecuária (ILP), Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e Sistemas Agroflorestais (SAFs), Sistema Plantio Direto (SPD), Fixação Biológica do Nitrogênio (FBN), Florestas Plantadas, Tratamento de Dejetos Animais e Adaptação às Mudanças Climáticas.Lavoura-PecuáriaDurante a visita técnica à Fazenda 3M, o administrador da propriedade, Raul Santos Costa Neto, contou a sua experiência de integração Lavoura-Pecuária (ILP). “Quando adquirimos a propriedade tivemos que buscar algo que agregasse valor à terra, era uma área de pastagem com 40% degradada, comprometida. Partindo disso elaboramos um projeto de plantio de soja integrado à pecuária, que sempre foi a nossa atividade, e já estamos no segundo ano do projeto e obtendo sucesso e estamos com boa expectativa para a próxima safra”.A Fazenda 3M trabalha o ILP em parceria com mais duas propriedades e juntas somam 1,6 mil hectares com produção de soja e pecuária. A produtividade na safra 2014/2015, já finalizada para o produtor, chegou a 63 sacas/ha.O engenheiro agrônomo Nestor João Gambin, que atua como fiscal de projetos de um agente financiador, destacou o nível técnico da capacitação que vai ao encontro do que é necessário para a execução da sua atividade. “Me surpreendi, esses dois dias foram muito proveitosos. O nível abordado foi bem técnico, o que para a execução da minha atividade, que é a vistoria de lavouras, foi muito bom. Foram apresentadas informações relevantes para a execução da nossa atividade no dia a dia, deu uma reciclada no conhecimento”.Para a realização das rodadas do Plano ABC, a Sedec contou com a parceria da Secretaria de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários (Seaf), Famato, Senar, Acrimat, Acrismat, Aprosoja, Banco do Brasil, Arefloresta, Superintendência Federal de Agricultura (SFA-MT/Mapa) e da Embrapa Agrossilvipastoril.

As ações adotadas pelo Governo do Estado para estimular a redução da emissão de gases de efeito estufa devem contribuir para expandir sistemas de produção sustentáveis. Mato Grosso já possui 870 mil hectares de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), o que corresponde a quase um quarto da meta de 4 milhões de hectares estabelecida para todo o país até 2020.Uma das medidas para o crescimento de áreas com diversos tipos de integração foi o ciclo de capacitação e workshop do Plano ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono), o primeiro realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e finalizado nesta semana, com visita técnica à Fazenda 3M, em Poconé.“O nosso objetivo era levar ao produtor, aos técnicos e projetistas, informação e conhecimento quanto ao programa, linhas de crédito disponíveis, como fazer a captação de recursos junto aos agentes financiadores, e conhecimento técnico para a elaboração de projetos. Queremos incentivar o emprego de tecnologias sustentáveis na produção”, ressaltou o secretário adjunto de Agricultura da Sedec, Alexandre Possebon.O pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril de Sinop, especialista em Fitotecnia, Flávio Jesus Wruck, destacou que Mato Grosso é um dos estados que está à frente na utilização de tecnologias do Plano ABC.“Hoje nós temos mais de 820 mil hectares de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (i-LPF) em Mato Grosso. É uma área significativa. O Estado está chegando a quase um quarto da meta do país todo para 2020, que são de 4 milhões de hectares. Estou muito satisfeito com o empenho, com o empreendedorismo dos nossos produtores que buscaram essa tecnologia e continuam buscando”.De janeiro a maio deste ano, a Sedec realizou workshops em 17 municípios e capacitações em cinco polos, totalizando 975 participantes para divulgar o Plano ABC, que integra as ações de políticas públicas do Governo do Estado na promoção de ações que visam desenvolver o programa Produzir, Conservar e Incluir (PCI), apresentado pelo governador Pedro Taques durante a COP 21, em Paris.O Plano ABC é uma política pública que apresenta o detalhamento das ações de mitigação e adaptação às mudanças do clima para o setor agropecuário. O plano tem como meta reduzir as emissões de gases do efeito estufa (GEE).Os temas dos workshopps e capacitação foram direcionados de acordo com a necessidade e característica de cada região do Estado. Foram abordados os seguintes temas: Recuperação de Pastagens Degradadas, Integração Lavoura Pecuária (ILP), Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e Sistemas Agroflorestais (SAFs), Sistema Plantio Direto (SPD), Fixação Biológica do Nitrogênio (FBN), Florestas Plantadas, Tratamento de Dejetos Animais e Adaptação às Mudanças Climáticas.

Lavoura-PecuáriaDurante a visita técnica à Fazenda 3M, o administrador da propriedade, Raul Santos Costa Neto, contou a sua experiência de integração Lavoura-Pecuária (ILP). “Quando adquirimos a propriedade tivemos que buscar algo que agregasse valor à terra, era uma área de pastagem com 40% degradada, comprometida. Partindo disso elaboramos um projeto de plantio de soja integrado à pecuária, que sempre foi a nossa atividade, e já estamos no segundo ano do projeto e obtendo sucesso e estamos com boa expectativa para a próxima safra”.A Fazenda 3M trabalha o ILP em parceria com mais duas propriedades e juntas somam 1,6 mil hectares com produção de soja e pecuária. A produtividade na safra 2014/2015, já finalizada para o produtor, chegou a 63 sacas/ha.O engenheiro agrônomo Nestor João Gambin, que atua como fiscal de projetos de um agente financiador, destacou o nível técnico da capacitação que vai ao encontro do que é necessário para a execução da sua atividade. “Me surpreendi, esses dois dias foram muito proveitosos. O nível abordado foi bem técnico, o que para a execução da minha atividade, que é a vistoria de lavouras, foi muito bom. Foram apresentadas informações relevantes para a execução da nossa atividade no dia a dia, deu uma reciclada no conhecimento”.Para a realização das rodadas do Plano ABC, a Sedec contou com a parceria da Secretaria de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários (Seaf), Famato, Senar, Acrimat, Acrismat, Aprosoja, Banco do Brasil, Arefloresta, Superintendência Federal de Agricultura (SFA-MT/Mapa) e da Embrapa Agrossilvipastoril.

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