Cotações do boi gordo: levantamento diário por região, 19/9/25

Cotações do boi gordo: levantamento diário por região, 19/9/25

Visão geral das cotações do boi gordo por região em 19/9/25

As cotações do boi gordo por região em 19/9/25 refletem oferta local e demanda.

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Regiões diferentes mostram variações por peso, tempo de entressafra e custos de transporte.

Para o pecuarista, entender o spread entre regiões ajuda a decidir quando vender.

Compare preços médios, observe quedas recentes e leve em conta a distância até o frigorífico.

Acompanhe a tendência ao longo das semanas para planejar reposição e venda.

Dicas rápidas: use a margem regional, calcule transporte e negocie com base nesses dados.

Ao acompanhar 19/9/25, você identifica oportunidades de venda mais lucrativas sem pressa.

Lembre-se de considerar qualidade do animal, peso e acabamento, que influenciam o preço.

Preços médios por estado: SP, MG, PR, MT, PA e outros

Os preços médios por estado ajudam você a decidir quando vender. Eles mostram quanto vale o boi gordo em cada região. SP, MG, PR, MT e PA costumam ter variações, mesmo com o peso e o acabamento parecidos.

Para usar esses dados, observe o preço médio, o intervalo entre o maior e o menor valor e a frequência de variação. Assim, você escolhe o estado com melhor retorno após o transporte.

Como interpretar as médias por estado

Estados com frigoríficos próximos tendem a ter preços estáveis. Áreas mais distantes mostram variações maiores. Fique atento ao peso do animal e ao acabamento, pois eles afetam o preço final.

Fatores que influenciam os preços regionais

  • Distância até o frigorífico
  • Custos de transporte e combustível
  • Condições de pasto e disponibilidade de gado
  • Qualidade da carcaça
  • Sazonalidade e oferta local

Como aplicar no seu dia a dia

  1. Compare o preço por estado com o seu gado atual
  2. Calcule o custo de transporte para cada opção
  3. Negocie com base na distância e na qualidade
  4. Planeje reposição com base em tendências semanais

Lembre-se: as médias são um guia, mas a decisão final depende do peso do animal e do custo de manter até a venda.

Como o levantamento da Agrifatto impacta a reposição e as margens

O levantamento da Agrifatto mostra as cotações do boi gordo por região, ajudando você a planejar a reposição com mais precisão.

Esse dado permite entender onde o preço está favorável e quando vale a pena comprar ou conservar o lote. A ideia é ligar o preço de compra ao custo de reposição e ao peso final desejado.

Impacto na reposição

Quando as cotações sobem numa região, vale antecipar a reposição para não pagar mais caro. Se o preço cai, pode ser melhor aguardar menos tempo e buscar o melhor equilíbrio entre peso e acabamento.

Compare regiões, estime o transporte e avalie o peso que você busca ao retirar o animal do pasto. A decisão certa reduz perdas e aumenta a rentabilidade ao longo do ciclo de faturamento.

Impacto nas margens

As margens dependem da relação entre custo de reposição e preço de venda. Transporte, alimentação e manejo pesam bastante na conta final.

  • Transporte: quanto maior a distância, maior o custo.
  • Alimentação: alimentação de qualidade eleva o peso final, influenciando o preço.
  • Manejo: gado bem acabado tende a ter preço maior por kg.

Use as cotações para estimar a margem esperada antes de cada rodada de venda. Ajuste seus lotes conforme as variações regionais para manter a rentabilidade.

Como aplicar no dia a dia

  1. Atualize-se com as cotações diárias da Agrifatto.
  2. Calcule o custo de transporte para cada região.
  3. Compare o preço esperado com o peso e o acabamento do animal.
  4. Planeje reposição com base em tendências semanais.
  5. Revise a margem após cada rodada de vendas e ajuste o plano.

Com essa prática, você toma decisões mais seguras e aumenta a rentabilidade do rebanho.

Implicações para frigoríficos e planejamento de abates

Frigoríficos ganham ou perdem conforme o ritmo dos abates, então planejar é essencial para a rentabilidade.

A gente vê que o agendamento de abates afeta o fluxo de caixa, a qualidade da carcaça e a margem líquida. Quando o lote chega no peso ideal, o resultado é melhor aproveitamento de frigorífico e menor tempo de espera no corredor de abate.

Capacidade de processamento e janelas de abate

Cada frigorífico tem limite diário e horários de pico. Se a demanda estoura, pode faltar margem de manobra. Por isso, alinhe a disponibilidade de gado com a capacidade de cada unidade, evitando desperdícios e custos extras com armazenamento.

Além disso, conheça as janelas de demanda: períodos de alta e baixa podem exigir ajustes no peso desejado e no acabamento do animal.

Sincronização com reposição e terminação

A reposição precisa acontecer com a cadência certa para manter o abate estável. Planeje o peso de acabamento do gado conforme o cronograma do frigorífico, para que a taxa de captura seja alta e o ganho por cabeça não recue.

Quando a oferta de gado de acabamento está alta, pode ser sensato empurrar o peso de venda para uma semana de menor demanda. Em épocas de escassez, vale considerar peso maior e melhor acabamento para otimizar o retorno.

Qualidade da carcaça e impacto nas margens

A carcaça com acabamento adequado rende mais por kg, reduz desperdícios e eleva as margens. Fatores como idade, alimentação, manejo e bem-estar influenciam o peso final e a qualidade da carcaça. Por isso, o planejamento de abates deve considerar não só o número de cabeças, mas também o perfil de acabamento desejado.

  • Peso de acabamento alinhado ao pedido do frigorífico
  • Uniformidade no lote para facilitar o processamento
  • Atenção à qualidade da carne para conquistar melhor preço

Use dados de cotações regionais e históricos de demanda para definir o peso alvo de cada lote e o momento de enviar ao frigorífico.

Custos logísticos e operacionais

  • Transporte: distâncias maiores elevam frete e influenciam o custo por kg
  • Armazenamento: manter o gado em acabamento pode exigir manejo adicional
  • Energia e mão de obra: custos de abate e processamento impactam diretamente na margem

Reduza surpresas mantendo comunicação clara com o frigorífico e atualizando planos com base em dados semanais.

Boas práticas de planejamento

  1. Conecte o cronograma de reposição ao calendário do frigorífico
  2. Defina pesos e acabamentos-alvo para cada lote
  3. Monitore variações de custo de transporte e alimentação
  4. Comunique-se com antecedência com o parceiro frigorífico sobre necessidades
  5. Revise métricas de desempenho e ajuste o plano a cada rodada

Com esse método, você evita perdas, melhora a previsibilidade e aumenta a rentabilidade do ciclo de abate.

Indicadores de desempenho

Foque em margem por cabeça, tempo no sistema de abate, taxa de aproveitamento de carcaça e variação de peso dentro dos lotes. Esses indicadores indicam onde apertar o passo ou abrir espaço para ajustes no timing.

Perspectivas de curto prazo para o mercado do boi gordo

O boi gordo deve oscilar no curto prazo, mas dá pra surfar as ondas com planejamento.

A leitura rápida da demanda e da oferta guia quando vender e quanto pedir.

Fatores que movem os preços a curto prazo

Frigoríficos ajustam abates conforme a demanda. Em períodos de alta, os preços sobem. Quando a demanda cai, há pressão para baixo. A reposição de gado afeta o preço. Mais gado disponível tende a reduzir o valor por kg. Por outro lado, menos oferta pode sustentar o preço.

Custos de alimentação, energia e transporte pesam na margem. Milho caro aumenta o custo de ganho de peso. O custo de combustível eleva o frete entre fazenda e frigorífico. Combine esses custos com o peso e o acabamento para estimar a margem.

Ao mesmo tempo, a logística de abates influencia o tom do mercado. Limites de capacidade de abate criam janelas de venda. Planeje para encaixar seu lote nessas janelas sem pressa.

Estratégias rápidas para as próximas semanas

  • Monitore cotações diárias em fontes confiáveis e registre a média semanal.
  • Ajuste o peso de acabamento desejado conforme a demanda regional.
  • Considere diversificar compradores para reduzir dependência de um frigorífico.
  • Crie janelas de venda com base em ocios de abate e oferta local.
  • Negocie prazos de entrega e condições de pagamento para melhorar o fluxo de caixa.

Indicadores úteis para acompanhar

  • Média móvel semanal de preço por kg.
  • Diferença entre preço regional e preço nacional.
  • Índice de custo de alimentação por cabeça.
  • Tempo entre compra de reposição e venda ao frigorífico.

Seguindo essas práticas, você reduz surpresas, mantém a rentabilidade e aproveita oportunidades rápidas no boi gordo.

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Saiba Mais Sobre Dr. João Maria
Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite.
Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.

joão silva

Dr. João Silva é um renomado zootecnista especializado em pecuária de leite, com mais de 2 Décadas de experiência no setor. Com doutorado pela Universidade Federal de Viçosa e diversas certificações, Também é autor de inúmeros artigos científicos e livros sobre manejo e produção de leite. Dr. João é reconhecido por sua contribuição significativa à indústria e seu compromisso com a qualidade e a inovação na produção leiteira.