Sumário
1. Estratégia comercial da Petrobras
1.1. Descrição da estratégia adotada
1.2. Resultados alcançados
Introdução
A Petrobras anunciou uma redução no preço médio da gasolina e um aumento no preço médio do diesel. Essa estratégia faz parte de um plano comercial da empresa para se tornar mais competitiva no mercado e evitar a volatilidade dos preços para os consumidores. Neste artigo, discutiremos os motivos por trás dessa estratégia e os resultados alcançados até o momento.
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A partir de sábado (21), a Petrobras reduzirá em R$ 0,12 por litro o seu preço médio de venda de gasolina A para as distribuidoras, que passará a ser de R$ 2,81 por litro. Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,05 a cada litro vendido na bomba.
Para o diesel, a Petrobras aumentará em R$ 0,25 por litro o seu preço médio de venda de diesel A para as distribuidoras, que passará a ser de R$ 4,05 por litro. Considerando a mistura obrigatória de 88% de diesel A e 12% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 3,56 a cada litro vendido na bomba.
No ano, a variação acumulada dos preços de venda tanto da gasolina A como do diesel A da Petrobras para as distribuidoras acumula redução. No caso da gasolina, uma redução de R$ 0,27 por litro no ano. Enquanto no diesel, a redução acumulada é de R$ 0,44 por litro no ano.
Estratégia comercial da Petrobras
“A estratégia comercial que adotamos na Petrobras nesta gestão tem se mostrado bem-sucedida, sobretudo no sentido de tornar a Petrobras competitiva no mercado e ao mesmo evitar o repasse de volatilidade para o consumidor. Uma prova disto é que ao longo deste ano, mesmo com o valor do brent mais alto que no ano passado, os preços dos nossos produtos acumulam quedas, muito diferente do que aconteceu ao longo de 2022”, afirma Jean Paul Prates, presidente da Petrobras.
Neste momento, os fundamentos dos mercados externo e interno, assim como os parâmetros da estratégia comercial da Petrobras que busca a prática de preços competitivos por produto e local resultaram em movimentos distintos para cada produto.
Para a gasolina, o fim do período sazonal de maior demanda global significa maior disponibilidade e desvalorização do produto frente ao petróleo. Por outro lado, para o diesel, observa-se uma demanda global sustentada, com expectativa de alta sazonal, resultando em valorização do produto frente ao petróleo. Estando a Petrobras no limite da sua otimização operacional, incluindo a realização de importações complementares, torna-se necessário realizar o ajuste, visando reequilíbrio com o mercado e com os valores marginais para a Petrobras.
“Sempre é bom lembrar que o preço final dos produtos não é definido pela Petrobras, pois engloba outros fatores. Um exemplo disso, é o GLP (gás de cozinha), que segue com o preço mantido nas refinarias, onde o botijão de 13kg custa em média R$ 31,66; enquanto o preço médio ao consumidor conforme pesquisa da ANP segue na faixa de R$ 101,63 por botijão de 13kg”, explica Prates.
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Estratégia comercial da Petrobras
A Petrobras adotou uma estratégia comercial bem-sucedida que a tornou competitiva no mercado e evitou repassar a volatilidade de preços para o consumidor. Isso se reflete na queda dos preços dos produtos ao longo do ano, apesar do aumento do valor do brent. No entanto, os fundamentos dos mercados e os parâmetros da estratégia comercial têm levado a movimentos distintos para cada produto.
No caso da gasolina, o fim do período sazonal de maior demanda global resultou em maior disponibilidade e desvalorização do produto em relação ao petróleo. Já para o diesel, há uma demanda global sustentada e expectativa de alta sazonal, o que valorizou o produto em relação ao petróleo. A Petrobras precisa realizar ajustes para reequilibrar seu preço com o mercado e com os valores marginais.
Vale lembrar que a Petrobras não define o preço final dos produtos, que inclui outros fatores. Um exemplo disso é o gás de cozinha, cujo preço nas refinarias é mantido pela Petrobras, mas o preço ao consumidor é mais alto devido a outros custos adicionais.
Preços dos combustíveis
A partir de sábado (21), a Petrobras reduzirá o preço médio da gasolina A em R$ 0,12 por litro para as distribuidoras, estabelecendo um valor de R$ 2,81 por litro. Com a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro, o preço da Petrobras ao consumidor será de R$ 2,05 por litro.
No caso do diesel, a Petrobras aumentará o preço médio do diesel A em R$ 0,25 por litro para as distribuidoras, fixando um valor de R$ 4,05 por litro. Considerando a mistura obrigatória de 88% de diesel A e 12% de biodiesel, o preço da Petrobras ao consumidor será de R$ 3,56 por litro.
Variação acumulada dos preços
No decorrer do ano, houve uma redução acumulada nos preços da gasolina A e do diesel A da Petrobras para as distribuidoras. A gasolina teve uma redução de R$ 0,27 por litro, enquanto o diesel teve uma redução acumulada de R$ 0,44 por litro.
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal Do Campo
Conclusão
A redução dos preços de venda da gasolina e do aumento do diesel, anunciada pela Petrobras, é resultado de uma estratégia comercial adotada pela empresa. Essa estratégia tem como objetivo tornar a Petrobras competitiva no mercado e evitar o repasse de volatilidade para o consumidor. Mesmo com o valor do brent mais alto, os preços dos produtos da Petrobras acumulam quedas ao longo do ano, mostrando a eficácia dessa estratégia.
Estratégia comercial da Petrobras
A estratégia comercial da Petrobras busca a prática de preços competitivos por produto e local, levando em consideração os fundamentos dos mercados externo e interno. Essa estratégia tem resultado em movimentos distintos para cada produto, como a desvalorização da gasolina devido ao fim do período de maior demanda global, e a valorização do diesel devido à demanda global sustentada. A Petrobras realiza ajustes para reequilibrar-se com o mercado e com os valores marginais.
Preço final dos produtos
É importante ressaltar que o preço final dos produtos não é definido apenas pela Petrobras, pois envolve outros fatores. Um exemplo disso é o gás de cozinha, cujo preço nas refinarias é mantido pela Petrobras, mas tem um preço médio ao consumidor conforme pesquisa da ANP muito superior. É necessário considerar todos esses fatores ao analisar os preços dos produtos da Petrobras.

Perguntas e Respostas
1. Por que a Petrobras reduziu o preço da gasolina A para as distribuidoras?
A Petrobras reduziu o preço da gasolina A para as distribuidoras visando tornar-se mais competitiva no mercado e evitar repassar a volatilidade do preço do petróleo para o consumidor.
2. Qual é a parcela da Petrobras no preço final da gasolina vendida na bomba?
A parcela da Petrobras no preço final da gasolina vendida na bomba é, em média, de R$ 2,05 por litro.
3. Por que o preço do diesel A será aumentado?
O preço do diesel A será aumentado devido à demanda global sustentada e à valorização do produto frente ao petróleo. A Petrobras realiza ajustes para reequilibrar-se com o mercado e com os valores marginais.
4. Qual é a redução acumulada no preço da gasolina e do diesel da Petrobras ao longo do ano?
A redução acumulada no preço da gasolina ao longo do ano é de R$ 0,27 por litro, enquanto a redução acumulada no preço do diesel é de R$ 0,44 por litro.
5. Quais fatores influenciam o preço final dos produtos da Petrobras?
O preço final dos produtos da Petrobras não é definido apenas pela empresa, mas também envolve outros fatores, como impostos, margens de lucro das distribuidoras, entre outros.
