Carne bovina: queda nos preços

Carne bovina: queda nos preços

LUCRAR COM A PECUÁRIA: OPORTUNIDADES E DESAFIOS

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A pecuária sempre foi uma atividade de grande importância para a economia brasileira. O mercado do boi gordo apresenta variações de preços ao longo da semana, o que pode ser visto como uma oportunidade para produtores que buscam lucrar com a venda de animais.

Com a queda das indicações, os frigoríficos em São Paulo conseguiram realizar compras, mantendo as escalas de abate confortáveis. No Mato Grosso, os preços permanecem firmes, com potencial para uma elevação devido à boa demanda por animais padrão China. Isso indica uma oportunidade para produtores nessas regiões.

Além disso, as exportações de carne bovina do Brasil estão em ascensão, o que abre portas para negociações internacionais lucrativas. A quantidade total exportada foi de 86,833 mil toneladas, com média diária de 9,648 mil toneladas. Isso representa uma excelente oportunidade para produtores que buscam expandir seus negócios para o mercado externo.

No entanto, é importante estar ciente dos desafios que permeiam o mercado pecuário, como a enfraquecida demanda por proteínas de origem animal e a sazonalidade que deixa a população descapitalizada neste período. É necessário estar atento a esses fatores para tomar decisões estratégicas e garantir o sucesso nos negócios.

Em resumo, o mercado da pecuária oferece oportunidades promissoras para produtores que buscam lucrar com a venda de animais. No entanto, é fundamental estar atualizado sobre as variações de preços, demanda por proteínas e oportunidades de exportação para garantir o sucesso nos negócios. Com o conhecimento e estratégia certos, a pecuária pode ser uma fonte lucrativa para produtores em todo o país.

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O mercado físico do boi gordo apresentou variações de preços ao longo da semana. De acordo com Fernando Henrique Iglesias, analista da Consultoria SAFRAS & Mercado, os frigoríficos em São Paulo conseguiram realizar compras, mantendo as escalas de abate confortáveis, após a queda das indicações. No Mato Grosso, os preços permanecem firmes, com potencial para uma elevação devido à boa demanda por animais padrão China.

Iglesias destacou a enfraquecida demanda por proteínas de origem animal neste início de ano, compreensível devido à sazonalidade que geralmente deixa a população descapitalizada neste período. Os preços a arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do país, em 18 de janeiro, foram os seguintes:

  • São Paulo (Capital) – R$ 250,00 a arroba, uma queda de 2% em relação a 11 de janeiro (R$ 245,00 a arroba).
  • Goiás (Goiânia) – R$ 235,00 a arroba, uma redução de 2,08% (antes R$ 240,00 a arroba).
  • Minas Gerais (Uberaba) – R$ 250,00 a arroba, um aumento de 4,17% (anteriormente R$ 240,00 a arroba).
  • Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 235,00 a arroba, um acréscimo de 2,17% (contra R$ 230,00 a arroba).
  • Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 214,00 a arroba, um aumento de 1,42% (anteriormente R$ 211,00 a arroba).

No mercado atacadista, os preços da carne bovina registraram queda, especialmente nos cortes do traseiro bovino, menos demandados em um período de descapitalização da população. Fernando Henrique Iglesias ressaltou que as despesas associadas a esse período influenciam nas decisões de consumo familiar, priorizando proteínas mais acessíveis, como carne de frango, embutidos e ovos. Na última quinta-feira (18), o quarto traseiro foi precificado a R$ 18,70 por quilo.

Quanto às exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil, em janeiro, renderam US$ 393,183 milhões, com média diária de US$ 43,709 milhões em 9 dias úteis. A quantidade total exportada foi de 86,833 mil toneladas, com média diária de 9,648 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.528,00.

Comparado a janeiro de 2023, houve um aumento de 23,9% no valor médio diário da exportação, um ganho de 32,5% na quantidade média diária exportada e uma desvalorização de 6,5% no preço médio.

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